Escola Secundária São João da Talha
2023/2024
A Pele e a sua Integridade
A Pele e a sua Integridade
CURSO: TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDEALUNO(A): BRIGITE PARAÍSO, MATILDE LOURO, VICTÓRIA OLIVEIRA ORIENTADOR: Professor LUÍS SILVÉRIO
SAÚDE
5.Cuidados a ter para manutenção da integridade cutânea 5.4. A mobilidade e alternância de posicionamentos 5.5. O vestuário: a utilização do vestuário adequado 5.6. A manutenção de um ambiente seguro: redução de risco de queda e de acidentes 5.7. A importância da gestão e controlo de doenças crónicas (diabetes, insuficiência
vascular periférica)
9.1.5. Importância da manutenção da integridade dos pensos
9. A fisiologia da cicratização 9.1.Fatores que intervem na cicratrização 9.1.1. Alimentação 9.1.2. Hidratação 9.1.3.Mobilização 9.1.4. Hábitos de vida
Temas a abordar
6.Factores de riscos para aparecimento de feridas e úlceras 6.1. Quedas e Acidentes 6.2. Imobilodade e Pressão 6.3.Maus cuidados de Higiene e Hidratação da pele 6.4.Desidratação e Desnutrição
8.Úlcera de Pressão 8.1. Conceito e factores de desencadeamento 8.2. Localização mais frequente 8.3. O papel do/a Auxiliar de Saúde na sua prevenção
7.Ferias aguda e Ferias cronicas: conceito
Mobilidade e Alternância de Posicionamento
(1/3)
Posicionamento/ Mobilização
(1/6)
A imobilidade pode trazer vários tipos de complicações, como astenia, espaticidade, ou fraqueza e rigidez muscular.
Mobilidade e Alternância de Posicionamento
(2/3)
Posicionamento/ Mobilização
(1/6)
Consiste em providenciar ao cliente uma alternância de decúbitos, com ou sem a colaboração do mesmo, respeitando os príncipios anatómicos, o peso corporal e protegendo as zonas de proeminêcia óssea.
Mobilidade e Alternância de Posicionamento
(3/3)
Objetivos do posicinamento no leito
Info
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(1/6)
Decúbito Dorsal:
- Providenciar os recursos para junto do indivíduo;
- Instruir o indivíduo sobre o procedimento;
- Posicionar o indivíduo em Decúbito Dorsal no centro da cama com a coluna vertebral alinhada.
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(2/6)
Decúbito Lateral
- Providenciar os recursos para junto do indivíduo;
- Instruir o indivíduo sobre o procedimento;
- Posicionar o indivíduo em Decúbito Lateral.
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(3/6)
Decúbito Semidorsal
- Providenciar os recursos para junto do indivíduo;
- Instruir o indivíduo sobre o procedimento;
- Posicionar o indivíduo em Decúbito Semi-Lateral.
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(4/6)
Decúbito ventral
- Providenciar os recursos para junto do indivíduo;
- Instruir o indivíduo sobre o procedimento;
- Posicionar o indivíduo em Decúbito Ventral.
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(5/6)
Decúbito Semi-ventral
- Providenciar os recursos para junto do indivíduo;
- Instruir o indivíduo sobre o procedimento;
- Posicionar o indivíduo em Decúbito Semi-Vental
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(6/6)
Posição de Fowler
- Providenciar os recursos para junto do indivíduo;
- Instruir o indivíduo sobre o procedimento;
- Posicionar o indivíduo em Decúbito de Fowler.
