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Joana José Alves Fernandes

Created on April 22, 2024

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Transcript

Escola Básica pré escolar e creche Dr.Alfredo.Ferreira.Nóbrega.Júnior Ano letivo: 24/24 Disciplina: Português ESPERANÇA

jOANA fERNANDES N.9

Índice

1- Biografia e Bibliografia do autor

2- Análise do poema 2.1- Análise interna 2.2- Análise externa ( Análise formal) 2.2.1- Esquema rimático/ rimas 2.2.2- Extrutura Métrica 2.2.3- Extrutura Estrófica

Vilancete Castelhano de gil vicente Análise do POEMA DE carlos de OLIVEIRA

Biografia e BIbliografia Nome - Carlos Alberto Serra de OliveiraNascimento - 10 de Agosto de 1921 no Brasil, Belém, Pará Falecimento - 1 de Julho de 1981(59 anos) Lisboa, Portugal Nacionalidade- Português Alma Mater- Universidade de Coimbra Ocupação- Escritor Prémios- Prémio Bordalo(1971) Literatura, Prémio Cidade de Lisboa (1978)

Bibliografia Turismo (1942) Casa na Duna (1943) Mãe Pobre (1945) Descida aos infernos (1949) Terra de Harmonia (1950) Micro Paisagem (1969) Trabalho Poético (1977)/ (1978)

Por mais que nos doa a vida nunca se perca a esperança; a falta de confiança só da morte é conhecida. Se a lágrimas for cumprida a sorte, sentindo-a bem, vereis que todo o mal vem achar remédio na vida. E pois que outro preço tem depois do mal a bonança, nunca se perca a esperança enquanto a morte não vem. Carlos de Oliveira, Trabalho Poético

Análise Interna. Tema - A esperança .Assunto - Sujeito Poético aconcelha que mesmo que a vida não nos corra bem, nãodevemos perder a esperança

Análise interna" A falta de confiança/ só da morte é conhecida" segundo estes versos o sujeiro poético afirma que a esperança e a confiança só podem ser anuladas perante a morte.

Do verso 5 ao verso 8, o sujeito poético diz-nos que se chorarmos perante a vida, todo o mal virá ter connosco, pelo oque quanto mais chorarmos mais infelizes (mal) seremos.

Nos últimos quatro versos, o sujeito poético transmite que depois do mal virá a bonança, pelo oque nunca se deve perder a esperança enquanto estivermos vivos.

Análise formal -Vilhancente (Poema curto, frequentemente cantado, comum na Península Ibérica, durante a época do Renascimento) - Doze versos - Alexandrinho - Sete sílabas métricas - redondilha maior

- Sete sílabas métrica - Redondilha maior ex: " Por / mais / que / nos / do/ a a / vi/da" - Rima emparelhada - versos 6 e 7- bem/ vem -Rima interpelada- verso 1 e 4 - vida / conhecida - Esquema rimático: abbaaccacbbc