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M2 - Definição e processo de avaliação dos RAP
catia.ramos
Created on March 18, 2024
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Definição, Processo de Avaliação e Princípios Subjacentes ao Relatório de Avaliação Psicológica
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Definição, Processo de Avaliação e Princípios Subjacentes ao Relatório de Avaliação Psicológica
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Definição e Objectivos
Para compreendermos a estrutura e objectivos de um Relatório de Avaliação Psicológica, importa conhecermos primeiramente a sua definição.
o que é um relatório de avaliação psicológica?
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Um Relatório de Avaliação Psicológica é um meio de comunicação específico que integra os resultados do processo de avaliação, bem como eventuais recomendações consequentes do processo de avaliação.
Definição, Processo de Avaliação e Princípios Subjacentes ao Relatório de Avaliação Psicológica
Como referido anteriormente, a redação de Relatórios de Avaliação Psicológica é uma competência fundamental para um psicólogo, sendo uma tarefa incontornável da sua prática profissional. Várias investigações indicam que a execução destes relatórios ocupa entre 14% a 18% do tempo dedicado pelos psicólogos à avaliação psicológica (Cooper, 1995; Donders, 2001).
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A Redacção de Relatórios de Avaliação Psicológica promove:
- Competências para pensar
- Autoreflexão
- Construção de explicações
- Síntese de observações
- Comunicação
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Um Relatório de Avaliação Psicológica assinala habitualmente o termo do processo de avaliação e deverá:
- Proporcionar uma representação específica e realista acerca da pessoa examinada;
- Responder às preocupações subjacentes ao pedido de avaliação;
- Explicar o modo como foi implementada a avaliação.
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Para concretizar estes objectivos, o relatório constitui-se em oito tópicos que orientam a sua elaboração:
Elementos de Identificação
Observações do Comportamento
Resultados (testes e outros instrumentos de avaliação)
Pedido inicial / Motivo da Consulta de Avaliação
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História relevante e Informação Contextual
Formulação, resumo e conclusões
Testes e outros instrumentosde avaliação administrados
Recomendações
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Os tópicos enunciados constituem as Secções que orientam a elaboração de um relatório. Do ponto de vista operacional, começamos por apresentar informações objectivas, de natureza sociodemográfica, sobre o sujeito examinado.
De seguida enunciam-se as informações que justificam o relatório:
Justificação do relatório
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- Qual o pedido inicial ou motivo da consulta?
- Qual a história e informação contextual que se revela essencial para a compreensão do caso em questão?
- Quais os procedimentos e testes aplicados e porquê?
- Em que condições decorreram as várias fases do processo de avaliação psicológica?
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Após esta fase de introdução ao relatório, segue-se a apresentação dos resultados obtidos através das diferentes ferramentas que seleccionámos:
apresentação de resultados obtidos
- Observação do comportamento
- Entrevistas
- Testes de inteligência, de personalidade
- Outros instrumentos de avaliação do funcionamento emocional, entre outros.
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A apresentação dos resultados deve ser orientada por princípios de legibilidade e de objectividade, focando-se na resposta aos objectivos definidos inicialmente (pedido de avaliação/motivo da consulta).
Ao mesmo tempo, e sem suprimir informação relevante, devemos procurar a consistência dos dados obtidos, articulando as várias origens e explicações dos resultados, no contexto da opinião e impressões definidas no âmbito da formulação do caso.
Finalmente, e a partir da formulação apresentada, são mostradas as recomendações que podem incluir a elaboração de um plano de intervenção.
Definição, Processo de Avaliação e Princípios Subjacentes ao Relatório de Avaliação Psicológica
É com base nesta definição e no seu conteúdo fundamental – preocupação com o rigor e objectividade e síntese integradora dos aspectos do funcionamento psicológico (cognitivo, emocional e comportamental) – que devemos guiar a elaboração de todo e qualquer Relatório de Avaliação Psicológica sob nossa responsabilidade.
Respeitando estas regras, asseguramos uma linha orientadora adequada a esta nossa tarefa.
Definição, Processo de Avaliação e Princípios Subjacentes ao Relatório de Avaliação Psicológica (continuação)
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