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
Transferências/ Mobilizações
(1/3)
Quando procede à transferência do utente da cama para um cadeirão ou cadeira de rodas e vice e versa, deve-se:
1. Quando for transferir a pessoa para o cadeirão, traga-a para perto do leito (sente-a junto à beira da cama com os pés pendentes). Não se afaste nesse momento, pois ela poderá ter tonturas e cair;2. Para ter uma boa base de apoio, mantenha seus pés afastados, um apontar para cama e o outro para o cadeirão;
Posicionamentos/ Mobilizações:
Transferências/ Mobilizações
(2/3)
Quando procede à transferência do utente da cama para um cadeirão ou cadeira de rodas e vice e versa, deve-se:
3. Apoiar os braços da pessoa sobre os seus ombros;4. Flexionar ligeiramente os seus joelhos e as suas mãos devem segurar a cintura da pessoa;
5. Quando sentar a pessoa coloque almofadas nas zonas de pressão para não surgirem lesões e verifique o alinhamento corporal;
Posicionamentos/ Mobilizações:
Transferências/ Mobilizações
(3/3)
Quando procede à transferência do utente da cama para um cadeirão ou cadeira de rodas e vice e versa, deve-se:
6. Caso ela não possa sair do leito, procure mudá-la de posição várias vezes durante o dia (deitar de lado ou de
costas, etc.);
7. Para colocá-la novamente no leito é só seguir estes passos em sequência invertida.
O Vestuário
(1/2)
Deve ser:
- Confortável;
- Larga (que não aperte);
- De algodão;
- Sem fechos;
- Sem boões (para fechar utilize o velcro);
* Em doentes acamados os pijamos ou camisas devem ser abertos, de preferência nas costas.
O Vestuário
(2/2)
Como despir/ verstir um doente acamado:
(1/2)
Despir (parte superior):
- Colocar o doente de lado, virando- o para si;
- Despir a manga do membro que se emcontra por cima;
- Enrolar a roupa nas costas;
- Virar o doente para a parte oposta e retirar a outra manga.
O Vestuário
(2/2)
Como despir/ verstir um doente acamado:
(2/2)
Despir (parte inferior):
- Desapertar os botões;
- flexionar as pernas;
- Colocar um braço por de baixo do joelho;
- Elevar o joelho e com a outra mão puxe as calças.
* Sempre que o doente apresentar um dos lados paralizados, deve começar a despir pelo membro paralizado.
A Manutenção de um ambiente Seguro
À medida que a idade avança há diminuição da
visão, da audição, da força muscular, do tempo
de reação e do equilíbrio, vai aumentando assim o
risco de queda.
Com consequências tão graves as estratégias de prevenção, é fundamental para criar ambientes seguros e adotar estilos
de vida saudáveis.
A Manutenção de um ambiente Seguro
Fatores de risco
Complicações da Queda
Prevenção das Quedas
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(1\4)
Quedas e acidente
- Quando maior a intensidade da pressão, maior é o risco de desenvolver a úlcera;
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(2\4)
Imobilidade e Pressão
- Quanto mais tempo durar a pressão, maior é o risco de úlceras; - Quanto menor for a força muscular maior é o risco de úlceras.
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(3\4)
Maus cuidados de higiene e hidratação da pele
- Quanto mais húmida for a pele maior é o risco de úlceras;
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(4\4)
Disnutrição e desidratação
- Quanto menor for a mobilidade maior é o risco de úlceras;- Quanto menor for a sensibilidade maior é o risco de úlceras.
Úlcera de Pressão
- Úlceras de pressão- são defenidas como áreas de ulceração e necrose da pele e tecidos moles.
- Se ocasiona sobre uma proeminência óssea, que seja submetida a uma pressão prolongada.
- Úlceras de decúbito: envolve as úlcera dos pacientes em cadeiras de rodas e em qualquer pressão externa.
* Se a pressão continuar por período muito longo, os capilares apresentam trombose.
Fatores de Desencadeamento
- As úlceras são causadas por pressão não aliviada com fricção, forças de cisalhamento e umidade.
- Os fatores de risco incluem na idade maior que 65 anos, pela circulação prejudicada e perfusão tecidual; imobilização; desnutrição; perda de sensibilidade e incontinência.
