Poema em 3 Partes
Explicação do poema
Sílabas Mètricas
Esquema RImático
2 parte
3 Parte
1 Parte
Recursos expressivos
Tipo de Rima
Alegres campos, verdes arvoredos
Estrutura Externa
Conclusão
Trabalho realizado por: madalena santos Nº7/ maria alves nº8/ raquel alves nº10
disciplina: portuguÊsprofessora: filomena aranha maio 2024
Camões vai se embora
O que é o Soneto?
go
Vida de Luís Vaz de Camões
Autor
Liríca Camoniana
Poema
Assunto
Soneto
Tema
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Alegres campos, verdes arvoredos
Alegres campos, verdes arvoredos,
claras e frescas águas de cristal,
que em vós os debuxais ao natural,
discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vem. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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Alegres campos, verdes arvoredos,claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
ab b a
cd e c d e
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
abba
Alegres campos, verdes arvoredos,claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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Alegres campos, verdes arvoredos,
claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural,
discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos,
compostos em concerto desigual,
sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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1 Parte v.1 ao v.6
Alegres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual,
Alegres campos, verdes arvoredos
p.188 manual
Alegres campos, verdes arvoredos,
claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural,
discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos
compostos em concerto desigual,
sabei que, sem licença de meu mal,
já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes,
não me alegrem verduras deleitosas,
nem águas que correndo alegres vêm.Semearei em vós lembranças tristes,
regando-vos com lágrimas saudosas,
e nascerão saudades de meu bem.
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A/le/gres/ cam/pos/, ver/des /ar/vo/re/dos, cla/ras/ e/ fres/cas/ á/guas/ de/ cris/tal, que em/ vós/ os/ de/bu/xais/ ao/ na/tu/ral, dis/co/rren/do/ da al/tu/ra /dos/ ro/che/dos;
Esta composição poética é um soneto, uma vez que é constituída por 14 versos, distribuídos por duas quadras e dois tercetos.
Alegres campos, verdes arvoredos
Alegres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
2 Parte v.7 ao v.11
sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos. E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm.
3 Parte v.12 ao v.14
Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
Jogo de Tabuleiro
Maria Alves
Created on May 6, 2024
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Poema em 3 Partes
Explicação do poema
Sílabas Mètricas
Esquema RImático
2 parte
3 Parte
1 Parte
Recursos expressivos
Tipo de Rima
Alegres campos, verdes arvoredos
Estrutura Externa
Conclusão
Trabalho realizado por: madalena santos Nº7/ maria alves nº8/ raquel alves nº10
disciplina: portuguÊsprofessora: filomena aranha maio 2024
Camões vai se embora
O que é o Soneto?
go
Vida de Luís Vaz de Camões
Autor
Liríca Camoniana
Poema
Assunto
Soneto
Tema
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Alegres campos, verdes arvoredos
Alegres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vem. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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Alegres campos, verdes arvoredos,claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
ab b a
cd e c d e
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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Alegres campos, verdes arvoredos,claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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Alegres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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1 Parte v.1 ao v.6
Alegres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual,
Alegres campos, verdes arvoredos p.188 manual
Alegres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm.Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
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A/le/gres/ cam/pos/, ver/des /ar/vo/re/dos, cla/ras/ e/ fres/cas/ á/guas/ de/ cris/tal, que em/ vós/ os/ de/bu/xais/ ao/ na/tu/ral, dis/co/rren/do/ da al/tu/ra /dos/ ro/che/dos;
Esta composição poética é um soneto, uma vez que é constituída por 14 versos, distribuídos por duas quadras e dois tercetos.
Alegres campos, verdes arvoredos
Alegres campos, verdes arvoredos, claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos penedos, compostos em concerto desigual, sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos.
E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm. Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.
2 Parte v.7 ao v.11
sabei que, sem licença de meu mal, já não podeis fazer meus olhos ledos. E, pois me já não vedes como vistes, não me alegrem verduras deleitosas, nem águas que correndo alegres vêm.
3 Parte v.12 ao v.14
Semearei em vós lembranças tristes, regando-vos com lágrimas saudosas, e nascerão saudades de meu bem.