"Nem sempre sou igual"
Um poema de Fernando Pessoa
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Tópicos
Fernando pessoa
TIMELINE
Alberto Caeiro
Análise do poema
Fernando pessoa
Nascimento - 13 de junho 1888 Falecimento - 30 de novembro 1935 Estão publicadas apenas 4 obras suas. Escreveu poesia e prosa em português, inglês e francês, além de ter trabalhado em traduções e críticas.
+ trabalhos
Alberto Caeiro
Nasceu a 16 de abril de 1889, foi criado por uma tia depois de ter ficado orfão muito cedo. Tem apenas o curso primário e era conhecido como o guardaddor de rebanhos. Caeiro aparece a Fernando Pessoa no dia 8 de março de 1914. Falece de tuberculosa em 1915.
+ info
Análise do poema
"Nem sempre sou igual"
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
"Nem sempre sou igual"
análise
Rima
ausência de padrões rímicos
Busca pela verdade
O poeta reconhece a sua maneira artificial na comunicação
Simplicidade Linguística
Instabilidade do sentimento
Sinceridade emocional
O eu lírico não sabe fingir o que sente
Repetição
Metáfora
Antítese
Adjetivação
A minha interpretação
Trabalho realizado por Matilde Fidalgonº17
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Características
Louva a simplicidade e ingenuidade;Usa uma linguagem simples e objetiva, semelhante à de uma criança; Valoriza a natureza, associada a sua vida no campo; Dá destaque às sensações do corpo nos seus poemas - poeta das sensações
- Privilegia o sentir e não o pensar;
- Tem cabelo loiro, olhos azuis e estatura média;
A minha interpretação
Este tema representa a instabilidade, a constante tranformação da vida e da nossa identidade. Podemos mudar mas no fundo permanecemos a mesma pessoa.
Revistas
Estreou-se na revista "Águia" como crítico literário.Em 1914 lançou-se como poeta na revista "Renascença". No ano seguinte passou a liderara o grupo de mentores da revista "Orpheu", que integrava membros como Mário Sá Carneiro.
Nem sempre sou igual
Matilde Neves Geraldes Mergulhao Fidalgo
Created on November 28, 2023
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Transcript
"Nem sempre sou igual"
Um poema de Fernando Pessoa
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Tópicos
Fernando pessoa
TIMELINE
Alberto Caeiro
Análise do poema
Fernando pessoa
Nascimento - 13 de junho 1888 Falecimento - 30 de novembro 1935 Estão publicadas apenas 4 obras suas. Escreveu poesia e prosa em português, inglês e francês, além de ter trabalhado em traduções e críticas.
+ trabalhos
Alberto Caeiro
Nasceu a 16 de abril de 1889, foi criado por uma tia depois de ter ficado orfão muito cedo. Tem apenas o curso primário e era conhecido como o guardaddor de rebanhos. Caeiro aparece a Fernando Pessoa no dia 8 de março de 1914. Falece de tuberculosa em 1915.
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Análise do poema
"Nem sempre sou igual"
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
"Nem sempre sou igual"
análise
Rima
ausência de padrões rímicos
Busca pela verdade
O poeta reconhece a sua maneira artificial na comunicação
Simplicidade Linguística
Instabilidade do sentimento
Sinceridade emocional
O eu lírico não sabe fingir o que sente
Repetição
Metáfora
Antítese
Adjetivação
A minha interpretação
Trabalho realizado por Matilde Fidalgonº17
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.
Características
Louva a simplicidade e ingenuidade;Usa uma linguagem simples e objetiva, semelhante à de uma criança; Valoriza a natureza, associada a sua vida no campo; Dá destaque às sensações do corpo nos seus poemas - poeta das sensações
A minha interpretação
Este tema representa a instabilidade, a constante tranformação da vida e da nossa identidade. Podemos mudar mas no fundo permanecemos a mesma pessoa.
Revistas
Estreou-se na revista "Águia" como crítico literário.Em 1914 lançou-se como poeta na revista "Renascença". No ano seguinte passou a liderara o grupo de mentores da revista "Orpheu", que integrava membros como Mário Sá Carneiro.