Localização mais frequente
Diagnóstico da lesão por pressão:
O diagnóstico da lesão por pressão baseia-se por avaliação clínica. Tipicamente, identifica-se uma lesão por pressão pelo seu aspecto característico e por sua localização ao longo de uma proeminência óssea. O sacro é o local mais comum, seguindo dos calcâneos.
O papel do auxiliar de saúde na sua prevenção
Como prevenir as Úlceras por pressão:
- Realizar posicionamentos a cada duas horas;
- Proteger as áreas de risco com amortecimento adicional;
- Hidratar a pele adequadamente com cremes especificos e cremes de barreira após a troca de absorventes de incontinência;
- Cuidar da pele seca e fissurada para evitar inflamações, infecções e lesões ao auxiliar o doente na higiene.
- Alimenta- los com alimentos ricos em proteínas, vitaminas e minerais (evitam úlceras de pressão, auxiliam cicatrização e pervinem perda de peso).
Feridas agudas e Crônicas
(1/3)
Conceitos
Feridas Agudas: Cicatrização geralmente ocorre sem complicações, as causas incluem traumatismo; queimaduras; infeções; produtos químicos e alergias. As feridas também podem, ainda, ser categorizadas como:
Feridas agudas e Crônicas
(2/3)
Conceitos
- Superficiais: (ocorrem na epiderme, derme ou hipoderme)
- Profundas: (são atingidas nos músculos, articulações, cartilagens tendões, lingamentos, ossos e órgãos cavitários);
- Fechadas: (a continuidade da pele e dos tecidos não é danificada);
- Abertas: (ocorre a descontinuidade e rompimento da barreira de proteção da pele, aumentado os riscos de infecção);
- Simples: (evoluem rapidamente para a cicatrização);
- Complexas: (podem conter tecidos desvitalizados, exsudação abundante e odor característico).
Feridas agudas e Crônicas
(3/3)
Conceitos
Feridas Crônicas: são aquelas que não cicatrizam como esperado, persistindo por mais de 6 meses. São associadas a doenças prévias como diabetes e insuficiência venosa, incluindo lesões por pressão e úlceras varicosas.
A Manutenção na Integridade dos Pensos
(1/2)
Pensos: A ação terapêutica do pensamento cria condições ideais para a cicatrização, estimulado o processo por libertação de substâncias ativas.
Feridas: Feridas na pele podem surgir de trauma ou cirurgia, favorecendo infecções. Utilização dos pensos: A utilização frequente de pensos aumenta o risco de infeção da ferida devido à exposição continua da ferida à contaminação.
A importância da manutenção da integridade dos pensos
(2/2)
Utilização dos pensos
Tempo de utilização: 7 dia (tempo máximo), desde que não haja sinais de secreção;
Críterios que devem ser considerados:
Precaução:
- Designação;
- Dimensão;
- Apresentação (penso, pó, gel, pomada, entre outros);
- Critérios de exclusão a definir pela escolha de cada Instituição;
- Consultadoria pluridisciplinar.
Para evitar as bolhas na pele, o penso não deve aderir à ferida e deve aderir suavemente ao redor da ferida. E deverá ser fácil de aplicar, de retirar e flexível.
Fisiologia da Cicatrização
(1/4)
Factores que enterferem na cicatrização
Alimentação:
1-Alimentos e bebidas ricos em cafeinas: Seja café, chá( preto, verde) sobremesas ou chocolates
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2-Alimentos Industrializados: Margarina, batata frita, bolachas, macarrão instântaneo, comidas conheladas, refrigerantes, etc.
3-Alimentos embutidos Produtos embotidos como salsicha, bacon, salame, presunto, linguiça, peito de peru, rosbife e mortadela;
Fisiologia da Cicatrização
(2/4)
Factores que enterferem na cicatrização
Hidratação:
- A hidratação da pele é crucial para a cicatrização, pois mantém a barreira cutânea intacta e favorece a regeneraçaõ celular.
