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Mandala da Prevenção Combinada

Igor Cruz

Created on January 15, 2024

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Transcript

USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS

Mandala da Prevenção Combinada

POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
PREVENÇÃO COMBINADA
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
IMUNIZAR PARA HBV E HPV
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL

CLIQUE AQUI PARA COMEÇAR

PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

© 2024 — Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (PREFC/SMS-Rio) Rua Evaristo da Veiga, n.º 16, 3.º andar, Centro — Rio de Janeiro/RJ — CEP 20031-040 — https://sigaenf.subpav.org/

Superintendente de Atenção Primária Larissa Cristina Terrezo Machado Coordenador de Desenvolvimento de Pessoas Vilmar Costa Gerente de Desenvolvimento Técnico Acadêmico Vânia Lúcia Monteiro de Carvalho Coordenadora do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade Jacqueline Oliveira de Carvalho Gerente do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade Letícia Vieira Lourenço

Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro Eduardo Paes Secretário Municipal de Saúde Daniel Soranz Subsecretário Executivo Rodrigo Prado Subsecretário de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Renato Cony Seródio Superintendente de Integração de Áreas de Planejamento Emanuelle Pereira de Oliveira Corrêa Superintendente de Promoção da Saúde Denise Jardim de Almeida Superintendente de Vigilância em Saúde Gislani Mateus Oliveira Aguilar

Elaboração Felipe Caldeira

Revisão Técnica Letícia Lourenço

Design Instrucional Igor Azeredo Cruz

DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
  • Oriente a realização de pré-testes, explicando o processo, tempo de reativação do teste, tempo ideal de leitura do teste e ressaltar o sigilo do mesmo.
  • Oriente realização anual para todas as pessoas que são sexualmente ativas e sempre que suspeitarem de exposição a uma possível infecção sexualmente transmissível;
  • Oriente a realização dos testes 30 dias após testagem anterior, para investigar possíveis infecções em janela imunológica;
  • Forneça ludo com resultados, indicando: lote, validade, nome do teste e data da realização. Chancelar/Carimbar e assinar o mesmo.
USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
PREVENÇÃO COMBINADA
POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
IMUNIZAR PARA HBV E HPV
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL

ACESSE A FICHA DE LAUDO PARA TESTES RÁPIDOS:

PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

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AMOSTRA (SANGUE)

  1. Utilizar um conjunto diagnóstico do mesmo fabricante, preferencialmente de lote de fabricação diferente.
  2. Encaminhar o paciente para realizar o teste de Quantificação de Carga Viral (RNA HIV-1) e contagem de linfocitos T CD4+.
  3. Em caso de suspeita de infecção pelo HIV, uma nova amostra deverá ser coletada 30 dias após a data da coleta desta amostra.
  4. Amostras com resultados reagentes para HIV-2 nos conjuntos diagnósticos que discriminam a reatividade para HIV-1 e/ou reatividade para HIV-2 em duas linhas distintas de teste só terão seu diagnóstico de infecção por HIV-2 concluído após seguidas as instruções descritas no item 10.2 deste Manual.

REALIZAR TESTE RÁPIDO 1 (TR1)

SIM

VÁLIDO?

NÃO

SIM

SIM

SIM

AMOSTRA REAGENTE PARA HIV²

REALIZAR TESTE RÁPIDO 2 (TR2)

RESULTADO REAGENTE?

RESULTADO REAGENTE?

REALIZAR TESTE RÁPIDO 1 (TR1)¹

VÁLIDO?

NÃO

NÃO

NÃO

SIM

SIM

REALIZAR TESTE RÁPIDO 2 (TR2)¹

AMOSTRA NÃO REAGENTE PARA HIV³

VÁLIDO?

PRIMEIRA DISCORDÂNCIA?

NÃO

COLETAR UMA AMOSTRA POR PUNÇÃO VENOSA E ENCAMINHÁ-LA PARA PARA SER TESTADA COM UM DOS FLUXOGRAMAS DEFINIDOS PARA LABORATÓRIO.

VÁLIDO?

