Portugal Na Primeira Guerra Mundial
Realizado por: Ana Luísa Braga, nº1; Ana Rita Braga, nº2; Beatriz Batista, nº4, Carolina Correia, nº6; João Rebola, nº14
Porque Portugal entrou na guerra?
Em março de 1916 Portugal entrou na primeira guerra mundial para proteger as suas colónias. Na época o país tinha uma aliança com a Inglaterra e sentiu-se pressionado a entrar no conflito. Primeiramente Portugal tinha interesses coloniais em África e viu a oportunidade de expandir o seu império, também viu oportunidade de diminuir o agravamento das dificuldades económicas e de diminuir a dívida do Estado Português.
Segundamente queria afirmar-se internacionalmente devido às obrigações diplomáticas que eram os acordos e compromissos que Portugal tinha com os outros países na época. Estes compromissos incluem alianças, tratados e compromissos de apoio mútuo em caso de conflito. Portugal manteve a sua posição na guerra, mas inventou dificuldades devido à sua posição geográfica e recursos limitados. No entanto permaneceram comprometidos com os seus aliados (Tríplice Entente). Contribuíram com soldados e recursos para o esforço da guerra.
Como entra Portugal na Guerra?
Portugal entrou na Guerra a 9 de março de 1916, enviando tropas para lutar ao lado dos aliados, principalmente na frente ocidental, para combater na França e na Bélgica contra as forças alemãs. A entrada na guerra foi motivada principalmente por interesses coloniais e pela pressão dos aliados.
Locais de combate
Portugal combateu na batalha de La-Lys, na Bélgica, de 7 a 29 de abril de 1918. Combateu também na batalha de Naulila (Vila em Angola) a dezembro de 1914, enviando tropas para lá. Portugal enviou cerca de 1600 homens para Angola e cerca de 15 mil homens para Moçambique. No caso de Moçambique, Portugal enviou os soldados em diferentes frotas, todas elas acabando por perder devido à desorganização, como por exemplo a batalha de Negomano(norte de Moçambique) em novembro de 1917. Para além disso Portugal, em 1916, prendeu um total de 72 navios alemães.
A batalha de La Lys
A principal batalha em que Portugal participou foi a batalha de La-Lys entrando em 1918 durante a chamada ofensiva de primavera, organizada pelo exército alemão para acabar de vez com a frente Ocidental. Esta batalha foi muito importante, pois Portugal queria afirmar-se na guerra mas nesta batalha o seu exército foi destruído pelos alemães,devido à má organização.Como o nome indica esta batalha deu-se numa vila ao pé da fronteira Franco-Belga, no norte, na região de Flandres.
O Corpo Expedicionário Português
O Corpo Expedicionário Português (CEP) foi a principal força militar portuguesa que participou na frente europeia na 1ª Guerra Mundial e foi enviada para o norte da França com a finalidade de, através da sua participação ativa no esforço de guerra contra a Alemanha, conseguir apoios dos seus aliados, evitar a perda dos territórios ultramarinos portugueses e estabelecer uma reputação séria a nível europeu, pois o governo português era uma recém criada república.
Consequências da Guerra em Portugal:
O custo de vida aumentou e o desemprego também, levando a uma crise económica. Também houve um grande número de mortes e feridos portugueses.
Curiosidades:
-As principais armas utilizadas por Portugal na 1ª Guerra Mundial foram fuzis, metralhadoras, artilharia de longa distância e armas ligeiras. -Quem foi o Soldado Milhões? Aníbal Augusto Milhais foi um soldado português que se destacou durante a Primeira Guerra Mundial. Ele ficou conhecido pela sua coragem e bravura, tendo salvado muitas vidas durante a Batalha de La Lys. Milhais foi condecorado com a Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, e é considerado um herói em Portugal.
-Durante a monarquia, existia a Guarda Municipal. A sua jurisdição baseava-se nas áreas urbanas, exercendo o Exército funções de vigia rural. A criação da Guarda Nacional Republicana, como corpo especial de polícia, vocacionado para o policiamento rural, vem estabelecer uma distinção clara entre a função militar e a função policial.
-A Inglaterra, que mantinha desde há muito uma aliança com Portugal moveu influências para que o país não participasse ativamente na Guerra e, inclusive antes do conflito, chegou a prometer, abertamente, ceder as colónias portuguesas à Alemanha, o que levou Portugal a apoiar o Reino Unido no conflito.
Conclusão:
Em resumo, a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial foi motivada por interesses coloniais, diplomáticos e nacionais, mas também trouxe desafios e perdas significativas. Para nós, a entrada na batalha de La Lys foi prejudicial pois Portugal perdeu a batalha, com o objetivo de se afirmar internacionalmente e isso fez exatamente o contrário.
