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Crianças e Jovens Vítimas de Crime e de Violência (2022-2023)

Associação Portugues

Created on March 15, 2024

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Transcript

Crianças e jovens vítimas de crime e de violência

Estatísticas APAV 2022-2023

5.661 crianças e jovens vítimas apoiadas entre 2022 e 2023

Em 2022

Em 2023

10.271 Crimes & Outras Formas de Violência cometidas contra crianças e jovens

2.595 crianças e jovens apoiados

3.066 crianças e jovens apoiados

59 por semana

50 por semana

Violência Doméstica (62,6%)

7 por dia

8 por dia

2023

3.518 crimes

2.914 crimes

2022

+20,7%

Atividades Formativas

+18,2%

1.887 eventos formativos

Crimes sexuais contra crianças e jovens (30,3%)

3.970 horas

42.071 participantes

1.760 crimes

2023

1.356 crimes

2022

+29,8%

Crianças e jovens vítimas de crime e de violência

Estatísticas APAV 2022-2023

Perfil da Vítima

Perfil do/a Autor/a

Perfil da vitimação

Sexo: feminino (60,7%) masculino (38,4%) intersexo (0,4%) não sabemos (0,5%) Faixa Etária: 11-14 anos (31,5%) Nacionalidade: portuguesa (80,1%) estrangeira (10,6%) não sabemos (9,3%) Distrito de Residência: Faro (26,8%) Lisboa (14,8%) Braga (10,8%) Porto (9,1%)

Vitimação: continuada (32,9%) não continuada (13,9%) não sabemos (53,2%)Duração: 2 a 3 anos (18,6%) Local da Violência: residência comum (49,9%) Denúncia: sim (61,2%) não (19,5%) não sabemos (19,3%)

Sexo: masculino (60,1%) feminino (10%) intersexo (0,1%) não sabemos ou não se aplica (29,8%) Faixa Etária: 36-45 anos (11,5%) Vítima é filho/a do/a Autor/a (35,7%)

+ info

Crianças e jovens vítimas de crime e de violência

Estatísticas APAV 2022-2023

Distrito/Região Autónoma da Residência da CRIANÇA E jOVEM Vítima

Braga

Bragança

Castelo Branco

Coimbra

Beja

Aveiro

79 vítimas
136 vítimas
15 vítimas
609 vítimas
13 vítimas
17 vítimas

Évora

Faro

Guarda

Leiria

Lisboa

Portalegre

1.518 vítimas
11 vítimas
14 vítimas
71 vítimas
836 vítimas
92 vítimas

Porto

Santarém

Setúbal

Viana do Castelo

Vila Real

Viseu

179 vítimas
235 vítimas
17 vítimas
197 vítimas
50 vítimas
513 vítimas

mADEIRA

Açores

87 vítimas
55 vítimas

Não sabemos o distrito de residência de 917 vítimas

Crianças e jovens vítimas de crime e de violência

Estatísticas APAV 2022-2023

cRIMES & oUTRAS fORMAS DE vIOLÊNCIA

Difamação/injúria
Ofensas à integridade física simples
Violação
Violência Doméstica
36 (0,4%)
151 (1,5%)
6.432 (62,6%)
108 (1,1%)
Abuso sexual de crianças
Ameaça/coação
Violação da obrigação de prestação de alimentos
Importunação sexual
123 (1,2%)
97 (0,9%)
1.049 (10,2%)
28 (0,3%)
Alicimento de menores para fins sexuais
Cyberbullying
Bullying
Coação sexual
177 (1,7%)
16 (0,2%)
79 (0,8%)
115 (1,1%)
Pornografia de menores
Tráfico de pessoas
Maus-Tratos/violência institucional
Abuso sexual de menor depndente ou em situação particularmente vulnerável
8 (0,07%)
111 (1,1%)
46 (0,4%)
165 (1,6%)
Outros crimes contra crianças e jovens
1.530 (14,9%)
Vítimas do Distrito de Braga
Entre 2022 e 2023, no distrito de Braga, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Braga (n=320)
Vítimas do Distrito da Guarda
Entre 2022 e 2023, no distrito da Guarda, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Seia (n=4)
Vítimas do Distrito de Beja
Entre 2022 e 2023, no distrito de Beja, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia nos municípios de Aljustrel (n=4) e de Beja (n=4)
Faixa Etária do/a Autor/a do Crime & de Outras Formas de Violência