NÃO

  • Ofertar preservativos femininos, masculinos e gel lubrificante;
  • Orientar o uso consciente do álcool e outras drogas durante a relação sexual e os possíveis malefícios dessa combinação quando não bem dosada;
  • Orientar sobre o estigma social e comportamental que o usuário venha a possuir, correlacionando com suas vivências e objetivos de vida;
  • Orientar interações medicamentosas da TARV com outras substâncias e seus efeitos nocivos, ofertando estratégias para equilibrar e diminuir consumo.
REDUÇÃO DE DANOS
USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
PREVENÇÃO COMBINADA
POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
IMUNIZAR PARA HBV E HPV
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL

Para mais orientações, consultar manual: DROGAS E REDUÇÃO DE DANOS - uma cartilha para profissionais de saúde, de 2008

PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

CONFIRA AS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

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Uma IST aumenta o risco para outras ISTs, sendo necessário pensar na imunização precoce, tanto dos usuários que não vivem com HIV quanto os que vivem. O usuário pode fazer imunizantes na APS e os especiais no CRIE.

USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
PREVENÇÃO COMBINADA
POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS

CRIE INI FIOCRUZ

REDUÇÃO DE DANOS

End: Av Brasil, s/no - Manguinhos – Instituto Nacional de Infectologia Tel: (21) 3865-9124/3865-9125 / Whatsapp: (21)96733-0579 (Segunda à Sexta-feira de 08h às 17h) E-mail crie.agenda@ini.fiocruz.br

IMUNIZAR PARA HBV E HPV
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
IMUNIZAR PARA HBV E HPV

CRIE Mirtes Amorelli Gonzaga

End: Rua General Severiano, 91 – Botafogo Tel: 2275.6531/2295-2295 / Whatsapp: (21)97919-0812 E-mail: criesmsdc@gmail.com

PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL

MANUAL DO CRIE 6ª EDIÇÃO

PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

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O enfermeiro pode realizar o encaminhamento. No entanto, precisamos que seja anotado todas as anotações pertinentes à indicação. Não se pode esquecer de enviar o resultado do CD4 e carga viral, assim como as sorologias para hep B e hep A. Trazer o receituário com as medicações utilizadas. A justificativa deve conter a doença e um resumo do histórico do cliente.

CRIESMS/MAG.

VACINAS OFERTADAS NA CLÍNICA DA FAMÍLIA:

  • Triplice Viral (1 á 2 doses nos CD4+ > 200cell);
  • Febre Amarela (dose única se CD4+ > 200 cell);
  • Hepatiti B - 2ml (se não vacinado, fazer esquema (0, 1, 2 e 6 ou 12 meses - avaliar anti HBS);
  • Dt (Três doses 0, 2, 4 meses e reforço a cada 10 anos);
  • HPV (Indivíduos entre 9 e 45 anos de idade — três doses 0, 2, 6 meses);
  • Meningocócica C / ACWY (0 e 2, reforço a cada 5 anos);
  • Influenza (0 e 1, reforço anual);
  • Covid-19 (A depender do fabricante).

VACINAS ESPECIAIS OFERTADAS NOS CENTRO DE REFERÊNCIA EM IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS:

  • Varicela (2 doses com intervalo de 3 meses);
  • Hepatiti A (2 doses, sendo 0 e 6);
  • Haemophilus influenzae tipo B (Hib) (2 doses com intervalo de 2 meses nos menores de 19 anos não vacinados);
  • Pneumo 13 (dose única), Pneumo 23 (dose única e reforço após 5 anos);
  • Mnkpox (0 e 1, intervalo de 28 dias após a primeira dose).
USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
  • É recomendado que toda gestante seja testada ao mínimo 3 vezes durante suas consultas de pré-natal, preferencialmente uma testagem para Sífilis, HIV, Hepatite B e C a cada trimestre. Testes após situações de exposição também devem ser realizados;
  • Realizar o pré-natal do parceiro(os), ressaltando a importância da testagem e adesão às consultas conjuntas;
  • Atentar-se para a realização do exame de Carga Viral para as gestantes vivendo com HIV a partir da 34ª semana de idade gestacional.
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
PREVENÇÃO COMBINADA
POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL
IMUNIZAR PARA HBV E HPV
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL
PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

GESTANTES COM HIV

FLUXOGRAMA DE LOCAL DE ATENDIMENTO DA GESTANTE COM HIV, DE ACORDO COM SUA SITUAÇÃO CLÍNICA

Durante o seguimento da gestante infectada pelo HIV, devem ser realizados pelo menos três exames de CV-HIV durante a gestação:

ATENÇÃO BÁSICA

PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO

  • Na primeira consulta de pré-natal, oara estabelecer a magnitude da viremia;
  • Duas a quatro semanas após a introdução da TARV, para avaliar a resposta ao tratamento;
  • A partir da 34ª semana, para indicação da via de parto.