- Uma pele bem hidratada reduz a formação de crostas e melhora a elasticidade, acelerando o processo de cicatrizaçaõ e diminuindo o risco de cicatrizes.
Fisiologia da Cicatrização
(3/4)
Factores que enterferem na cicatrização
Mobilização:
- O acompanhamento do fisioterapeuta pode ajudar no tratamento de feridas pela aplicação de tratamentos que aceleram a cicatrização;
- Quanto pela realização de exercícios focados no aumento da amplitude de movimento do membro afetado.
Fisiologia da Cicatrização
(4/4)
Factores que enterferem na cicatrização
Hábitos de Vida:
Para cicatrizar rápido uma ferida é importante ter alguns cuidados como:
- Lavar a ferida e fazer o curativo,
- Ter uma alimentação saudável e utilizar pomadas e produtos cicatrizantes.
Além disso, é aconselhado
- Não fumar, beber bebidas alcoólicas;
- Evitar um estilo de vida sedentário.
- Ter uma alimentação balanceada.
- Ter uma boa hidratação
A pele e sua inegridade
A pele e sua inegridade
A manutenção de um ambiente seguro
Úlceras de Pressão
- Fatores de risco
- causas
- Prevenção
- São feridas causadas por cisalhamento e pressão
Mobilidade e Alternância de Posicionamnetos
- Decúbito Dorsal
- Semidorsal (D. E)
- Decúbito vental
- semiventral (D. E)
- posição de Fowler
Fatores de risco para úlceras e feridas
Fisiologia da cicatrização
- Nutrição
- Hidratação
- Mobilização
- Hábitos de vida
- Quedas e acidentes
- Imobilidade e preção
- Maus cuidados de Higiene
- desnutrição e desidratação
Vertuário
- Roupas largas e cofirtaveis
- Fecho de vélcro
- Adequado a cada estação
Mobilidade e Alternância de Posicionamnetos
O papel do TAS
- Decúbito Dorsal
- Semidorsal (D. E)
- Decúbito vental
- semiventral (D. E)
- posição de Fowler
- Alimentação
- higiene
- Hidratação
Bibliografia
https://www.vuelopharma.com/feridas-cronicas-e-agudas-entenda-a-diferenca/https://www.vuelopharma.com/feridas-cronicas-e-agudas-entenda-a-diferenca/ http://rdpc.uevora.pt/bitstream/10174/23263/3/Sess%C3%A3o%20Ed.%20Sa%C3%BAde%20Posicionamentos.pdf https://www.msdmanuals.com/pt-pt/profissional/dist%C3%BArbios-dermatol%C3%B3gicos/les%C3%A3o-por-press%C3%A3o/les%C3%B5es-de-press%C3%A3o https://www.medpartner.pt/o-que-o-cuidador-deve-saber-sobre-ulceras-por-pressao/ https://prezi.com/p/p09jtgwqhfkh/a-importancia-da-manutencao-da-integridade-dos-pensos/ https://biblioteca.sns.gov.pt/wp-content/uploads/2018/01/Manual-do-Cuidadpr-Informal-de-Utentes-Dependentes.pdf https://prezi.com/byjnyoqyjnxy/tecnicas-de-vestir-e-despir-o-utente/ https://biblioteca.sns.gov.pt/wp-content/uploads/2017/06/Envelh_ativo_manual-cuidador-preven%C3%A7%C3%A3o-quedas.pdf https://www.tuasaude.com/como-curar-uma-ferida/ https://www.vuelopharma.com/a-importancia-da-fisioterapia-para-a-cicatrizacao-de-feridas/
Bibliografia das Imagens
