Want to create interactive content? It’s easy in Genially!

Get started free

2 - Letramento racial

André Santos Luigi

Created on March 4, 2024

Start designing with a free template

Discover more than 1500 professional designs like these:

Florida Neon Presentation

Blackboard Presentation

Genial Storytale Presentation

Historical Presentation

Psychedelic Presentation

Memories Presentation

Animated Chalkboard Presentation

Transcript

prof andré santos luigi

construir

escolas

antirracistas

Start

sensibilização

Letramento racial

letramento

Escola antirracista

currículo antirracista

ninguém nasce discriminando

estereótipos

preconceito

discriminação

expectativa de comportamento

ação atitude segregar

generalizações caráter individual

discriminação x racismo

discriminação

desigualdade

estrutura

lugar social desumanização privilégios x fragilização

padrão / normal institucional silenciamento

separar segregar

racismo

cientificista

a invenção do negro

FRANTZ FANON

Que quer o homem? Que quer o homem negro? Mesmo expondo-me ao ressentimento de meus irmãos de cor, direi que o negro não é um homem.

FRANTZ FANON

No mundo branco, o homem de cor encontra dificuldades na elaboração de seu esquema corporal. O conhecimento do corpo é unicamente uma atividade de negação. É um conhecimento em terceira pessoa. Em torno do corpo reina uma atmosfera densa de incertezas.

FRANTZ FANON

Nessa época, desorientado, incapaz de estar no espaço aberto com o outro, com o branco que impiedosamente me aprisionava, eu me distanciei para longe, para muito longe do meu estar-aqui, constituindo-me como objeto. O que é que isso significava para mim, senão um desalojamento, uma extirpação, uma hemorragia que coagulava sangue negro sobre todo o meu corpo?

FRANTZ FANON

a invenção do negro

achille mbembe

Raça e negro... A sua força provém da capacidade de produção imparável de objetos esquizofrénicos...

ACHILLE MBEMBE

Aliás, é característico da raça, ou do racismo, suscitar ou engendrar um duplo, um substituto, um equivalente, uma máscara, um simulacro.

ACHILLE MBEMBE

Para o racista, ver um negro é não ver que ele não está lá; que ele não existe; que ele mais não é do que o ponto de fixação patológico de uma ausência de relação.

ACHILLE MBEMBE

Aquele a quem é atribuída uma raça não é passivo. Preso a uma silhueta, é separado da sua essência e, segundo Fanon, uma das razões de desgosto da sua vida será habitar essa separação como se fosse o seu verdadeiro ser, odiando aquilo que é, para tentar ser aquilo que não é.

ACHILLE MBEMBE

O apelo à raça, ou a própria invocação da raça, nomeadamente no oprimido, é, pelo contrário, emblemático de um desejo essencialmente obscuro, tenebroso e paradoxal - o desejo de comunidade.

ACHILLE MBEMBE

filosofia da cultura

Kwame A. Appiah

A verdade é que não existem raças: não há nada no mundo capaz de fazer tudo aquilo que pedimos que a raça faça por nós. Histórias inventadas, biologias inventadas e afinidades culturais inventadas acompanham toda a identidade Racismo extrínseco, racismo intrinseco e racialismo A epistemologia é etnocentrica.

KWAME A. APPIAH

branquitude

cida bento

O conceito de branquitude refere-se à condição de ser branco em uma sociedade e à identidade e experiência de indivíduos que pertencem ao grupo racial branco. Este conceito está ligado à análise das relações raciais e implica que pessoas brancas geralmente ocupam uma posição de privilégio em relação ao acesso a recursos materiais e simbólicos. A branquitude é frequentemente vista como uma norma, onde brancos não se percebem como um grupo racializado, mas sim como o padrão da sociedade. Além disso, é um conceito importante nos estudos críticos sobre relações étnico-raciais.

obrigado