Pintura "ponte sobre uma lagoa de lírios de água"
Descrição da imagem
- paisagem com ponte sobre lírios no chão
- trasmite tranquilidade
- árvores no fundo da paisagem
- representação da natureza
- sensação de movimento sobre a tela
- obra impressionista
Comentário crítico
- falta de linha de horizonte
- cores pouco realistas
- intensidade das cores artifical
Poema de Alberto Caeiro que se pode relacionar com a obra
O mistério das coisas, onde está ele?
Onde está ele que não aparece
Pelo menos a mostrar-nos que é mistério?
Que sabe o rio e que sabe a árvore
E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso?
Sempre que olho para as coisas e penso no que os homens pensam delas,
Rio como um regato que soa fresco numa pedra.
Porque o único sentido oculto das coisas
É elas não terem sentido oculto nenhum,
É mais estranho do que todas as estranhezas
E do que os sonhos de todos os poetas
E os pensamentos de todos os filósofos,
Que as coisas sejam realmente o que parecem ser
E não haja nada que compreender.
Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: —
As coisas não têm significação: têm existência.
As coisas são o único sentido oculto das coisas.
Temáticas que relacionam o poema e a obra
- Tema da Natureza
- contemplação da natureza
- indetificação do poeta com a natureza
apresentação oral pt 12 ano
priscila amorim
Created on January 20, 2024
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
Explore all templates
Transcript
Pintura "ponte sobre uma lagoa de lírios de água"
Descrição da imagem
Comentário crítico
Poema de Alberto Caeiro que se pode relacionar com a obra
O mistério das coisas, onde está ele? Onde está ele que não aparece Pelo menos a mostrar-nos que é mistério? Que sabe o rio e que sabe a árvore E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso? Sempre que olho para as coisas e penso no que os homens pensam delas, Rio como um regato que soa fresco numa pedra.
Porque o único sentido oculto das coisas É elas não terem sentido oculto nenhum, É mais estranho do que todas as estranhezas E do que os sonhos de todos os poetas E os pensamentos de todos os filósofos, Que as coisas sejam realmente o que parecem ser E não haja nada que compreender. Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: — As coisas não têm significação: têm existência. As coisas são o único sentido oculto das coisas.
Temáticas que relacionam o poema e a obra