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Ética e deontologia

Filipa Loureiro

Created on October 15, 2023

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Objetivos principais:

Importância do Ornamento do corpo

Ornamento do corpo

  • Nesta sociedade actual, a beleza é vista como algo necessário para que alguém possa atingir a felicidade. Diz a sabedoria popular que uma imagem vale que mil palavras.
Será que a imagem do corpo vale mais do que o ser que o habita? Na sociedade vigente a imagem é um fator decisivo na criação de uma primeira impressão, frequentemente a imagem do corpo converteu-se num fator de descriminação social. Vivemos na “Era da Estética”, onde as mulheres (e tendencialmente os homens) se preocupam cada vez mais com a forma física, os cabelos cuidados, a manutenção de uma aparência imaculada é algo positivo e essencial para a vida de qualquer pessoa de hoje.
  • O CORPO: É um espaço territorial que tem sido alvo de decorações diferentes segundo os países e as épocas. Corpo escrito, tatuado, perfurado, através do qual o indivíduo se relaciona e interage com o mundo e com o outro. Em certos países, regiões ou sociedades a lei do grupo podia ser figurada nos corpos narrando ritos de passagem. As práticas de modificação corporal existem há milhares de anos, como as tatuagens na Oceânia, as perfurações na Ásia e na América e a escarificação em África.
  • O Ocidente também criou as suas marcas duma forma mais simples quer como identificação de género ou de ritual de passagem
Exemplo: a perfuração das orelhas nas raparigas logo à nascença, o uso de anéis de noivado e de casamento, ou duma forma mais dramática, como identidade de grupo de exclusão da sociedade através da marcação no pulso dos judeus do seu número nos campos de concentração, ou das tatuagens de guerra no braço dos soldados, ou em metade da cara nos Comandos, ou ainda nas prisões. Quer sejam objetos, quer sejam marcas sobre, sob ou dentro da pele, todas se podem catalogar como ornamento do corpo.

Evolução histórica

  • O termo “cosmético” foi criado no século XVI a partir do grego kosmetes, que significa “relativo ao adorno”;
  • Higiene - surgiu do nome da deusa grega Hígia, responsável pela conservação da saúde. Na Grécia Antiga o banho tinha a função de proporcionar conforto e era um ato necessário para as preces.
  • Antes do surgimento de tais palavras, homens já utilizavam artifícios de beleza e higiene. Nos primórdios da humanidade já existiam rituais relacionando com o asseio corporal e com pureza espiritual. Ao longo da história, o conceito de limpeza transformou-se conforme o contexto social, o clima, a religiosidade e os costumes de cada época. Os produtos de higiene foram-se incorporando no quotidiano conforme a evolução histórica dos hábitos de asseio.
  • Com o evolui dos tempos, a limpeza passou a ser um ponto-chave nos cuidados corporais.

Pré-história

Período que vai desde o surgimento do ser humano, em torno de 150 mil anos segundo as estimativas atuais, até o aparecimento da escrita, datado de 3200 a.C.). Reconhece-se uma civilização pré-histórica pelo facto de não possuir documentos escritos e apenas restos materiais, artefatos, desenhos rupestres e fósseis. Os cosméticos fazem parte dessa história, pois são conhecidos registos pré-históricos que apontam o uso de pigmentos extraídos de frutas, como, por exemplo, a amora, que embelezavam as mulheres da época. Há achados anteriores a Era da Escrita que denunciam o uso de um óleo roxo para, hipoteticamente, cobrir defuntos. Na Palestina as mulheres pintavam os olhos e utilizam pós feitos a partir do pólen de plantas.

Civilização Egípcia

As civilizações mais antigas deixaram rastos sobre os cuidados com a higiene pessoal e com a saúde. O sabão é datado de 2800 a.C. e foi descoberto em escavações na Babilônia, produzido com gordura animal e cinzas. Os egípcios e os seus hábitos merecem particular atenção devido à sua influência sobre outras civilizações. Mesmo num período tão antigo, a população já se lavava cerca de três vezes ao dia e mantinham costumes e produtos para manter a limpeza e a beleza do corpo para enfrentar o clima arenoso e quente. 2O sabão egípcio continha até mesmo óleos vegetais. Os faraós já empregavam máscaras de beleza. A crença Egípcia de reviver após a morte, mostrou o interesse que os faraós tinham com cuidados de beleza, no sentido de permanecerem belos depois de morrer.

Civilização Egípcia

Tutankamon (1400 a.C.) foi um faraó do Antigo Egito que faleceu ainda na adolescência. O seu tumulo continha no seu interior: cremes, incensos e potes de azeite usados na decoração e no tratamento do corpo.

Civilização Egípcia

Cleópatra, rainha do Egito, ainda hoje é símbolo da cosmetologia, devido a seus cuidados de beleza. Utilizava leite azedo para manter a pele suave e limpa e lamas do rio Nilo para melhorar a hidratação da pele. A pele de Cleópatra era suavizada devido à ação do leite azedo, provavelmente pela concentração de ácido lático e a lama possivelmente tinha ação adstringente.

Civilização Egípcia

O sol forte e a areia queimavam e secavam a pele a ponto de surgirem enfermidades. Para proteção do corpo e dos cabelos – mesmo os soldados durante guerras – untavam-se diariamente com gorduras e óleos, que também eram utilizados como base para cremes e pomadas. Essas misturas com alta aderência eram complementadas com fortes aromas, popularizando-se em todo o Mediterrâneo. Era comum e elegante em eventos sociais utilizar essas pomadas perfumadas por baixo da peruca: com o tempo e o calor a mistura derretia e escorria pelo corpo, exalando perfume. Nas casas egípcias das classes mais altas existiam salas de banho onde escravos lavavam os seus mestres utilizando bacias Relata-se que os egípcios utilizavam misturas perfumadas à base de cinza e argila, assim como óleo vegetal, gordura animal e sais alcalinos para limpeza e tratamento de doenças cutâneas. A elite egípcia também mostrava os seus hábitos de higiene na produção de artefactos, como vasos e caixas de toalete para armazenar cosméticos e produtos de higiene pessoal. Essas peças, assim como desenhos de cenas em toaletes, estão espalhados em museus pelo mundo e são os maiores vestígios dos costumes egípcios de cuidados de beleza pessoal. A maquilhagem também era um hábito normal no Egito Antigo, entre homens e mulheres. A pintura tradicional dos olhos era feita com uma pasta à base de cristais de malaquita para a cor esverdeada ao redor dos olhos e para proteger contra insetos, infeções, raios solares e tempestades de areia. O olhar era alongado com o khôl – pasta preta de gordura animal e sulfeto de chumbo natural. Os faraós e suas esposas pintavam o rosto e tingiam as perucas. Utilizavam extratos vegetais e compostos metálicos para tingir barba, pelos e cabelos – do vermelho ao negro – conhecidos como hena, que é um dos cosméticos mais antigos. As egípcias utilizavam nos lábios uma tinta à base de ocre vermelho aplicada com um pincel.

Grécia

Roma Antiga

Padrões de beleza nas mulheres na Roma Antiga

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Idade Média

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Idade Moderna

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Idade Contemporânea

Idade Contemporânea

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Personalidades da Estética

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Emancipação da Mulher

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