PRESENTATION
Justice
GUERRA CIVIL PORTUGUESA1832-1834
Lorem ipsum dolor sit amet, consecter adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet doloremagna aliquam erat volutpat
CONTEXTO HISTÓRICO DA GUERRA CIVIL
Após a Revolução Americana e Francesa, no final do século XVIII e início do século XIX, a Europa foi invadida por uma onda de Revoluções Liberais motivadas pelos ideais iluministas. Em 1820, a Revolução chega a Portugal e com ela uma disputa entre Absolutistas e Liberais que perduraria por quase todo o século.
Estávamos nessa altura, no reinado de D. João VI e de D. Carlota Joaquina.
Com a morte de D.João VI em 1826, quem lhe sucede é D. Pedro, Imperador do Brasil. Abdicando do trono português a favor da sua filha, D. Maria II, que deveria casar com o tio D. Miguel. Contudo, antes de abdicar do trono, D. Pedro outorga a Carta Constitucional.
D. Miguel I
Há muito exiladopor D. João VI por tentativas de repor o absolutismo em Portugal,D. Miguel regressa para a corte e casa com a sobrinha, jurando a Carta Constitucional. D. Miguel, irmão de D.Pedro, assume regência de Portugal.
O ECLODIR DA GUERRA CIVIL
Os defensores do partido absolutista (latifundiários e a Igreja Católica) não ficaram satisfeitos com a decisão de D. Pedro em abdicar do trono a favor de D. Maria II e continuaram a ver D. Miguel como o legítimo sucessor ao trono.
O ECLODIR DA GUERRA CIVIL
Quando, em 1828, D. Miguel regressa a Portugal para jurar a Constituição e exercer a regência, foi imediatamente nomeado rei pelos seus apoiantes, restaurando o absolutismo. Um mês depois da sua chegada, D. Miguel dissolveu a Câmara dos Deputados e convocou as cortes tradicionais (com a nobreza e o clero). As cortes de 1828 cumpriram a vontade de D. Miguel, coroando-o como Miguel I de Portugal e anulando a Constituição.
O ECLODIR DA GUERRA CIVIL
A imposição do absolutismo em Portugal não foi bem aceite, levando a que os opositores de D. Miguel fossem tratados com violência, assim muitos deles optavam por se exilarem. Em 1828, Portugal foi afetado por um descontentamento por parte da população, dando lugar à Guerra Civil.
D. Miguel I
D. Pedro IV
A Guerra Civil Portuguesa ocorreu de 1832 a 1834, opondo D.Pedro (liberalista) a D.Miguel (absolutista).
D. Pedro IV e D. Miguel I a disputar pela coroa portuguesa.
Divisão Tripartida dos Poderes
Liberais- D. Pedro
Soberania Popular: o poder reside na nação
CONFRONTO ENTRE
O poder está concentrado no Rei pois este é divino
Absolutistas- D. Miguel
A nação é representada pelo Rei e pelas cortes
Em 1832, o desembarque das tropas liberais de D. Pedro IV no Mindelo, às quais se juntaram muitos liberais que conspiravam no país e no estrangeiro, assinalou o início do confronto armado.
O desembarque permitiu às forças liberais tomar a cidade do Porto, apanhando de surpresa o exército miguelista.
Depois do desembarque, as forças liberais refugiaram-se dentro dos muros da Cidade Invicta, levando a que os miguelistas dessem início ao prolongado Cerco do Porto. O Cerco do Porto só seria levantado após a conquista da capital pelos liberais.
Em 1833, após anos de intensas lutas, o exército miguelista começa a revelar fraqueza e uma constate dúvida em relação à vitória. Essa ano foi um período de indecisões, onde muitos soldados combatiam para o lado do inimigo. Esta situação foi agravada por dificuldades económicas e climatéricas.
Em 1834, pelo Tratado de Londres, a Quádrupla Aliança decide intervir militarmente contra as forças do rei D. Miguel levando ao fim da guerra civil, no Alentejo, com a assinatura da Convenção de Evora-Monte.
-A imediata e absoluta rendição de D. Miguel e dos seus apoiantes; -O exílio permanente de D. Miguel na Alemanha. O príncipe tinha direito a uma pensão vitalícia, podendo dispor livremente de todos os seus bens particulares. -O regresso de D. Maria II à coroa visto que, com a restauração do absolutismo por D.Miguel, tinha sido afastada do poder.
A CONVENÇÃO DE ÉVORA-MONTE ESTABELECEU
Com o fim da Guerra Civil o liberalismo constitucional instalou-se em Portugal.
CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA CIVIL
OBRIGADA!
