oS MAIAS
Capítulo XVI
O SARAU DA TRINDADE
trabalho elaborado para a diciplina de português por Érica 12ºA
Contextualização da intriga principal:- Ega vai jantar à Rua de S. Francisco, com Carlos e Maria; - Ega tenta convencer Carlos a irem ao Sarau do teatro da Trindade para verem a atuação de Curges e Alencar; - Quando chegam ao sarau já lá estão todos menos a familia real; - Ouvem o discurso de Rufino, sobre a familia real; - Ega conhece Sr. Guimarães, tio de Dâmaso e os dois falam sobre uma carta escrita por Dâmaso e sobre França; - Sr. Guimarães entrega a Ega um cofre onde estariam papéis importantes, tais revelam que Maria Eduarda e Carlos são irmãos. - Ega supreendido com o incesto decide pedir ajuda a Vilaça para contar tudo a Carlos;
nARRADOR
Heterodiegético - se não interfere nos acontecimentos nem na história. Ao narrar a história, o narrador contempla e traça a análise das personagens.
Subjetivo - se na apresentação dos factos, existe, uma posição emocional e sentimental do próprio.
Categorias DA nARRATIVA
A favor da República: - João de Ega; - Carlos da Maia; - Sr. Guimarães; - Steinbroken; - Tomás Alencar;
AÇÃO
TEMPO
Físico: Teatro da Trindade
encontro dos personagens de alta classe social no teatro
uma noite de inverno em lisboa
ESPAÇO
PERSONAGENS
Social: personagens de alta classe social; Critica-se a superficialidade e a ignorância da classe dirigente
A favor da Monarquia: - Rufino; - Os Gouvarinhos;
ConceitoS e Críticas
DO EPISÓDIO
- O Sarau destinava-se a ajudar as vítimas das cheias do Ribatejo;
- Mostrárnos o exagero poético romântico e a falta de sensibilidade estética para apreciar o talento;
- Critica a antiga sociedade lisboeta, a ausência de espírito crítico e a falta de cultura e modos;
- Os ouvintes só vão ao sarau pela importância do convívio;
- A oratória;
- Contraste entre o ambiente de tragédia e o ambiente de festa;
Crónicas de costumes
Poesia Ultra-Romântica - Alencar
Oratória - Rufino
- Dá voz ao poema "A Democracia";
- Entusiasmo carregado de conotações sociais;
- No início é romântica e sentimental e no fim, acaba com uma crítica social - realismo.
- Retórica vazia e impregnada de artificialismos barrocos e ultraroânticos;
- Venera a familia real;
- Aprovações calorosas, retratam o gosto do público português por aspetos futéis, característicos do Ultra-Romantismo.
Crónicas de costumes
Ignorância musical - Cruges
- Sonata Patética - Beethoven, que significa ignorância e insensibilidade artistica.
Ausência da Familia Real
- Critica a monarquia que não cumpre o seu papel.
Sátira Social
- Atraso cultural em todas as classes sociais no séc. XIX.
Momentos a destacar
Carta escrita por DÂMASO
Democracia
Cofre
"A carta que me fala foi escrita pelo João de Ega. Eu era incapaz de tal desacato à nossa querida família. Foi ele que me agarrou na mão, á força, para eu assinar: e eu naquela atrapalhação, sem saber o que fazia, assinei para evitar falatórios."
"Alencar querida república." "Não a do terror e a do ódio, mas a da mansidão e do Amor.""Pomba da Fraternidade Que estendendo as brancas asas Por sobre os humanos lados
envolve os seus filhos todos
na mesma santa igualdade."
Guimarães depois do Sarau terminar revela a Ega que Carlos e Maria Eduarda são irmãos, dando-lhe um cofre com documentos deixados pela mãe de Carlos.
Conclusões
- Eça prentende com a sua obra "Os Maias" criticar a sociedade daquela época.
- Neste episódio o autor critica a ausência do espírito crítico, a falta de cultura e a falta de saber estar.
