Want to create interactive content? It’s easy in Genially!

Get started free

O Lobo Ibérico

Onelia Jorge

Created on January 28, 2024

Start designing with a free template

Discover more than 1500 professional designs like these:

Winter Presentation

Hanukkah Presentation

Vintage Photo Album

Nature Presentation

Halloween Presentation

Tarot Presentation

Vaporwave presentation

Transcript

Contos e Cartazes

O Lobo Ibérico

Quem tem medo do lobo bom?

Não deixe o uivo silenciar-se!

IDEIa e Organização

Participantes

Escolas.:Rittergasse, Basileia Sekundarschule, Pratteln Bubental, Wallisellen Schütze, Zurique

Professoras.:Onélia Jorge Sílvia Coelho

Uma palavra escrita é semelhante a uma pérola. Johann Goethe

Contos

Viriato e os lobos

Tornaram-se uma ajuda e um símbolo de resistência treinados por Viriato, protegiam as aldeias lusitanas, desafiando até mesmo os mais destemidos soldados romanos. Apesar das dificuldades, a aliança entre Viriato e os lobo prevaleceu, a sua história percorre as montanhas, lembrando a todos que a coragem e a união podem desafiar até mesmo os mais poderosos impérios.

Em tempos antigos, nas montanhas da Serra da Estrela, onde os uivos dos lobos se espalhavam pela noite, viveu um líder sem medos chamado Viriato. Ele liderava um grupo de fortes guerreiros, tal lealdade rivalizava com a ferocidade dos lobos da que andavam pela região. Os romanos, querendo muito expandir seu império, tentaram dominar Viriato e seu povo. No entanto, enfrentaram a resistência feroz dos guerreiros lusitanos. Nas batalhas difíceis, os lobos eram aliados silenciosos, espreitando as fronteiras e avisando dos intrusos.

Nádia Abreu, Basileia, 5°ano

O lobo protetor

Na manhã seguinte foram procurar comida, agora já sem medo pois sabiam que o lobo os protegia.

Era uma vez um homem chamado Viriato, ele era uma boa pessoa que morava na Lusitânia. Ele adorava o seu povo, mas um dia os Lusitanos ficaram sem comida e todos tinham muita fome. Nesse momento eles viram um lobo, mas não era um simples lobo, era o Lobo Ibérico. Ele trazia uma cesta de comida na boca, o Viriato ficou tão feliz e agradeceu muito e ficaram com aquele pequeno milagre. Anoiteceu e todos foram dormir, mas durante a noite os Romanos apareceram e queriam fazer mal a todas as pessoas, mas não conseguiram porque o lobo começou a uivar e todos fugiram.

Luana Ribeiro, Basileia, 5°ano

A vingança do lobo

Quando a notícia chegou aos ouvidos do lobo, este foi a correr até ao Viriato, mais chegou tarde demais. Viriato já estava morto! O lobo zangou-se tanto que se transformou num lobo gigante e matou todos os romanos, conquistou a Roma para os Lusitanos agora ele é o rei de todo o Império. Ele nunca se esqueceu do seu melhor amigo Viriato e chamou o seu império em sua honra.

Era uma vez um lobo que andava por terras lusitanas e um dia conheceu Viriato dos Lusitanos e agora era o seu melhor amigo. Eles conversavam e viviam relaxados, mas essa paz não ia durar muito tempo assim. Eles estavam a olhar as montanhas dos vizinhos e um dia dali vieram os Romanos! Eles queriam conquistar o terreno dos lusitanos, mas os lusitanos, com a ajuda do lobo, derrubaram-nos muito facilmente. Um dia os Romanos subornaram os amigos do Viriato para entrarem, quando ele dormia, para o assassinar.

Darian Fernandes, Basileia, 6°ano

O cão e o lobo

O lobo olhou para Félix e desapareceu. Félix continuou o seu caminho e a cada hora que passava ficava mais escuro. Abrigou-se de baixo de uma árvore e pensava que se calhar não devia ter dito aquelas palavras ao lobo. Félix levantou-se e sentiu o cheiro de lobo e nesse instante ouviu um uivo. Era o lobo! - Olá! - disse ele. Félix respondeu-lhe: - Olá! Queres ser meu amigo? - Sim. - respondeu o lobo. Assim foi, juraram amizade eterna ...

