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Vamos começar

Trabalho realizado por:Tiago FerreiraGonçalo Cananão

Da guerra civil à vitoria do liberalismo

Resumo

O liberalismo implantou-se em Portugal após uma guerra civil, entre 1832 e 1834. O Miguelismo, a partir de 1828, perseguiu de uma forma feroz as ideias liberais. Os defensores destes ideais emigraram para França e Inglaterra, dirigindo-se daí para a ilha Terceira nos Açores onde prepararam uma expedição para desembarcar e implantar o Liberalismo em Portugal pela força. A guerra entre liberais e absolutistas durou dois anos e só terminou em maio de 1834.

D.Miguel

Terceiro filho varão de D. João VI e de D. Carlota Joaquina, nasceu em Queluz, a 26 de outubro de 1802, e morreu em Brombach, a 14 de novembro de 1866. Vigésimo nono rei de Portugal (1828-1834), ficou conhecido pelos cognomes o Usurpador e o Absolutista.

D.Pedro

Monarca português, segundo filho varão de D. João VI e de D. Carlota Joaquina, nasceu em Queluz em 12 de outubro de 1798, onde faleceu em 24 de setembro de 1834. Vigésimo sexto rei de Portugal (1826) e primeiro imperador do Brasil, ficou conhecido pelo cognome de "o Libertador". A morte precoce do seu irmão primogénito - D. António - acabaria por levá-lo ao trono português.

A Constituição foi aprovada a 23 de setembro de 1822 e tem um curto proémio, no qual as Cortes afirmam a sua íntima convicção de que as desgraças públicas, que “tanto têm oprimido e ainda oprimem [a Nação Portuguesa], tiveram a sua origem no desprezo dos direitos do cidadão e no esquecimento das leis fundamentais da Monarquia; e havendo outrossim considerado que somente pelo restabelecimento destas leis, ampliadas e reformadas, pode conseguir-se a prosperidade da mesma Nação e precaver-se que ela não torne a cair no abismo, de que a salvou a heroica virtude de seus filhos.

Carta Constituicional(Cortes)

A Carta Constitucional da Monarquia Portuguesa de 1826 foi a segunda constituição portuguesa. Teve o nome de carta constitucional por ter sido outorgada pelo rei D. Pedro IV e não redigida e votada por cortes constituintes eleitas pela nação, tal como sucedera com a constituição de 1822.

Carta Constituicional(D. Pedro)

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