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Bruno Brbosaclara ferreiraRodrigo AlvesJosé João Maciel

Descobertas Fósseis

Clara Ferreira

José Maciel

Bruno Barbosa

Rodrigo Alves

Mamute

Archaeopteryx

Tiktaalik

esponja mais antiga do Mundo

Índice

Fig 1- Fósseis de esponjas

Uma investigação internacional realizada em Fontanarejo, na Espanha, descobriu fósseis das esponjas mais antigas do mundo, com 530 milhões de anos. Os depósitos de fosfato onde foi observada a descoberta tinham sido encontrados pela primeira vez há 50 anos, mas apenas agora analisaram com detalhe a sua constituição.

Esponja mais antiga do Mundo

Fig 2- Fóssil de Anabarella

Esses fósseis, tinham uma idade calculada entre 500 a 540 milhões de anos, mas ao compararem com outro fóssil, foi possível determinar que os fósseis recentemente encontrados tenham aproximadamente 530 milhões de anos “a descoberta de restos de Anabarella, um tipo de molusco, permitiu aproximar a sua idade de 530 milhões de anos”.

Esponja mais antiga do Mundo

Fig 3- Tubos cristalinos vistos em rochas (à esquerda) podem ter se formado quando o esqueleto semelhante ao colágeno de uma esponja de 890 milhões de anos se decompôs e fossilizou.

Foram já descobertos fósseis de esponjas-do-mar com cerca de 890 milhões de anos o que poderia indicar, que as esponjas são centenas de milhões de anos mais antigas do que o previsto atualmente, embora a validade destes fósseis não foi ainda confirmada.

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Fig 4- Fóssil de Tiktaalik

Tiktaalik rosae

Tiktaalik roseae é a única espécie conhecida de Tiktaalik, um género de peixes que, possuem barbatanas com músculo, extintos no período Devónico, da era Paleozoica e têm muitas características típicas de tetrápodes (animais de quatro patas). O animal, que tinha presas aguçadas, teria um comprimento total de três metros.

Tiktaalik

O fóssil encontrado possui características comuns de peixes, como escamas e barbatanas, e de criaturas terrestres, como cabeça achatada, indício de pescoço, ombros, cotovelos e pulso.

Fig.5 - Recriação do Tiktaalik

Tiktaalik

Fig.6 - Recriação do Tiktaalik

É um exemplo de um ser vivo que desenvolveu adaptações aos habitats pobres em oxigénio das águas pouco profundas presentes no seu tempo, e que levaram à evolução dos primeiros anfíbios. Esta espécie foi considerada um fóssil de transição entre o Panderichthys e o Acanthostega, que sugere a transição dos peixes da água para a terra.

Tiktaalik

Fig.7 - Fóssil de archaeopteryx

Archaeopteryx lithographica

O archaeopteryx, é um género de fossil,do período Jurássico, ou seja viveu há cerca de 148 a 150 milhões de anos atrás. Vários exemplares deste fossil foram encontrados no atual sul da Alemanha. A primeira especie encontrada foi anunciada no ano de 1861. Os paleontólogos dizem e estimam que o achaeopteryx é a ave mais antiga conhecida, e o primeiro dinossauro com a capacidade de voar.

Archaeopteryx

Fig.8- Recriação de archaeopteryx

Presume-se que a dieta do archaeopteryx era uma dieta carnívora, ou seja alimentava-se à base da carne. Alimentava-se de pequenos répteis, anfibios, mamiferos e até alguns insetos, já que estes existiram na mesma região e período. Pelos estudos dos fosséis de esta especie, tinha dentes e garras pequenas. E era do tamanho de um pombo.

Archaeopteryx

Fig.9- Recriação de archaeopteryx

Cientista e paleontólogos acreditam que o Archaeopteryx foi extinto à cerca de 150 milhões de anos, a causa da sua extinção é desconhecida, até agora. Mas alguns factores que podem ter levado à sua extinção, podem ter sido as alterações climáticas e a competição por alimento.

Archaeopteryx

Fig.10 - Fóssil de um mamute bebé mumificado

Mammuthus primigenius

O mamute é conhecido como o Rei dos Animais na Idade do Gelo, não só pela sua robustez, tinha entre 4 a 5 metros de altura e pesava entre 6 a 9 toneladas, como também pelo seu corpo coberto de pelo e pelas suas presas longas e curvadas para cima e para trás, que podiam chegar a medir 5 metros de comprimento.

Mamutes

Fig.11- Fóssil de mamute

Esta espécie pertenceu ao género Mammuthus da família Elephantidae, ou seja, à família dos elefantes. O mamute era um animal herbívoro, por isso, alimentava-se essencialmente de vegetais. À semelhança dos elefantes, estas espécies viviam numa sociedade matriarcal, ou seja, o papel de poder e de liderança era exercido pelas fêmeas.

Mamutes

Fig.12- Esqueleto de mamute

Estes animais estão extintos há apenas 3800 anos e já existem cientistas a tentar cloná-los recombinando material genético de fósseis de mamutes com ADN de elefantes. Até agora, já foram encontrados cerca de 76 fósseis de mamute em todo o mundo. Muitos dos mamutes existentes naquela época foram preservados no gelo, por isso, é que muitos dos fósseis encontram-se com menos desgaste do que o habitual.

Mamutes

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