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Canções de abril Pedra Filosofal

Tomás Freire

Created on February 24, 2024

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Transcript

Canções DE abril

«Pedra Filosofal»

Pedra Filosofal

  • O poema foi escrito por António Gedeão e publicado no livro Movimento Perpétuo (1956).
  • Interpretado musicalmente por Manuel Freire (1970).
  • A música é considerada um hino e uma arma da resistência contra a ditadura.

Biografia do poeta

António Gedeão
  • Pseudónimo de Rómulo de Carvalho.
  • Nascimento: 24 de novembro de 1906, Lisboa.
  • Falecimento: 19 de fevereiro de 1997, Lisboa.
  • Foi professor de físico-química, pedagogo, investigador da História da Ciência em Portugal, divulgador da Ciência e poeta.
  • Publicou diversos teatros, ensaios, palestras e poemas, sendo os seus principais poemas a «Pedra Filosofal» e a «Lágrima de Preta».
  • Foram-lhe concedidas várias homenagens como o Dia Nacional da Cultura Científica que, em Portugal, é na sua data de nascimento.

Biografia do Cantor

Manuel Freire
  • Nascimento: 25 de abril de 1942 em Vagos, Portugal.
  • Foi cantor e compositor.
  • Ganhou destaque com a canção "Pedra Filosofal".
  • Participou em diversos festivais de música em Portugal.
  • Esteve envolvido em atividades sociais e políticas, especialmente durante a Revolução dos Cravos em 1974.
  • Reconhecido pelo seu talento musical e pela sua contribuição para a cultura portuguesa.

Contexto histórico - A ditadura do estado novo

  • O poema "Pedra Filosofal" foi escrito e interpretado durante a Ditadura do Estado Novo em Portugal.
  • O Estado Novo vigorou em Portugal de 1933 a 1974 (41 anos).
  • Foi liderado por António de Oliveira Salazar e posteriormente por Marcelo Caetano.
  • Era um regime autoritário, que moldava e controlava profundamente a sociedade portuguesa, onde a liberdade individual estava completamente restringida.
Características:
  • Nacionalismo;
  • Corporativismo;
  • Colonialismo;
  • Controlo da juventude;
  • Polícia política (PIDE);
  • Censura;
  • Propaganda.

Acontecimentos de 1970

  • Falecimento de António de Oliveira Salazar

Análise do poema - 1ª estrofe

  • Anáfora
  • O sonho comanda a nossa vida, como as coisas mais simples que nos rodeiam.
  • Comparações
  • Mostra que o sonho e a imaginação não têm um limite e nos podem levar até ao céu.

Análise do poema - 2ª estrofe

  • Anáfora
  • Celebração e prazer que o sonho pode trazer

Análise do poema - 3ª estrofe

  • Anáfora
  • Arte
  • História/Descobrimentos Portugueses
  • Física/Tecnologia

Análise do poema - 4ª estrofe

  • Anáfora
  • Traz a esperança de que os sonhos se podem tornar realidade
  • "Eles"- seres humanos incapazes de sonhar e também pode ser interpretado com uma referência aos líderes autoritários do Estado Novo e a todas as pessoas que tinham uma mentalidade parecida.
  • Simboliza toda a simplicidade e alegria por trás do sonho.

Conclusão

O sonho é liberdade. Quando sonhamos, entramos num mundo que é só nosso, em que temos liberdade total e podemos ser quem quisermos. Por mais que nos reprimissem e nos retirassem a liberdade de fazer tudo, nunca nos poderiam tirar a liberdade de sonhar.

O que é uma pedra filosofal?

25 de abril sempre, fascismo nunca mais!

Webgrafia

  • https://prezi.com/aj8oathztpdo/pedra-filosofal/
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_Filosofal_(poema)
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Gede%C3%A3o
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Freire
  • https://www.hoteloslo-coimbra.pt/40-anos-do-25-de-abril/

Trabalho realizado por: Tomás Freire n.º27 Laura Afonso n.º14