Era uma vez, numa cidade antiga dos romanos, um cão Serra da Estrela chamado Félix. Ele não tinha dono e vivia no canto mais abandonado da cidade. Um dia, ele decidiu ir para o bosque. No caminho encontrou um veado morto e pensou “Oh não! Eu vou ser pequeno-almoço se não sair daqui!”, quando se queria virar veio um lobo. Félix desatou a correr e o lobo começou a correr atrás dele. Quando parou, o lobo perguntou-lhe: - Porque é que estás no bosque a fugir de mim? Félix respondeu: - Porque tu mataste um veado!

Constança Oliveira, Basileia, 6°ano

Viriato e a alcateia

soldados romanos. Em ajuda veio também uma alcateia de lobos, animais domesticados por Viriato depois deste ter salvo a vida ao lobo alfa. Ele eram leais e ferozes, defendendo os lusitanos com unhas e dentes. Com a ajuda do lobo, Viriato conseguiu escapar do cerco romano e continuar liderando sua resistência. Os romanos ficaram impressionados com a coragem do guerreiro e a fidelidade dos lobos e decidiram fugir e não voltar mais àquelas terras.

Era uma vez um guerreiro chamado Viriato, ele vivia na montanha da Serra da Estrela, em Portugal. Ele era conhecido pela sua coragem e habilidades de liderança. Naquela época, a montanha era dominada pelos romanos que queriam expandir o seu império. No entanto, Viriato não aceitava que seu povo sofresse nas mãos dos invasores e decidiu liderar uma resistência. Viriato montou um grupo enorme formado por homens corajosos e valentes, prontos para lutar pela liberdade. Eles conheciam muito bem a montanha, o que lhes proporcionava uma grande vantagem contra os

Simão Torres, Basileia, 7°ano

O lobo e o trevo

muita coisa, já foi dado como morto umas sete vezes! Foi quase comido por um leão, quase decapitado por uma planta carnívora! Quase engasgado por causa de uma borracha, sim, por causa de uma BORRACHA!!!! Apesar de ser um lobo azarado, ele era bastante simpático e bonito! O seu pelo é cinzento, os olhos amarelos, como podem imaginar, um belo exemplar Ibérico! Mas um dia, três semana atrás, numa manhã de terça-feira, tudo mudou! estava ele a passear, como sempre, até que olhou para o chão e encontrou um trevo de quatro folhas! Sim, UM TREVO DE QUATRO FOLHAS!

- Cuidado Kiko, vais cair ... Oh não!!! Espera aí, deixa-me voltar atrás. Então ... Era uma vez ... Espera!... Não, não, não, não, não! Eu sou vou começar assim! Ah! Já sei... era uma vez um lobo pequeno, meu amigo, que vivia numa floresta mágica, em Portugal, com imensas árvores verdes e outros animais mágicos como ele. Bem, o seu poder mágico não é assim tão interessante, ele tem o poder do AZAR! Imaginem! E ainda por cima é vegetariano! Mas isso não interessa para a nossa história, mas sim o AZAR! Bem, como podem imaginar, ele já passou por

Ele ficou tão contente, finalmente a sua maldição iria acabar! Iria ter sorte! E funcionou! Não foi comido por nenhum animal, não foi decapitado, nem se engasgou ... Ele costumava falar com o trevo, eram amigos! Um dia ia tão distraído que se dirigia para um penhasco quando eu lhe gritei: - Cuidado, Kiko! Vais cair .... Oh, não! Ele ainda me ouviu, mas já era tarde demais e caiu do penhasco abaixo!!!!!!! Mas por sorte tinha o seu trevo que o salvou! Bem, não que ele realmente precisasse. Ah, é verdade! Não vos contei! Ele tem outro poder ... é IMORTAL! Mas ele não sabe e acreditou que quem o salvou foi o trevo!