SERVIÇO ESPECIALIZADO

TODAS AS GESTANTES

GESTANTE HIV+

GESTANTE HIV+ COM IMUNOSSUPRESSÃO GRAVE E/OU OUTRAS COINFECÇÕES

Fonte: DCCI/SVS/MS

O nível da CV-HIV é um dos fatores mais importantes associados ao risco de transmissão vertical do HIV e auxilia no seguimento e na definição da via de parto.

As vacinas virais vivas que contêm os componentes do sarampo, da rubéola, da caxumba e da febre amarela não são recomendadas na gestação.

AMAMENTAÇÃO X HIV

Nas consultas, é importante que o profissional de saúde confirme que a criança não foi amamentada. Para as crianças que foram amamentadas, deve-se orientar a imediata interrupção da amamentação, a realização do exame de CV-HIV e o início da profilaxia (PEP) simultaneamente à investigação diagnóstica. Também se recomenda a realização imediata da CV duas semanas após o início da PEP, repetindo o exame seis semanas após o início da PEP.

1 - Aleitamento materno cruzado não deve ser incentivado em nenhuma situação; 2- Mulheres infectadas com HIV não devem amamentar seus filhos e nem doar leite; 3- Filhos de mães vivendo com HIV poderão receber leite de sua mãe desde que adequadamente pasteurizado; 4- Bancos de leite humano apenas utilizarão leite e colostro, após adequada pasteurização, com aquecimento a 62,5ºC por 5 min (Liofilização e congelamento não garantem inativação e nem eliminação do HIV).

Indicado para: Todo adulto ou adolescente com 15 anos ou mais que sejam sexualmente ativos e com risco de contrair HIV. Contraindicações: contraindicações absolutas para PrEP são idade inferior a 15 anos, peso inferior a 35kg e TFG < 60ml/min. A PrEP consiste no uso diário de medicações para evitar infecção pelo HIV. *NÃO É 100% eficaz. *Posologia: Tenofovir + Emtricitabine, sendo 1 comprimido de coloração azulada. Seu objetivo não é apenas tornar a vida das pessoas em vulnerabilidade mais fácil, mas sim reduzir a incidência da infecção na população em geral (BRASIL, 2022).

USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
PREVENÇÃO COMBINADA
POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO
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PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL

PARA PREENCHIMENTO DE FICHA PrEP ONLINE DIGITÁVEL:

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PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

Para mais informações, consulte o Guia Rápido:

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ATENDIMENTOS SUBSEQUENTES (primeiro retorno em 30 dias e, após, quadrimestral) 1. Se PrEP prescrita no primeiro atendimento, avaliar adesão e continuidade do tratamento. 2. Avaliar creatinina e calcular TFG. 3. Se PrEP já prescrita e TFG < 60ml/min, suspender PrEP. Se PrEP ainda não iniciada, avaliar indicação e prescrever, seguindo a mesma orientação do primeiro atendimento acima. 4. Solicitar exames de seguimento: testes rápidos a cada 3-4 meses; creatinina com cálculo da TFG com periodicidade conforme risco de declínio da função renal (orientações abaixo).

1.° ATENDIMENTO: 1. Solicitar creatinina. 2. Avaliar indicação de teste de gravidez. 3. Avaliar vacinas (HBV). 4. Se baixo risco de doença renal crônica, prescrever PrEP já neste primeiro atendimento e orientar sobre os efeitos adversos (primeira receita obrigatoriamente para apenas 30 dias, devido à janela imunológica). 5. Em homens que fazem sexo com homens, considerar dose de ataque de dois comprimidos já nesse primeiro atendimento. 6. Em homens cisgênero ou pessoas trans designadas como sexo masculino ao nascer, conversar sobre a possibilidade de uso sob demanda

