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Nem sempre sou igual

Matilde Neves Geraldes Mergulhao Fidalgo

Created on November 28, 2023

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Transcript

"Nem sempre sou igual"

Um poema de Fernando Pessoa

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Tópicos

Fernando pessoa

TIMELINE

Alberto Caeiro

Análise do poema

Fernando pessoa

Nascimento - 13 de junho 1888 Falecimento - 30 de novembro 1935 Estão publicadas apenas 4 obras suas. Escreveu poesia e prosa em português, inglês e francês, além de ter trabalhado em traduções e críticas.

+ trabalhos

Alberto Caeiro

Nasceu a 16 de abril de 1889, foi criado por uma tia depois de ter ficado orfão muito cedo. Tem apenas o curso primário e era conhecido como o guardaddor de rebanhos. Caeiro aparece a Fernando Pessoa no dia 8 de março de 1914. Falece de tuberculosa em 1915.

+ info

Análise do poema

"Nem sempre sou igual"

Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.

"Nem sempre sou igual"

análise

Rima

ausência de padrões rímicos

Busca pela verdade

O poeta reconhece a sua maneira artificial na comunicação

Simplicidade Linguística

Instabilidade do sentimento

Sinceridade emocional

O eu lírico não sabe fingir o que sente

Repetição

Metáfora

Antítese

Adjetivação

A minha interpretação

Trabalho realizado por Matilde Fidalgonº17

Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.

Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.

Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.

Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ao sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são da cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo, Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os meus pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma.

Características

Louva a simplicidade e ingenuidade;Usa uma linguagem simples e objetiva, semelhante à de uma criança; Valoriza a natureza, associada a sua vida no campo; Dá destaque às sensações do corpo nos seus poemas - poeta das sensações

  • Privilegia o sentir e não o pensar;
  • Tem cabelo loiro, olhos azuis e estatura média;

A minha interpretação

Este tema representa a instabilidade, a constante tranformação da vida e da nossa identidade. Podemos mudar mas no fundo permanecemos a mesma pessoa.

Revistas

Estreou-se na revista "Águia" como crítico literário.Em 1914 lançou-se como poeta na revista "Renascença". No ano seguinte passou a liderara o grupo de mentores da revista "Orpheu", que integrava membros como Mário Sá Carneiro.