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10ºB-T1-G2

Gabriel Monteiro (2023/EBSAS/10B)

Created on September 28, 2023

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Transcript

Poesia trovadoresca

Joel Martinez, Gabriel Monteiro, José Nunes
>Seguinte<
Outubro 2023

Aprendizagens Essenciais

Leitura Interpretar o texto, com especificação do sentido global e da intencionalidade comunicativa; Clarificar tema(s), subtemas, ideias principais, pontos de vista;Utilizar criteriosamente procedimentos adequados ao registo e tratamento da informação; Exprimir, com fundamentação, pontos de vista suscitados por leituras diversas. Educação Literária; Interpretar obras literárias portuguesas de diferentes autores e géneros, produzidas na idade média; Contextualizar textos literários portugueses na idade média em função de grandes marcos históricos e culturais; Mobilizar para a interpretação textual os conhecimentos adquiridos sobre os elementos constitutivos do texto poético e do texto narrativo; Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos manifestados nos textos; Comparar textos de diferentes épocas em função dos temas, ideias, valores e marcos históricos e culturais. Escrita Redigir com desenvoltura, consistência, adequação e correção; Oralidade Selecionar e registar informação relevante para um determinado objetivo; Avaliar discursos tendo em conta a adequação à situação de comunicação; Produzir discursos preparados para apresentação a público restrito (à turma ou a colegas de outras turmas) com diferentes finalidades.

Áreas de Competência

Conhecedor / sabedor/ culto / informado (A,B, G, I, J)Indagador/ Investigador (C, D, F, H, I)Sistematizador / organizador (A, B, C, I, J) Criativo (A, C, D, J) Comunicador (A, B, D, E, H) Responsável / autónomo (C, D, E, F, G, I, J)

  1. Introdução
  2. Rede de palavras relacionadas com poesia trovadoresca
  3. Tipos de cantigas e suas características
  4. Análise de cantigas (Amigo e Amor) e texto expositivo
  5. Desafio Criativo
  6. Curiosidades
  7. Grupo e Tarefas
  8. Autoavaliação do grupo/trabalho
  9. Quadro síntese
  10. Webgrafia

Índice

Aprendizagens essenciais
Áreas de competência
  1. Introdução
  2. Rede de palavras relacionadas com poesia trovadoresca
  3. Tipos de cantigas e suas características
  4. Análise de cantigas (Amigo e Amor) e texto expositivo
  5. Desafio Criativo
  6. Curiosidades
  7. Grupo e Tarefas
  8. Autoavaliação do grupo/trabalho
  9. Quadro síntese
  10. Webgrafia

Índice

Aprendizagens essenciais
Áreas de competência

O que é a Poesia trovadoresca?

>Seguinte<

A poesia trovadoresca foi um movimento literário na Idade Média, entre os finais do século XII e o século XIV.Este movimento surgiu principalmente no Norte da península Ibérica.Sendo escritas por trovadores(origem nobre) e jograis(origem popular).

Poesia Trovadoresca

Amigo
Amor
Trovador
Jograis

Cantigas

Coita de amor
Poesia
Movimento Literário
Escárnio e Maldizer

Cantigas e suas caraterísticas

<Amigo>
<Escárnio e Maldizer>
<Amor>

Cantigas De Amor:

Cantadas:
-Trovadores. (Sécs: XII a XIII)
Sujeito poético:
Origem:
França, na região da provença
Voz Masculina (o Trovador) e a senhor (a dona), o objeto.
Tema e afetos:
Ambiente:
O amor que o Trovador sente pela dona
Ambiente de corte (Raramente referido)
O amor provençal/amor cortês:
Linguagem, estilo e estrutura.
O sujeito poético deve descrever a pessoa a quem ama como alguém muito superior e ter uma relação de vassalagem, ou seja, servi-la
Escrito na primeira pessoa
Características da dona/senhor
superior, divina, bela
Coita de Amor
O sujeito poético morre de amor pela dama porque o amor não é correspondido

Cantigas De Amigo:

Cantadas:
-Jograis e Trovadores. (Sécs: XII a XIV)
Sujeito poético:
Origem:
Peninsular. (Galaico-Portuguesa)
Voz feminina (donzela) que demonstra os seus sentimentos pelo amado (o amigo).
Características:
Ambiente:
Donzela: Moça, origem popular (Povo) bela e formosa. Também era ingénua, leda, coitada e apaixonada.
Capela e romaria
Rural
Objeto:
Linguagem, estilo e estrutura.
Doméstico
Amigo: Mentiroso, Traidor, Apaixonado e Ausente
Confidente:
Paralelismo
Elementos simbólicos:
Pessoa a quem contamos segredos.
Leixa-pren
Mãe (ajudar ou contradizer), amigas, irmãs, natureza (valor simbólico).
Flores
Alvorecer
Fonte
Principais temáticas:
As aves
Luz
Noite
Confidência lírica
Mágoa e fúria
Saudade
Alegria