Não lhe vamos estragar o sonho, acreditar é importante, sentir-se protegido é importante! Até agora ele não descobriu nada e anda com o trevo para a frente e para trás! E que mal será? Para mim, nenhum! E para ti? Psiuuu ... Este é o nosso segredo!

Mafalda Coelho, Zurique, 8°ano

O lobo e a menina

começou a ficar cansado. Não caça nada! Que azar! Sem sorte, ele senta-se atrás de uma árvore e descansa um bocado. As pessoas da vila encontraram-no e um homem disse: - Olhem o Lobo mau, vamos caçá-lo! Com medo o lobo correu pelo bosque, mas as pessoas da vila não desistiram e foram atrás dele. O lobo e as pessoas correram até não terem mais forças, mas o lobo, sem saber bem como, consegui fugir, mas com um tiro na pata. Com lágrimas nos olhos, de dor e de fome, ele chegou a casa, esfomeado, dorido, cansado. Cheio de fome o lobo, depois de algumas horas, pensou que ouvia vozes, mas era verdadeira.

Era uma vez um lobo que se chamava Davide. O Davide tem pelo preto e olhos azuis e todas as noites ele vai à caça. Ele sempre tem cuidado porque tem medo das pessoas que moram na vila. As pessoas têm uma meta, querem a caçar o lobo. As pessoas que moram na vila acham que o lobo é um perigo para as crianças e para eles. Mas o lobo não sabe de nada. Uma noite, o lobo vai à caça, mas o que ele não sabe é que as pessoas da vila também vão à caça, à caça dele. Enquanto escurece o lobo prepara-se com confiança e com muito cuidado, ele vai à caça. Saiu de casa, mas depois de algum tempo

Com a força que lhes restava, ele lá se levantou para ver quem era. Ele viu uma menina sozinha, cheia de medo, com lagrimas nos olhos. Ele olhou para a rapariga e perguntou-lhe: - Precisas de ajuda? Com um sorriso, a rapariga responde ao lobo: - Sim, eu gostaria muito da tua ajuda. Os meus pais acham que tu és mau, mas eu não acho, eu gosto de ti. O lobo, com um sorriso, deu um abraço à menina e eles começam a falar e a comer, pois ela tinha-lhe trazido de comer. Algum tempo passa e ouviram vozes lá fora, eram os pais da menina que gritaram: - Larga imediatamente a nossa filha!

Zangada a filha diz aos pais: - Não! Ele ajudou-me, eu estava sozinha na floresta cheia de medo e ele, apesar de aleijado, veio ajudar-me. Os pais pediram-lhe desculpa, ofereceram-se para curar-lhe a pata e dar-lhe de comer. Com um sorriso enorme o lobo aceitou a ajuda das pessoas da vila e a partir desse dia não precisou mais de fugir.

Jéssica Alves, Zurique, 8°ano

O lobo diferente

Desde que o grupo o deixara, ele sempre morara sozinho. Ele teve de aprender a caçar para conseguir comer. Hoje em dia para o João morar sozinho já é normal. Para esquecer a solidão decidiu viajar e descobrir novas terras. Durante uma das suas viagens encontrou uma caverna, decidiu entrar para ver se tinha alguma coisa para ele comer. Ao entrar ele sentiu um objeto macio. Quando ele tornou a olhar para ver o que era ele encontrou uma loba que era um pouco mais pequena do que ele. Ela estava a tremer de frio e tinha muito medo. Algum tempo depois de a acalmar, o João consegui falar com ela e esta disse-lhe que

Era uma vez um lobo que se chamava João. Ele sempre morou sozinho logo ap lado da fronteira com a Espanha. Ele pertencia a uma alcateia de lobos, mas desde que os pais dele morreram que vivia sozinho, a alcateia tinha-o abandonado. Mas esse não era o único motivo. No dia que ele nascera todos ficaram impressionados, o João não era igual aos outros, era demasiado pequeno e magro. Todos diziam que ele não era normal. Mesmo com o passar dos anos sempre fora o mais pequeno e magrito. Até o seu pêlo era diferente. Ele sempre tivera mais pêlo do que os outros, era demasiado para o corpo magro que tinha.

