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O homem e o trabalho
Beatriz Paiva
Created on May 16, 2024
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Transcript
A relação do ser humano
com o trabalho
Beatriz Paiva Núria Almeida
Indíce
salários como recompensa do trabalho
definição de trabalho
trabalho escravo na atualidade
como acabar com o trabalho escravo
mapa de países com maior taxa de trabalho escravo
papel dos sindicatos
definição de trabalho digno
modelo de trabalho no sistema capitalista
condições de trabalho em Portugal
Definição de trabalho
Em ciência económica, o conceito de trabalho corresponde ao esforço desenvolvido com o objetivo de se efetuar um determinado processo produtivo. Quem executa esse esforço é, naturalmente, recompensado através do seu salário. Numa vertente mais filosófica o trabalho também pode ser defenido como: uma dimensão ineliminável da vida humana, isto é, uma dimensão ontológica fundamental, pois, por meio deste, o homem cria, livre e conscientemente, a realidade, bem como lhe permite dar um salto da mera existência orgânica à sociabilidade.
Trabalho escravo na atualidade
01
Definição
Trabalho escravo contemporâneo é definido como uma situação em que a pessoa está submetida a trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e/ou condições degradantes.A prática compreende violações diversas, incluindo o trabalho forçado, a exploração do trabalho infantil, a utilização de crianças em conflitos armados, a servidão por dívidas, a servidão doméstica, casamentos servis, a escravidão sexual e o tráfico de pessoas .
+ info
O quão é lucrativo o trablho escravo e quem são os principais afetados?
Principais afetados
Os setores onde este crime é mais cometido
O lucro
Países com maior índice de trabalho escravo
Trabalho Digno
Trabalho digno é a oportunidade de realizar um trabalho produtivo e com rendimento justo, com segurança e proteção social, com perspectivas de desenvolvimento pessoal e integração social, com liberdade para as pessoas expressarem as suas preocupações e participarem nas decisões que afetam as suas vidas e com igualdade de oportunidades e tratamento para todos.
Condições de trabalho em Portugal
Portugal conjuga um conjunto de leis que formam o código do trabalho, aqui encontram-se os direitos e os deveres dos trabalhadores .Alguns dos direitos referidos no código são: Jornada de trabalho de, no máximo, 8 horas por dia e 40 horas semanais; 22 dias de férias remuneradas por ano ou dois dias por mês de trabalho se o contrato for de seis meses ou menos; Salário mínimo que aumenta todos os anos; Licença maternidade de 120 a 150 dias; Licença paternidade de 28 dias; Licença de 30 dias após uma adoção; Indenização em caso de demissão sem justa causa; Igualdade de tratamento e salário em função do gênero, idade, orientação sexual, entre outras características; Direito à greve; Horas extras com um pagamento a mais na remuneração; Ausência por motivos de saúde.
No entanto...
As condições de trabalho são más para 61% dos portugueses Para 61% dos inquiridos em território nacional, pelo Eurobarómetro, as condições de trabalho – definidas pelo horário, organização, saúde e segurança, e relação com a entidade patronal – são más. E apenas 32% dizem ser “boas”. Em termos europeus, mais de metade (53%) indicam que as condições de trabalho no seu país são boas. Ao mesmo tempo, 28% garantem que são más e 15% sublinham mesmo que são “muito más”.
Abrangência dos instrumentos de regulamentação coletiva do trabalho publicados (novos ou revistos)
Como demonstrado no gráfico cada vez menos a legislação sobre o código trabalhista é trabalhada, sendo que algumas leis se mantêm desde o tempo da Troika e contribuem para a precarização.
820€
1500€
É o valor do ordenado mínimo em Portugal.
É a média salarial para se poder ter uma vida digna.
Salário
O que é e como recompensa o trabalho
Salário
Segundo o dicionário online Infopédia este define-se pela quantia fixa que um trabalhador por conta de outrem recebe pelo seu trabalho e que é paga de forma regular, de acordo com o definido por um contrato de trabalho; ordenado; vencimento. No entanto o salário foi criado como o minimo para a manutenção e reprodução da mão de obra, ou seja o valor minimo necessário para a sobrevivência e procriação de uma família.
