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AULA HGP

Carolina Pereira

Created on May 3, 2024

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Transcript

F3- As atividades que desenvolvemos

Carolina, Márcio, Matilde Vassal e Pedro
História e Geografia de Portugal

3.5 A atividade piscatória em Portugal

Zona Económica Exclusiva A pesca é uma atividade do setor primário que captura nas águas do mar, rios e lagos recursos alimentares, como: peixes, moluscos e algas. A zona marítica onde só os barcos portugueses podem pescar formam a nossa "Zona Económica Exclusiva"- ZEE. Em 2014, Portugal apresentou à Organização das Nações Unidas um projeto de alargamento da atual ZEE. Com a aprovação deste projeto, Portugal passaria a ter uma área muito vasta para exploração piscatória e outros recursos (gás natural e petróleo).

3.5 A atividade piscatória em Portugal

Fig. 1 Projeto apresentado à ONU

3.5 A atividade piscatória em Portugal

Tipos de pesca

Os principais portos de desembarque do pescado localizam-se junto de alguns centros urbanos do litoral. Os tipos de pesca, tendo em conta a distância em relação à linha da costa, são:
  • pesca local e costeira de carácter artesanal
  • pesca de largo e longínqua de carácter industrial

Este é um parágrafo pronto para conter criatividade, experiências e grandes histórias.

3.5 A atividade piscatória em Portugal

  • A pesca local utiliza pequenos barcos que se movimentam perto do local de desembarque e que capturam pouco pescado.
  • A pesca costeira (perto da costa) ocupa um maior número de pescadores. Faz-se em pequenas traineiras, que se dedicam principalmente à captura do carapau e da sardinha. Estes barcos não têm qualquer equipamento de conservação do peixe, e por isso não podem estar no mar mais do que um ou dois dias.
  • A pesca de largo (muito longe da costa) é realizada com arrastões. São barcos de grande tonelagem, equipados com meios técnicos que lhes permitem permanecer longos períodos de tempo no mar, detetar e perseguir cardumes, assim como proceder à conservação, quer pelo gelo quer pela salga, do peixe capturado.

3.5 A atividade piscatória em Portugal

  • A pesca longínqua pratica-se fora da nossa ZEE. Faz-se com arrastões ainda mais potentes e equipados de modo a poderem estar no mar 5 a 6 meses.

Fig.4 Pesca de largo

Fig.2 Pesca local

Fig. 3 Pesca costeira

Fig. 5 Pesca longínqua

3.5 A atividade piscatória em Portugal

Fig.6 Espécies mais pescadas em Portugal em 2013

3.5 A atividade piscatória em Portugal

Problemas e possíveis soluções

Hoje em dia a atividade piscatória portuguesa continua a ter problemas:

  • a utilização de barcos com equipamento sem segurança;
  • o esgotamento dos pesqueiros pela utilização de redes de arrasto com malhas muito apertadas;
  • portos de desembarque de díficil acesso;
  • a idade avançada de alguns pescadores.

3.5 A atividade piscatória em Portugal

As soluções para estes problemas poderão ser:

  • melhor aproveitamento dos subsídios da Uniaõ Europeia para renovar a frota de barcos e portos de desembarque;
  • fiscalização do tamanho da malha das redes de pesca;
  • existência de quotas de captura que determinam os limites máximos da pesca e tamanho de determinada espécie;
  • criação de viveiros de pesca.

Aquacultura

A aquacultura é a criação em viveiros de espécies de pescado como a truta, o salmão ou a amêijoa. Esta atividade permite salvaguardar algumas espécies em extinção e aumentar a criação de espécies mais procuradas. Contudo, pode ter aspetos negativos porque utiliza rações à base de químicos que poluem as águas.

3.6 A evolução da indústria em Portugal

A indústria é uma atividade do setor secundário que transforma matérias-primas em produtos acabados (calçado, vestuário, conservas) ou semiacabados (chapas de ferro e aço, vidro) que servem de matérias-primas a outras indústrias. Esta atividade poderá classicar-se segundo vários critérios.

Quanto ao destino da produção, classfica-se em:

  • Insdústrias de bens de equipamento, produzem os equipamentos necessários ao funcionamento de outras atividades (metalomecânica, materias de telecomunicações, tratores);
  • Indústrias de bens intermédios, produzem peças que servem de matéria-prima para outras indústrias (tecidos, peles, vidro, cortiça);
  • Indústrias de bens de consumo, produzem produtos finais (sapatos, vestuário, conservas).