também fora abandonada pelo grupo dela. Quando ele a ouviu, ele ficou com pena dele e convidou-a a ir morar com ele. Ela muito feliz aceitou e eles voltaram para casa. Passaram dois anos desde o dia que o João encontrara a loba, ele gosta dela e por isso ele quis pedi-la em namoro. Ela aceitou o pedido e foi assim que chegou o dia que o João já não estava mais sozinho, mas tinha companhia e seria para sempre feliz

Lara Teixeira, Zurique, 9°ano

O lobo azul

fascinadas com o que viram. Apesar de ele ser diferente também olhava pelos outros e não só por si, como os outros. Ele era trabalhador, sabia fazer de tudo e, por ler bastante, sabia falar sete idiomas diferentes. As criaturas ficarem tão curiosas, queriam conhecer melhor o lobo azul e decidiram que o iam levá-lo com elas. Os lobos da aldeia não entendiam o motivo pelo qual queriam o lobo azul, ele era tão feio! As criaturas levaram o lobo azul e deram-lhe ouro, pedras preciosas, tudo o que tinham pois, na terra destas criaturas, adoravam tudo o que era azul. O azul era sinal de realeza! Quando ele, passado alguns anos, regressou à

Era uma vez um lobo em uma aldeia pequena, conhecido por o lobo azul. Desde criança era excluído pelas outras crianças da sua escola, pois elas eram castanhas ou pretas e ele era azul. Com o passar do tempo ele cresceu e estava diferente. Mas isso nos olhos dos outros, pois ele se via igual. Um dia chegaram criaturas estranhas de um lugar muito longínquo e desconhecido. Apesar de serem diferentes, os lobos da aldeia idolatravam-nas. Mas essas criaturas não prestaram muito atenção aos lobos. Uns dias depois viram o lobo azul e ficaram

aldeia todos ficaram impressionado com o quanto ele não tinha mudado. Apesar de ser rico, no carácter continuava o mesmo de sempre, preocupado com os outros, gentil e prestável. Finalmente reconhecerem as características do lobo azul, azul no aspeto e na alma. A partir daí toda a aldeia viveu feliz, sem mágoa, sem egoísmo e no completo respeito de todos os que eram diferentes.

Beatriz Cavaco,Basileia, 10°ano

O lobo e os coelhinhos

funcionava. Max estava triste e desiludido consigo mesmo, como foi capaz de cair numa armadilha como um idiota? Entretanto ele começou a ouvir umas vozes muito finas a discutir, eram três coelhinhos. Eles estavam a queria ajudar o lobo, mas os outros diziam que era melhor irem para casa pois o lobo era o inimigo. O lobo ouvi-os, pediu-lhes ajuda e prometeu não lhes fazer mal. Os coelhinhos estavam muito desconfiados, mas o lobo tinha um ar gentil e tiveram pena dele. Afinal, os caçadores também eram seus inimigos e os inimigos dos nossos inimigos, nossos amigos são!

Era uma vez um lobo chamado Max, ele era velho e solidário. O Max era um lobo ibérico, uma raça antiga espalhada por Espanha e Portugal. Uma raça ameaçada de extinção e os principais culpados eram os caçadores. Todos os dias tinha de se esconder para sobreviver, todos os dias vivia num sítio diferente. Esta era a melhora maneira para sobreviver e assim tinha feito sempre, não tinha amigos, não confiava em ninguém. Num desses passeios, o lobo ficou preso numa armadilha, era a armadilha de um caçador. Ele tentou livrar-se de alguma maneira, mas nada

Finalmente decidiram ajudar o lobo, tentaram cortar as cordas com os dentes e depois de muitas tentativas e perseverança eles conseguiram e lobo ficou livre. O lobo agradeceu e prometeu nunca mais comer coelhos na sua vida. Dito e feito! Até hoje o lobo nunca mais comeu um único coelho!

