TEORIA
Histórica
DA ARTE
06/10/18
Indíce
Indíce
O Autor
A definição de arte
A influência da teoria institucional
Historicidade essencial
Uma teoria não essencialista
Direito de propriedade
O aspeto contextual
Objeções
Jerrold Levinson
Nascido a 11 de Julho de 1948 nos Estados Unidos, Jerrold Levinson, é um professor de filosofia renomado que ensina na universidade de Maryland, é conhecido maioritariamente pela sua tentativa de definir a arte. Foi quem propôs a teoria histórica.
A influência da teoria institucional
Levinson admite que foi influenciado pela teoria institucional da arte, e que todas as obras de arte têm pelo menos uma caracteristíca comum e especifíca, e que consequentemente é possível definir arte indicando as condições necessárias e suficientes.
Teoria não essencialista
Levinson afirma contudo de que essa caracteristíca não é algo inerente à obra de arte mas sim um aspeto contextual, tratando-se assim de uma teoria não essencialista, ou seja, defende que o que faz com que um determinado objeto seja arte está fora do objeto e não no objeto em si.
O aspeto contextual
O aspeto contextual para Levinson é o caráter histórico ou retroespetivo da arte, ou seja, todas as obras de arte estão relacionadas com obras anteriores.
A definição de arte
Segundo Levinson um certo objeto ou atividade é arte na medida em que o seu autor quer que este seja encarado como foram as obras de arte do passado e estas, por sua vez, são arte porque os seus autores queriam que elas fossem encaradas como foram encaradas as obras de arte anteriores.
"O núcleo da minha proposta será uma explicação do que seja encarar-como-obra-de-arte, uma explicação que lhe dá uma historicidade essencial."
Jerrold Levinson
Direito de propriedade
07
Algo é uma obra de arte somente se o artista que a criou tiver direitos de propriedade sobre a mesma e se essa foi criada com a intenção de ser encarada como as obras de arte anteriores foram.
08
Objeções
À teoria histórica da arte
Contraexemplos
O problema da primeira obra de arte
Por exemplo, os artistas podem não ter o direito de propriedade sobre algumas obras ao mesmo tempo que essas são obras de arte, um grande exemplo disso são os artistas de graffiti que fazem muitas vezes as suas obras em espaços que não lhes pertencem, porém, é plausível considerar alguns graffitis, arte.
A definição de arte de Levinson baseia-se num critério recursivo, ou seja, algo é arte se for visto como eram as obras anteriores, e as anteriores como as anteriores e assim sucessivamente, mas sendo assim, tem que existir uma primeira obra de arte, ou seja, um ponto de partida, porém a teoria histórica não consegue explicar de maneira coerente este facto, dado que se era a primeria obra de arte, não havia obras anteriores para estabelecer uma relação de continuidade.
Obrigado!
Rodrigo Lourenço Nº17 11ºL2
Teoria histórica da arte
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Created on January 28, 2024
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TEORIA
Histórica
DA ARTE
06/10/18
Indíce
Indíce
O Autor
A definição de arte
A influência da teoria institucional
Historicidade essencial
Uma teoria não essencialista
Direito de propriedade
O aspeto contextual
Objeções
Jerrold Levinson
Nascido a 11 de Julho de 1948 nos Estados Unidos, Jerrold Levinson, é um professor de filosofia renomado que ensina na universidade de Maryland, é conhecido maioritariamente pela sua tentativa de definir a arte. Foi quem propôs a teoria histórica.
A influência da teoria institucional
Levinson admite que foi influenciado pela teoria institucional da arte, e que todas as obras de arte têm pelo menos uma caracteristíca comum e especifíca, e que consequentemente é possível definir arte indicando as condições necessárias e suficientes.
Teoria não essencialista
Levinson afirma contudo de que essa caracteristíca não é algo inerente à obra de arte mas sim um aspeto contextual, tratando-se assim de uma teoria não essencialista, ou seja, defende que o que faz com que um determinado objeto seja arte está fora do objeto e não no objeto em si.
O aspeto contextual
O aspeto contextual para Levinson é o caráter histórico ou retroespetivo da arte, ou seja, todas as obras de arte estão relacionadas com obras anteriores.
A definição de arte
Segundo Levinson um certo objeto ou atividade é arte na medida em que o seu autor quer que este seja encarado como foram as obras de arte do passado e estas, por sua vez, são arte porque os seus autores queriam que elas fossem encaradas como foram encaradas as obras de arte anteriores.
"O núcleo da minha proposta será uma explicação do que seja encarar-como-obra-de-arte, uma explicação que lhe dá uma historicidade essencial."
Jerrold Levinson
Direito de propriedade
07
Algo é uma obra de arte somente se o artista que a criou tiver direitos de propriedade sobre a mesma e se essa foi criada com a intenção de ser encarada como as obras de arte anteriores foram.
08
Objeções
À teoria histórica da arte
Contraexemplos
O problema da primeira obra de arte
Por exemplo, os artistas podem não ter o direito de propriedade sobre algumas obras ao mesmo tempo que essas são obras de arte, um grande exemplo disso são os artistas de graffiti que fazem muitas vezes as suas obras em espaços que não lhes pertencem, porém, é plausível considerar alguns graffitis, arte.
A definição de arte de Levinson baseia-se num critério recursivo, ou seja, algo é arte se for visto como eram as obras anteriores, e as anteriores como as anteriores e assim sucessivamente, mas sendo assim, tem que existir uma primeira obra de arte, ou seja, um ponto de partida, porém a teoria histórica não consegue explicar de maneira coerente este facto, dado que se era a primeria obra de arte, não havia obras anteriores para estabelecer uma relação de continuidade.
Obrigado!
Rodrigo Lourenço Nº17 11ºL2