Canções DE abril
«Pedra Filosofal»
Pedra Filosofal
- O poema foi escrito por António Gedeão e publicado no livro Movimento Perpétuo (1956).
- Interpretado musicalmente por Manuel Freire (1970).
- A música é considerada um hino e uma arma da resistência contra a ditadura.
Biografia do poeta
António Gedeão
- Pseudónimo de Rómulo de Carvalho.
- Nascimento: 24 de novembro de 1906, Lisboa.
- Falecimento: 19 de fevereiro de 1997, Lisboa.
- Foi professor de físico-química, pedagogo, investigador da História da Ciência em Portugal, divulgador da Ciência e poeta.
- Publicou diversos teatros, ensaios, palestras e poemas, sendo os seus principais poemas a «Pedra Filosofal» e a «Lágrima de Preta».
- Foram-lhe concedidas várias homenagens como o Dia Nacional da Cultura Científica que, em Portugal, é na sua data de nascimento.
Biografia do Cantor
Manuel Freire
- Nascimento: 25 de abril de 1942 em Vagos, Portugal.
- Foi cantor e compositor.
- Ganhou destaque com a canção "Pedra Filosofal".
- Participou em diversos festivais de música em Portugal.
- Esteve envolvido em atividades sociais e políticas, especialmente durante a Revolução dos Cravos em 1974.
- Reconhecido pelo seu talento musical e pela sua contribuição para a cultura portuguesa.
Contexto histórico - A ditadura do estado novo
- O poema "Pedra Filosofal" foi escrito e interpretado durante a Ditadura do Estado Novo em Portugal.
- O Estado Novo vigorou em Portugal de 1933 a 1974 (41 anos).
- Foi liderado por António de Oliveira Salazar e posteriormente por Marcelo Caetano.
- Era um regime autoritário, que moldava e controlava profundamente a sociedade portuguesa, onde a liberdade individual estava completamente restringida.
Características:
- Corporativismo;
- Colonialismo;
- Controlo da juventude;
- Polícia política (PIDE);
- Censura;
- Propaganda.
Acontecimentos de 1970
- Falecimento de António de Oliveira Salazar
Análise do poema - 1ª estrofe
- O sonho comanda a nossa vida, como as coisas mais simples que nos rodeiam.
- Mostra que o sonho e a imaginação não têm um limite e nos podem levar até ao céu.
Análise do poema - 2ª estrofe
- Celebração e prazer que o sonho pode trazer
Análise do poema - 3ª estrofe
- História/Descobrimentos Portugueses
Análise do poema - 4ª estrofe
- Traz a esperança de que os sonhos se podem tornar realidade
- "Eles"- seres humanos incapazes de sonhar e também pode ser interpretado com uma referência aos líderes autoritários do Estado Novo e a todas as pessoas que tinham uma mentalidade parecida.
- Simboliza toda a simplicidade e alegria por trás do sonho.
Conclusão
O sonho é liberdade. Quando sonhamos, entramos num mundo que é só nosso, em que temos liberdade total e podemos ser quem quisermos. Por mais que nos reprimissem e nos retirassem a liberdade de fazer tudo, nunca nos poderiam tirar a liberdade de sonhar.
O que é uma pedra filosofal?
25 de abril sempre, fascismo nunca mais!
Webgrafia
- https://prezi.com/aj8oathztpdo/pedra-filosofal/
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_Filosofal_(poema)
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Gede%C3%A3o
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Freire
- https://www.hoteloslo-coimbra.pt/40-anos-do-25-de-abril/
Trabalho realizado por: Tomás Freire n.º27 Laura Afonso n.º14
Canções de abril Pedra Filosofal
Tomás Freire
Created on February 24, 2024
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Transcript
Canções DE abril
«Pedra Filosofal»
Pedra Filosofal
Biografia do poeta
António Gedeão
Biografia do Cantor
Manuel Freire
Contexto histórico - A ditadura do estado novo
- O poema "Pedra Filosofal" foi escrito e interpretado durante a Ditadura do Estado Novo em Portugal.
- O Estado Novo vigorou em Portugal de 1933 a 1974 (41 anos).
- Foi liderado por António de Oliveira Salazar e posteriormente por Marcelo Caetano.
- Era um regime autoritário, que moldava e controlava profundamente a sociedade portuguesa, onde a liberdade individual estava completamente restringida.
Características:Acontecimentos de 1970
Análise do poema - 1ª estrofe
Análise do poema - 2ª estrofe
Análise do poema - 3ª estrofe
Análise do poema - 4ª estrofe
Conclusão
O sonho é liberdade. Quando sonhamos, entramos num mundo que é só nosso, em que temos liberdade total e podemos ser quem quisermos. Por mais que nos reprimissem e nos retirassem a liberdade de fazer tudo, nunca nos poderiam tirar a liberdade de sonhar.
O que é uma pedra filosofal?
25 de abril sempre, fascismo nunca mais!
Webgrafia
Trabalho realizado por: Tomás Freire n.º27 Laura Afonso n.º14