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problemas éticos na interrupção da vida humana

Cristina Barbosa

Created on June 6, 2023

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Transcript

Escola Básica e Secundária da Sobreira Filosofia 10.ºA- 2022/2023

PROBLEMAS ÉTICOS NA INTERRUPÇÃO DA VIDA HUMANA ABORTO

Gonçalo Nunes nº 9, Matilde Azevedo nº15, Rosa Oliveira nº19, Tomás Cunha nº21, Tomás Loureiro nº23

INdice

Introdução

Video-debate

Perspetiva de Kant em relação ao aborto

Perspetiva de Mill em relação ao aborto

Conclusão

Introdução

O que é o aborto?

O aborto é a interrupção voluntária ou involuntária de uma gravidez antes que o feto seja capaz de sobreviver fora do útero. Em termos médicos, o aborto pode ser classificado como espontâneo ou induzido. Em alguns países, o aborto é legal e aceitável, enquanto que noutros é proibído. No caso de Portugal, o aborto encontra-selegalizado.

Introdução

Posições

Existem três posições bem delimitadas na discussão sobre o aborto. A primeira, pró-vida ou conservadora, contra o aborto, defende o direito moral da vida do feto e defende que todos têm direito à vida. A segunda, pró-escolha ou liberal, a favor do aborto, entende que a mulher tem um direito moral sobre o próprio corpo, o que lhe permite fazer o aborto. Por fim, o meio-termo, que simultaneamente apoia e contradiz os dois lados.

Perspetiva de Kant em relação ao aborto

Segundo o conceito de moralidade e imperativo categórico, conduzir a gravidez até o fim seria a melhor opção, sem interrupção artificial mesmo que isso causasse intenso sofrimento. Até porque abortar para preservar a saúde psicológica da grávida, por exemplo, seria submeter à ação a uma finalidade, a conduta a um querer, e isso não obedece ao imperativo categórico. Para Kant certamente negar o nascimento ao feto seria impedir a prática das suas potencialidades.Conseguimos então concluir que Kant é contra a legalização do aborto.

Perspetiva de mill em relação ao aborto

Dar à luz um ser e não promover pelo seu cuidado, deixando de dar aos filhos carinho, alimentação, educação, é um dos maiores crimes que podem ser cometidos contra uma pessoa. Assim quem deve decidir ter ou não filhos são aqueles responsáveis por cuidar da criança, a sua mãe, ou o seu pai e a mãe conjuntamente. A responsabilidade de quem tem filhos é imensa, e exatamente por isso a decisão de dar ou não à luz deve ser uma decisão de quem vai ter os filhos e jamais uma decisão do Estado. Conseguimos então concluir que Stuart Mill é a favor da legalização do aborto.

Conclusão

Chegar a um consenso sobre o aborto é um desafio complexo, uma vez que envolve questões éticas, morais, religiosas e políticas e as opiniões variam amplamente no mundo inteiro. É importante lembrar que o consenso absoluto pode ser difícil de alcançar em assuntos tão complexos e sensíveis.

“O consenso sobre o aborto requer uma abordagem respeitosa que reconheça a complexidade do assunto e promova um diálogo construtivo baseado em princípios éticos compartilhados”

Filósofo John Rawls