Mas são os salários uma forma justa de pagamento pela força de trabalho
E os freelancers ou trabalhadores por comissão?
Cálculo com o salário minimo português.
Por média o trabalhador ao dia recebe 5,03 €, no entanto durante o dia pode produzir uma quantia maior.
O salário corresponde ao número de horas trabalhadas por um trabalhador, no entanto o trabalhador nunca receberá na totalidade a riqueza que produz nestas horas.
No caso destes trabalhadores, estes são pagos conforme o que produzem, normalmente um valor dado à sua força de trabalho.
Como se mede a força de trabalho?
É evidente que a força de trabalho, como o valor de qualquer outra mercadoria, deve ser medida pela quantidade de trabalho nela contida. Mas, nesse caso, cai-se num círculo vicioso: medir o trabalho com o trabalho.
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Como acabar com o trabalho escravo
Como acabar com o trabalho escravo
Ter um canal de comunicação e denúncias
Monitorar através de auditorias de campo
Realizar gestão de risco
Fazer a análise e avaliação de riscos de fornecedores permite que a empresa antecipe problemas que podem impactar negativamente as suas operações, como é o caso de atrasos e baixa qualidade de produto e serviço.
É importante também oferecer um canal de comunicação e denúncia para que as vítimas sejam amparadas e consigam entrar em contato com os órgãos regulamentadores.
De todas as medidas, a auditoria talvez seja a mais importante e eficaz na prevenção do trabalho escravo. Fiscalizar todas as etapas da operação é a melhor forma de identificar situações irregulares, para então tomar as medidas cabíveis.
Origem dos sindicatos
Condições de Trabalho Precárias
Primeiras Organizações de Trabalhadores
Revolução Industrial
Frente a essas condições adversas, os trabalhadores começaram a se organizar informalmente para buscar melhores condições. No início, essas organizações eram clandestinas, pois muitos governos e empregadores viam-nas como uma ameaça à ordem estabelecida.
Nas fábricas, as condições de trabalho eram muitas vezes insalubres e perigosas, com longas jornadas de trabalho, baixos salários, e pouca ou nenhuma proteção social.
A industrialização levou ao surgimento de fábricas e ao aumento da demanda por mão-de-obra. Muitos trabalhadores migraram do campo para as cidades em busca de emprego nas indústrias.
Os sindicatos são associações de trabalhadores que têm como objetivo principal a defesa dos interesses econômicos, profissionais, sociais e políticos de seus membros.
Primeiros Sindicatos
- Guildas e Corporações de Ofício: Antes da Revolução Industrial, já existiam as guildas e corporações de ofício, que eram associações de artesãos e comerciantes de um mesmo ramo de atividade. No entanto, essas organizações eram mais focadas na regulação da profissão e na proteção dos interesses comerciais, e não tanto na defesa dos direitos dos trabalhadores.
- Trade Unions na Inglaterra: Na Inglaterra, onde a Revolução Industrial teve início, surgiram as primeiras "trade unions" (uniões de comércio). Essas organizações foram os precursores dos sindicatos modernos e começaram a ganhar força no início do século XIX.
Movimentos Sindicais
Sindicalismo Contemporâneo
Legalização e Reconhecimento
Ao longo do século XIX e início do século XX, os sindicatos se espalharam por outros países industrializados, como Estados Unidos, França, Alemanha e outros. Eles desempenharam um papel crucial em várias conquistas trabalhistas, como a redução da jornada de trabalho, aumento dos salários, estabelecimento de férias remuneradas, e criação de sistemas de seguridade social.
Com o tempo, os sindicatos ganharam reconhecimento legal. Na Inglaterra, por exemplo, o "Combination Act" de 1799 e 1800, que proibia as associações de trabalhadores, foi revogado em 1824, permitindo que os trabalhadores se organizassem legalmente.
