CAMÕES LÍRICO
"Erros meus, má fortuna, amor ardente"
Joana Brito e Leonor Pinho 10ºF
Estilo renascentista
Influência Petrarquista
O poema “Erros meus, má fortuna, amor ardente” é escrito na estrutura renascentista com influência do poeta Petrarca
Expressa-se por jogos verbais e conceituais requintados, trocadilhos, metáforas, hipérboles e personificações. A emoção e a expressão pessoal surgem de forma analítica no poema.
"ERROS MEUS, MÁ FORTUNA, AMOR ARDENTE"
ANÁLISE DA EXTRUTURA EXTERNA E DOS RECURSOS EXPRESSIVOS UTILIZADOS
extrutura externa
Análise Formal - soneto
Er ros meus, má for tu na, a mor ar den (te)
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
extrutura externa
Análise Formal - soneto
Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro Génio de vinganças!
Quadras
Tercetos
extrutura externa
Esquema rimático
AB B A
"Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente."
Rima interpolada
AB B A
Rima emparelhada
extrutura externa
Esquema rimático
CD E
Errei todo o discurso de meus anos;
Dei causa que a Fortuna castigasse
As minhas mais fundadas esperanças.
De amor não vi senão breves enganos.
Oh! quem tanto pudesse, que fartasse
Este meu duro Génio de vinganças!
Rima cruzadas
CD E
ANÁLISE DA EXTRUTURA INTERNA
extrutura interna
Divisão do soneto em 2 partes
Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram,
Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos.
1ªparte: Reflexão/balanço sobre o percurso/trajeto de vida do sujeito poético
extrutura interna
Divisão do soneto em 2 partes
2ªparte:Apelo de desejo, esperança, vingança
Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio de vinganças!
extrutura interna
Interpretação do poema
Os fatores "erros","fortuna" e "amor" juntaram-se contra o sujeito para fazer mal na vida dele
Erros¹ meus, má fortuna², amor ardente Em minha perdição se conjuraram³; Os erros e a fortuna sobejaram⁴, Que para mim bastava amor somente.
Apenas os erros e a fortuna foram demais para ele coseguir suportar
O amor por si só já arruinava a vida do sujeito, não precisando dos outros fatores
- Culpas, faltas
- Destino,sorte
- Conspiraram
- Sobraram,foi demais
extrutura interna
Interpretação do poema
Ainda se lembra do passado perturbado pelo fatores
Tudo passei¹; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras² me ensinaram A não querer já nunca ser contente.
Os erros/desilusões do passado ensinaram-no a não ser feliz para não voltar a ser triste
- Suportei, aguentei
- Desilusões
extrutura interna
Interpretação do poema
Errou durante toda a sua vida
Errei todo o discurso¹ de meus anos²;
Dei causa³ que a Fortuna castigasse
As minhas mal fundadas⁴ esperanças.
O sujeito diz que tem motivos para que a fortuna o castigasse
Tinha esperança em algo que não era "real"
- Decurso, trajeto
- Percurso de vida
- Motivo
- Sem sentido
extrutura interna
Interpretação do poema
O amor está associado a "breves enganos" devido às dsilusões amorosas que sofreu toda a vida
De amor não vi senão breves enganos.Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio¹ de vinganças!
- Espírito
Recursos expressivos
Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram,
Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse
Este meu duro génio de vinganças!
Enumeração
Anástrofe
Personificação
Hipérbole
Temática
Reflexão sobre a vida pessoal
É retratado o percurso da vida do sujeito poético de uma forma injustiçada, onde este aponta os pontos positivos e negativos do seu trajeto.
Nos seus poemas, Luís Vaz de Camões utiliza um discurso autobiográfico e analítico
KAHOOT!!!
https://create.kahoot.it/share/erros-meus-ma-fortuna-amor-ardente/544afcbb-920e-42f4-b27f-a3fe1430317d
Obrigada!!
Camões Lírico - "Erros meus, má fortuna, amor ardente"
JOANA BRITO
Created on March 27, 2024
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CAMÕES LÍRICO
"Erros meus, má fortuna, amor ardente"
Joana Brito e Leonor Pinho 10ºF
Estilo renascentista
Influência Petrarquista
O poema “Erros meus, má fortuna, amor ardente” é escrito na estrutura renascentista com influência do poeta Petrarca
Expressa-se por jogos verbais e conceituais requintados, trocadilhos, metáforas, hipérboles e personificações. A emoção e a expressão pessoal surgem de forma analítica no poema.
"ERROS MEUS, MÁ FORTUNA, AMOR ARDENTE"
ANÁLISE DA EXTRUTURA EXTERNA E DOS RECURSOS EXPRESSIVOS UTILIZADOS
extrutura externa
Análise Formal - soneto
Er ros meus, má for tu na, a mor ar den (te)
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
extrutura externa
Análise Formal - soneto
Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro Génio de vinganças!
Quadras
Tercetos
extrutura externa
Esquema rimático
AB B A
"Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente."
Rima interpolada
AB B A
Rima emparelhada
extrutura externa
Esquema rimático
CD E
Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro Génio de vinganças!
Rima cruzadas
CD E
ANÁLISE DA EXTRUTURA INTERNA
extrutura interna
Divisão do soneto em 2 partes
Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos.
1ªparte: Reflexão/balanço sobre o percurso/trajeto de vida do sujeito poético
extrutura interna
Divisão do soneto em 2 partes
2ªparte:Apelo de desejo, esperança, vingança
Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio de vinganças!
extrutura interna
Interpretação do poema
Os fatores "erros","fortuna" e "amor" juntaram-se contra o sujeito para fazer mal na vida dele
Erros¹ meus, má fortuna², amor ardente Em minha perdição se conjuraram³; Os erros e a fortuna sobejaram⁴, Que para mim bastava amor somente.
Apenas os erros e a fortuna foram demais para ele coseguir suportar
O amor por si só já arruinava a vida do sujeito, não precisando dos outros fatores
extrutura interna
Interpretação do poema
Ainda se lembra do passado perturbado pelo fatores
Tudo passei¹; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras² me ensinaram A não querer já nunca ser contente.
Os erros/desilusões do passado ensinaram-no a não ser feliz para não voltar a ser triste
extrutura interna
Interpretação do poema
Errou durante toda a sua vida
Errei todo o discurso¹ de meus anos²; Dei causa³ que a Fortuna castigasse As minhas mal fundadas⁴ esperanças.
O sujeito diz que tem motivos para que a fortuna o castigasse
Tinha esperança em algo que não era "real"
extrutura interna
Interpretação do poema
O amor está associado a "breves enganos" devido às dsilusões amorosas que sofreu toda a vida
De amor não vi senão breves enganos.Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio¹ de vinganças!
Recursos expressivos
Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio de vinganças!
Enumeração
Anástrofe
Personificação
Hipérbole
Temática
Reflexão sobre a vida pessoal
É retratado o percurso da vida do sujeito poético de uma forma injustiçada, onde este aponta os pontos positivos e negativos do seu trajeto.
Nos seus poemas, Luís Vaz de Camões utiliza um discurso autobiográfico e analítico
KAHOOT!!!
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Obrigada!!