RevoluçãoFrancesa
Mariana Antunes nº17 | Raquel Baeta nº22 TOmás Biscaia nº2411º6
Start
Índice:
Antecedentes da Revolução
Etapas da Revolução
Introdução
A Bastilha
Património cultural
Conclusão
Pós-revolução
Napoleão Bonaparte
Etapas da revolução:
1ª Etapa - A Monarquia Constitucional (1791-1792)
2ª Etapa - A Convenção (1792-1795)
3ª Etapa - O Diretório (1795-1799)
4ª Etapa - Do Consulado ao Império
Bibliografia:
- Wikipedia, Esquerda (política): https://pt.wikipedia.org/wiki/Esquerda_(pol%C3%ADtica)
- Wikipedia, Maria Antonieta: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Antonieta
- Wikipedia France, Conseil des Anciens: https://pt.frwiki.wiki/wiki/Conseil_des_Anciens
- Escola Kids, Antecedentes da Revolução Francesa: https://escolakids.uol.com.br/historia/antecedentes-da-revolucao-francesa-de-1789.htm
- Brasil Escola, Napoleão Bonaparte: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/napoleao-bonaparte.htm
- Politize, Napoleão Bonaparte: https://www.politize.com.br/napoleao-bonaparte/
- Mundo Educação, Napoleão Bonaparte: https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/napoleao-bonaparte.htm
- Universidade Aberta, A Tomada da Bastilha: https://portal.uab.pt/a-tomada-da-bastilha/
- 360meridianos, Monumentos de Paris: https://www.360meridianos.com/2011/11/monumentos-de-paris-historia.html/comment-page-2
- História das Artes, O Juramento dos Horácios: https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/o-juramento-dos-horacios-jacques-louis-david/
- Paris City Vision, A Liberdade guiando o povo: https://www.pariscityvision.com/pt/paris/museus-de-paris/museu-do-louvre/eugene-delacroix-a-liberdade-guiando-o-povo
- Ensinar História, Sobre a Revolução Francesa: https://ensinarhistoria.com.br/sobre-a-revolucao-francesa/
- Simplesmente Paris, Conheça a História do Panthéon de Paris: https://www.simplesmenteparis.com/conheca-a-historia-do-pantheon-de-paris/
- Khan Academy, O Louvre - Paris: https://pt.khanacademy.org/humanities/approaches-to-art-history/tools-for-understanding-museums/museums-in-history/a/museums-politics-louvre
- Repositório IPL, A Moda da Revolução Francesa à Queda do Império Napoleónico: https://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/1930/1/Modarevfran.pdf
- Parlamento, Novo Vocabulário Filosófico-Democrático: https://www.parlamento.pt/Parlamento/Paginas/novo-vocabulario-filosofico-democratico.aspx
- Studocu, Convenção - Revolução Francesa: https://www.studocu.com/pt/document/universidade-aberta/historia-da-idade-contemporanea/convencao-revolucao-francesa-convencao-regime-do-terror/12617005
- Novo Linhas da História 11, 1.ª Edição, Parte 2, 2023
2ª Etapa - A Convenção (1792-1795)
Após a monarquia constitucional, a Convenção foi a segunda fase da revolução marcada pela tomada de poder das camadas populares francesas. Desta forma, a governação foi assumida pelos jacubinos, um grupo com ideais bastante revolucionários que pretendia realizar grandes mudanças. Esta etapa transgrediu eventualmente para um período violento designado Terror, sendo a fase mais radical da revolução. Foram tomadas várias medidas de caráter repressivo e ditatorial, como a fixação de preços e salários sob a Lei do Máximo, abolição dos direitos feudais, a obrigatoriedade e gratuitidade da instrução, bem como a assistência social e abolição da escravatura nas colónias. Este governo manteve-se até julho de 1794, quando se deu um golpe de Estado onde os oponentes às alas radicais se uniram e derrubaram os líderes da convenção, condenando Robespierre à morte pela guilhotina.
