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Falácias Informais
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Transcript
FALÁCIAS INFORMAIS
Generalização Precipitada
Boneco de Palha
Ad Hominem
Amostra Não Representativa
O que são falácias informais?
Apelo à Ignorância
Falsa Relação Causal
Ad Populum
Falso Dilema
FALÁCIAS INFORMAIS
Falsa Analogia
Apelo à Autoridade
Derrapagem
Petição de Princípio
Apelo à Autoridade
Esta falácia ocorre quando é citada uma autoridade para suportar uma opinião, mas que na verdade não é autoridade sobre o assunto em discussão. Ocorre quando a autoridade não está qualificada para ter uma opinião de perito no assunto, se não há acordo entre os peritos do campo em questão e se a autoridade não pode, por algum motivo ser levada a sério. Exemplo: 1. O famoso psicólogo Dr. Frasier Crane recomenda-lhe que compre o último modelo de carro da Skoda. .
Derrapagem
Consiste em afirmar, sem prova adequadas, que, se uma coisa acontecer, acaba por acontecer outra muito desagradável. Por exemplo: 1. Se aprovamos leis contra as armas automáticas, não demorará muito até aprovarmos leis contra todas as armas, e então começaremos a restringir todos os nossos direitos. Acabaremos por viver num estado totalitário. Portanto, não devemos banir as armas automáticas.
Apelo à Ignorância
Esta falácia ocorre quando alguém afirma que uma coisa é verdadeira ou falsa simplesmente porque não há provas do contrário. Por outras palavras, essa falácia usa a falta de evidência como se fosse uma prova a favor de uma afirmação. "Ninguém conseguiu provar que alienígenas não existem, então eles devem existir." Este é um exemplo da falácia do apelo à ignorância porque a falta de provas contra a existência de alienígenas não é uma prova de que eles existem.
Falso Dilema
A falácia do falso dilema, também conhecida como falácia da falsa dicotomia, ocorre quando alguém apresenta uma situação como se houvesse apenas duas opções ou soluções possíveis, ignorando outras alternativas que possam existir. É uma forma de simplificação excessiva que pode enganar as pessoas ao forçá-las a escolher entre duas opções, quando na verdade há mais possibilidades. Imagine que alguém diga: "Ou você apoia as políticas do governo atual, ou você não se importa com o país." Isso é um falso dilema porque sugere que só existem duas posições possíveis: apoiar o governo ou ser indiferente ao país.
Uma falácia é um erro de raciocínio que parece ser lógico e convincente, mas que, na verdade, é enganador ou inválido. Em outras palavras, é um argumento que pode parecer correto à primeira vista, mas que, quando analisado com mais atenção, tem falhas que comprometem a sua validade. Muitas vezes, as falácias são usadas para enganar ou persuadir as pessoas, especialmente em debates, publicidade e discursos políticos. Podem ser usadas intencionalmente ou por desconhecimento. Para identificar falácias, é importante prestar atenção aos argumentos que são feitos e pensar criticamente sobre eles. Pergunta-te: "Isto faz sentido? A conclusão segue logicamente das premissas? Há factos ou evidências suficientes para apoiar esta conclusão?" Evitar falácias é importante para desenvolver um pensamento crítico e raciocínio lógico. Isto ajuda a tomar melhores decisões, construir argumentos mais sólidos e reconhecer quando alguém está a tentar enganar ou manipular.
Ad Populum
A falácia ad populum, também conhecida como "apelo à popularidade" ou "apelo ao povo", ocorre quando alguém argumenta que uma ideia ou proposta é verdadeira ou correta simplesmente porque muitas pessoas acreditam nela ou a aceitam. Em outras palavras, é o erro de pensar que algo deve ser válido só porque é popular.
Boneco de Palha
Esta falácia ocorre quando alguém distorce o argumento de outra pessoa para torná-lo mais fácil de atacar. Por exemplo, se alguém diz que devemos reduzir o consumo de carne para ajudar o meio ambiente, uma resposta usando esta falácia seria: "Ele quer que todos se tornem vegetarianos imediatamente!", o que não foi dito.
Ad Hominem
Esta falácia ocorre quando alguém ataca a pessoa que apresenta um argumento, em vez de discutir o próprio argumento. Em vez de avaliar as ideias, o foco se desvia para características pessoais ou comportamentos do interlocutor. Esta abordagem é injusta e não ajuda a resolver a questão em debate. Exemplo: "Não podemos confiar na opinião dele sobre a política ambiental porque ele não recicla."
Amostra Não Representativa
Ocorre quando observamos vários casos, mas não são representativos do assunto sobre o qual estamos a argumentar. Por exemplo: Para ver como os Portugueses vão votar na próxima eleição sondou-se uma centena de pessoas em Bragança. Isto mostra, sem dúvida, que a direita vai limpar as eleições. (Considera-se que as pessoas de Bragança tendem a ser mais conservadoras e, portanto, mais propensas a votar em partidos de direita do que as outras pessoas no resto do país.)
Petição de Princípio
Esta falácia acontece quando se usa implicitamente uma conclusão como premissa. Ou seja, quando se afirma algo e a sua justificação é uma repetição do que se afirmou. Exemplo: 1. Deus existe porque é a Bíblia que o afirma e eu sei que isso é verdade porque foi Deus, afinal, quem a escreveu!
Falsa Analogia
A falsa analogia é um mau argumento por analogia, pois não se teve em conta diferenças relevantes, que não possibilitam uma comparação baseada nas semelhanças. Por exemplo: 1. Os empregados são como pregos. Temos de martelar a cabeça dos pregos para estes desempenharem a sua função. O mesmo deve acontecer com os empregados.
Falsa Relação Causal
A falácia da falsa relação causal, também conhecida como falácia "post hoc ergo propter hoc" (que em latim significa "depois disso, logo por causa disso"), ocorre quando se assume que uma coisa causa outra apenas porque uma aconteceu antes da outra. Em outras palavras, esta falácia é cometida quando se pensa que, porque dois eventos ocorreram em sequência, o primeiro deve ter causado o segundo.
Generalização Precipitada
Quando se tira uma conclusão geral a partir de um número insuficiente de exemplos. Por exemplo, se uma pessoa conhece dois adolescentes que gostam de jogar videojogos violentos e conclui que todos os adolescentes gostam de jogosviolentos, está cometendo essa falácia.