6.º ANO
REPRODUZIR O DISCURSO NO DISCURSO
8.º ANO
DISCURSO DIRETO
DISCURSO INDIRETO LIVRE
8.º ano
CITAÇÃO
DISCURSO INDIRETO
VERBOS DE ELOCUÇÃO
DISCURSO DIRETO
VERBOS DE ELOCUÇÃO
DISCURSO INDIRETO
DISCURSO DIRETO
«- Deixa-me sair! Deixa-me sair! - miou ele desesperado. - Vá lá. Podes falar. - grasnou o pássaro sem abrir o bico. - Que bicho és tu? - Ou me deixas sair ou arranho-te! - miou ele ameaçador. - Desconfio que és uma rã. Tu és uma rã? - perguntou o pássaro sempre de bico fechado. (...) - Sou um gato e estou furioso! Deixa-me sair ou ainda te arrependes! - gritou o gatinho. - Julgas que não sei distinguir um gato de uma rã? (...) Ouve lá, não serás tu uma rã venenosa? - grasnou o pássaro preocupado. - Sim, sou uma rã venenosa e além disso dou azar! (...)»
Luís Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
DISCURSO DIRETO
«Os ouros três avozinhos acenaram com a cabeça para cima e para baixo muito devagar, e depois afirmaram: - Absolutamente verdade. É simplesmente a maior verdade do mundo. E o avozinho Zé perguntou: - Isso quer dizer que nunca te contei a história do senhor Willy Wonka e da fábrica dele? - Nunca - afirmou o pequeno Charlie. - Isso é de bradar aos céus! Não sei onde ando com a cabeça! - Avozinho Zé, podia contar-me a história agora, por favor?»
Roald Dahl, Charlie e a fábrica de chocolate
DISCURSO INDIRETO
«Então Rui, que tirara o sombrero e lhe cofiava as velhas plumas roxas, começou a considerar, na sua fala avisada e mansa, que Guanes, nessa manhã, não quisera descer com eles à mata de Roquelanes.»
Eça de Queirós, Contos.
«Alcancei-a a poucos passos, e jurei-lhe por todos os santos do céu que eu era obrigado a descer, mas que não deixava de lhe querer e muito; tudo hipérboles frias que ela escutou sem dizer nada.»
Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.
DISCURSO INDIRETO
Os outros três avozinhos acenaram com a cabeça para cima e para baixo muito devagar, e depois afirmaram que era absolutamente verdade, era simplesmente a maior verda do mundo. E o avozinho Zé perguntou se aquilo queria dizer que nunca lhe tinha contado a história do senhor Willy Wonka. O pequeno Charlie afirmou que nunca e o avô disse que aquilo era de bradar aos céus e que não sabia onde andava com a cabeça. Então, o Charlie perguntou-lhe se podia contar-lhe a história naquele momento.
Adaptação para discurso indireto de um excerto em discurso direto: in Roald Dahl, Charlie e a fábrica de chocolate
DISCURSO INDIRETO LIVRE
«Foi um espanto, uma aclamação. Quem o salvara? Quem?...»
«Então Rui, que tirara o sombrero e lhe cofiava as velhas plumas roxas, começou a considerar, na sua fala avisada e mansa, que Guanes, nessa manhã, não quisera descer com eles à mata de Roquelanes. E assim era a sorte ruim! Pois que se Guanes tivesse quedado em Medranhos, só eles os dois teriam descoberto o cofre, e só entre eles os dois se dividiria o ouro! Grande pena!»
«- Também eu quero a minha, mil raios! - rugiu logo Rostabal. Rui sorriu. Decerto, decerto! A cada dono do ouro cabia uma das chaves que o guardavam.»
Eça de Queirós, Contos.
CITAÇÃO
É muito interessante a forma como Luís Sepúlveda descreve o lugar onde vivia a personagem Sabetudo. Diz-nos que «Sabetudo vivia num lugar bastante difícil de descrever», mas depois percebemos porque é que era difícil: «porque à primeira vista podia ser uma desordenada loja de artigos estranhos, um museu de extravagâncias, um depósito de máquinas sem préstimo, a biblioteca mais caótica do mundo (...)».
Luís Sepúlveda, História de uma gaivota e do Gato que a ensinou a voar, Lisboa, Porto Editora, 2.ª edição, 2010, p. 41
VERBOS DE ELOCUÇÃO
- Desconfio que és uma rã. Tu és uma rã? - perguntou o pássaro sempre de bico fechado. (...)
Luís Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar.
«Então Rui, que tirara o sombrero e lhe cofiava as velhas plumas roxas, começou a considerar, na sua fala avisada e mansa, que Guanes, nessa manhã, não quisera descer com eles à mata de Roquelanes.»
Eça de Queirós, Contos.
- Este é um dos capitães dos meus navios - disse o negociante -. Voltou há dois dias duma viagem.
Sophia de M. B. Andresen, O cavaleiro da Dinamarca.
