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John Rawls

Leonor

Created on June 1, 2023

Uma teoria da justiça-filosofia 10ºano

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Transcript

Índice

Filosofia

1.

Ética, Direito e Política

2.

Biografia de John Rwals

3.

A Teoria da Justiça

4.

Teoria de Rawls versus Utilitarismo

5.

Como ter uma sociedade justa?

6.

Crítica de Nozick

7.

Crítica de Sandel

8.

Conclusão

9.

Quizz

10ºano

10.

Bibliografia

A Teoria da Justiça de John Rawls

ÉTICA, DIREITO E POLÍTICA

Liberdade e justiça social;igualdade e diferenças; justiça e equidade.

A dimensão ético-moral não é a única dimensão do ser humano.

Podemos analisá-lo enquanto indivíduo, pessoa ou cidadão.

21 de fevereiro de 1921- 24 de novembro de 2002

Biografia

Era o segundo de cinco filhos de Anna Abell Stump Rawls e William Lee Rawls, um advogado. Dois de seus irmãos morreram na infância. Aos 7 anos, Rawls contraiu difteria e infetou os irmãos.Rawls posteriormente sofreu pneumonia, e o outro irmão mais novo, Tommy, contraiu a doença e morreu. Estes traumas fez com que ficasse com alguma gaguez. Frequentou a Calvert School em Baltimore por seis anos antes de entrar na Kent School, uma escola episcopal em Connecticut. Depois de se formar em 1939, frequentou a Universidade de Princeton, onde se formou summa laude e foi aceite no The Ivy Club e na American Whig-Cliosophic Society. Concluiu o Bacharelado em 1943 e alistou-se no Exército em fevereiro do mesmo ano. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu como soldado de infantaria no Pacífico, onde foi condecorado com uma Estrela de Bronze; e as Filipinas, onde participou da guerra de trincheiras. Lá, perdeu a fé cristã. Depois de deixar o exército em janeiro de 1946, tornou-se ateu. Nesse mesmo ano, retornou a Princeton e em 1950 obteve um doutoramento em filosofia moral. Recebeu o Prêmio Chock de lógica e filosofia e a Medalha Nacional de Humanidades em 1999. Casou-se com Margaret Fox em 1949 e teve 4 filhos. Morreu de complicações cardíacas em 25 de novembro de 2002 em Lexington, Massachusetts, Estados Unidos.

John Bordley Rawls foi um filósofo norte-americano, autor de Uma Teoria da Justiça, Liberalismo Político e O Direito dos Povos. Ele trabalhou como professor de filosofia em Harvard

Autor de obras como Teoria da Justiça (1971), Liberalismo Político (1993), A Lei dos Povos (1999) ou Justiça como Justiça: Uma Reafirmação (2001).

Teoria da justiça

O filósofo criou muitas obras. Entre elas escreveu um livro intitulado:" Uma Teoria da justiça" (1971), que alterou radicalmente a forma como as pessoas pensavam nas questões da justiça social. É uma obra considerada das mais influentes do século XX e foi lida por filósofos, políticos, economistas e advogados.
Para que seja possível criar uma sociedade mais justa, e para que a nossa vida seja tolerável, temos de cooperar.
O que defende a teoria, segundo Rawls?
Equidade Todos os seres humanos devem ter, à partida, os mesmos direitos e liberdades, porque se forem considerados apenas enquanto seres humanos, são moralmente iguais. Tem o mesmo valor moral, o valor de um indivíduo.
Para Rawls... Uma sociedade justa é aquela que reconhece em todos os cidadãos a igualdade de liberdades e direitos (equidade).

Teoria de Rawls versus Utilitarismo

Uma sociedade justa é aquela que melhor manter a equidade, pois a equidade (e não a felicidade geral) é a que tem valor intrínseco ( consagra que o ser humano é um fim em si mesmo, portanto, este não pode ser utilizado como um meio para atingir algum fim de outro individuo, como exemplo, um fim pretendido pelo Estado). Uma sociedade justa, confirma a inviobilidade dos direitos do indivíduo. Proporciona, através da cooperação de todos o máximo de vantagens mútuas possível. Não permite que os sacrifícios permitidos a uns poucos sejam compensados pelo aumento de vantagens usufruídas por um número maior.

Teoria de Rawls

Importa-se fundamentalmente com o resultado global das nossas ações em termos de bem-estar ou prazer geral.

Utilitarismo John Stuart Mill e Jeremy Bentham

Entre salvar um parente próximo de um incêndio e salvar quatro estranhos, dado que salvar quatro estranhos maximiza a felicidade, o padrão moral utilitarista defende que o certo é salvar os quatro estranhos ao invés de um parente próximo.

Como ter uma sociedade justa?

Véu da Ignorância
Posição Original

Rawls apresenta um conjunto de argumentos, a partir da ideia de um contrato entre todos os indivíduos, que pretendam formar uma sociedade justa- um contrato.

Princípio Maximin + Véu da ignorânica
Princípio da Maximização do mínimo ou Princípio Maximin

As pessoas descontextualizadas chegam a 2 princípios segundo Rawls.