Beatriz Leitão,Basileia, 10°ano

O lobo e o gnomo

bela mordida, o gnomo gritou: - ESPERAAA...! O lobo sem entender nada olha com cara de confuso para o gnomo. - Eu posso dar-te tudo o que tu quiseres! - exclamou o gnomo enquanto tremia. - Tudo?! - pergunto o lobo sem entender nada. - Sim tudo! Queres dinheiro, eu posso o dar! O lobo já não estava a entender nada. mas que criatura era aquela? - Eu sou um gnomo, provavelmente já ouviste de mimem várias histórias- Não sei se percebeste, mas tu estás no final do arco-íris e no final de todos os arco-íris há um gnomo como eu e nós trazemos sorte e temos sempre um enorme

Há cinco anos atrás havia um lobo que vivia em Lisboa, ele era muito azarado. No aniversário dele começou a chover e a relampejar, mas o problema é que ele fazia anos na época de verão, quando era suposto estar muito calor. Mesmo assim o lobo decidiu ir a passear sozinho pela floresta, como ele sempre fazia, até que viu um gnomo vestido de verde, cabelos vermelhos e um chapéu engraçado. Ao vê-lo o lobo pensou: "Que belo almoço", afinal ele tinha muita fome e era o seu dia de anos. Já que chovia a potes, pelo menos ia comer bem! Quando ele estava preparado para dar uma

pote de moedas de ouro! Quando o lobo estava a pensar que a sorte dele mudara, que afinal ia ser um bom dia de anos e quando ele ia pedir todo o dinheiro, ouviu um enorme barulho e o pobre lobo acordou na sua caverna e percebeu que fora tudo só um sonho. Levantou-se e olhou para cima da mesa e lá estava ... incrível!!! ... um pote cheio de moedas de ouro!

Alexandre Ramos, Zurique, 10°ano

O lobo e o medo

Era um dia chuvoso e muito frio, os guardas da alcateia estavam a fazer uma caminhada pelos bosques, até que detetaram uma nova alcateia nunca antes vista a vir em sua direção a todo gás. Eles logo estranharam porque ninguém tinha sequer a coragem de falar com os lobos da alcateia do Nuno por medo, quanto mais tentar invadi-los. Os guardas foram imediatamente em busca do Nuno para contar o acontecido. Quando o encontraram, contaram-lhe que uma nova alcateia estava pronta para os atacar, o Nuno ficou logo cheio de medo, mas não o mostrou por vergonha. Enquanto eles falavam, os novos lobos já

Era uma vez um lobo chamado Nuno, era o maior lobo da sua alcateia e também o mais temido pelo seu enorme tamanho, mas o que muitos não sabiam era que ele era um medricas de primeira. O Nuno e a sua alcateia viviam no norte de Portugal, nos bosques de Bragança. A sua alcateia era a maior e também a mais temida da região, até que, um certo dia, apareceu uma nova alcateia que tinha o objetivo de tomar o lugar da alcateia do Nuno. Aqueles bosques eram muito desejados por diversas alcateias devido à quantidade de comida que eles tinham à sua disposição.

estavam a atacar os membros e a tomar posse do bosque. Nuno não sabia o que fazer e queria-se esconder por ser tão medricas, mas ao ver os seus amigos serem magoados pelos intrusos, encheu -se cheio de coragem. Ao chegar perto dos intrusos uivou tão alto, mas tão alto, que os intrusos fugiram imediatamente cheios de medo. Desse dia em diante o lobo Nuno nunca mais foi medricas, ele enfrentou tudo e todos com uma coragem nunca antes vista e manteve o seu bosque em segurança.

Tiago Oliveira, Zurique, 10°ano

O uivo do lobo

Ao outro dia, de manhã muito cedo, ouviram um uivo, infindável, intenso, assustador! Mas ao contrário das outras pessoas, eles sairam para ir ver o que se passava. Mal a família saiu de casa o lobo uivou ainda mais alto, mas tão alto que todos que andavam ali por perto fugiram. Mas por espanto do lobo, a família foi ao seu encontro. Eles não tinham medo do lobo. O lobo ficou tão espantado com aquela situação que até lhes perguntou: - Vocês não têm medo de mim? A mãe daquela família perguntou-lhe: - Porque teríamos medo de ti? Nós já estamos habituados com o uivo dos lobos, na nossa antiga vizinhança estávamos rodeados de belos lobos.

