Lourdes Castro
Catarina Tserkovnyuk nº5 11ºI
01
Introdução
02
Biografia
03
Obras
Índice
04
Exposições
05
Vídeos sobre Lourdes Castro
06
Webgrafia
Introdução
Escolhi a Lourdes Castro porque no 10°ano a minha professora de desenho propôs pôr-mos a mão no saco onde o papel que saísse seria a obra desse artista que iríamos desenhar.
Como podem ter percebido calhou-me a Lourdes Castro e quando a vi na lista achei "hm vou pesquisar mais sobre ela já que eu fiz um desenho dela".
BIografia
Nascimento: 9 de dezembro, 1930Falecimento: 8 de janeiro 2022 Área: Artes Plásticas Formação: Escola de Belas Artes de Lisboa
Lourdes
Castro
Árpád Szenes
- Alguns dos artistas com as mesmas temáticas da Lourdes Castro são:
Roy Linchester
Keith Haring
Richard Hamilton
Andy Warhol
obras
A Luz na Sombra
Para Lourdes Castro a sombra é um sinal, um vestígio, a presença de uma ausência que não se quer, ou não se pode esquecer, na sua obra a morte não tem a última palavra, a cor, a fluorescência transmitem-nos a alegria e o bem estar.
Teatro de Sombras, As Cinco Estações, 1976, Arte Conceptual
Ananas Tropical, 1970, Pop Arte
Sombras Brancas I, Pop art
A sombra é o mínimo que se pode dizer de qualquer coisa.
Lourdes Castro
Arte Conceptual, Pop Arte
Sombras projetadas (com René Bartholo)
Auto-retrato
Pop Arte
1965
1964
ler mais
Sombra projectada de Andre Morais
Sombra projectada de Claudine Bury
1967
Pop Arte
1964
Pop Arte
1991
1991
1991
Inverno
1992
Outono
Primavera
Verão
Pop Arte
Pop Arte
Pop Arte
Pop Arte
Eu faço objectos /Eu faço esculturas /Eu faço relevos /Eu colo coisas /Eu colo tudo o que é para deitar fora, /todas as tralhas que já não servem para nada, /velhas coisas usadas, novas, muito novas, /sem graça; /coloco-as umas ao lado das outras, /empilhadas ou seguindo linhas, não sei /quais; espaços em volta ou espaços nenhuns, /cheios. /Pinto tudo a alumínio. /É isto.
Lourdes Castro, 1961
Exposições
Museu Calouste Gulbenkian
Museu de Arte Contemporânea da Madeira
Museu Coleção Berardo
Conclusão
- Lourdes Castro é uma artista contemporânea porque....
- As minhas perspectivas futuras para a arte contemporânea são....
Crescem à sombra, 1991, Pop Arte
Webgrafia
https://www.wikiart.org/pt/lourdes-castro/anaphalis-margaritacca-1972
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lourdes_Castro
https://www.wikiart.org/pt/artists-by-art-movement/pop-art#!#resultType:masonry
https://cultura.madeira.gov.pt/agenda-cultural123/4263-exposi%C3%A7%C3%A3o-%E2%80%9Ccomo-uma-ilha-sobre-o-mar-lourdes-castro.html
https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/lourdes-castro-e-sombras-de-afecto
OBRIGADA
Sombras projetadas (com René Bartholo)
Expõe individualmente pela primeira vez no Funchal em 1955 e no ano seguinte termina a licenciatura em Pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Em 1957 parte para Munique, fixando-se depois em Paris, com René Bertholo, com quem funda o grupo e a revista KWY (1958-1963). Entre 1972 e 1979 é artista residente na Deutscher Akademischer Austauschdienst (Berlim). Nesse período produz, primeiro com Bertholo e depois com Manuel Zimbro, um Teatro de Sombras. A sua obra inicial é marcada pelo abandono dos suportes e disciplinas mais tradicionais e caracteriza-se pelas assemblages de referências neo-dadaístas, em que vários objectos do quotidiano são manipulados e imbuídos de novas significações formais. A busca pela compreensão da forma leva Lourdes Castro a desenvolver, a partir da década de 1960, uma intensa e prolongada pesquisa sobre perfis e sombras, enquanto elementos processuais da desmaterialização e redefinição do objecto. Explora então a projeção e a fixação dos perfis e das sombras em materiais diversos (lençóis, plexiglas, acrílico, papel), tirando partido dos jogos de opacidade e transparência e da enfatização da bidimensionalidade ou tridimensionalidade dos suportes. Regressada definitivamente ao Funchal em 1983, viria a ser distinguida com a Medalha do Concelho Regional de Montrouge (1995) e com os prémios CELPA – Vieira da Silva (2004), Grande Prémio EDP (2000) e AICA (2010). Em 2010 o seu trabalho foi exposto, juntamente com a obra de Manuel Zimbro, na importante retrospectiva “À luz da sombra”, que teve lugar no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto.
Prémios e Reconhecimento
- Medalha do Concelho Regional Salon de Montrouge, Paris, 1995
Grande Prémio EDP )Lisboa, 2000 Prémio CELPA/Vieira da Silva - Artes Plásticas Consagração, 2004;
- Prémio Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes em 2015, atribuído pela Igreja Católica Distinguida com o Prémio Artes Visuais em 2010 pela Associação Internacional de Críticos de Arte.