Como seria, se estivesses numa posição anterior à formação da sociedade? Quais seriam os seus principios de justiça?

Os princípios de justiça - ordem por valor de importância:

1º Princípio da Igual Liberdade

Cada pessoa deve ter um direito igual ao mais extenso sistema de liberdades básicas que seja compatível com um sistema de liberdade idêntico para os outros. John Rawls (1993) Uma Teoria da Justiça. Lisboa. Presença

2º Princípio da Igualdade de oportunidades e o Princípio da diferença.

As desigualdades económicas e sociais devem ser distribuídas por forma a que, simultaneamente, a) proporcionem a maior expectativa de benefício aos menos favorecidos e b) estejam ligadas a funções e a posições abertas a todos em posição de igualdade equitativa de oportunidades. John Rawls (1993), Uma Teoria da Justiça. Lisboa. Presença.

Princípio da Liberdade

De acordo com Rawls, se formos vendados pelo véu da ignorância, a nossa primeira escolha será assegurar a liberdade. Garantir um máximo de liberdade para nós compatível com uma liberdade igual para todos os outros. Por outras palavras, defender que o direito à liberdade deverá ser igual para todos. A nossa primeira escolha evitaria assim, por exemplo, sermos vítimas de discriminação. Imaginemos que, caído o véu de ignorância, nos descobríamos parte de uma qualquer minoria desfavorecida. Ora, nessa condição não gostaríamos de ser vítimas de perseguição, como, por exemplo, foram os negros nos EUA pelo Ku Klux Klan. Seria irracional arriscar prejudicar determinado grupo. Assim, queremos em primeiro lugar ter as liberdades básicas de expressão, de consciência, de religião, de associação, de voto, de eleição para cargos públicos, etc.

Cabe ao Estado intervir para garantir a compatibilidade entre as várias liberdades dos indivíduos, evitando assim o desrespeito pelas liberdades uns dos outros. O intolerante terá direito à sua liberdade, mas apenas até ao ponto em que tente violar as liberdades alheias.

Princípio da Igualdade de oportunidades e o Princípio da diferença.

Necessidade de um segundo princípio da justiça que se subdivide em duas partes:​ . princípio da igualdade de oportunidades; ​. princípio da diferença​.

Contudo, a existência de uma lotaria social (condições sociais de nascimento) e de uma lotaria natural (os talentos/aptidões naturais de cada um) pode condicionar a igualdade na atribuição dos direitos e deveres básicos.

As desigualdades não serão aceitáveis se decorrerem das oportunidades que são dadas a uns, mas não a outros.​

B – Princípio da igualdade de oportunidades​" sejam a consequência do exercício de cargos e funções abertos a todos em circunstâncias de igualdade equitativa de oportunidades.» ​ ​ John Rawls, Uma Teoria da Justiça, Editorial Presença, 2017, p. 239

«As desigualdades económicas e sociais devem ser distribuídas por forma a que, simultaneamente:​ ​ A – Princípio da diferença​ redundem nos maiores benefícios possíveis para os menos beneficiados,​ ​

Crítica libertarista de Robert Nozick

A interferência do Estado na utilização dos seus bens é uma violação do direito de propriedade.​ ​ O indivíduo é o titular legítimo dos bens que adquire legalmente.

Para Nozick:​ O Estado Mínimo é como um vigilante que promove a segurança dos cidadãos e as liberdades políticas, mas não interfere na vida económica.​ O Estado Mínimo é o único poder político legítimo, e cada indivíduo é titular absoluto do que ganha e adquire.​ A justiça social é incompatível com a redistribuição da riqueza.

Crítica comunitarista de Sandel​

O Bem Comum é aquilo em nome do qual se avaliam as preferências individuais, e é no seio da vida comunitária que o indivíduo constrói a sua identidade e que faz as suas escolhas.​

Rejeição do véu de ignorância de Rawls:​ ​ Um acordo é justo quando é bom. O conceito de bom é anterior ao conceito de justo e não pode ser dado pelas preferências individuais dos seres desarreigados de uma comunidade concreta. Assim sendo, a opção pelo véu de ignorância levar-nos-ia a fazer escolhas amorais, transformando-nos em seres irreais, sem laços morais.​

Em suma...

Em suma...

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Trabalho realizado por:

  • Isaira Alfama
  • Leonor Silva
  • Mercia Loureiro
  • Victor Andrade
10ºA4 Ano letivo 22/23

Bibliografia:

  • https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Rawls
  • https://filosofianaescola.com/politica/teoria-da-justica-de-rawls/
  • https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/5509/Um-conceito-de-Justica-atraves-da-perspectiva-de-John-Rawls
  • https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$john-rawls
  • https://www.youtube.com/watch?v=uFbkArj-XFA
  • https://www.youtube.com/watch?v=YYgQjScpcNA
  • https://pt.slideshare.net/AnaBeatrizMangueira/slides-rawls
  • Escola virtual - 10ºano
  • Compensar tudo isto - Filosofia 10º ano, Asa editora