Era uma vez um lobo que morava numa montanha no norte de Portugal. Ele era bastante conhecido por lá, mas não de uma boa maneira e sim por ser muito assustador. Um uivo assustador! Quando uivava, assustava qualquer um que passasse perto. As pessoas que moravam por lá tinham um medo gigantesco e fechavam-se sempre em casa. Um certo dia uma nova família veio viver para a vila perto do lugar onde morava o lobo. Todos os avisaram do uivo do lobo, mas eles não tiveram medo.

- Então vocês não veem problema nenhum em eu morar aqui perto? - disse o lobo espantado, mas com um leve ar de alívio. - Claro que não, se quiseres podes vir até jantar connosco hoje à noite, suponho que estejas por aí sozinho, certo? - disse o pai. O Lobo respondeu com uma felicidade enorme que sim, que adoraria passar tempo com eles. O lobo nunca tinha vivido uma situação dessas, ele sempre fora visto como o lobo assustador de quem todos tinham medo. Então assim foi, ele foi jantar com a família e isso tornou-se um hábito. O lobo ficou grato por não ser mais excluído, de ter amigos. O seu uivo era um uivo de solidão.

Gabriela Rodrigues, Basileia, 11°ano

O lobo e a floresta encantada

animais da floresta e disse-lhes que a melhor forma de se protegerem do caçador era trabalharem em conjunto. Os pássaros seriam os vigias da floresta, pois tinham uma boa visão e assim que vissem chegar o caçador deviam avisar as lebres que eram rápidas e podiam fazer chegar a notícia aos macacos que com os seus gritos a espalhariam a notícia num instante. Os leopardos seriam os atacantes, com a sua rapidez de ataque apanhariam de surpresa o caçador. E logo a seguir viriam todos os outros animais. Assim dito, assim feito e, como a união faz a força, finalmente os animais conseguiram vencer os caçadores e a recuperem a sua floresta.

Numa floresta encantada vivia um lobo ibérico chamado Ibéris, ele era especial com um pelo macio e olhos brilhantes como a lua. Iberis era conhecido pela sua sabedoria e gentileza. Um dia ele encontrou um grupo de animais assustados que lhe contaram de um grupo caçadores que os ameaçava constantemente, já tinham perdido vários amigos, uns tinham morrido às mãos dos caçadores e outros tinham fugido para outros lugares. Mas aquela era a casa deles e eles queriam ali ficar. Determinado proteger os seus amigos, Iberis criou um plano brilhante. Reuniu todos os

E a partir desse dia a floresta encantada viu a sua paz restaurada e esta história passou de geração em geração e ainda hoje se conta de como conseguiram vencer os caçadores. E assim o lobo Ibéris tornou-se um herói, exemplo a seguir, um hino à solidariedade e à amizade e o lema da floresta encantada passou a ser “Um por todos e todos por um!”

Gabriela Ribeiro, Basileia, 11°ano

O lobo medricas

Mas de repente começou a chover torrencialmente e o rio ganha uma corrente forte que o leva rio abaixo. Cheio de medo e cansado lá conseguiu sair da água, olha em redor e não sabe onde está, encosta-se a uma árvore, cheio de frio e assustado e deixou-se adormeceu embalado pelos tremores de frio e de medo. Quando acordou, assustou-se, uma loba olhava atentamente para ele. O susto foi tanto que começou a correr feito barata tonta e a loba correu atrás dele dizendo: - Não fujas! Só quero ajudar-te! Ele parou, olhou para trás e respondeu: - Tenho muita fome e frio!

Era uma vez um lobo que estava sempre com medo. Ele vivia sozinho num pequena gruta perto de um rio, no norte de Portugal. Ele ainda era novo e não tinha muita experiência de vida. O seu nome era Luís. Numa linda tarde, o lobo estava sozinho na sua gruta com medo de sair. Lá fora o tempo estava tão bonito e a água do rio devia estar quentinha para fazer um belo mergulho. Finalmente apanhou coragem e decidiu sair da gruta, caminhou até ao rio e mergulhou. Que bem se sentia! era como se a água tivesse levado o medo!