- A 9 de dezembro de 2020, no dia do seu nonagésimo aniversário, foi anunciada a sua condecoração com a Medalha de Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura português. A cerimónia de entrega pelas mãos da ministra da cultura Graça Fonseca aconteceu a 26 de abril de 2021.
- A 8 de junho de 2021, foi agraciada com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. Está representada em várias coleções, públicas e privadas, entre as quais: Victoria e Albert Museum (Londres); Museu de Arte Moderna (Havana); Museu de Arte Contemporânea (Belgrado); Museu Nacional de Varsóvia, Museu Nacional de Breslávia (Vroclaw) e Lódz; Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); Fundação de Serralves (Porto).
Apresentação Lourdes C3astro
Catarina Tserkovnyuk
Created on February 21, 2024
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Lourdes Castro
Catarina Tserkovnyuk nº5 11ºI
01
Introdução
02
Biografia
03
Obras
Índice
04
Exposições
05
Vídeos sobre Lourdes Castro
06
Webgrafia
Introdução
Escolhi a Lourdes Castro porque no 10°ano a minha professora de desenho propôs pôr-mos a mão no saco onde o papel que saísse seria a obra desse artista que iríamos desenhar. Como podem ter percebido calhou-me a Lourdes Castro e quando a vi na lista achei "hm vou pesquisar mais sobre ela já que eu fiz um desenho dela".
BIografia
Nascimento: 9 de dezembro, 1930Falecimento: 8 de janeiro 2022 Área: Artes Plásticas Formação: Escola de Belas Artes de Lisboa
Lourdes
Castro
Árpád Szenes
Roy Linchester
Keith Haring
Richard Hamilton
Andy Warhol
obras
A Luz na Sombra
Para Lourdes Castro a sombra é um sinal, um vestígio, a presença de uma ausência que não se quer, ou não se pode esquecer, na sua obra a morte não tem a última palavra, a cor, a fluorescência transmitem-nos a alegria e o bem estar.
Teatro de Sombras, As Cinco Estações, 1976, Arte Conceptual
Ananas Tropical, 1970, Pop Arte
Sombras Brancas I, Pop art
A sombra é o mínimo que se pode dizer de qualquer coisa.
Lourdes Castro
Arte Conceptual, Pop Arte
Sombras projetadas (com René Bartholo)
Auto-retrato
Pop Arte
1965
1964
ler mais
Sombra projectada de Andre Morais
Sombra projectada de Claudine Bury
1967
Pop Arte
1964
Pop Arte
1991
1991
1991
Inverno
1992
Outono
Primavera
Verão
Pop Arte
Pop Arte
Pop Arte
Pop Arte
Eu faço objectos /Eu faço esculturas /Eu faço relevos /Eu colo coisas /Eu colo tudo o que é para deitar fora, /todas as tralhas que já não servem para nada, /velhas coisas usadas, novas, muito novas, /sem graça; /coloco-as umas ao lado das outras, /empilhadas ou seguindo linhas, não sei /quais; espaços em volta ou espaços nenhuns, /cheios. /Pinto tudo a alumínio. /É isto.
Lourdes Castro, 1961
Exposições
Museu Calouste Gulbenkian
Museu de Arte Contemporânea da Madeira
Museu Coleção Berardo
Conclusão
Crescem à sombra, 1991, Pop Arte
Webgrafia
https://www.wikiart.org/pt/lourdes-castro/anaphalis-margaritacca-1972
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lourdes_Castro
https://www.wikiart.org/pt/artists-by-art-movement/pop-art#!#resultType:masonry
https://cultura.madeira.gov.pt/agenda-cultural123/4263-exposi%C3%A7%C3%A3o-%E2%80%9Ccomo-uma-ilha-sobre-o-mar-lourdes-castro.html
https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/lourdes-castro-e-sombras-de-afecto
OBRIGADA
Sombras projetadas (com René Bartholo)
Expõe individualmente pela primeira vez no Funchal em 1955 e no ano seguinte termina a licenciatura em Pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Em 1957 parte para Munique, fixando-se depois em Paris, com René Bertholo, com quem funda o grupo e a revista KWY (1958-1963). Entre 1972 e 1979 é artista residente na Deutscher Akademischer Austauschdienst (Berlim). Nesse período produz, primeiro com Bertholo e depois com Manuel Zimbro, um Teatro de Sombras. A sua obra inicial é marcada pelo abandono dos suportes e disciplinas mais tradicionais e caracteriza-se pelas assemblages de referências neo-dadaístas, em que vários objectos do quotidiano são manipulados e imbuídos de novas significações formais. A busca pela compreensão da forma leva Lourdes Castro a desenvolver, a partir da década de 1960, uma intensa e prolongada pesquisa sobre perfis e sombras, enquanto elementos processuais da desmaterialização e redefinição do objecto. Explora então a projeção e a fixação dos perfis e das sombras em materiais diversos (lençóis, plexiglas, acrílico, papel), tirando partido dos jogos de opacidade e transparência e da enfatização da bidimensionalidade ou tridimensionalidade dos suportes. Regressada definitivamente ao Funchal em 1983, viria a ser distinguida com a Medalha do Concelho Regional de Montrouge (1995) e com os prémios CELPA – Vieira da Silva (2004), Grande Prémio EDP (2000) e AICA (2010). Em 2010 o seu trabalho foi exposto, juntamente com a obra de Manuel Zimbro, na importante retrospectiva “À luz da sombra”, que teve lugar no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto.
Prémios e Reconhecimento