https://storage.googleapis.com/bucket-suprevida-390517-monolito-files-public-stg/fotos/C-_Users_Nayara-Ribeiro_OneDrive---Suprevida_Area-de-Trabalho_Fotos_artigos519323.jpg https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSgRGjpcDg5FgVuv-sJDRNLHm9K5SZHNiP2-g&s https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.iacess.pt%2Fblog%2Falmofadas-para-prevencao-de-ulceras-por-pressao%2F&psig=AOvVaw0qSI0IVC_ZNbVb84fbFEw8&ust=1727784882004000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBQQjRxqFwoTCIj2_sTS6ogDFQAAAAAdAAAAABAJ https://www.vuelopharma.com/wp-content/uploads/2020/03/Infografico_Alimentos_cicatrizacao_BLOG-DEST_02-768x461.png https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRiOddExFqrNoYP0QDeObinBssFYw7jN6HV1g&s https://www.molnlycke.com.br/noticias/brasil/ulcera-pe-diabetico/ https://i.ytimg.com/vi/SJxTCEGskxg/maxresdefault.jpg https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Ftecnicosauxiliaresdesaudeiefpchaves.blogs.sapo.pt%2Fposicionamento-decubito-lateral-13063&psig=AOvVaw3MvUiMUM16eOfe3ikEQ60J&ust=1727784537199000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBQQjRxqFwoTCPC8lZDR6ogDFQAAAAAdAAAAABAE
Bibliografia das Imagens
https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Ftecnicosauxiliaresdesaudeiefpchaves.blogs.sapo.pt%2Fposicionamentos-decubito-semi-dorsal-12971&psig=AOvVaw3MvUiMUM16eOfe3ikEQ60J&ust=1727784537199000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBQQjRxqFwoTCPC8lZDR6ogDFQAAAAAdAAAAABAP https://blog.ciaathletica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Cia-Athletica-Estilo-de-vida-saudavel-Autores-Grupo-S2-Marketing-Freepik.jpg https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Ftecnicosauxiliaresdesaudeiefpchaves.blogs.sapo.pt%2Fposicionamento-decubito-ventral-13549&psig=AOvVaw10FNFd6yifz1oKzTqXd-Cu&ust=1727812947244000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBQQjRxqFwoTCNDL5pu764gDFQAAAAAdAAAAABAE https://fotos.sapo.pt/tecnicosauxiliares/fotos/?uid=5DChv852dpbFa0UfICNc https://femmeverso.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Planta-erros-comuns-hidratacao-pele.webp
Complicações das Quedas
- A queda pode provocar fraturas, traumatismos cerebrais e lesões nos músculos.
- A queda também causa efeitos psicológicos
no idoso nomeadamente alteração da
autoimagem e da autoconfiança, medo,
vergonha, depressão.
- Para o cuidador a queda terá também
impacto trazendo muitas vezes a necessidade de reajuste da dinâmica familiar.
Material do penso
- Tamanho da área ativa;
- Número de atividades por embalagem;
- Possibilidade de corte;
- Espessura;
- Adesividade;
- Viscosidade;
- Trasparência;
- Custo unitário.
Prevenção de Quedas
Exercício Físico:
- O exercício ajuda com que o idoso se
movimente melhor e
tenha menor risco de queda.
- Melhora o tempo de reação.
- Melhora a flexibilidade e o equilíbrio.
- Melhora a força.
- Diminui a perda de massa óssea.
* O exercício físico em idosos que apresentam dificuldade de equilíbrio deve ser
realizado em ambiente controlado:
sentado ou apoiado.
epiderme derme hipoderme tecido musculoso osso
1º Grau
2º Grau
3º Grau
4º Grau
Tratamento:Feridas, crônicas ou agudas, deve ter tratamento personalizado, guiado por um profissional de saúde;A evolução da ferida, as características físicas e a saúde geral do paciente devem ser consideradas;A supervisão da equipe de enfermagem, é crucial para melhorar a qualidade de vida e reduzir morbidade e mortalidade, especialmente em idosos.
Fatores de Risco
Por que da queda?