CantIGA DE ESCÁRNIO E MALDIZEr:

Cantadas:
-Jograis e Trovadores. (Sécs: XII a XIV)
Sujeito poético:
Origem:
Peninsular. (Galego-português)
Voz masculina com o objetivo de criticar as regras do amor cortês de matriz prevençal e da morte por amor
Ambiente:
Objeto:
Espaço social.
Crítica outros trovadores que não possuem artes de trovar, que são falsos na expressão do amor
Linguagem, estilo e estrutura:
Caracteríticas temáticas
  • linguagem complexa e satírica;
  • Sarcasmo e humor;
  • jogos de palavras e expressões insultuosas;
  • recursos expressivos .
  • Denúncia de vícios e costumes de época ;
  • Chacota de traços físicos e psicológicas de determindadas pessoas;
  • Acontecimentos históricos e políticos;
Principais temáticas:
vícios
polémicas
costumes

Análise das Cantigas DeAmor e Amigo

<Amigo>
<Amor>
< Texto>

A vossa mesura, senhor, aguardei, mal dia por mi, ca desmesura des aí me faz ca[da] dia peior: ca me busca convosco mal e a mesura nom me val e leixa-me morrer d'amor. E, senhor, mal dia naceu que[m] mesura muito aguardou, como eu guardei, e sempr'achou desmesura, que me tolheu: ca, onde eu cuidei haver bem por servir, nunca houve en rem, ca desmesura me tolheu. A vossa mesura gardei, senhor, sempre mais doutra rem e a desmesura por en me faz tal mal que me nom sei com ela já conselh'haver; e leixa-me d'amor morrer e da mesura bem nom hei.

Cantiga de Amor

1ª estrofe: O Trovador, aguarda receber alguma cortesia da dona 2ª estrofe: A dona aguarda pela generosidade do trovador. Ele fica abalado pela rigidez qeue ela lhe exerce mas continua a servir-la 3ª estrofe: O Trovador deu à dona mais generosidade do que qualquer outra coisa e refere que o rigor que ela lhe exerce tem como única solução morrer de amor.
"A vossa mesura, senhor"
Tema: O amor que o trovador sente pela dona.
Assunto: O Trovador sente-se apaixonado pela senhor e diz-lhe que só recebeu rigidez, tendo esperado por alguma generosidade. Rigidez essa que o deixa a morrer de amor
Amor Cortês: Nos versos destacados observa-se a relação de vassalagem entre o sujeito poético e a dona.

Coita de Amor:Nos versos 7 e 20 é evidenciado que o sujeito poético morre de amor. Já nos versos 11 e 14 é referido o sofrimento do sujeiro poético

Cantiga de AmigoDigades, filha, mia filha velida

-Digades, filha, mia filha velida: porque tardastes na fontana fria? -Os amores hei. -Digades, filha, minha filha louçana: porque tardastes na fria fontana? -Os amores hei. -Tardei, mia madre, na fontana fria, cervos do monte a augua volvian. -Os amores hei. -Tardei, mia madre, na fria fontana, cervos do monte volvian a augua. -Os amores hei. -Mentir, mia filha, mentir por amigo! Nunca vi cervo que volvesse o rio. -Os amores hei. -Mentir, minha filha, mentir por amado! Nunca vi cervo que volvesse o alto. -Os amores hei.

Tema: Mentira pelo amor
1ª e 2ª estrofe: Mãe chama a filha e pergunta-lhe porque é que demorou tanto na fonte. "porque tardastes na fontana fria?" 3ª e 4ª estrofe: Filha responde à mãe dizendo que os veados tinham ido beber à fonte e que turvaram a água. Mentindo assim à sua mãe. "cervos do monte a augua volvian" 5ª e 6ª estrofe: Mãe descobre tudo e acusa a filha por ter mentido, dizendo que esta esteve com amado. "Nunca vi cervo que volvesse o rio", "... minha filha, mentir por amado!"
Assunto: A donzela/filha fala com a mãe pois esta tardou muito a voltar da fonte. Acabando por descobrir que esta esteve com amado.
Paralelismo: Existe paralelismo entre os versos 2 e 5, 8 e 11 e 14 e 17.
Donzela/filha: Calculista e manhosa. Mentiu à mãe de uma forma inteligente. Mãe: Severa, experiente e vigilante. Ficou zangada com a filha, conseguiu ver através das suas mentiras e queria vigiar a vida amorosa da filha.
Refrão: Os amores hei.

Quadro Síntese

Cantigas de Amigo
Cantigas de Amor
  • Provençal

Origem

  • Autócne
  • Voz feminina
  • Voz masculina

Sujeito poético

  • a dona (a senhor)
  • o amigo

Objeto

  • ser divinizada, quase inatingível,da aristocracia
  • Bela e de origem popular.