Figura 5: Execução de Luís XVI
Figura 6: A Convenção
Napoleão Bonaparte:
Napoleão Bonaparte foi um estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa e liderou várias campanhas militares de sucesso durante as Guerras Revolucionárias Francesas. Em 1792, aproximou-se de Robespierre, líder dos jacobinos, e passou a liderar algumas batalhas, conseguindo ter grande sucesso. Em 1799, acontece o golpe do 18 de Brumário (9 de novembro de 1799), dando origem ao Consulado, em que Napoleão Bonaparte sobe ao poder, possuindo o estatuto de primeiro cônsul e mais tarde acaba mesmo por se tornar imperador com o apoio do povo e da burguesia. Napoleão trava inúmeras batalhas durante a fase do império acabando por fracassar na companhia da Rússia, em 1812, e, em 1813-1814, os exércitos coligados da Inglaterra, Rússia, Prússia e Suécia invadem a França. Napoleão é obrigado ao exílio na Ilha de Elba, no mediterrâneo, mas acaba por conseguir fugir e regressa a França, sendo definitivamente derrotado na Batalha de Waterloo por um exército Anglo-Prussiano, em 1815, na Bélgica.
Figura 9: Napoleão Bonaparte
Foi enviado para o seu segundo exílio, mas desta vez foi aprisionado na ilha de Santa Helena (Oceano Atlântico), morrendo no dia 5 de maio de 1821.
Conclusão:
É inegável que a Revolução Francesa foi de facto um acontecimento muito relevante na história, principalmente na Europa, onde acabou por desencadear várias outras revoluções e revoltas liberalistas. Tendo também um importante papel na construção do mundo atual. Popularizou também os ideais iluministas, levando as pessoas a questionar os seus direitos e o seu futuro. Deixou-nos ainda um vasto património a nível artístico (entre outros) com importantes obras e monumentos que hoje podemos admirar.
4ª Etapa - Do Consulado ao Império (1799-1804)
Com a instauração de uma nova constituição, dá-se inicio ao Consulado, porém esta etapa acaba por não ser muito longa dado que o país enfrentava grandes dificuldades. Assim, Napoleão acaba por ser nomeado consul e mais tarde torna-se imperador, autocoroando-se na igreja de Notre Dame.
Figura 8: Coroação de Napoleão Bonaparte
3ª Etapa - O Diretório (1795-1799)
Foi então instaurada a terceira etapa que reestruturou a separação dos poderes, sendo entregue o poder executivo a cinco diretores que constituíam o Diretório, o poder legislativo a duas assembleias que totalizavam 750 membros, com o Conselho dos Quinhentos que propunha as leis, e o Conselho dos Anciãos que as aprova ou rejeita, e o poder judicial entregue a um Tribunal Superior. Durante esta etapa, França encontrava-se num período dificil devido a conflitos e à crise levando a população a entregar o poder a Napoleão a novembro de 1799 pondo fim ao Diretório.
Figura 7: Confronto entre Napoleão e o Conselho dos Quinhentos
Pós-Revolução
Com o fim da revolução, a sociedade de ordens é transformada numa sociedade de classes permitindo uma maior facilidade na ascenção social e a burguesia acaba por se tornar a classe mais importante. Esta revolta, acabor por desencadear outras vagas revolucionárias na Europa popularizando assim os ideais iluministas nos quais se baseia o liberalismo.
1ª Etapa - A Monarquia Constitucional (1791-1792)
Com a implementação da Constituição deu-se inicio à monarquia constitucional. Esta, caracterizou-se da seguinte forma:
- no princípio da separação dos poderes, com o poder executivo para o Rei, poder legislativo para a Assembleia Legislativa (que contava com 745 deputados) e o poder judicial para os Tribunais;
- na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789;
- na Soberania Nacional, isto é, a nação escolhe os representantes;
- no Sufrágio Censitário, com distinção com base na riqueza dos cidadãos ativos e passivos, tendo os mais ricos um maior poder eleitoral
Figura 4: Monarquia Constitucional
O fim da Monarquia Constitucional deveu-se a um agravamento dos problemas da França como a situação económica e financeira, o descontentamento do clero e da nobreza, bem como do povo, a tentativa fracassada de fuga do rei Luís XVI em 1791 e o seu humilhante regresso a Paris e, por fim, a guerra entre França e Áustria, contando com várias derrotas do exército francês, levou a uma revolução derivada da pressão imposta pelos sans-culottes, e à introdução de uma convenção nacional que proclamou a república.