A loba desapareceu por alguns minutos, regressou com uma manta e comida e disse: - Eu chamo-me Catarina. E tu? - Eu sou o Luís. - respondeu o lobo enquanto se aconchegava na manta e comia o que a loba lhe dera. - Queres vir para minha casa? Lá podes aquecer-te melhor! Sem responder, o lobo apenas seguiu a loba e sem quase dar conta viu-se sentado à lareira na conversa com a loba como se fossem amigos desde sempre. Da amizade nasceu o amor e do amor a coragem. O lobo Luís perdeu o medo e passou a viajar por todo o país ... ele e a loba Catarina.

Eva Fernandes, Zurique, 11°ano

O lobo azarado

Mal tinha dado outro passo, escorregou e caiu por uma ribanceira abaixo até um rio, onde mergulho de cabeça na água fria. Bem, pelo menos já não lhe doía a cabeça. Saiu do rio e perseguiu caminho. Encontrou uma flor e pensou que seria boa ideia chegar ao lobo Sortudo com um belo ramo de flores. Decidiu apanhar algumas, mas estava cheias de abelhas que o picaram, ele ainda tentou fugir, mas voltou a cair no rio frio. Pelo menos as abelhas já não o mordiam. Voltou a sair do rio e seguiu caminho, decidiu pegar num pau para proteção, numa se sabe com o seu azar. Mas o pau era uma cobra, assustou-se tanto que fez marcha atrás e voltou a cair no rio.

Era uma vez um lobo chamado Azarado. Ele era conhecido por ter uma grande falta de sorte em todas as situações. O lobo Azarado vivia, com a sua família, numa aldeia no norte de Portugal onde aconteciam coisas muito estranhas. Um dia o lobo Azarado decidiu explorar uma parte da floresta que nunca tinha visitado antes. Ele pensou que talvez ali encontrasse um pouco de sorte, tinha ouvido dizer que aí vivia o lobo Sortudo. Mas assim que entrou na floresta uma árvore caiu-lhe na cabeça, mas isso não o fez desistir, deu-lhe ainda mais coragem e continuou a sua viagem à procura da sorte.

Pelo menos a cobra não o tinha mordido. Decidiu voltar para trás e viver com a sua falta de sorte. Quando chegou a casa contou tudo aos pais e estes disseram-lhe: - Que sortudo que és! Foste o primeiro lobo que saiu vivo dessa parte da floresta. Todos os que tentaram, morreram! Afinal não era tão azarado como pensava ou o seu azedar tinha sido a sua sorte. A sorte está nos olhos de quem a vê!

Tomás Pereira, Zurique, 11°ano

O lobo enamorado

Ele parecia nem tê-la visto e resistia a qualquer forma de envolvimento emocional. No entanto a Luna via além da fachada e enxergava a dor que ele tão bem escondia. Ainda mais curiosa, ela queria descobrir o que estava por trás da máscara de frieza. Pouco a pouco a Luna quebrava as barreiras do Sombrio e descobriu uma história de perdas e desilusões que haviam transformado o lobo negro num ser solitário. A Luna tinha uma situação idêntica e compartilhou as suas histórias de superação e esperança, mostrando a Sombrio que a luz pode penetrar até mesmo nas sombras mais densas. Com o tempo a passar, Sombrio começou a

Numa floresta misteriosa e envolta de sombras vivia um lobo chamado Sombrio. Seu pelo negro como a noite e os seus olhos dourados refletiam a solidão que ele carregava consigo. O Sombrio era conhecido pela sua habilidade de se mover furtivamente nas sombras. Um dia, enquanto andava silenciosamente pela floresta, Sombrio cruzou caminho com uma loba chamada Luna. A sua pelugem prateada e olhos azuis brilhavam com a luz da lua. A Luna, ao contrário de Sombrio, irradiava uma aura gentil e calma. Curiosa e fascinada pela beleza silenciosa de Sombrio, ela decidiu aproximar-se.