Hoje, os sindicatos continuam a ser uma força importante na luta pelos direitos dos trabalhadores. Eles se adaptaram às novas realidades econômicas e sociais, como a globalização e as novas formas de trabalho, como o trabalho remoto e os empregos temporários.
Em resumo, os sindicatos são frutos da necessidade dos trabalhadores de se organizarem para proteger e melhorar suas condições de trabalho, tendo suas raízes na Revolução Industrial e evoluindo ao longo dos séculos para se adaptar às mudanças na economia e na sociedade.
Os sindicatos desempenham um papel crucial na luta contra o trabalho escravo e outras formas de exploração laboral. Suas funções nesta área são diversas e podem ser divididas em várias frentes de ação
Educação e Conscientização Uma das principais funções dos sindicatos é educar e conscientizar tanto os trabalhadores quanto a sociedade em geral sobre os direitos laborais e as formas de exploração. Eles promovem campanhas informativas, workshops, seminários e outras atividades educacionais para alertar sobre os sinais de trabalho escravo e os direitos dos trabalhadores.
Advocacia e Pressão Política Os sindicatos frequentemente fazem pressão sobre governos e legisladores para fortalecer as leis que combatem o trabalho escravo e garantir a sua aplicação rigorosa. Eles podem participar ativamente na criação de políticas públicas, propondo e apoiando legislações que visem proteger os trabalhadores e eliminar práticas de exploração.
Fiscalização e Denúncia Os sindicatos podem atuar como vigilantes das condições de trabalho, denunciando casos de trabalho escravo às autoridades competentes. Eles podem colaborar com inspetores do trabalho, organizações não governamentais e outras entidades para identificar e combater práticas abusivas.
Assistência Jurídica e Apoio aos Trabalhadores Os sindicatos oferecem suporte jurídico aos trabalhadores que são vítimas de trabalho escravo, ajudando-os a reivindicar seus direitos na justiça. Esse apoio pode incluir a representação legal, a assistência na formalização de denúncias e o acompanhamento de processos judiciais.
Parcerias com Organizações e Movimentos Os sindicatos frequentemente formam parcerias com organizações da sociedade civil, organizações internacionais (como a Organização Internacional do Trabalho - OIT) e outros movimentos sociais para fortalecer a luta contra o trabalho escravo. Essas colaborações permitem a troca de informações, recursos e estratégias para enfrentar a exploração laboral de maneira mais eficaz.
Negociação Coletiva Por meio de acordos coletivos de trabalho, os sindicatos podem estabelecer cláusulas que previnam práticas de trabalho escravo. Isso inclui a definição de condições mínimas de trabalho, garantias de salários justos, jornadas de trabalho reguladas, e outros direitos básicos que dificultam a exploração.
O trabalho no modelo de produção capitalista
O trabalho no modelo capitalista é alienado. No capitalismo o trabalho serve para enriquecer os detentores dos meios de produção, enquanto o trabalhador é levado a acreditar que as empresas são necessárias para gerar mais lucro e consequentemente mais emprego e aumento dos salários. Este tipo de modelo contribui para que o próprio trabalhador não se reconheça como parte significativa no processo de produção, o que leva a aceitação da exploração, stress e a um sentimento de inutilidade.
Lucro
O trabalho escravo na economia privada gera, a cada ano, US$ 150 bilhões de lucros obtidos de forma ilegal . Estudos realizados em 2005 e 2009, por outro lado, apontaram também que as vítimas de trabalho forçado deixam de receber pelo menos US$ 21 bilhões a cada ano em salários não pagos e taxas de recrutamento ilegais.
Principais afetados
Trabalhadores migrantes, minorias e pessoas vítimas de tráfico humano são os principais alvos de trabalho amólogo á escravidão.
Setores mais afetados
O trabalho doméstico, a agricultura, a construção, a manufatura e a indústria do entretenimento estão entre os setores mais afetados globalmente pelo problema.No entanto, se contarmos com atividade ilegal a exploração sexual, o roubo e o tráfico também constituem formas de trabalbo escravo.