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS ATENDIMENTOS
  • PrEP não é 100% eficaz e não protege contra outras IST, sendo indicado oferecer testes rápidos para hepatite B, hepatite C e sífilis e orientações de medidas de prevenção, como o uso de preservativo.
  • Periodicidade para seguimento da creatinina e TFG: fator de risco para declínio da função renal (TFG< 90ml/min, HAS, diabetes, idade > 50 anos): a cada 6 meses // sem fator de risco para declínio da função renal: anual.
  • Orientar a respeito do tempo de uso (tanto anterior como posterior à exposição sexual) necessário para atingir a melhor proteção contra o HIV (ver Quadro 1, na página 23). A decisão sobre a prescrição de uso contínuo ou sob demanda deve ser compartilhada, levando em conta as preferências do paciente, seu perfil de exposição e a possibilidade de maior dificuldade de adesão à posologia do uso sob demanda.
  • O uso correto da medicação conforme prescrito é fundamental, pois falhas podem aumentar o risco de contaminação.
  • Monitorar planejamento reprodutivo, bem como efeitos adversos dos medicamentos.
  • Medicamento somente liberado com teste de HIV negativo nos últimos 7 dias.
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) de Risco à Infecção pelo HIV-2022. Atualiza- do em setembro/2022.

ESQUEMA DE USO DE PrEP SOB DEMANDA (ESQUEMA 2 + 1 + 1)

1 COMPRIMIDO

1 COMPRIMIDO

2 COMPRIMIDOS

SEXO

24h após a dose inicial

24h após a segunda dose

2 a 24h antes do sexo

OBSERVAÇÃO!

É o uso de antirretroviral após situação de exposição ao vírus, que pode se dar através de semem, sangue, fluidos vaginais e acidentes com perfurocortantes. Deve ser iniciada preferencialmente nas primeiras 2 horas após a exposição e no máximo até 72h. O tratamento dura 28 dias e deve ser observado pela equipe de saúde por 90 dias.

USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
PREVENÇÃO COMBINADA
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TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO

>12 anos: Tenofovir/Lamivudina (TDF/3TC) 300/300mg + Dolutegravir (DTG) 50mg 1 comprimido de cada ao dia por 28 dias.

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PARA PREENCHIMENTO DE FICHA PEP ONLINE DIGITÁVEL:

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Par mais informações, consulte o Guia Rápido:

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FLUXOGRAMA DE PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO DE RISCO PARA HIV (PEP)

PESSOA-FONTE

TIPO DE EXPOSIÇÃO

TEMPO DE EXPOSIÇÃO

PESSOA EXPOSTA

MATERIAL BIOLÓGICO

HOUVE EXPOSIÇÃO COM RISCO DE TRANSMISSÃO HIV-PERCUTÂNEA, MUCOSA, PELE NÃO ÍNTEGRA?

HOUVE EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO COM RISCO DE TRANSMISSÃO DO HIV?

PESSOA EM POSSÍVEL SITUAÇÃO DE EXPOSIÇÃO AO HIV

SIM

SIM

NÃO

SIM

PESSOA-FONTE: EXAME DE HIV POSITIVO OU REAGENTE OU DESCONHECIDO?

PESSOA EXPOSTA: EXAME DE HIV POSITIVO OU REAGENTE?

ATENDIMENTO ATÉ 72 HORAS APÓS A EXPOSIÇÃO?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

NÃO

NÃO RECOMENDAR PEP.A PEP PODERÁ SER INDICADA SE A PESSOA-FONTE TIVER TIDO EXPOSIÇÃO DE RISCO NOS ÚLTIMOS 30 DIAS, DEVIDO À JANELA IMUNOLÓGICA. ACOMPANHAMENTO SOROLÓGICO NÃO É NECESSÁRIO.

PEP NÃO É INDICADA. ACOMPANHAMENTO NÃO É NECESSÁRIO.

PEP NÃO É INDICADA. REALIZAR O ACOMPANHAMENTO SOROLÓGICO DA PESSOA EXPOSTA.

PEP NÃO É INDICADA. ENCAMINHAR PARA ACOMPANHAMENTO CLÍNICO.

INICIAR PEP. ACOMPANHAMENTO SOROLÓGICO INDICADO.

A testagem rápida e investigação de ISTs deve ser realizada sempre que o usuário realizar atividade sexual sem preservativo e/ou apresentar comportamento de risco, não devendo ser burocratizada ou criada barreiras para a realização das mesmas. Em pessoas vivendo com HIV a regularidade é anual e sempre que houver exposição.
  • É recomendado que queixas ginecológicas sejam avaliadas, principalmente quando há relato de corrimentos.

USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
TESTAGEM REGULAR PARA O HIV, OUTRAS IST E HV
PREVENÇÃO COMBINADA
POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
IMUNIZAR PARA HBV E HPV
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL

COMPORTAMENTO DE RISCO

PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS

O tratamento feito de forma correta, com boa adesão e seguindo as orientações que são preconizadas, alcança o estado de “Indetectável” dentro do primeiro mês, não sendo uma regra e a depender de cada pessoa. Os sites e páginas onde se pode fazer uma vigilância mais assertiva do tratamento do usuário são: SISCEL - Sistema de Controle de Exames Laboratoriais da Rede Nacional de Contagem de Linfócitos. SICLOM - Sistema de Controle Logístico de Medicamentos.

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DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
PREVENÇÃO COMBINADA
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TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
REDUÇÃO DE DANOS
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TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO (PEP)
PREVENIR A TRANSMISSÃO VERTICAL
PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

GESTÃO DE LISTA

Sugestão de questionários de adesão a tratamento:

Extraído ipsis litteris: Boas LCG-V, Lima MLSAP de, Pace AE. Adherence to treatment for diabetes mellitus: validation of instruments for oral antidiabetics and insulin. Rev Lat Am Enferm. 2014 Feb;22(1):11–8. Adaptado ao HIV.

Importância da renovação do tratamento antirretroviral e da boa adesão terapêutica pelo usuário.

USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE

O lubrificante, bem como os preservativos masculino e feminino, são excelentes estratégias para prevenção de ISTs, devendo sempre serem usados juntos. O lubrificante age facilitando a penetração e impedindo que vasos e micro capilares se rompem no processo da penetração, devendo ser estimulado o uso e orientado a forma correta.

USAR PRESERVATIVO EXTERNO, INTERNO E GEL LUBRIFICANTE
DIAGNOSTICAR E TRATAR PESSOAS COM IST E HIV
PREVENÇÃO COMBINADA
POPULAÇÕES CHAVE E PRIORITÁRIAS
REDUÇÃO DE DANOS
TRATAR TODAS AS PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
IMUNIZAR PARA HBV E HPV
TESTAGEM REGULAR PARA HIV, OUTRAS IST E HV
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PRESERVATIVOS MASCULINOS E FEMININOS

PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PrEP)

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. HIV/aids, hepatites e outras DST. Cadernos da Atenção Básica, n. 18. Brasília, 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Informativa n° 047/2016 - DDAHV/SVS/MS. Informa sobre a solicitação de exames de Contagem LTCD4+/LTCD8+ e Carga Viral de HIV por Enfermeiros. Brasília/DF, 20 de Junho de 2016. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/ Aids e das Hepatites Virais. Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV em Adultos e Crianças. Brasília: Ministério da Saúde, 2018 a. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós Exposição (PEP) de risco à infecção pelo HIV, IST e Hepatites Virais. Brasília, DF: MS, 2021. Friedrich, Menegotto, Magdaleno, Silva. Transmissão vertical do HIV: uma revisão sobre o tema. In: BOLETIM CIENTÍFICO DE PEDIATRIA, nº 81, 2016, Rio Grande do Sul. Revisão. SBPRGS. P. 05-03.

OBSERVAÇÃO!

SE MANUTENÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE RISCO SEM INTERRUPÇÃO DO ESQUEMA, MANTER DOSES DIÁRIAS, CONFORME O ESQUEMA DO USO CONTÍNUO, ASSEGURANDO, PELO MENOS, DUAS DOSES APÓS A ÚLTIMA EXPOSIÇÃO. Fonte: Adaptado da Nota Técnica nº 563/2022 - CGAHV/DCCI/SVS/MS

Gestão de lista:

Buscar no prontuário eletrônico todos os usuários com CID-B24/CIAP-B90 ativos, acompanhando última consulta e exames, extração de lista nominal, com endereço e onde acompanha, compartilhamento de casos com farmacêutico da unidade e matriciamento.

Comportamento de risco:

Toda atividade sexual onde haja troca de fluídos, contato com mucosas; compartilhamento de perfurocortantes com mais de uma pessoa, sexo em drogadição ou estado alcoólico e não uso de EPIs em locais de risco biológico (BRASIL, 2017).