sentir algo que há muito tempo havia enterrado dentro de si que era a chama do amor. A presença constante e o apoio da Luna começaram a derreter o gelo que envolvia o seu coração. Cada sorriso dela, cada toque suave era como um raio de sol penetrando nas sombras que o envolviam. Meses e meses passaram e o Sombrio percebeu que o amor da Luna não era uma fraqueza, mas sim uma força que o tornava mais forte. Ele começou a acreditar nas emoções que tinha evitado por tanto tempo e a abraçar a conexão especial que havia crescido entre ele e a Luna. Juntos exploraram a floresta escura, mas agora com uma luz interior que iluminava cada passo.

Diana Mendes, Zurique, 12°ano

O lobo medricas

para o seu esconderijo secreto, uma caverna. Lucky seguiu-o curioso e desejoso de fazer mais um amigo. Max que tinha fugido tão depressa com o rabo entre as pernas nem deu conta que era seguido, entrou na caverna e suspirou de alívio. Mas quando se virou viu o Lucky mesmo atrás dele que o olhava com um ar gentil e curioso. Pela primeira vez não sentiu medo, mas sentiu-se reconfortado e. por estranho que pareça, foi ele a começar a conversa. Falaram horas e horas, o Lucky contou-lhe das suas aventuras pela Serra da Estrela, das suas aventuras na costa alentejana, já tinha percorrido o país de norte a sul e tinha vivido aventuras extraordinárias.

Era uma vez um lobo que tinha sempre muito medo, o lobo vivia no Gerês e o nome dele era Max. Ele sempre viveu uma vida pouco movimentada e interessante porque tinha medo de tudo. Era pequeno, magro e fraco, todos faziam pouco dele por ser assim. A mãe bem o encorajava e explorar o mundo, mas ele, como tinha sempre medo, ficava sempre por perto de casa. Até que um dia ele encontrou um cão, grande e forte, era um Cão Serra da Estrela e chamava-se Lucky. Logo que este viu o lobo Max foi falar com ele, mas o Max, cheio de medo, fugiu

E sem mais demora, Max fez as malas, despediu-se da mãe e foi à aventura, à conquista de Portugal. Às vezes o que nos falta não é a coragem, mas os amigos certos!

Raquel Henriques,Zurique, 12°ano

Muitas coisas pequenas foram transformadas em grandes pelo tipo certo de publicidade.Mark Twain

Cartazes Publicitários

Diana Afonso , Basileia, 8º ano

Mara Rodrigues, Basileia, 8º ano

Ricardo Fernandes, Basileia, 9º ano

Yasmin Ali, Basileia, 8º ano

Gabriel Ribeiro, Basileia, 9ºano

Diogo Gonçalves, Basileia, 8º ano

Lea Dias, Basileia, 8º ano

Tánia Pires, Basileia, 9º ano

Miguel Falcão, Basileia, 7º ano

Joana Pereira, Basileia, 10°ano

Rodrigo Novais, Basileia, 10°ano

Manuel Silva, Basileia, 10°ano

Ivan Moreira, Basileia, 10°ano

Sofia Pereira, Zurique, 10°ano

Hugo Teixeira, Basileia, 11°ano

Rui Pereira, Basileia, 11°ano

Soraia Ferreira, Basileia, 11°ano

Tomás Pereira, Zurique, 11°ano

Daniela Pereira, Zurique, 11°ano

Jéssica Guerreiro, Zurique, 12°ano

Carolina Pestana, Zurique, 12°ano

A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana.Charles Darwin

Angariação de fundos

Venda de rifas

Com esforço e dedicação dos nossos alunos é que se tornou possível a venda destas rifas que foram sorteadas no dia 15.12.2023.

1° Prémio,

vencedor

As pessoas não fazem viagens, são as viagens que fazem as pessoas. John Steinbeck

Visita ao centro

11 de maio de 2024

Em pose

em campo

Lobos apadrinhados

Obrigada!

CEPE Suíça