REPRODUÇÃO DO DISCURSO NO DISCURSO
PalmiraPaiva
Created on June 1, 2023
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
Explore all templates
Transcript
6.º ANO
REPRODUZIR O DISCURSO NO DISCURSO
8.º ANO
DISCURSO DIRETO
DISCURSO INDIRETO LIVRE
8.º ano
CITAÇÃO
DISCURSO INDIRETO
VERBOS DE ELOCUÇÃO
DISCURSO DIRETO
VERBOS DE ELOCUÇÃO
DISCURSO INDIRETO
DISCURSO DIRETO
«- Deixa-me sair! Deixa-me sair! - miou ele desesperado. - Vá lá. Podes falar. - grasnou o pássaro sem abrir o bico. - Que bicho és tu? - Ou me deixas sair ou arranho-te! - miou ele ameaçador. - Desconfio que és uma rã. Tu és uma rã? - perguntou o pássaro sempre de bico fechado. (...) - Sou um gato e estou furioso! Deixa-me sair ou ainda te arrependes! - gritou o gatinho. - Julgas que não sei distinguir um gato de uma rã? (...) Ouve lá, não serás tu uma rã venenosa? - grasnou o pássaro preocupado. - Sim, sou uma rã venenosa e além disso dou azar! (...)»
Luís Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
DISCURSO DIRETO
«Os ouros três avozinhos acenaram com a cabeça para cima e para baixo muito devagar, e depois afirmaram: - Absolutamente verdade. É simplesmente a maior verdade do mundo. E o avozinho Zé perguntou: - Isso quer dizer que nunca te contei a história do senhor Willy Wonka e da fábrica dele? - Nunca - afirmou o pequeno Charlie. - Isso é de bradar aos céus! Não sei onde ando com a cabeça! - Avozinho Zé, podia contar-me a história agora, por favor?»
Roald Dahl, Charlie e a fábrica de chocolate
DISCURSO INDIRETO
«Então Rui, que tirara o sombrero e lhe cofiava as velhas plumas roxas, começou a considerar, na sua fala avisada e mansa, que Guanes, nessa manhã, não quisera descer com eles à mata de Roquelanes.»
Eça de Queirós, Contos.
«Alcancei-a a poucos passos, e jurei-lhe por todos os santos do céu que eu era obrigado a descer, mas que não deixava de lhe querer e muito; tudo hipérboles frias que ela escutou sem dizer nada.»
Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.
DISCURSO INDIRETO
Os outros três avozinhos acenaram com a cabeça para cima e para baixo muito devagar, e depois afirmaram que era absolutamente verdade, era simplesmente a maior verda do mundo. E o avozinho Zé perguntou se aquilo queria dizer que nunca lhe tinha contado a história do senhor Willy Wonka. O pequeno Charlie afirmou que nunca e o avô disse que aquilo era de bradar aos céus e que não sabia onde andava com a cabeça. Então, o Charlie perguntou-lhe se podia contar-lhe a história naquele momento.
Adaptação para discurso indireto de um excerto em discurso direto: in Roald Dahl, Charlie e a fábrica de chocolate
DISCURSO INDIRETO LIVRE
«Foi um espanto, uma aclamação. Quem o salvara? Quem?...»
«Então Rui, que tirara o sombrero e lhe cofiava as velhas plumas roxas, começou a considerar, na sua fala avisada e mansa, que Guanes, nessa manhã, não quisera descer com eles à mata de Roquelanes. E assim era a sorte ruim! Pois que se Guanes tivesse quedado em Medranhos, só eles os dois teriam descoberto o cofre, e só entre eles os dois se dividiria o ouro! Grande pena!»
«- Também eu quero a minha, mil raios! - rugiu logo Rostabal. Rui sorriu. Decerto, decerto! A cada dono do ouro cabia uma das chaves que o guardavam.»
Eça de Queirós, Contos.
CITAÇÃO
É muito interessante a forma como Luís Sepúlveda descreve o lugar onde vivia a personagem Sabetudo. Diz-nos que «Sabetudo vivia num lugar bastante difícil de descrever», mas depois percebemos porque é que era difícil: «porque à primeira vista podia ser uma desordenada loja de artigos estranhos, um museu de extravagâncias, um depósito de máquinas sem préstimo, a biblioteca mais caótica do mundo (...)».
Luís Sepúlveda, História de uma gaivota e do Gato que a ensinou a voar, Lisboa, Porto Editora, 2.ª edição, 2010, p. 41
VERBOS DE ELOCUÇÃO
- Desconfio que és uma rã. Tu és uma rã? - perguntou o pássaro sempre de bico fechado. (...)
Luís Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar.
«Então Rui, que tirara o sombrero e lhe cofiava as velhas plumas roxas, começou a considerar, na sua fala avisada e mansa, que Guanes, nessa manhã, não quisera descer com eles à mata de Roquelanes.»
Eça de Queirós, Contos.
- Este é um dos capitães dos meus navios - disse o negociante -. Voltou há dois dias duma viagem.
Sophia de M. B. Andresen, O cavaleiro da Dinamarca.