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#maiolaranja
Você sabia?
1 em 4 meninas e 1 em cada 13 meninos são vítimas de violência sexual antes dos 18 anos?
Curadoria
Proteger nossas crianças é um dever de toda a sociedade! Como escolas e profissionais da educação, fazemos parte da rede de proteção à criança e ao adolescente e nosso dever é de garantir que os direitos das crianças sejam respeitados em todos os contextos. No Brasil, o dia de 18 de maio foi instituído pela Lei Federal 9.970/00 como “, “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” e tem o objetivo de trazer esse assunto para a discussão de toda a sociedade e promover campanhas e ações em diversos contextos. Nesse material você vai encontrar dicas de como trabalhar com o tema com as crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, uma curadoria de recursos para te apoiar na sala de aula e dicas de como agir ao identificar situações de risco.
Dinâmicas
Para as Famílias
O que fazer em caso de suspeita?
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#maiolaranja
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Atividades e Dinâmicas
Comece por aqui
Conhecendo o corpo
Guardião dos Limites
Mapa da Segurança
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Caso você, como profissional da educação, note sinais ou receba um relato espontâneo que indique abuso é importante saber o que fazer. Reunimos as principais orientações dos órgãos competentes nas dicas abaixo:
1 – Caso o relato aconteça espontaneamente, enquanto trabalha o tema com a turma, é importante se lembrar de:
Dê acolhimento para a vítima, sem pressionar. A criança pode ficar envergonhada, ter medo. Garanta que ela se sinta em segurança para falar e demonstre empatia. Nunca faça perguntas que possam fazê-la se sentir responsável ou culpada como: “Por que você não correu?” ou “Por que você não pediu ajuda?”. Demonstre empatia e procure não demonstrar espanto, raiva, medo...
Se isso acontecer num grupo, procure retirar a criança do grupo gentilmente e de forma discreta.
Estimule a criança a falar, mas de forma respeitosa. Tente conseguir detalhes e informações, sem forçar ou induzir a criança na sua fala. Para estimular que ela fale de uma forma natural, pergunte: "o que aconteceu?", "o que você quer me contar?" E não interrompa. Deixe a vítima falar livremente, sem fazer perguntas. Encoraje-a a continuar dizendo “o que mais? E depois?”. Lembre-se que o seu papel não é investigar, penas reunir as informações para dar encaminhamento às suspeitas.
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#maiolaranja
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Registre tudo o que foi dito, nas exatas palavras da vítima, assim que a conversa terminar, mesmo que os termos sejam feios e pareçam inapropriados para uma criança. Escreva até as coisas que a vítima disse e você não acha importante, porque outro profissional pode precisar deste dado mais adiante no processo. Anote como ela estava no momento do relato, se estava emocionada ou tranquila, o que ela te disse que aconteceu, o que ela sentiu, que roupa ela estava vestindo... É importante ter o máximo de informações registradas para que a criança não precise ser ouvida tantas vezes, pois falar da experiência pode ser doloroso para a vítima.
Depois desse primeiro momento, deixe claro para a criança que você agradece a confiança dela e que vai ajudá-la. forma discreta.
Busque o profissional de referência da sua escola, em alguns casos será o diretor, em outros o coordenador... Explique como se deu o relato ou os sinais observados e juntos busquem pela orientação do Conselho Tutelar, que vai ser o responsável por ajudar a dar encaminhamento ao caso e as orientações válidas para seu município.
Caso a criança esteja correndo risco, acione os números ao lado e peça orientações de como agir, relatando a situação especifica:
Inspirado das orientações da psicóloga Liliane Domingo Martins, na campanha ”Eu me Protejo”.
Identificar a rede de proteção e saber para quem pedir ajuda é essencial, já que a maioria dos abusos é provocado por pessoas do convívio da criança.
Peça às crianças para desenharem um mapa de segurança, representando os lugares onde se sentem seguras e as pessoas em quem confiam. Incentive as crianças a identificarem e marcarem no mapa locais como casa, escola, parque e pessoas como pais, professores, amigos próximos e vizinhos confiáveis. Depois que os mapas estiverem prontos, discuta em grupo sobre como esses lugares e pessoas podem ajudar a manter as crianças seguras e a quem recorrer em caso de necessidade.
Depois que as crianças entendem o conceito de “íntimo” e sabem o nome das partes do corpo é muito importante reforçar os limites e o que é adequado e inadequado.
Esta é uma atividade onde você pode criar um personagem fictício chamado "Guardião dos Limites". Explique às crianças que o Guardião dos Limites é um super-herói que protege os limites pessoais e a segurança das pessoas.
Em seguida, promova uma discussão em grupo sobre como cada criança pode ser como o Guardião dos Limites em sua própria vida, respeitando e protegendo seus próprios limites e os dos outros.