A maioria dos/as autores/as de crime e de violência exercida sobre crianças e jovens que chegou ao conhecimento da APAV tinha entre 36 e 45 anos (n=653; 11,5%).Destaque para a percentagem de autores/as menores de idade (4,1%; n=231).

n=5.663
não sabemos/não se aplica: 3.492
Vítimas do Distrito de Castelo Branco
Entre 2022 e 2023, no distrito de Castelo Branco, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município da Covilhã (n=9)
Vítimas da Região Autónoma dos Açores
Entre 2022 e 2023, na região autónoma dos Açores, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Ponta Delgada (n=46)
Vítimas do Distrito de Setúbal
Entre 2022 e 2023, no distrito de Setúbal, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia nos municípios de Setúbal (n=44) e de Almada (n=42)
Vítimas do Distrito de Leiria
Entre 2022 e 2023, no distrito de Leiria, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia nos municípios do Bombarral (n=10), de Leiria (n=10) e de Peniche (n=10)
Vítimas do Distrito de Faro
Entre 2022 e 2023, no distrito de Faro, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia nos municípios de Faro (n=369) e de Loulé (n=317)
Vítimas do Distrito de Santarém
Entre 2022 e 2023, no distrito de Santarém, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia nos municípios de Almeirim (n=32) e de Santarém (n=31)
Vítimas do Distrito do Porto
Entre 2022 e 2023, no distrito do Porto, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Vila Nova de Gaia (n=93)
Vítimas do Distrito de Coimbra
Entre 2022 e 2023, no distrito de Coimbra, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Coimbra (n=64)
Vítimas do Distrito de Viana do Castelo
Entre 2022 e 2023, no distrito de Viana do Castelo, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Ponte de Lima (n=7)
Relação da Criança e Jovem Vítima com o/a Autor

Significativa presença de relações familiares de consanguinidade, destacando-se o número de autores/as da violência que é pai/mãe das vítimas (n=2.022; 35,7%). Relevância para o número de autores/as da violência que são padrasto/madrasta das vítimas (n=410; 7,2%). Igual destaque para agressores/as que são colegas de escola/trabalho das vítimas (n=215; 3,8%).

Vítimas do Distrito de Bragança
Entre 2022 e 2023, no distrito de Bragança, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Mirandela (n=6)
Vítimas do Distrito de Viseu
Entre 2022 e 2023, no distrito de Viseu, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Viseu (n=10)
Duração da Vitimação Continuada

Das 1.864 vítimas alvo de vitimação continuada, a predominância da violência verificou-se na faixa temporal compreendida entre 2 e 3 anos (n=347; 18,6%). Igual destaque para 1,9% (n=36) das crianças e jovens apoiados que foi alvo de violência durante toda a vida (entre 16 e 17 anos de violência).

não sabemos: 359
n=1.864
Vítimas do Distrito de Vila Real
Entre 2022 e 2023, no distrito de Vila Real, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Vila Real (n=97)
Vítimas do Distrito de Aveiro
Entre 2022 e 2023, no distrito de Aveiro, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Santa Maria da Feira (n=18)
Vítimas do Distrito de Évora
Entre 2022 e 2023, no distrito de Évora, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Montemor-o-Velho (n=5)
Vítimas do Distrito de Lisboa
Entre 2022 e 2023, no distrito de Lisboa, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia nos municípios da Amadora (n=131), de Lisboa (n=128) e de Cascais (125)
Vítimas da Região Autónoma da Madeira
Entre 2022 e 2023, na região autónoma da Madeira, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município do Funchal (n=27)
Faixa Etária da Criança e Jovem Vítima

Predominância de vítimas jovens (entre os 11 e os 14 anos de idade - n=1.782; 31,5%). Igual relevância para os bebés vítimas (até aos 3 anos de idade - n=682; 12%).

n=5.661
Vítimas do Distrito de Portalegre
Entre 2022 e 2023, no distrito de Portalegre, a maioria das crianças e jovens vítimas apoiadas pela APAV residia no município de Ponte de Sôr (n=43)
Local do Crime & de Outras Formas de Violência

A residência comum entre vítima e autor/a (49,9%), a residência do/a autor/a (14,5%) e a residência da vítima (10%) figuraram como os locais mais frequentes da prática de violência. Todavia, destacar igualmente o estabelecimento de ensino (6,6%) bem como a internet e/ou o telefone (4,6%) como locais da prática de violência.