Fernando José Salgueiro Maia
Trabalho realizado por: Catarina Louro
Dados biográficos
- Nasceu a 1 de julho de 1944 em Castelo de Vide, distrito de Portalegre, Alto Alentejo
- Faleceu a 3 de abril de 1992 ( 47 anos ) em Lisboa
- Filho de Francisco da Luz Maia e Francisca Silvéria Salgueiro
- Casado com Natércia Salgueiro Maia
- Teve dois filhos: Catarina e Filipe Salgueiro Maia
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Estudos e carreira
- Admitido na Academia Militar (Lisboa) em outubro de 1964
- Colocado na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, para fazer o tirocínio
- Ascendeu a comandante de instrução e integrou uma companhia dos comandos, em Moçambique (1967-69) e na Guiné (1971-73), durante a Guerra Colonial
- Licenciado em Ciências Políticas e Sociais do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (após a revolução)
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Movimento das Forças Armadas (MFA) ou Movimento dos Capitães
- Movimento militar de esquerda
- Responsável pela Revolução de 25 de Abril de 1974
- Teve origem no descontentamento dos oficiais milicianos perante a situação salarial e a progressão na carreira.
- Durante os encontros clandestinos, as reivindicações estenderam-se a outros temas: a liberdade de expressão e o fim da censura; a eleição democrãtica de uma assembleia constituinte, assim como o desmantelamento da PID/ DGS,
Fernando José Salgueiro Maia era um membro ativo deste movimento sendo que, participou em diversas reuniões clandestinas.
O papel de Salgueiro Maia na Revolução dos Cravos
1973
início das reuniões clandestinas orgaizadas pelo MFA
16 de março de 1974
O Levantamento das Caldas
Fernando José Salgueiro Maia, é conhecido como a cara da revolução de 25 de abril, tendo sido imprescindível para o sucesso da mesma.
23 de abril de 1974
Salgueiro Maia, Candeias Valente e Ribeiro Sardinha planeiam a entrega da ordem de operações
23 de abril de 1974
Salgueiro Maia recebe a ordem de operações no estacionamento da Pastelaria Bijou, em Santarém
23 de abril de 1974
A viatura de Salgueiro Maia é seguida por uma viatura da PIDE/DGS à distância
24 de abril de 1974
Oficiais da Escola Prática de Cavalaria, ligados ao MFA, iniciam contactos com os cerca de cinquenta graduados, comunicando-lhes a senha e contra senha e o plano de operação
24 de abril de 1974
Um grupo de militares comandados por Otelo Saraiva de Carvalho, instala secretamente o posto de comando do movimento no quartel da Pontinha
24 de abril de 1974
As operações militares começam. Uma das senhas ( a canção "E depois do Adeus", de Paulo de Csrvalho, é emitida pelos emissores Associados de Lisboa
Fotografia do Posto de Comando do MFA, na Pontinha (agora aberto ao público)
25 de abril de 1974
É transmitida a canção "Grândola, Vila Morena", no programa Limite, da Rádio Renascença ( senha escoljhida pelos militares do MFA para confirmar que as operações estão em marcha )
25 de abril de 1974
Começam as operações para ocupar os locais estratégicos do plano de Otelo Saraiva de Carvalho (RTP, Emissora Nacional, RCP, Aeroporto, Ministério do exército, entre outros.)
25 de abril de 1974
Forças da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandadas por Salgueiro Maia, estacionam no Terreiro do Paço
25 de abril de 1974
As tropas de Salgueiro Maia cercam o Terreiro do Paço antes de saberem da escapatória de Marcello Caetano
25 de abril de 1974
As tropas de Salgueiro Maia cercam o Largo do Carmo
25 de abril de 1974
Salgueiro Maia efetua o seu dois ultimatos e comanda a abertura de fogo ao quartel da GNR
Fotografia de Spínola
25 de abril de 1974
Chegam dois negociadores e Maia é encaminhado para o interior do quartel
25 de abril de 1974
São iniciadas as negociações perante a rendição de Marcello Caetano. É hasteada a bandeira branca.
25 de abril de 1974
Fim da ditadura em Portugal
Fotografia de Fernando José Salgueiro Maia durante a Revolução do 25 de Abril
O papel de Fernando José Salgueiro Maia na Revolução dos Cravos
Resumindo...- Comandou as tropas vindas da Escola Prática de Cavalaria de Santarém
- Comandou o cerco ao Terreiro do Paço
- Comandou o cerco ao Quartel do Carmo que levou à rendição de Marcello Caetano, o último presidente do Conselho, e a entrega de poder a António de Spínola
Pós-revolução
- Grã-Cruz da Ordem da Liberdade ( 24 de setembro de 1983 )
- Grau de Grande-Oficial da Antiga e Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor,Lealdaqde e Mérito (28 de junho de 1992)
- Medalha de Ouro de Santarém (2007)
- Recusou ao longo dos anos várias oportunidades, nomeadamente: ser membro do Conselho da Revolução, governador civil do distrito de Santarém, pertencer à casa Militar da Presidência da República...
+ info
Pós-Revolução
- Promovido a major (1981) e posteriormente a Tenente-Major
- Diagnóstico de cancro que, apesar das intervenções cirúrgicas, seria responsável pelo seu falecimento (3 de abril de 1992)
- Grã-Cruz da ordem do Infante D.Henrique (25 de abril de 2016) - entregue a Natércia Salgueiro Maia na véspera do 72ºaniversário
+ info
O legado de Fernando José Salgueiro Maia
- Considerado a personificação da humildade e bravura
- Postura serena que contrastava com a sua firme determinação
- Valorizava acima de tudo a igualdade e o respeito
- Sendo a sua modéstia uma reflexão da sua convicção profunda no poder do povo unido.