Caracteristicas da figura femenina

  • apaixonado, ausente, mentiroso

Caracteristicas da figura masculina

  • vassalo,submisso,sofredo
  • elogio da mulher amada• a coita amorosa
  • doméstico, familiar, rural• marítimo
  • palaciano, cortês

Ambiente

  • simples, espontânea, popular

Essência

  • artificial, convencional, aristocrática

Tema

  • a paixão pelo amigo
  • a saudade
  • a incerteza e insegurança na relação
  • os arrufos de amo
  • o ciúme
  • elogio da mulher amada
  • a coita amorosa

Texto Expositivo

Donzela nas cantigas de amigo

Ao longo da poesia trovadoresca é nos apresentado diversos tipos de personagens, sendo o destaque uma donzela de origem popular com diversos sentimentos pelo seu amado. Esta tal donzela é demonstrada nas diversas cantigas de amigo como bela, apaixonada e delicada aparecendo em locais rurais, domésticos e até mesmo em romarias. Os sentimentos desta personagem são causados pela sua situação amorosa, a qual confia aos seus confidentes, que pode ser demonstrada através de elementos simbólicos como a fonte e a luz. Em suma, a donzela é uma figura principal da poesia trovadoresca, sendo apresentada nas diversas cantigas de acordo com os seus sentimentos.

Várias incorreções que não consigo assinalar/realçar...

Webgrafia e Bibliografia

https://cantigas.fcsh.unl.pt/sobreascantigas.asp https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/poesia-trovadoresca-cantigas-de-amor https://www.portugues.com.br/literatura/trovadorismo.html https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$literatura-provencal https://www.anaeanna.com/literatura/timeline-da-literatura/trovadorismo https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/poesia-trovadoresca-cantigas-de-amigo http://blogesss-biblioteca.blogspot.com/2015/10/cantigas-de-amigo-breve-apresentacao.html https://pt.slideshare.net/HMECOUT/as-cantigas-de-amigo Livro, Sentidos (Aula Digital)

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Índice
Outros

Quadro Sintese

Cantigas de escarnio e maldizer

Sátira dissimulada, dúbia e encoberta.

Sátira direta, mordaz e explícita

Características

>Webgrafia<

Curiosidades

As cantigas de amigo eram escritas em primeira pessoa sobre uma donzela embora o trovador fosse um homem. ---------------------- As mulheres nas quais as cantigas de amor eram dedicadas poderiam ser casadas com senhores feudais. ---------------- Os trovadores eram muitas vezes vassalos de senhores feudais. ---------------------- A primeira universidade portuguesa, fundada em Lisboa em 1209, foi aberta pelo famoso trovador D. Dinis e a universidade, mais tarde, foi transferida para Coimbra no ano de 1307. --------------------------------

-Desafio criativo-

N.1
N.2

Grupo e tarefas

José Nº13
Joel Nº12
Gabriel Nº8

Cantiga de Amigo,Análise da Cantiga de Amigo, Edição de slides, pesquisa, escrita e texto expositivo.

Cantiga de Amor,Análise da Cantiga de Amor, pesquisa e escrita.

Cantiga de Escárnio e Maldizer, pesquisa e escrita.

AUTOAVALIAÇÃO N1

11 10 2023
José Nunes
Joel Martinez
Gabriel Monteiro
X X X X
Subtítulo

AUTOAVALIAÇÃO

José Nunes
Gabriel Monteiro
Joel Martinez
18
17
18

Cave

Entrar

Tipos De Cantigase as Suas características

  • Cantiga de Amor:
- Intervem uma voz masculina (sujeito) e a dona (Objeto)- Falam sobre um sofrimento amoroso que o sujeito passa - Passam em ambientes Aristocráticos (nobres, elegantes) - O amor provençal era o sujeito que agia como vassalo da dama fazendo de tudo para a servir e agradar -O sujeito sente um grande amor pela dona independentemente que esse afeto seja impossível de ser alcaçado pela hierarquia. -Estrutura
  • Cantiga de Amigo
- Intervem uma donzela (sujeito) e o amigo (objeto) - A donzela espressa as suas preocupações e estados de espíritos acerca do amigo, que é ausente, a amigas, familiare ou até a elementos naturais (plantas) - Estas cantigas passam-se em ambientes domésticos, rurais, festivos, marítimod, etc; - A donzela espressa o seu amor e/ou saudade pelo amigo -Estrutura

Desafio criativo

Cantiga de AmigoDigades, filha, mia filha velida

1ª e 2ª estrofe: Mãe chama a filha e pergunta-lhe porque é que tardou tanto na fonte. "porque tardastes na fontana fria?" 3ª e 4ª estrofe: Filha responde à mãe dizendo que os viados tinham ido beber à fonte e que turvaram a água. Mentindo assim à sua mãe."cervos do monte a augua volvian" 5ª e 6ª estrofe: Mãe descobre tudo e acusa a filha por ter mentido, dizendo que esta esteve com amado."Nunca vi cervo que volvesse o rio", "... minha filha, mentir por amado!"
Tema: Mentira pelo amor "Mentir, mia filha, mentir por amigo!"