Motivos de queda devido a fatores relacinado com o idoso:
Motivos de queda devido a fatores relacinado com o meio:
- Superfícies escorregadias;
- Objetos dispersos pelo chão;
- Tapetes soltos;
- Sapatos não adaptados;
- Roupa demasiadamente comprida
- Alteração da marcha;
- Postura inadequada;
- Diminuição da visão;
- Diminuição do equilíbrio;
- Diminuição da força muscular;
Saúde
Victória F S d Oliveira
Created on May 31, 2024
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Escola Secundária São João da Talha
2023/2024
A Pele e a sua Integridade
A Pele e a sua Integridade
CURSO: TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDEALUNO(A): BRIGITE PARAÍSO, MATILDE LOURO, VICTÓRIA OLIVEIRA ORIENTADOR: Professor LUÍS SILVÉRIO
SAÚDE
5.Cuidados a ter para manutenção da integridade cutânea 5.4. A mobilidade e alternância de posicionamentos 5.5. O vestuário: a utilização do vestuário adequado 5.6. A manutenção de um ambiente seguro: redução de risco de queda e de acidentes 5.7. A importância da gestão e controlo de doenças crónicas (diabetes, insuficiência vascular periférica)
9.1.5. Importância da manutenção da integridade dos pensos
9. A fisiologia da cicratização 9.1.Fatores que intervem na cicratrização 9.1.1. Alimentação 9.1.2. Hidratação 9.1.3.Mobilização 9.1.4. Hábitos de vida
Temas a abordar
6.Factores de riscos para aparecimento de feridas e úlceras 6.1. Quedas e Acidentes 6.2. Imobilodade e Pressão 6.3.Maus cuidados de Higiene e Hidratação da pele 6.4.Desidratação e Desnutrição
8.Úlcera de Pressão 8.1. Conceito e factores de desencadeamento 8.2. Localização mais frequente 8.3. O papel do/a Auxiliar de Saúde na sua prevenção
7.Ferias aguda e Ferias cronicas: conceito
Mobilidade e Alternância de Posicionamento
(1/3)
Posicionamento/ Mobilização
(1/6)
A imobilidade pode trazer vários tipos de complicações, como astenia, espaticidade, ou fraqueza e rigidez muscular.
Mobilidade e Alternância de Posicionamento
(2/3)
Posicionamento/ Mobilização
(1/6)
Consiste em providenciar ao cliente uma alternância de decúbitos, com ou sem a colaboração do mesmo, respeitando os príncipios anatómicos, o peso corporal e protegendo as zonas de proeminêcia óssea.
Mobilidade e Alternância de Posicionamento
(3/3)
Objetivos do posicinamento no leito
Info
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(1/6)
Decúbito Dorsal:
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(2/6)
Decúbito Lateral
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(3/6)
Decúbito Semidorsal
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(4/6)
Decúbito ventral
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(5/6)
Decúbito Semi-ventral
Título 2
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
(6/6)
Posição de Fowler
Título 2
Posicionamentos/ Mobilizações:
Transferências/ Mobilizações
(1/3)
Quando procede à transferência do utente da cama para um cadeirão ou cadeira de rodas e vice e versa, deve-se:
1. Quando for transferir a pessoa para o cadeirão, traga-a para perto do leito (sente-a junto à beira da cama com os pés pendentes). Não se afaste nesse momento, pois ela poderá ter tonturas e cair;2. Para ter uma boa base de apoio, mantenha seus pés afastados, um apontar para cama e o outro para o cadeirão;
Posicionamentos/ Mobilizações:
Transferências/ Mobilizações
(2/3)
Quando procede à transferência do utente da cama para um cadeirão ou cadeira de rodas e vice e versa, deve-se:
3. Apoiar os braços da pessoa sobre os seus ombros;4. Flexionar ligeiramente os seus joelhos e as suas mãos devem segurar a cintura da pessoa; 5. Quando sentar a pessoa coloque almofadas nas zonas de pressão para não surgirem lesões e verifique o alinhamento corporal;
Posicionamentos/ Mobilizações:
Transferências/ Mobilizações
(3/3)
Quando procede à transferência do utente da cama para um cadeirão ou cadeira de rodas e vice e versa, deve-se:
6. Caso ela não possa sair do leito, procure mudá-la de posição várias vezes durante o dia (deitar de lado ou de costas, etc.); 7. Para colocá-la novamente no leito é só seguir estes passos em sequência invertida.
