Guariba da Caatinga
Foto: Robério Freire
projeto guariba
ARMADILHAS FOTOGRÁFICAS
voz potente
congelamento
As Guaribas não gostam de gente. Ao menor sinal de presença humana, esses primatas botam em prática uma técnica chamada “congelamento”. Os animais vão para a copa de alguma árvore e ficam imóveis, dificultando a observação.
Foto: Robério Freire
Foto: Robério Freire
Uma das principais características da Guariba-da-Caatinga é sua vocalização. Ela tem um osso hióide (osso abaixo da mandíbula) que a permite emitir poderosos sons que duram cerca de 10 minutos e podem ser escutados em um raio de 3KM de distância.
Na Serra das Almas, foram utilizadas 10 armadilhas fotográficas (câmeras ativadas por sensores de movimento) para encontrar os animais em seu habitat natural sem a necessidade de interferência humana. A Guariba costuma viver na parte superior de árvores que vão de 10 a 15 metros de altura.
O Projeto Guariba foi criado em 2016. A proposta surgiu a partir da pesquisa de mestrado de Robério Freire Filho, coordenador da iniciativa e pesquisador que, à época, estudava na Universidade de Lisboa. O trabalho do projeto é dividido em três eixos: produção científica, educação ambiental com as comunidades locais das áreas de ocorrência da espécie e divulgação através das redes sociais.
Guaribas-da-Caatinga_ No Clima da Caatinga
Caatinga Fortaleza
Created on February 27, 2024
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Guariba da Caatinga
Foto: Robério Freire
projeto guariba
ARMADILHAS FOTOGRÁFICAS
voz potente
congelamento
As Guaribas não gostam de gente. Ao menor sinal de presença humana, esses primatas botam em prática uma técnica chamada “congelamento”. Os animais vão para a copa de alguma árvore e ficam imóveis, dificultando a observação.
Foto: Robério Freire
Foto: Robério Freire
Uma das principais características da Guariba-da-Caatinga é sua vocalização. Ela tem um osso hióide (osso abaixo da mandíbula) que a permite emitir poderosos sons que duram cerca de 10 minutos e podem ser escutados em um raio de 3KM de distância.
Na Serra das Almas, foram utilizadas 10 armadilhas fotográficas (câmeras ativadas por sensores de movimento) para encontrar os animais em seu habitat natural sem a necessidade de interferência humana. A Guariba costuma viver na parte superior de árvores que vão de 10 a 15 metros de altura.
O Projeto Guariba foi criado em 2016. A proposta surgiu a partir da pesquisa de mestrado de Robério Freire Filho, coordenador da iniciativa e pesquisador que, à época, estudava na Universidade de Lisboa. O trabalho do projeto é dividido em três eixos: produção científica, educação ambiental com as comunidades locais das áreas de ocorrência da espécie e divulgação através das redes sociais.