Património Cultural
A Revolução Francesa foi sem dúvida um acontecimento histórico extremamente importante na história da França e como tal, existem diversas obras relacionadas com este evento, como monumentos e pinturas.
Figura 12: “La Liberté guidant le peuple”
Figura 10: Panteão
Figura 11: Museu do Louvre (Século XVIII)
Figura 13: “Le Serment du Jeu de Paume”
Introdução
Este trabalho pretende desenvolver a Revolução Francesa e os seus respetivos subtemas. Iremos abordar os antecedentes da revolução relacionando os problemas sociais, a crise económica, a crise política e a convocação dos Estados Gerais. Será também desenvolvida a Bastilha, a sua simbologia e alguns factos interessantes sobre a mesma. Nas etapas da revolução iremos falar sobre a monarquia constitucional, a convenção, o diretório e por fim o consulado e o império. Napoleão Bonaparte será outro dos temas expostos, fazendo referência à sua vida, carreira militar e à sua ascensão. Por fim, referenciar-se-à o período da pós-revolução, os seus impactos nos países da Europa e o património cultural deixado pela revolução mais especificamente os monumentos e as pinturas importantes.
Antecedentes da Revolução:
A situação da França nos finais do século XVIII era complicada, uma vez que se vivia uma crise económica grave e o descontentamento da população perante as tentativas de amenizar a situação financeira era visível. Os impostos aumentavam significativamente, como forma de tentar amenizar a crise, deixando as populações mais desfavorecidas na miséria. Uma vez que, as ordens privilegiadas não pagavam impostos, estes decaíam todos sobre o Terceiro Estado. Sem encontrar uma solução para estes problemas, Luís XVI acaba por convocar os Estados Gerais, gerando outro conflito sobre o método de votação usado. O Terceiro Estado defendia que o mais justo seria votos por cabeça e não por ordem como era tradicional.
Figura 1: Convocação dos Estados Gerais
Perante isto, os deputados que representavam o Terceiro Estado decidem reunir criando a Assembleia Nacional Constituinte com o objetivo de implementar uma constituição na França. Mais tarde, criaram a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que se baseava em ideais iluministas.
A Bastilha:
A Bastilha era um símbolo do absolutismo e da opressão situado a este de Paris. Sendo o local onde ficavam retidos os presos políticos no reinado Luís XIV (normalmente opositores do absolutismo). E foi então que, a 14 de julho de 1789, se deu a tomada da Bastilha como forma de protesto por parte da população. Acabou então o Antigo Regime e iniciou-se a revolução francesa. Alguns anos mais tarde, acabou por ser construída no local onde se situava a Bastilha, uma Coluna denominada de Coluna de Julho, mas como símbolo dos acontecimentos de 1830.
A queda da Bastilha continua a ser um grande marco na história francesa e até hoje é um feriado muito importante.
Figura 2: Tomada da Bastilha
Figura 3: Tomada da Bastilha
Revolução Francesa
Mariana Sofia Gonçalves Antunes
Created on March 1, 2024
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Transcript
RevoluçãoFrancesa
Mariana Antunes nº17 | Raquel Baeta nº22 TOmás Biscaia nº2411º6
Start
Índice:
Antecedentes da Revolução
Etapas da Revolução
Introdução
A Bastilha
Património cultural
Conclusão
Pós-revolução
Napoleão Bonaparte
Etapas da revolução:
1ª Etapa - A Monarquia Constitucional (1791-1792)
2ª Etapa - A Convenção (1792-1795)
3ª Etapa - O Diretório (1795-1799)
4ª Etapa - Do Consulado ao Império
Bibliografia:
2ª Etapa - A Convenção (1792-1795)
Após a monarquia constitucional, a Convenção foi a segunda fase da revolução marcada pela tomada de poder das camadas populares francesas. Desta forma, a governação foi assumida pelos jacubinos, um grupo com ideais bastante revolucionários que pretendia realizar grandes mudanças. Esta etapa transgrediu eventualmente para um período violento designado Terror, sendo a fase mais radical da revolução. Foram tomadas várias medidas de caráter repressivo e ditatorial, como a fixação de preços e salários sob a Lei do Máximo, abolição dos direitos feudais, a obrigatoriedade e gratuitidade da instrução, bem como a assistência social e abolição da escravatura nas colónias. Este governo manteve-se até julho de 1794, quando se deu um golpe de Estado onde os oponentes às alas radicais se uniram e derrubaram os líderes da convenção, condenando Robespierre à morte pela guilhotina.
Figura 5: Execução de Luís XVI
Figura 6: A Convenção
Napoleão Bonaparte:
Napoleão Bonaparte foi um estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa e liderou várias campanhas militares de sucesso durante as Guerras Revolucionárias Francesas. Em 1792, aproximou-se de Robespierre, líder dos jacobinos, e passou a liderar algumas batalhas, conseguindo ter grande sucesso. Em 1799, acontece o golpe do 18 de Brumário (9 de novembro de 1799), dando origem ao Consulado, em que Napoleão Bonaparte sobe ao poder, possuindo o estatuto de primeiro cônsul e mais tarde acaba mesmo por se tornar imperador com o apoio do povo e da burguesia. Napoleão trava inúmeras batalhas durante a fase do império acabando por fracassar na companhia da Rússia, em 1812, e, em 1813-1814, os exércitos coligados da Inglaterra, Rússia, Prússia e Suécia invadem a França. Napoleão é obrigado ao exílio na Ilha de Elba, no mediterrâneo, mas acaba por conseguir fugir e regressa a França, sendo definitivamente derrotado na Batalha de Waterloo por um exército Anglo-Prussiano, em 1815, na Bélgica.
Figura 9: Napoleão Bonaparte
Foi enviado para o seu segundo exílio, mas desta vez foi aprisionado na ilha de Santa Helena (Oceano Atlântico), morrendo no dia 5 de maio de 1821.
Conclusão:
É inegável que a Revolução Francesa foi de facto um acontecimento muito relevante na história, principalmente na Europa, onde acabou por desencadear várias outras revoluções e revoltas liberalistas. Tendo também um importante papel na construção do mundo atual. Popularizou também os ideais iluministas, levando as pessoas a questionar os seus direitos e o seu futuro. Deixou-nos ainda um vasto património a nível artístico (entre outros) com importantes obras e monumentos que hoje podemos admirar.
4ª Etapa - Do Consulado ao Império (1799-1804)
Com a instauração de uma nova constituição, dá-se inicio ao Consulado, porém esta etapa acaba por não ser muito longa dado que o país enfrentava grandes dificuldades. Assim, Napoleão acaba por ser nomeado consul e mais tarde torna-se imperador, autocoroando-se na igreja de Notre Dame.
Figura 8: Coroação de Napoleão Bonaparte
3ª Etapa - O Diretório (1795-1799)
Foi então instaurada a terceira etapa que reestruturou a separação dos poderes, sendo entregue o poder executivo a cinco diretores que constituíam o Diretório, o poder legislativo a duas assembleias que totalizavam 750 membros, com o Conselho dos Quinhentos que propunha as leis, e o Conselho dos Anciãos que as aprova ou rejeita, e o poder judicial entregue a um Tribunal Superior. Durante esta etapa, França encontrava-se num período dificil devido a conflitos e à crise levando a população a entregar o poder a Napoleão a novembro de 1799 pondo fim ao Diretório.