O Vestuário
(1/2)
Deve ser:
- Confortável;
- Larga (que não aperte);
- De algodão;
- Sem fechos;
- Sem boões (para fechar utilize o velcro);
* Em doentes acamados os pijamos ou camisas devem ser abertos, de preferência nas costas.O Vestuário
(2/2)
Como despir/ verstir um doente acamado:
(1/2)
Despir (parte superior):
O Vestuário
(2/2)
Como despir/ verstir um doente acamado:
(2/2)
Despir (parte inferior):
* Sempre que o doente apresentar um dos lados paralizados, deve começar a despir pelo membro paralizado.
A Manutenção de um ambiente Seguro
À medida que a idade avança há diminuição da visão, da audição, da força muscular, do tempo de reação e do equilíbrio, vai aumentando assim o risco de queda.
Com consequências tão graves as estratégias de prevenção, é fundamental para criar ambientes seguros e adotar estilos de vida saudáveis.
A Manutenção de um ambiente Seguro
Fatores de risco
Complicações da Queda
Prevenção das Quedas
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(1\4)
Quedas e acidente
- Quando maior a intensidade da pressão, maior é o risco de desenvolver a úlcera;
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(2\4)
Imobilidade e Pressão
- Quanto mais tempo durar a pressão, maior é o risco de úlceras; - Quanto menor for a força muscular maior é o risco de úlceras.
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(3\4)
Maus cuidados de higiene e hidratação da pele
- Quanto mais húmida for a pele maior é o risco de úlceras;
Factores de risco para aparecimeto de Úlceras e feridas
(4\4)
Disnutrição e desidratação
- Quanto menor for a mobilidade maior é o risco de úlceras;- Quanto menor for a sensibilidade maior é o risco de úlceras.
Úlcera de Pressão
* Se a pressão continuar por período muito longo, os capilares apresentam trombose.
Fatores de Desencadeamento
Localização mais frequente
Diagnóstico da lesão por pressão:
O diagnóstico da lesão por pressão baseia-se por avaliação clínica. Tipicamente, identifica-se uma lesão por pressão pelo seu aspecto característico e por sua localização ao longo de uma proeminência óssea. O sacro é o local mais comum, seguindo dos calcâneos.
O papel do auxiliar de saúde na sua prevenção
Como prevenir as Úlceras por pressão:
Feridas agudas e Crônicas
(1/3)
Conceitos
Feridas Agudas: Cicatrização geralmente ocorre sem complicações, as causas incluem traumatismo; queimaduras; infeções; produtos químicos e alergias. As feridas também podem, ainda, ser categorizadas como:
Feridas agudas e Crônicas
(2/3)
Conceitos
Feridas agudas e Crônicas
(3/3)
Conceitos
Feridas Crônicas: são aquelas que não cicatrizam como esperado, persistindo por mais de 6 meses. São associadas a doenças prévias como diabetes e insuficiência venosa, incluindo lesões por pressão e úlceras varicosas.
A Manutenção na Integridade dos Pensos
(1/2)
Pensos: A ação terapêutica do pensamento cria condições ideais para a cicatrização, estimulado o processo por libertação de substâncias ativas.
Feridas: Feridas na pele podem surgir de trauma ou cirurgia, favorecendo infecções. Utilização dos pensos: A utilização frequente de pensos aumenta o risco de infeção da ferida devido à exposição continua da ferida à contaminação.
