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escultura romântica

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Created on April 9, 2024

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Transcript

A escultura Românica

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J.B Carpeaux

Algumas de suas obras:

- Ugolino e seus filhos (atualmente na coleção permanente do Museu Metropolitano da Arte)(Correção. A escultura Hugolino et ses enfants, de Jean-Baptiste Carpeaux atualmente se encontra em exposição no Petit Palais, em Paris, França).

- A dança (comissão para a ópera Garnier)

Jean-Baptiste Carpeaux

- Menina com escudo, entre outros.

1827-1875

Ugolino e seus filhos

J.B carpeaux

Na história, o conde Pisan Ugolino é condenado à morte em uma prisão na torre com seus filhos e netos. Carpeaux mostra Ugolino no momento em que ele considera o canibalismo. A obra é emblemática dos estados físicos e emocionais elevados do estilo romântico . Ugolino olha para longe. Sua postura ignora as quatro crianças que se agarram ao seu corpo como se ele não soubesse que elas estavam ali – a mais nova está enrolada a seus pés e possivelmente morta. No texto original, Ugolino lamenta a morte agonizante de seus filhos e não fica claro para o leitor se ele come a carne de seus filhos, como acontece na escultura. O corpo de Ugolino é musculoso, embora ele esteja morrendo de fome.

Fundido em gesso da Villa Medici, Roma, dos quais sobrevivem exemplares em gesso, argila e bronze.

1865–67

Alguns promenores da sua escultura

j.b carpeaux

os musculos contraídos e o seu promenor
Os seus dedos e pes mostrando a força e a forma como os contrai
Roendo as unhas para puder expressar a fome que sentia

A dança

j.b carpeaux

A Dança, realizada entre 1865 e 1869, é um grupo escultórico realizado pelo escultor francês Jean-Baptiste Carpeaux em nome do arquiteto francês Charles Garnier , para decorar o novo edifício da Ópera de Paris inaugurado em 1869.

Ambos concordaram que a peça de Carpeaux seria uma espécie de dança em torno de um gênio inspirador. A intenção do artista foi expressar a sensação de movimento, que conseguiu através de uma dupla dinâmica, vertical e circular 3​ de todo o seu conjunto. Contudo, a peça que o escultor apresentou ao arquitecto ultrapassou as dimensões estabelecidas e teve mais figuras do que o inicialmente acordado, o que gerou um aumento no custo de produção. Mesmo assim, Garnier aceitou o trabalho, achando-o cheio de vida.

A Dança não foi bem recebida pelo público por considerá-la muito realista, grotesca e obscena.

1868

A escultura romântica em Portugal

A escultura romântica é dominada, tal como todo o estilo, pelo sentimento. Para conseguir transmitir essa ideia recorre efeitos expressivos como o dinamismo, acabamento bruto e a utilização do grupo escultórico. Os temas assumem-se como parte fundamental da estratégia de exaltar os sentimentos, representando o dramatismo da acção, o lado sentimental ou acontecimentos heróicos. Em simultâneo surge a representação da natureza, nomeadamente de animais, sem a presença humana. Em Portugal a escultura segue a corrente internacional, oscilando entre influencias clássicas e uma aproximação ao Naturalismo.

Da autoria do escultor Vitor Bastos (1830-1894) este monumento evocativo do grande poeta quinhentista Luís de Camões (1524-1580), foi inaugurado em 1867. Apresenta iconografia histórica qe nos remete para a imagem do poeta.

Camôes

Dominando a praça, a estátua colossal de bronze representando o poeta, com 4 metros de altura, ergue-se no topo de um alto pedestal, com 7,5 metros, de secção oitavada. Camões é representado de pé, com a perna esquerda avançada, evidenciando uma atitude determinada que se aproxima da representação convencional do herói destemido. A mão esquerda, junto ao peito, segura a sua obra máxima, Os Lusíadas, enquanto a mão direita assenta no coto da espada com a ponta da lâmina assente no chão, evocando a sua condição de militar, enquanto os livros que se encontram a seus pés aludem ao poeta. Na cabeça, evidencia-se a coroa de louros mantém o significado de distinção e glória, cujo uso remonta à referência mitológica do mito de Dafne que, transformada em loureiro para evitar a perseguição de Apolo, permite que ele colhesse as folhas e fizesse a coroa com a qual é representado e que se tornou seu atributo e, por extensão, atributo dos heróis.

