As Consequências da falta de ferrovia
consulte os conteúdos nos itens infra
impede o desenvolvimento integrado dos territórios, acentuando as assimetrias regionais
êxodo das populações e desertificação dos territórios pela falta de oportunidades
documentário "pare escute e olhe"
Necessidade é sentir falta de algo que já se conheceu. O êxodo vai à procura do que ao longe os media lhe mostram. Vêem-se outras regiões, outros modos de vida e, pensa-se no amanhã e nas necessidades futuras. Um amanhã mais risonho também para os vindouros e, se possível, longe das agruras a que a escassez conduz. É necessário trabalhar porque a natureza é avara e hostil. E, neste contexto, conhecem-se formas e métodos de obter resultados que não conjugam com a falta de ferrovia.
A desigualdade concorrencial imposta pela ausência de infraestrutura ferroviária condena as regiões a um desenvolvimento anémico e a baixos níveis de atratibilidade e de investimento. Desde logo, o tecido empresarial é incapaz de colocar os seus produtos em condições dignas de oferta comparativamente a outras regiões dotadas dessas infraestruturas, em grande medida por um efeito de inflação duplicada. Por um lado, um maior custo de importação das matérias primas, por outro, um maior custo de tranporte da produção para outros mercados. A média salarial nestas regiões é, inevitávelmente, mas baixa, mas, mais grave, é a ausência de perpetiva, de sonho e de futuro.
consulte o texto de apoio
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É de exigir um desenvolvimento harmonioso e simétrico do país de acordo com a vocação territorial de cada região. Seremos mais fortes na diversidade mas uma diversidade assente na matriz de um desenvolvimento harmonioso e sustentável.
Consulte o artigo abaixo, publicado em 15 de setembro 2022, no jornal Expresso, versão online.
"A Europa tem mais quilómetros de ferrovia do que estradas, em Portugal é o contrário e isso é um problema"
Infográfico - consequências da falta de ferrovia
Manuel Vitorino
Created on July 17, 2023
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As Consequências da falta de ferrovia
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impede o desenvolvimento integrado dos territórios, acentuando as assimetrias regionais
êxodo das populações e desertificação dos territórios pela falta de oportunidades
documentário "pare escute e olhe"
Necessidade é sentir falta de algo que já se conheceu. O êxodo vai à procura do que ao longe os media lhe mostram. Vêem-se outras regiões, outros modos de vida e, pensa-se no amanhã e nas necessidades futuras. Um amanhã mais risonho também para os vindouros e, se possível, longe das agruras a que a escassez conduz. É necessário trabalhar porque a natureza é avara e hostil. E, neste contexto, conhecem-se formas e métodos de obter resultados que não conjugam com a falta de ferrovia.
A desigualdade concorrencial imposta pela ausência de infraestrutura ferroviária condena as regiões a um desenvolvimento anémico e a baixos níveis de atratibilidade e de investimento. Desde logo, o tecido empresarial é incapaz de colocar os seus produtos em condições dignas de oferta comparativamente a outras regiões dotadas dessas infraestruturas, em grande medida por um efeito de inflação duplicada. Por um lado, um maior custo de importação das matérias primas, por outro, um maior custo de tranporte da produção para outros mercados. A média salarial nestas regiões é, inevitávelmente, mas baixa, mas, mais grave, é a ausência de perpetiva, de sonho e de futuro.
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É de exigir um desenvolvimento harmonioso e simétrico do país de acordo com a vocação territorial de cada região. Seremos mais fortes na diversidade mas uma diversidade assente na matriz de um desenvolvimento harmonioso e sustentável.
Consulte o artigo abaixo, publicado em 15 de setembro 2022, no jornal Expresso, versão online.
"A Europa tem mais quilómetros de ferrovia do que estradas, em Portugal é o contrário e isso é um problema"