A importância da manutenção da integridade dos pensos
(2/2)
Utilização dos pensos
Tempo de utilização: 7 dia (tempo máximo), desde que não haja sinais de secreção;
Críterios que devem ser considerados:
Precaução:
Para evitar as bolhas na pele, o penso não deve aderir à ferida e deve aderir suavemente ao redor da ferida. E deverá ser fácil de aplicar, de retirar e flexível.
Fisiologia da Cicatrização
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Factores que enterferem na cicatrização
Alimentação:
1-Alimentos e bebidas ricos em cafeinas: Seja café, chá( preto, verde) sobremesas ou chocolates
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2-Alimentos Industrializados: Margarina, batata frita, bolachas, macarrão instântaneo, comidas conheladas, refrigerantes, etc.
3-Alimentos embutidos Produtos embotidos como salsicha, bacon, salame, presunto, linguiça, peito de peru, rosbife e mortadela;
Fisiologia da Cicatrização
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Factores que enterferem na cicatrização
Hidratação:
Fisiologia da Cicatrização
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Factores que enterferem na cicatrização
Mobilização:
Fisiologia da Cicatrização
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Factores que enterferem na cicatrização
Hábitos de Vida:
Para cicatrizar rápido uma ferida é importante ter alguns cuidados como:
A pele e sua inegridade
A pele e sua inegridade
A manutenção de um ambiente seguro
Úlceras de Pressão
Mobilidade e Alternância de Posicionamnetos
Fatores de risco para úlceras e feridas
Fisiologia da cicatrização
Vertuário
Mobilidade e Alternância de Posicionamnetos
O papel do TAS
Bibliografia
https://www.vuelopharma.com/feridas-cronicas-e-agudas-entenda-a-diferenca/https://www.vuelopharma.com/feridas-cronicas-e-agudas-entenda-a-diferenca/ http://rdpc.uevora.pt/bitstream/10174/23263/3/Sess%C3%A3o%20Ed.%20Sa%C3%BAde%20Posicionamentos.pdf https://www.msdmanuals.com/pt-pt/profissional/dist%C3%BArbios-dermatol%C3%B3gicos/les%C3%A3o-por-press%C3%A3o/les%C3%B5es-de-press%C3%A3o https://www.medpartner.pt/o-que-o-cuidador-deve-saber-sobre-ulceras-por-pressao/ https://prezi.com/p/p09jtgwqhfkh/a-importancia-da-manutencao-da-integridade-dos-pensos/ https://biblioteca.sns.gov.pt/wp-content/uploads/2018/01/Manual-do-Cuidadpr-Informal-de-Utentes-Dependentes.pdf https://prezi.com/byjnyoqyjnxy/tecnicas-de-vestir-e-despir-o-utente/ https://biblioteca.sns.gov.pt/wp-content/uploads/2017/06/Envelh_ativo_manual-cuidador-preven%C3%A7%C3%A3o-quedas.pdf https://www.tuasaude.com/como-curar-uma-ferida/ https://www.vuelopharma.com/a-importancia-da-fisioterapia-para-a-cicatrizacao-de-feridas/
Bibliografia das Imagens
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Bibliografia das Imagens
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Complicações das Quedas
Material do penso
Prevenção de Quedas
Exercício Físico:
* O exercício físico em idosos que apresentam dificuldade de equilíbrio deve ser realizado em ambiente controlado: sentado ou apoiado.
epiderme derme hipoderme tecido musculoso osso
1º Grau
2º Grau
3º Grau
4º Grau
Tratamento:Feridas, crônicas ou agudas, deve ter tratamento personalizado, guiado por um profissional de saúde;A evolução da ferida, as características físicas e a saúde geral do paciente devem ser consideradas;A supervisão da equipe de enfermagem, é crucial para melhorar a qualidade de vida e reduzir morbidade e mortalidade, especialmente em idosos.
Fatores de Risco
Por que da queda?
Motivos de queda devido a fatores relacinado com o idoso:
Motivos de queda devido a fatores relacinado com o meio: