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Camões Lírico - "Erros meus, má fortuna, amor ardente"

JOANA BRITO

Created on March 27, 2024

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Transcript

CAMÕES LÍRICO

"Erros meus, má fortuna, amor ardente"

Joana Brito e Leonor Pinho 10ºF

Estilo renascentista

Influência Petrarquista

O poema “Erros meus, má fortuna, amor ardente” é escrito na estrutura renascentista com influência do poeta Petrarca

Expressa-se por jogos verbais e conceituais requintados, trocadilhos, metáforas, hipérboles e personificações. A emoção e a expressão pessoal surgem de forma analítica no poema.

"ERROS MEUS, MÁ FORTUNA, AMOR ARDENTE"

ANÁLISE DA EXTRUTURA EXTERNA E DOS RECURSOS EXPRESSIVOS UTILIZADOS

extrutura externa

Análise Formal - soneto

Er ros meus, má for tu na, a mor ar den (te)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

extrutura externa

Análise Formal - soneto

Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro Génio de vinganças!

Quadras

Tercetos

extrutura externa

Esquema rimático

AB B A

"Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente."

Rima interpolada

AB B A

Rima emparelhada

extrutura externa

Esquema rimático

CD E

Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro Génio de vinganças!

Rima cruzadas

CD E

ANÁLISE DA EXTRUTURA INTERNA

extrutura interna

Divisão do soneto em 2 partes

Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos.

1ªparte: Reflexão/balanço sobre o percurso/trajeto de vida do sujeito poético

extrutura interna

Divisão do soneto em 2 partes

2ªparte:Apelo de desejo, esperança, vingança

Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio de vinganças!

extrutura interna

Interpretação do poema

Os fatores "erros","fortuna" e "amor" juntaram-se contra o sujeito para fazer mal na vida dele

Erros¹ meus, má fortuna², amor ardente Em minha perdição se conjuraram³; Os erros e a fortuna sobejaram⁴, Que para mim bastava amor somente.

Apenas os erros e a fortuna foram demais para ele coseguir suportar
O amor por si só já arruinava a vida do sujeito, não precisando dos outros fatores
  1. Culpas, faltas
  2. Destino,sorte
  3. Conspiraram
  4. Sobraram,foi demais

extrutura interna

Interpretação do poema

Ainda se lembra do passado perturbado pelo fatores

Tudo passei¹; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras² me ensinaram A não querer já nunca ser contente.

Os erros/desilusões do passado ensinaram-no a não ser feliz para não voltar a ser triste
  1. Suportei, aguentei
  2. Desilusões

extrutura interna

Interpretação do poema

Errou durante toda a sua vida

Errei todo o discurso¹ de meus anos²; Dei causa³ que a Fortuna castigasse As minhas mal fundadas⁴ esperanças.

O sujeito diz que tem motivos para que a fortuna o castigasse
Tinha esperança em algo que não era "real"
  1. Decurso, trajeto
  2. Percurso de vida
  3. Motivo
  4. Sem sentido

extrutura interna

Interpretação do poema

O amor está associado a "breves enganos" devido às dsilusões amorosas que sofreu toda a vida

De amor não vi senão breves enganos.Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio¹ de vinganças!

  1. Espírito

Recursos expressivos

Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas, que passaram, Que as magoadas iras me ensinaram A não querer já nunca ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa que a Fortuna castigasse As minhas mais fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio de vinganças!

Enumeração
Anástrofe
Personificação
Hipérbole

Temática

Reflexão sobre a vida pessoal

É retratado o percurso da vida do sujeito poético de uma forma injustiçada, onde este aponta os pontos positivos e negativos do seu trajeto.

Nos seus poemas, Luís Vaz de Camões utiliza um discurso autobiográfico e analítico

KAHOOT!!!

https://create.kahoot.it/share/erros-meus-ma-fortuna-amor-ardente/544afcbb-920e-42f4-b27f-a3fe1430317d

Obrigada!!