-Digades, filha, mia filha velida: porque tardastes na fontana fria? -Os amores hei. -Digades, filha, minha filha louçana: porque tardastes na fria fontana? -Os amores hei. -Tardei, mia madre, na fontana fria, cervos do monte a augua volvian. -Os amores hei. -Tardei, mia madre, na fria fontana, cervos do monte volvian a augua. -Os amores hei. -Mentir, mia filha, mentir por amigo! Nunca vi cervo que volvesse o rio. -Os amores hei. -Mentir, minha filha, mentir por amado! Nunca vi cervo que volvesse o alto. -Os amores hei.

Assunto: A filha tarda muito a ir buscar água à fonte e a mãe quer saber porquê, a filha responde às perguntas da mãe dizendo que viados tinham turvado a água mas a mãe não se acredita pois estes não vão às fontes das aldeias. Acabando por descobrir que a filha esteve com amado. "...porque tardastes na fontana fria?" "...porque tardastes na fria fontana?" "...cervos do monte a augua volvian" "...cervos do monte volvian a augua" "...Nunca vi cervo que volvesse o rio" "...Nunca vi cervo que volvesse o alto"
Donzela/filha: Calculista e manhosa. Mentiu à mãe de uma forma construtiva. Mãe: Severa, experiente e vigilante. Ficou zangada com a filha, conseguiu ver através das suas mentiras e queria vigiar a vida amorosa da filha.
Paralelismo: Existe paralelismo entre os versos 2 e 5, 8 e 11 e 14 e 17. Há existencia de paralelismo nestes versos pois estes querem dizer a mesma coisa e mudam apenas uma ou duas palavras.

A vossa mesura, senhor, aguardei, mal dia por mi, ca desmesura des aí me faz ca[da] dia peior: ca me busca convosco mal e a mesura nom me val e leixa-me morrer d'amor. E, senhor, mal dia naceu que[m] mesura muito aguardou, como eu guardei, e sempr'achou desmesura, que me tolheu: ca, onde eu cuidei haver bem por servir, nunca houve en rem, ca desmesura me tolheu. A vossa mesura gardei, senhor, sempre mais doutra rem e a desmesura por en me faz tal mal que me nom sei com ela já conselh'haver; e leixa-me d'amor morrer e da mesura bem nom hei.

Cantiga de Amor

"A vossa mesura, senhor"
1ª estrofe: O Trovador, aguardava receber generosidade por parte da dona, mas só recebeu rigidez que o deixou a morrer de amor. "A vossa mesura, senhor,/ aguardei ... ca desmesura des aí" , "...e a mesura nom me val/ e leixa-me morrer d'amor." 2ª estrofe: A Dona aguardou a cortesia do trovador, que lhe deu muito, e ele, dela esperava alguma cortesia, mas só recebeu rigidez que o deixou triste. "E, senhor, mal dia naceu/que[m] mesura muito aguardou,...", "desmesura, que me tolheu" O Trovador, não desiste e continua a servir mais do que a rigidez o deixa triste, para assim não deixar faltar alguma coisa à dona que ele tanto ama "...ca, onde eu cuidei haver bem/por servir, nunca houve en rem,/ca desmesura me tolheu." 3ª estrofe: O Trovador deu à dona mais generosidade do que qualquer outra coisa e refere que o rigor que ela lhe exerce tem como única solução morrer de amor. "A vossa mesura gardei [...] sempre mais doutra rem/", "e a desmesura por en/ me faz tal mal [...]com ela já conselh'haver;", "e leixa-me d'amor morrer" "
Tema: O amor que o trovador sente pela dona.
Assunto: O Trovador sente-se apaixonado pelo senhor (a dona) e diz-lhe que só recebeu rigidez, tendo esperado por alguma generosidade. Rigidez essa que o deixa a morrer de amor
Amor Cortês: "...ca, onde eu cuidei haver bem/ por servir, nunca houve en rem,/ ca desmesura me tolheu." Nestes versos estão evidenciados a relação de vassalagem entre o sujeito poético e a dona.

Coita de Amor:"...e leixa-me morrer d'amor." (1ºestrofe, 7º verso e 3ºest., 6ºv.) Aqui é evidenciado que o sujeito poético morre de amor pela dona "...desmesura, que me tolheu: ...", "ca desmesura me tolheu." (2ºest. 4º e 7º v.) Nestes versos são evidenciados o sofrimento do sujeito poético, pelo seu amor não ser correspondido.