Figura 7: Confronto entre Napoleão e o Conselho dos Quinhentos
Pós-Revolução
Com o fim da revolução, a sociedade de ordens é transformada numa sociedade de classes permitindo uma maior facilidade na ascenção social e a burguesia acaba por se tornar a classe mais importante. Esta revolta, acabor por desencadear outras vagas revolucionárias na Europa popularizando assim os ideais iluministas nos quais se baseia o liberalismo.
1ª Etapa - A Monarquia Constitucional (1791-1792)
Com a implementação da Constituição deu-se inicio à monarquia constitucional. Esta, caracterizou-se da seguinte forma:
Figura 4: Monarquia Constitucional
O fim da Monarquia Constitucional deveu-se a um agravamento dos problemas da França como a situação económica e financeira, o descontentamento do clero e da nobreza, bem como do povo, a tentativa fracassada de fuga do rei Luís XVI em 1791 e o seu humilhante regresso a Paris e, por fim, a guerra entre França e Áustria, contando com várias derrotas do exército francês, levou a uma revolução derivada da pressão imposta pelos sans-culottes, e à introdução de uma convenção nacional que proclamou a república.
Património Cultural
A Revolução Francesa foi sem dúvida um acontecimento histórico extremamente importante na história da França e como tal, existem diversas obras relacionadas com este evento, como monumentos e pinturas.
Figura 12: “La Liberté guidant le peuple”
Figura 10: Panteão
Figura 11: Museu do Louvre (Século XVIII)
Figura 13: “Le Serment du Jeu de Paume”
Introdução
Este trabalho pretende desenvolver a Revolução Francesa e os seus respetivos subtemas. Iremos abordar os antecedentes da revolução relacionando os problemas sociais, a crise económica, a crise política e a convocação dos Estados Gerais. Será também desenvolvida a Bastilha, a sua simbologia e alguns factos interessantes sobre a mesma. Nas etapas da revolução iremos falar sobre a monarquia constitucional, a convenção, o diretório e por fim o consulado e o império. Napoleão Bonaparte será outro dos temas expostos, fazendo referência à sua vida, carreira militar e à sua ascensão. Por fim, referenciar-se-à o período da pós-revolução, os seus impactos nos países da Europa e o património cultural deixado pela revolução mais especificamente os monumentos e as pinturas importantes.
Antecedentes da Revolução:
A situação da França nos finais do século XVIII era complicada, uma vez que se vivia uma crise económica grave e o descontentamento da população perante as tentativas de amenizar a situação financeira era visível. Os impostos aumentavam significativamente, como forma de tentar amenizar a crise, deixando as populações mais desfavorecidas na miséria. Uma vez que, as ordens privilegiadas não pagavam impostos, estes decaíam todos sobre o Terceiro Estado. Sem encontrar uma solução para estes problemas, Luís XVI acaba por convocar os Estados Gerais, gerando outro conflito sobre o método de votação usado. O Terceiro Estado defendia que o mais justo seria votos por cabeça e não por ordem como era tradicional.
Figura 1: Convocação dos Estados Gerais
Perante isto, os deputados que representavam o Terceiro Estado decidem reunir criando a Assembleia Nacional Constituinte com o objetivo de implementar uma constituição na França. Mais tarde, criaram a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que se baseava em ideais iluministas.
A Bastilha:
A Bastilha era um símbolo do absolutismo e da opressão situado a este de Paris. Sendo o local onde ficavam retidos os presos políticos no reinado Luís XIV (normalmente opositores do absolutismo). E foi então que, a 14 de julho de 1789, se deu a tomada da Bastilha como forma de protesto por parte da população. Acabou então o Antigo Regime e iniciou-se a revolução francesa. Alguns anos mais tarde, acabou por ser construída no local onde se situava a Bastilha, uma Coluna denominada de Coluna de Julho, mas como símbolo dos acontecimentos de 1830. A queda da Bastilha continua a ser um grande marco na história francesa e até hoje é um feriado muito importante.
Figura 2: Tomada da Bastilha
Figura 3: Tomada da Bastilha