Camões, de Vítor Bastos – Lisboa.

Camôes promenores

Camões, de Vítor Bastos – Lisboa.

costa mota tio

Afonso de Albuquerque, de Costa Mota Tio – Lisboa.

este monumento, de grandes dimensões, é composto por base em pedra, constituída por dois níveis do centro da qual se eleva uma coluna, também de pedra, trabalhada com lavores neomanuelinos, coroada por uma estátua de bronze, em homenagem ao notável político e guerreiro, que foi Vice-Rei da India entre 1508 e 1515.

naugurado em 1901, no Jardim Afonso de Albuquerque, localizado na praça do mesmo nome, o estilo neomanuelino, bastante usado na época, conjuga o monumento com o Mosteiro dos Jerónimos, que se encontra a alguns metros de distância. São de destacar nos dois níveis da base do monumento, baixos-relevos que assinalam alguns episódios da vida e acção governativa de Afonso de Albuquerque, onde se retratam as suas batalhas e a submissão dos indianos, entre outros, assim como as naus, caravelas e galeões que formavam a sua esquadra.

Afonso de Albuquerque, de Costa Mota Tio – Lisboa.

costa mota tio

Figuras aladas decoram os 4 cantos da base da estátua, representando as virtudes e o carácter do conquistador.

Camões, de Vítor Bastos – Lisboa.

Restauradores, António Tomás da Fonseca, Augusto de Barros, Alberto Nunes e Simões de Almeida – Lisboa.

costa mota tio

D Pedro IV- Porto

calmels

A coluna apresenta pedestais de dupla face que representam a entrega do coração de Pedro aos representantes do Porto e o desembarque no Mindelo onde Pedro IV entregou a bandeira a Tomás de Melo Breyner. Estes dois baixos-relevos foram originalmente feitos de mármore de Carrara e foram substituídos por duplicatas de bronze para fins de proteção. Os brasões de Bragança e do Porto estão representados na frente e no verso da coluna e rodeados de folhas de carvalho e louro .

A estátua foi fundida na Bélgica e descreve Pedro (em uniforme militar a cavalo) apresentando a carta constitucional (na mão direita) ao Porto

Promenores de D Pedro IV

calmels

D. Pedro IV, Davioud e Robert – Lisboa.

davioud e robert

Monumento com 27,5 m de altura, projectado pelo arqt. Gabriel Davioud e esculpido por Elias Robert, ambos de nacionalidade francesa. Inaugurado ao centro da Praça do mesmo nome, também conhecida por Praça do Rossio, em 29 de Abril de 1870, é composto por uma base de granito, pedestal de mármore e coluna coríntia canelada encimada pela estátua de bronze do rei, envergando um uniforme de general, ombros cobertos pelo manto real e cabeça coroada de louros. Destacam-se no monumento:as 4 figuras alegóricas, representando a Prudência, a Justiça, a Fortaleza e a Moderação, que exaltam as qualidades de D. Pedro IV, na base do pedestal; as 4 figuras representando a Fama, esculpidas em baixo-relevo na parte superior do fuste; e também, em baixo-relevo, os 16 escudos das principais cidades do nosso país, no segundo envasamento.

1860

Webgrafia

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_D._Pedro_IV

https://informacoeseservicos.lisboa.pt/contactos/diretorio-da-cidade/d-pedro-iv

https://amusearte.hypotheses.org/6605

https://toponimialisboa.wordpress.com/2018/06/26/vitor-bastos-autor-do-monumento-a-camoes-numa-rua-de-campolide/

https://en.wikipedia.org/wiki/Ugolino_and_His_Sons_(Carpeaux)#/media/File:Ugolino_and_His_Sons_MET_DP247545.jpg

https://es.wikipedia.org/wiki/La_Danza_(Carpeaux)

https://amusearte.hypotheses.org/6605

Obrigada pela atenção!

Carolina Guedes Ramalhoso Nº5 11ºA1 HCA