Want to create interactive content? It’s easy in Genially!

Get started free

Expansionismo Colonial Europeu no século XIX

Joana Saramago

Created on January 5, 2024

Start designing with a free template

Discover more than 1500 professional designs like these:

Smart Presentation

Practical Presentation

Essential Presentation

Akihabara Presentation

Pastel Color Presentation

Visual Presentation

Relaxing Presentation

Transcript

A Europa e o mundo no limiar do século XX

Hegemonia e declinio da influência europeia

9°F Disciplina de história

Alunos: Bernardo Caetano nº3 Inês Leitão nº6 Joana Saramago nº7 Vicente Sousa nº21

Docente: Vanda Serrão

Santarém 19/01/2024

Introdução

Entre os séculos XV e XVIII, vários países como Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Holanda tornaram-se grandes potências coloniais.

Imagem 1- Conjunto de Bandeiras

Fazendo com que no final do século XIX , o crescimento industrial e financeiro, resultado da 2º Revolução industrial, alguns desses países, como a Alemanha, França e Inglaterra quisessem expandir a sua área de influência noutros territórios.

A Corrida a África

A politica expansionista das grandes potências coloniais levou ao desenvolvimento de uma nova fase de colonialismo e imperialismo. Realçando-se várias motivações que levaram as várias potências a se centrar em África como nova área de expansão, destacando-se:
  • Acesso a novas matérias-primas
  • Novos mercados
  • Novos destinos de emigração
  • Demonstração de poder militar, revelando racismo

Imagem 2- desenho ilustrativo da corrida a África

Corrida de África

O dominio europeu, na metade do século do séc XIX apenas mantinha-se no litoral Africano fazendo com que o interior permanesse um mistério e inexplorado. Por isso com o objetivo expansionista entidades organizaram expedições ao continente Africano (destando-se dois grandes exploradores britanicos, David Livingstone e Henry Stanley).

Imagem 3- Fotografia de Henry Stanley em África

Portugal em África

Então Portugal para não ficar em desvantagem promoveu uma serie de viagens a África onde Serpa Pinto, Hermegildo Capelo e Roberto Ivens foram nomeados para dirigir algumas dessas, mais especificamente nos territórios angolanos e moçambicanos. Porém também havia um grande interesse científico e geográfico o que fez aumentar a quantide de informações que se tinha.

Imagem 4- gravura de Hermegildo Capelo e Roberto Ivens

Consequentemente aumentando as disputas.

Conferência de Berlim

A Conferência de Berlim (1884-1885) reuniu 14 países, incluindo Portugal, para estabelecer regras na competição imperialista( com os principios relativos á navegação nos rios internacionais, à liberdade comercial na bacia do rio Zaire e a ocupação de África) Sendo convocada pelo chanceler alemão Otto Bismarck. Portugal assegurou condições favoráveis, evitando a Associação Internacional Africana e a internacionalização do Zambeze.

Nesta conferência foi determinado o princípio de ocupação efetiva, que determinava que os terrritórios disputados deveriam pertencer a quem tivesse meios para os ocupar.

Imagem 5- Caricatura da Conferência de Berlim

Pós Conferência

Após a conferência de Berlim, Portugal enfrentou desafios, incluindo o "ultimato" britânico de 1890 e o tratado de 1891. Acordos anglo-germânicos de partilha de colónias foram denunciados em 1898, preservando a integridade das colónias portuguesas.

Imagem 6- Inglaterra e Portugal

A conferência consolidou o papel das potências europeias na partilha africana, impondo o princípio de "uti possidetis jure". Portugal manteve presença na costa africana, marcando um capítulo significativo na sua história colonial.

Na consequência da conferência de Berlim, Portugal fez valer os seus direitos históricos obtidos por ter descoberto e reforçar a sua posição. Porém não conseguiu concretizar o projeto proposto que era o Mapa cor-de Rosa.

Mapa cor-de-rosa e o Ultimato inglês

Com isso Portugal fez um projeto o "Mapa Cor-de-Rosa", proposto em 1885 para estabelecer uma ligação territorial contínua entre as suas colónias africanas, Angola e Moçambique. O plano visava ocupar o território interior, colocando em causa o projeto britânico de ligar as cidades do Cairo (Egito) e do Cabo (África do Sul) . O "Ultimato Inglês" de 1890 pressionou Portugal a renunciar a parte das terras contestadas, destacando as tensões geopolíticas durante a Corrida à África.

Imagem 7- Mapa cor-de-rosa

Conclusão

Conclusão

O conhecimento geográfico e científico da época era limitado e a sua ética e costumes, como o racismo, eram bastante comuns e normais. Para além disso a Europa no final do século XIX estava conturbada dado ao facto das disputas territoriais. Que mais tarde levaria a um grande conflito mundial.

Imagem 8- africanos a fazer trabalho bruto

QUIZ

QUIZ

Bibliografia/Webgrafia

https://www.infoescola.com/historia/imperialismo-na-africa/

https://app.estuda.com/questoes/?id=1084397

Magano Teresa; Remelgado Patricia; Viera Helena; Andrade Andreia "Somos História 9" Ensino básico 9º ano

Índice de Imagens
  • Imagem nº1- Introdução- diapositivo- 2
  • Imagem nº2- Corrida a África- diapositivo-3
  • Imagem nº 3- Corrida a África- diapositivo- 4
  • Imagem nº4- Portugal Em África- diapositivo- 5
  • Imagem nº5-Conferência de Berlim-diapositivo- 6
  • Imagem nº6- Pós-Conferência- diapositivo-7
  • Imagem nº7-Mapa cor-de-rosa e o Ultimato Inglês- diapositivo- 8
  • Imagem nº8- Conclusão- diapositivo-9

Índice

Conferência de Berlim

Mapa cor-de-rosa e ultimato inglês

A corrida a África