Portugal na 1ª Guerra Mundial
Ana Rita Matvyeyeva da Costa Braga
Created on November 28, 2023
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Portugal Na Primeira Guerra Mundial
Realizado por: Ana Luísa Braga, nº1; Ana Rita Braga, nº2; Beatriz Batista, nº4, Carolina Correia, nº6; João Rebola, nº14
Porque Portugal entrou na guerra?
Em março de 1916 Portugal entrou na primeira guerra mundial para proteger as suas colónias. Na época o país tinha uma aliança com a Inglaterra e sentiu-se pressionado a entrar no conflito. Primeiramente Portugal tinha interesses coloniais em África e viu a oportunidade de expandir o seu império, também viu oportunidade de diminuir o agravamento das dificuldades económicas e de diminuir a dívida do Estado Português. Segundamente queria afirmar-se internacionalmente devido às obrigações diplomáticas que eram os acordos e compromissos que Portugal tinha com os outros países na época. Estes compromissos incluem alianças, tratados e compromissos de apoio mútuo em caso de conflito. Portugal manteve a sua posição na guerra, mas inventou dificuldades devido à sua posição geográfica e recursos limitados. No entanto permaneceram comprometidos com os seus aliados (Tríplice Entente). Contribuíram com soldados e recursos para o esforço da guerra.
Como entra Portugal na Guerra?
Portugal entrou na Guerra a 9 de março de 1916, enviando tropas para lutar ao lado dos aliados, principalmente na frente ocidental, para combater na França e na Bélgica contra as forças alemãs. A entrada na guerra foi motivada principalmente por interesses coloniais e pela pressão dos aliados.
Locais de combate
Portugal combateu na batalha de La-Lys, na Bélgica, de 7 a 29 de abril de 1918. Combateu também na batalha de Naulila (Vila em Angola) a dezembro de 1914, enviando tropas para lá. Portugal enviou cerca de 1600 homens para Angola e cerca de 15 mil homens para Moçambique. No caso de Moçambique, Portugal enviou os soldados em diferentes frotas, todas elas acabando por perder devido à desorganização, como por exemplo a batalha de Negomano(norte de Moçambique) em novembro de 1917. Para além disso Portugal, em 1916, prendeu um total de 72 navios alemães.
A batalha de La Lys
A principal batalha em que Portugal participou foi a batalha de La-Lys entrando em 1918 durante a chamada ofensiva de primavera, organizada pelo exército alemão para acabar de vez com a frente Ocidental. Esta batalha foi muito importante, pois Portugal queria afirmar-se na guerra mas nesta batalha o seu exército foi destruído pelos alemães,devido à má organização.Como o nome indica esta batalha deu-se numa vila ao pé da fronteira Franco-Belga, no norte, na região de Flandres.
O Corpo Expedicionário Português
O Corpo Expedicionário Português (CEP) foi a principal força militar portuguesa que participou na frente europeia na 1ª Guerra Mundial e foi enviada para o norte da França com a finalidade de, através da sua participação ativa no esforço de guerra contra a Alemanha, conseguir apoios dos seus aliados, evitar a perda dos territórios ultramarinos portugueses e estabelecer uma reputação séria a nível europeu, pois o governo português era uma recém criada república.
Consequências da Guerra em Portugal:
O custo de vida aumentou e o desemprego também, levando a uma crise económica. Também houve um grande número de mortes e feridos portugueses.
Curiosidades:
-As principais armas utilizadas por Portugal na 1ª Guerra Mundial foram fuzis, metralhadoras, artilharia de longa distância e armas ligeiras. -Quem foi o Soldado Milhões? Aníbal Augusto Milhais foi um soldado português que se destacou durante a Primeira Guerra Mundial. Ele ficou conhecido pela sua coragem e bravura, tendo salvado muitas vidas durante a Batalha de La Lys. Milhais foi condecorado com a Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, e é considerado um herói em Portugal.
-Durante a monarquia, existia a Guarda Municipal. A sua jurisdição baseava-se nas áreas urbanas, exercendo o Exército funções de vigia rural. A criação da Guarda Nacional Republicana, como corpo especial de polícia, vocacionado para o policiamento rural, vem estabelecer uma distinção clara entre a função militar e a função policial. -A Inglaterra, que mantinha desde há muito uma aliança com Portugal moveu influências para que o país não participasse ativamente na Guerra e, inclusive antes do conflito, chegou a prometer, abertamente, ceder as colónias portuguesas à Alemanha, o que levou Portugal a apoiar o Reino Unido no conflito.
Conclusão:
Em resumo, a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial foi motivada por interesses coloniais, diplomáticos e nacionais, mas também trouxe desafios e perdas significativas. Para nós, a entrada na batalha de La Lys foi prejudicial pois Portugal perdeu a batalha, com o objetivo de se afirmar internacionalmente e isso fez exatamente o contrário.