- Os espaços físicos, psicológicos e sociais dão-nos a conhecer a sociedade e os modos de vida do séc. XIX.
Biografia & Webgrafia
- https://prezi.com/wju-_x4xpfxu/os-maias-episodio-do-sarau-no-teatro-da-trindade/
- https://prezi.com/lyun62nao-un/os-maias-capitulo-xvi-sarau-no-teatro-da-trindade/
- https://pt.slideshare.net/SaraLeonardo3/os-maias-captulo-xvi-88127091
- QUEIRÓS, Eça de. (2021), Os Maias, Porto Editora, páginas 582 à 624.
- https://aturmadocontra11l3.blogspot.com/2012/04/resumo-do-capito-xvi-dos-maias.html
- https://pt.slideshare.net/anjoferdes/6-os-maias-anlise
Personagens
Simbologia e representatividade
- Ega: ironia e crítica;
- Carlos: evolução da sociedade portuguesa após a regenaração;
- Alencar: representa o ultra-romatismo;
- Cruges: traduz-se na falta de sensibilidade para apreciar o verdadeiro talento;
- Rufino: simboliza a orientação mental daqueles que o ouviam e venera a familia real.
Apresentação dos maias XVI
Erica Filipe
Created on November 16, 2023
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oS MAIAS
Capítulo XVI
O SARAU DA TRINDADE
trabalho elaborado para a diciplina de português por Érica 12ºA
Contextualização da intriga principal:- Ega vai jantar à Rua de S. Francisco, com Carlos e Maria; - Ega tenta convencer Carlos a irem ao Sarau do teatro da Trindade para verem a atuação de Curges e Alencar; - Quando chegam ao sarau já lá estão todos menos a familia real; - Ouvem o discurso de Rufino, sobre a familia real; - Ega conhece Sr. Guimarães, tio de Dâmaso e os dois falam sobre uma carta escrita por Dâmaso e sobre França; - Sr. Guimarães entrega a Ega um cofre onde estariam papéis importantes, tais revelam que Maria Eduarda e Carlos são irmãos. - Ega supreendido com o incesto decide pedir ajuda a Vilaça para contar tudo a Carlos;
nARRADOR
Heterodiegético - se não interfere nos acontecimentos nem na história. Ao narrar a história, o narrador contempla e traça a análise das personagens.
Subjetivo - se na apresentação dos factos, existe, uma posição emocional e sentimental do próprio.
Categorias DA nARRATIVA
A favor da República: - João de Ega; - Carlos da Maia; - Sr. Guimarães; - Steinbroken; - Tomás Alencar;
AÇÃO
TEMPO
Físico: Teatro da Trindade
encontro dos personagens de alta classe social no teatro
uma noite de inverno em lisboa
ESPAÇO
PERSONAGENS
Social: personagens de alta classe social; Critica-se a superficialidade e a ignorância da classe dirigente
A favor da Monarquia: - Rufino; - Os Gouvarinhos;
ConceitoS e Críticas
DO EPISÓDIO
Crónicas de costumes
Poesia Ultra-Romântica - Alencar
Oratória - Rufino
Crónicas de costumes
Ignorância musical - Cruges
Ausência da Familia Real
Sátira Social
Momentos a destacar
Carta escrita por DÂMASO
Democracia
Cofre
"A carta que me fala foi escrita pelo João de Ega. Eu era incapaz de tal desacato à nossa querida família. Foi ele que me agarrou na mão, á força, para eu assinar: e eu naquela atrapalhação, sem saber o que fazia, assinei para evitar falatórios."
"Alencar querida república." "Não a do terror e a do ódio, mas a da mansidão e do Amor.""Pomba da Fraternidade Que estendendo as brancas asas Por sobre os humanos lados envolve os seus filhos todos na mesma santa igualdade."
Guimarães depois do Sarau terminar revela a Ega que Carlos e Maria Eduarda são irmãos, dando-lhe um cofre com documentos deixados pela mãe de Carlos.
Conclusões
Biografia & Webgrafia
Personagens
Simbologia e representatividade