Camila Cacho 11ºH
A GUERRA CIVIL PORTUGUESA
camilacacho224
Created on February 17, 2024
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Audio tutorial
View
Pechakucha Presentation
View
Desktop Workspace
View
Decades Presentation
View
Psychology Presentation
View
Medical Dna Presentation
View
Geometric Project Presentation
Explore all templates
Transcript
PRESENTATION
Justice
GUERRA CIVIL PORTUGUESA1832-1834
Lorem ipsum dolor sit amet, consecter adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet doloremagna aliquam erat volutpat
CONTEXTO HISTÓRICO DA GUERRA CIVIL
Após a Revolução Americana e Francesa, no final do século XVIII e início do século XIX, a Europa foi invadida por uma onda de Revoluções Liberais motivadas pelos ideais iluministas. Em 1820, a Revolução chega a Portugal e com ela uma disputa entre Absolutistas e Liberais que perduraria por quase todo o século.
Estávamos nessa altura, no reinado de D. João VI e de D. Carlota Joaquina.
Com a morte de D.João VI em 1826, quem lhe sucede é D. Pedro, Imperador do Brasil. Abdicando do trono português a favor da sua filha, D. Maria II, que deveria casar com o tio D. Miguel. Contudo, antes de abdicar do trono, D. Pedro outorga a Carta Constitucional.
D. Miguel I
Há muito exiladopor D. João VI por tentativas de repor o absolutismo em Portugal,D. Miguel regressa para a corte e casa com a sobrinha, jurando a Carta Constitucional. D. Miguel, irmão de D.Pedro, assume regência de Portugal.
O ECLODIR DA GUERRA CIVIL
Os defensores do partido absolutista (latifundiários e a Igreja Católica) não ficaram satisfeitos com a decisão de D. Pedro em abdicar do trono a favor de D. Maria II e continuaram a ver D. Miguel como o legítimo sucessor ao trono.
O ECLODIR DA GUERRA CIVIL
Quando, em 1828, D. Miguel regressa a Portugal para jurar a Constituição e exercer a regência, foi imediatamente nomeado rei pelos seus apoiantes, restaurando o absolutismo. Um mês depois da sua chegada, D. Miguel dissolveu a Câmara dos Deputados e convocou as cortes tradicionais (com a nobreza e o clero). As cortes de 1828 cumpriram a vontade de D. Miguel, coroando-o como Miguel I de Portugal e anulando a Constituição.
O ECLODIR DA GUERRA CIVIL
A imposição do absolutismo em Portugal não foi bem aceite, levando a que os opositores de D. Miguel fossem tratados com violência, assim muitos deles optavam por se exilarem. Em 1828, Portugal foi afetado por um descontentamento por parte da população, dando lugar à Guerra Civil.
D. Miguel I
D. Pedro IV
A Guerra Civil Portuguesa ocorreu de 1832 a 1834, opondo D.Pedro (liberalista) a D.Miguel (absolutista).
D. Pedro IV e D. Miguel I a disputar pela coroa portuguesa.
Divisão Tripartida dos Poderes
Liberais- D. Pedro
Soberania Popular: o poder reside na nação
CONFRONTO ENTRE
O poder está concentrado no Rei pois este é divino
Absolutistas- D. Miguel
A nação é representada pelo Rei e pelas cortes
Em 1832, o desembarque das tropas liberais de D. Pedro IV no Mindelo, às quais se juntaram muitos liberais que conspiravam no país e no estrangeiro, assinalou o início do confronto armado.
O desembarque permitiu às forças liberais tomar a cidade do Porto, apanhando de surpresa o exército miguelista.
Depois do desembarque, as forças liberais refugiaram-se dentro dos muros da Cidade Invicta, levando a que os miguelistas dessem início ao prolongado Cerco do Porto. O Cerco do Porto só seria levantado após a conquista da capital pelos liberais.
Em 1833, após anos de intensas lutas, o exército miguelista começa a revelar fraqueza e uma constate dúvida em relação à vitória. Essa ano foi um período de indecisões, onde muitos soldados combatiam para o lado do inimigo. Esta situação foi agravada por dificuldades económicas e climatéricas.
Em 1834, pelo Tratado de Londres, a Quádrupla Aliança decide intervir militarmente contra as forças do rei D. Miguel levando ao fim da guerra civil, no Alentejo, com a assinatura da Convenção de Evora-Monte.
-A imediata e absoluta rendição de D. Miguel e dos seus apoiantes; -O exílio permanente de D. Miguel na Alemanha. O príncipe tinha direito a uma pensão vitalícia, podendo dispor livremente de todos os seus bens particulares. -O regresso de D. Maria II à coroa visto que, com a restauração do absolutismo por D.Miguel, tinha sido afastada do poder.
A CONVENÇÃO DE ÉVORA-MONTE ESTABELECEU
Com o fim da Guerra Civil o liberalismo constitucional instalou-se em Portugal.
CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA CIVIL
OBRIGADA!
Camila Cacho 11ºH