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Amor de perdição
Carolina Alexandra Cola Afonso
Created on January 30, 2024
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Transcript
Amor de Perdição
Trabalho realizado por: Carolina Afonso, Joana Soares e Esther Guimaraes
Introdução
No âmbito da disciplina de português vamos fazer uma apresentação sobre o livro “Amor de Perdição” de Camilo Castelo Branco de modo a responder da pergunta 11 à 20 da ficha de consolidação entrega pela professora.
Teste de verificação de leitura
11, 12 e 13 "Simão Botelho amava. Aí está uma palavra única, explicando o que parecia absurda reforma aos dezessete anos. Amava Simão uma sua vizinha, menina de quinze anos, rica herdeira, regularmente bonita e bem-nascida. Da janela de seu quarto é que ele a vira a primeira vez, para amá-la sempre. Não ficara ela incólume da ferida que fizera no coração do vizinho: amou-o também, e com mais seriedade que a usual nos seus anos[...] capitulo II
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14. "Simão Botelho levou de Viseu para Coimbra arrogantes convicções da sua valentia.{...]" capitulo II
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15. "Sabia Teresa que era aquela menina a mais querida irmã de Simão, e a que mais semelhança de parecer tinha com ele. Saiu da sua artificial indiferença, e respondeu ao reparo de Rita, fazendo-lhe com a mão um gesto e sorrindo. A filha do corregedor sorriu também, mas fugiu logo da janela, porque sua mãe tinha proibido às filhas de trocarem vistas com pessoa daquela casa.[...] capitulo III
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16. "A voz de Mariana tremia, quando D. Teresa lhe perguntou quem era. – Sou uma portadora desta carta para vossa excelência. – É de Simão! – exclamou Teresa. – Sim, minha senhora. A reclusa leu convulsiva a carta duas vezes, e disse: – Eu não posso escrever-lhe, que me roubaram o meu tinteiro, e ninguém me empresta um. Diga-lhe que vou de madrugada para o convento de Monchique do Porto. [...]" capitulo X
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17. "Tadeu mudou de aspeto, e disse irado: –Hás de casar! Quero que cases! Quero!... Quando não, amaldiçoada serás para sempre, Teresa! Morrerás num convento! Esta casa irá para teu primo! Nenhum infame há de aqui pôr um pé nas alcatifas de meus avós. Se és uma alma vil, não me pertences, não és minha filha, não podes herdar apelidos honrosos, que foram pela primeira vez insultados pelo pai desse miserável que tu amas! Maldita sejas! Entra nesse quarto, e espera que daí te arranquem para outro, onde não verás um raio de sol.[...]" capitulo IV
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18. "Domingos Botelho era extremamente feio. Para se inculcar como partido conveniente a uma filha segunda, faltavam-lhe bens de fortuna: os haveres dele não excediam a trinta mil cruzados em propriedades no Douro. Os dotes de espírito não o recomendavam também: era alcançadíssimo de inteligência, e granjeara entre os seus condiscípulos da universidade[...] Entenderam os académicos que a rudeza do seu condiscípulo procedia do muito pão de milho que ele digerira na sua terra." capitulo I
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19. " Com sua licença – disse mestre João. Dizendo, fechou por dentro ambas as portas, e sentou-se sobre uma arca. –Ora, meu fidalgo – continuou ele, descendo as mangas arrega‑ çadas da camisa, e apertando-as com dificuldade nos grossos pulsos, como quem sabe as etiquetas das mangas – há de desculpar que eu viesse assim em mangas de camisa; mas não dei com a jaqueta... [...]" capitulo V
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20. "Apenas Baltasar, cosido com o muro, desaparecera, um vulto assomou do outro lado a passo rápido. Não parou: foi direito a todos os pontos onde uma sombra podia figurar um homem. Rodeou a igreja que estava a duzentos passos de distância{...] capitulo VI