Peça às crianças para desenharem o Guardião dos Limites e escreverem sobre quais são os limites pessoais que ele protege.
Responsabilidade compartilhada!
A campanha “Eu me protejo” disponibilizou uma cartilha com orientações para as famílias sobre como abordar o tema em casa. Compartilhe o arquivo com as famílias e sugira que leiam e sigam as dicas, reforçando o objetivo de ensinar a criança a se proteger.
Confira abaixo alguns materiais que estão disponíveis pela Internet e nós separamos especialmente para você!
Conexão Família e Escola – Combate à Violência Sexual
Campanha “Defenda-se”
Internet sem vacilo
Safernet
Campanha “Eu me Protejo
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Conhecer seu corpo, sabendo nomear corretamente todas as partes e entender o conceito de “parte íntima” é fundamental para iniciar qualquer trabalho de prevenção ao abuso e violência sexual infantil.
Se seus alunos já conseguem escrever, entregue uma folha para cada criança e peça que escrevam o maior número de palavras relacionadas a partes do corpo que conseguirem em 2 minutos. Depois, descubram quem conseguiu escrever mais palavras e quais foram as partes citadas, fazendo uma lista no quadro, ou em um boneco de papel.
Inicie a aula propondo uma brincadeira. Com as crianças menores, que ainda não estão alfabetizadas, você pode levar um boneco ou a figura de uma pessoa e pedir que elas falem o nome de todas as partes do corpo que conhecem. Você deve atuar como escriba, sinalizando essas partes com os nomes conforme as crianças falam.
Aprofunde o assunto apresentando um dos materiais de apoio abaixo, de acordo com o que julgar mais adequado para a idade dos seus alunos:
CAMPANHA EU ME PROTEJO
LIVRO PIPO E FIFI
Televisando - Maio Laranja
Instituto GRPCOM
Created on May 14, 2024
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Dê acolhimento para a vítima, sem pressionar. A criança pode ficar envergonhada, ter medo. Garanta que ela se sinta em segurança para falar e demonstre empatia. Nunca faça perguntas que possam fazê-la se sentir responsável ou culpada como: “Por que você não correu?” ou “Por que você não pediu ajuda?”. Demonstre empatia e procure não demonstrar espanto, raiva, medo...
Se isso acontecer num grupo, procure retirar a criança do grupo gentilmente e de forma discreta.
Estimule a criança a falar, mas de forma respeitosa. Tente conseguir detalhes e informações, sem forçar ou induzir a criança na sua fala. Para estimular que ela fale de uma forma natural, pergunte: "o que aconteceu?", "o que você quer me contar?" E não interrompa. Deixe a vítima falar livremente, sem fazer perguntas. Encoraje-a a continuar dizendo “o que mais? E depois?”. Lembre-se que o seu papel não é investigar, penas reunir as informações para dar encaminhamento às suspeitas.
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Depois desse primeiro momento, deixe claro para a criança que você agradece a confiança dela e que vai ajudá-la. forma discreta.
Busque o profissional de referência da sua escola, em alguns casos será o diretor, em outros o coordenador... Explique como se deu o relato ou os sinais observados e juntos busquem pela orientação do Conselho Tutelar, que vai ser o responsável por ajudar a dar encaminhamento ao caso e as orientações válidas para seu município.
Caso a criança esteja correndo risco, acione os números ao lado e peça orientações de como agir, relatando a situação especifica:
Inspirado das orientações da psicóloga Liliane Domingo Martins, na campanha ”Eu me Protejo”.
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Peça às crianças para desenharem um mapa de segurança, representando os lugares onde se sentem seguras e as pessoas em quem confiam. Incentive as crianças a identificarem e marcarem no mapa locais como casa, escola, parque e pessoas como pais, professores, amigos próximos e vizinhos confiáveis. Depois que os mapas estiverem prontos, discuta em grupo sobre como esses lugares e pessoas podem ajudar a manter as crianças seguras e a quem recorrer em caso de necessidade.
Depois que as crianças entendem o conceito de “íntimo” e sabem o nome das partes do corpo é muito importante reforçar os limites e o que é adequado e inadequado.
Esta é uma atividade onde você pode criar um personagem fictício chamado "Guardião dos Limites". Explique às crianças que o Guardião dos Limites é um super-herói que protege os limites pessoais e a segurança das pessoas.
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Inicie a aula propondo uma brincadeira. Com as crianças menores, que ainda não estão alfabetizadas, você pode levar um boneco ou a figura de uma pessoa e pedir que elas falem o nome de todas as partes do corpo que conhecem. Você deve atuar como escriba, sinalizando essas partes com os nomes conforme as crianças falam.
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