- Após a revolução foram-lhe dadas diversas oportunidades que este nunca aceitou pois considerava o que tinha feito apenas como o que era correto mantendo a sua humildade.
"O Maia" continua a ser o rosto da Revolução. Por isto mesmo, a Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de abril promove, por iniciativa própria ou através de parcerias , uma série de momentos de homenagem a Salgueiro Maia.
Homenagens a Salgueiro Maia
13/04/2022
01/04/2022
30/03/2022
01/04/2022
13/04/2022
O Salgueiro Maia é o meu herói
Salgueiro Maia é uma projeção de nós
Tomás Alves, o homem por trás do herói
Salgueiro Maia - O Implicado
Salgueiro Maia: toda a história do homem que abraçou a revolução
Obrigada pela vossa atenção!
Infografia
- https://www.50anos25abril.pt/o-25-de-abril
- https://ensina.rtp.pt/artigo/salgueiro-maia-o-eterno-simbolo-da-revolucao/
- https://expresso.pt/revista/2022-04-01-Salgueiro-Maia-toda-a-historia-do-homem-que-abracou-a-revolucao-2c8cd54e
- https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$salgueiro-maia
- https://www.50anos25abril.pt/iniciativas/salgueiro-maia
- Cronologia_da_Revolução_dos_Cravos
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_das_For%C3%A7as_Armadas
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Apresentação minimalista
Catarina Louro
Created on February 6, 2024
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Fernando José Salgueiro Maia
Trabalho realizado por: Catarina Louro
Dados biográficos
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Estudos e carreira
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Movimento das Forças Armadas (MFA) ou Movimento dos Capitães
Fernando José Salgueiro Maia era um membro ativo deste movimento sendo que, participou em diversas reuniões clandestinas.
O papel de Salgueiro Maia na Revolução dos Cravos
1973
início das reuniões clandestinas orgaizadas pelo MFA
16 de março de 1974
O Levantamento das Caldas
Fernando José Salgueiro Maia, é conhecido como a cara da revolução de 25 de abril, tendo sido imprescindível para o sucesso da mesma.
23 de abril de 1974
Salgueiro Maia, Candeias Valente e Ribeiro Sardinha planeiam a entrega da ordem de operações
23 de abril de 1974
Salgueiro Maia recebe a ordem de operações no estacionamento da Pastelaria Bijou, em Santarém
23 de abril de 1974
A viatura de Salgueiro Maia é seguida por uma viatura da PIDE/DGS à distância
24 de abril de 1974
Oficiais da Escola Prática de Cavalaria, ligados ao MFA, iniciam contactos com os cerca de cinquenta graduados, comunicando-lhes a senha e contra senha e o plano de operação
24 de abril de 1974
Um grupo de militares comandados por Otelo Saraiva de Carvalho, instala secretamente o posto de comando do movimento no quartel da Pontinha
24 de abril de 1974
As operações militares começam. Uma das senhas ( a canção "E depois do Adeus", de Paulo de Csrvalho, é emitida pelos emissores Associados de Lisboa
Fotografia do Posto de Comando do MFA, na Pontinha (agora aberto ao público)
25 de abril de 1974
É transmitida a canção "Grândola, Vila Morena", no programa Limite, da Rádio Renascença ( senha escoljhida pelos militares do MFA para confirmar que as operações estão em marcha )
25 de abril de 1974
Começam as operações para ocupar os locais estratégicos do plano de Otelo Saraiva de Carvalho (RTP, Emissora Nacional, RCP, Aeroporto, Ministério do exército, entre outros.)
25 de abril de 1974
Forças da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandadas por Salgueiro Maia, estacionam no Terreiro do Paço
25 de abril de 1974
As tropas de Salgueiro Maia cercam o Terreiro do Paço antes de saberem da escapatória de Marcello Caetano
25 de abril de 1974
As tropas de Salgueiro Maia cercam o Largo do Carmo
25 de abril de 1974
Salgueiro Maia efetua o seu dois ultimatos e comanda a abertura de fogo ao quartel da GNR
Fotografia de Spínola
25 de abril de 1974
Chegam dois negociadores e Maia é encaminhado para o interior do quartel
25 de abril de 1974
São iniciadas as negociações perante a rendição de Marcello Caetano. É hasteada a bandeira branca.
25 de abril de 1974
Fim da ditadura em Portugal
Fotografia de Fernando José Salgueiro Maia durante a Revolução do 25 de Abril
O papel de Fernando José Salgueiro Maia na Revolução dos Cravos
Resumindo...- Comandou as tropas vindas da Escola Prática de Cavalaria de Santarém
- Comandou o cerco ao Terreiro do Paço
- Comandou o cerco ao Quartel do Carmo que levou à rendição de Marcello Caetano, o último presidente do Conselho, e a entrega de poder a António de Spínola
Pós-revolução
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Pós-Revolução
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O legado de Fernando José Salgueiro Maia
"O Maia" continua a ser o rosto da Revolução. Por isto mesmo, a Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de abril promove, por iniciativa própria ou através de parcerias , uma série de momentos de homenagem a Salgueiro Maia.
Homenagens a Salgueiro Maia
13/04/2022
01/04/2022
30/03/2022
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13/04/2022
O Salgueiro Maia é o meu herói
Salgueiro Maia é uma projeção de nós
Tomás Alves, o homem por trás do herói
Salgueiro Maia - O Implicado
Salgueiro Maia: toda a história do homem que abraçou a revolução
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