3.6 A evolução da indústria em Portugal

Quanto ao número total de pessoas ao serviço encontramos na indústria portuguesa micro, pequemas, médias e grandes empresas.

Fig. 8 Evolução da população empregada na indústria em Portugal

Fig. 7 Classificação das empresas industriais segundo o total de pessoas ao serviço

3.6 A evolução da indústria em Portugal

Problemas e possíveis soluções

O maior número de indústrias localiza-se no litoral do Grande Porto e arredores e na Grande Lisboa e arredores, perto dos principais centros urbanos.

1- Madeira, cortiça e móveis 2- Têxteis e vestuário 3- Produtos metálicos e montagem de automóveis 4- Alimentos e bebidas 5- Pasta de papel

Fig. 10 As indústrias com maior número de empresas

Fig. 9 População empregada na indústria em relação ao total nacional

3.6 A evolução da indústria em Portugal

Os principais problemas da indústria portuguesa e as soluções para os corrigir são:

  • A concentração junto ao litoral, onde é mais fácil conseguir mão-de-obra e onde se situam portos e aeroportos que facilitam o escoamento de produtos. Para chamar indústrias para o interior do país, as câmaras municipais procuram atrair empresários construindo parques industriais.
  • Os problemas ambientais que a industrialização do país tem provocado, com uma forte poluição da paisagem e do ambiente, através dos gases e dos fumos das fábricas, do barulho das máquinas e dos detritos que descarregam nas águas dos rios e no solo. Perante os perigos que a poluição industrial representa para a população e o meio ambiente a UE impõe que as indústrias:
- façam a reciclagem dos seus lixos, isto é, transformem o lixo em produtos úteis; - depositem em "aterros sanitários" os lixos não recicláveis.

3.7 A crescente importância das energias renováveis

No nosso país, o tipo de energia mais utilizado é a energia elétrica ou eletricidade que é produzida através da utilização de outras energias:

  • energias renováveis- originárias de fontes naturais que têm capacidade de renovação (não se esgotam);
  • energias não renováveis- utilizam recursos naturais que não são repostos pela Natureza e que por isso se esgotam.

Fig. 11 Baldes do lixo da reciclagem

Fig. 12 Folheto de apelo à poupança de água

3.7 A crescente importância das energias renováveis

Fig. 13 Esquema sobre as energias renováveis e não renováveis

3.8 O comércio em Portugal

O comércio é, como sabes, a atividade do setor terciário que se dedica à compra e venda de produtos. O comércio externo português realiza-se, principalmente, com os países da UE. A Europa é, ao mesmo tempo, a origem das nossas principais importações e o destino de grande número de exportações. Mas Portugal também mantém relações comerciais com outros países, nomeadamente, com os EUA, os novos países de expressão portuguesa e a República Popular da China.

Fig. 14 "Peso" das importações e das exportações em milhares de milhões de euros

No comércio interno surgiram nos últimos anos as grandes superfícies comerciais na periferia das cidades com supermercados e outros serviços. Apareceram novas formas de comercialização: a venda por catálogo, por telefone, pela televisão e pela internet. O comércio também beneficializou com as modernas tecnologias. O recurso aos códigos de barras para marcar o preço dos produtos, e a possibilidade de os clientes pagarem com cartões multibanco e de crédito deram às trocas comerciais maior rapidez e segurança.

Fig. 15 Terminal de multibanco e código de barras

3.9 A crescente importância dos serviços

A qualidade de vida da população em progresso do nosso país dependem também de outras atividades do setor terciário. Os serviços são atividades do setor terciário que prestam um trabalho a outrem. Nos serviços as pessoas que usam são vistas como utentes (utilizadores) enquanto no comércio são vistas como consumidores. Os serviços podem ser classificados de públicos (se dependem do Estado: Câmara, Governo, tribunais...) ou privados (se não dependem do Estado). Nos últimos anos, nos centros urbanos, onde há mais população, aumentou consideravelmente o número de serviços ligados à educação (escolas, universidades, institutos), saúde (hospitais, centros de saúde), segurança social (lares, centros de dia), bancos, seguros e transportes. Foram também criados novos serviços nas áreas das telecomunicações, da informática e do lazer, que muito têm contribuido para a criação de novos empregos. Nos meios rurais continua a haver faltade alguns serviços.

Fig. 16 Hipermercado e café

Esperamos que tenham gostado!!!