ensaiofilosófico
Trabalho realisado por: Ema Silva Nº7; Luísa Dias Nº14; Victória Barbedo Nº23
01.introdução
02.apresentação do problema
03.exposição da tese
índice
06.REFUTAÇÃO (REALISMO)
05.respostas às objeções
04.desenvolvimento
08.Esclarecimento de conceitos
07.refutação (guerra justa)
09.Conclusão
01
introdução
ao tema
01. introdução
A guerra está presente na humanidade desde a existência do ser humano. É retratada como um cenário astroso e conflituoso, por norma motivados por razões socioeconómicas ou religiosas. Posto isto, como seres racionais, questionamos-nos, se eventualmente, a guerra tem justificação ou será sempre incorreta.
02
apresentação
do problema
02. apresentação do problema
apresentação do problema:
Pode a guerra ser moral?
03
exposição
da tese
03. eXPOSIÇÃO DA tese
GUERRA JUSTA
- A guerra é moral desde que regida, por critérios morais, universais e imparciais que lhe imponham limites.
REALISMO
- A guerra é amoral. A guerra é uma situação de excecão à qual não se aplicam os conceitos morais.
04
DESENVOLVIMENTO
REALISMO
O REALISMO...
03. DESENVOLVIMENTO
O REALISMO...
- É uma perspetiva consequencialista, particularista, e estatista;
- Defende que a guerra não é moral, porque se enquadra no campo da amoralidade;
- Todos os limites morais impostos são negados;
- É uma teoria que dúvida e questiona a moralidade da guerra;
04
DESENVOLVIMENTO
GUERRA JUSTA
04. DESENVOLVIMENTO
A GUERRA JUSTA
- A teoria da guerra justa tem origem na religião cristã e é maioritáriamente laica;
- Ao contrário dos realistas, a teoria da guerra justa defende que a guerra é de natureza moral;
- Pode ser uma obrigação moral (deontológica);
- A guerra só pode ser travada por razões morais;
- É considerada injusta quando não está em causa a defesa dos diretos essenciais;
- guerra justa: justiça, racionalidade e imparcialidade;
04. REGRAS DA TEORIA DA GUERRA JUSTA
Teoria dos fins:
Teoria dos meio
justiça após a guerra
Establece os limites de conduta lícita na guerra.
Establece o que se deve fazer depois da guerra terminada.
Establece as condições em que é lícito fazer guerra.
04. REGRAS DA TEORIA DA GUERRA JUSTA
Teoria dos fins:
justiça após a guerra
Teoria dos meioS
- Cusa justa;
- Boa intenção;
- Autoridade competente;
- Último recurso;
- Probabilidade de sucesso;
- Justa proporcionalidade
- Discriminação;
- Proporcionalidade;
- Respeito pelas convenções internacionanis de guerra;
- Castigo;
- Compensação;
- Reabilitação
05
resposta às objeções
aos argumentos apresentados (realismo)
objeções (realismo)
2º objeção
"Há limites que podemos fazer para proteger ou promover os nossos direitos"
- O realismo não defende a violação generalizada dos direitos individuais além dos limites necessários;
- O equilíbrio entre os interesses do Estado e os direitos individuais é uma consideração muito importante dentro do realismo.
1º objeção
"Nem sempre as guerras são uma inevitabilidade e causam danos; o recurso à necessidade de justificar a guerra não faz sentido"
- O realismo não defende qualquer ação em função da guerra;
- O realismo não defende atos de brutalidade ou a violação das regras morais;
- Importância das normas e instituições;
- Consequências negativas que podem resultar da violação das regras;
objeções (guerra justa)
REFUTAÇÃO:
- Guerra justa busca estabelecer critérios para avaliar a legitimidade e justiça da guerra;
- Teoria dos meios busca minimizar o sofrimento desnecessário durante o conflito;
- A teoria da guerra justa tem como objetivo a resolução pacífica de conflitos e ter a guerra como último recurso;
- As teorias dos meios e dos fins podem ser adaptadas para lidar com as características da guerra contemporanea;
1º objeção:
- A guerra moderna liquidou a possibilidade de guerra justa;
- Denunciou a natureza intrínseca da guerra, destruindo qualquer ilusão de justiça;
- Retirou todo o sentido das teorias dos meios e dos fins;
- Perigo de nilismo;
objeções (guerra justa)
REFUTAÇÃO:
- Nem todas as mortes de civis estão justificadas;
- A teoria da guerra justa apresenta responsabilidade moral;
- A teoria da guerra justa defende a necessidade de proteger os civis não envolvidos e minimizar o sofrimento desnecessário;
2º objeção:
- A natureza da guerra atual não permite distinguir e definir quem é combatente e quem é civil/inocente. Será que estas mortes alguma vez estarão justificadas?
refutação
06
aos contra argumentosrealismo
refutação aos contra argumentos
Pacifismo- 1º argumento
A guerra é imoral devido à violência e à quantidade estrondosa de mortes.
Refutação (Realismo)
A guerra pode ser justificada em certas circunstancias, como proteger interesses naturais vitais ou garantir a segurança da população.
Bertrand Russel- filósofo pacifista
REFUTAÇÃO AOS CONTRA ARGUMENTOS
Pacifismo- 2º argumento
A destruição e o sofrimento causados pela guerra não são compensados por vantagens morais ou materiais.
Refutação (Realismo)
A guerra pode resultar em ganhos estratégicos e na proteção de interesses nacionais.
refutação
07
Aos contra argumentosguerra justa
08. refutação (GUERRA JUSTA)
uTILITArismo- 1º argumento
A guerra pode ter um caráter moral se maximizar a felicidade para o maior número.
REFUTAÇÃO (GUERRA JUSTA)
A guerra envolve violência e sofrimento, o que vai contra os princípios utilitaristas de minimizar o sofrimento e promover a felicidade.
09. REFUTAÇÃO (GUERRA JUSTA)
UTILITARISMO- 2º ARGUMENTO
O utilitarismo considera a felicidade de todas as partes envolvidas, não privilegiando uma sobre a outra.
REFUTAÇÃO (GUERRA JUSTA)
A guerra muitas vezes viola princípios fundamentais de justiça e direitos individuais, prejudicando certos grupos ou indivíduos.
07
Esclarecimento de
conceitos
esclarecimento de conceitos
Realismo:
- prespetiva consequencialista, particularista e estatísta: é consequencialista porque avalia a moralidade de uma ação com base nas suas consequências; particularista pois diz que cada situação deve ser analisada individualmente para determinar a ação correta enfatiza o papel do Estado ou da autoridade governamental na definição e aplicação das normas éticas;
- " inter arma silent leges ": quando as armas falam, as leis calam se. isto significa que a partir do momento em que a guerra começa, não ha espaço para respeitar qualque tipo de leis morais e tudo deve de ser feito para garantir a vitória;
09. ESCLARECIMENTO DE CONCEITOS
GUERRA JUSTA
Teoria deontológica: as teorias deontológicas enfatizam a importância de seguir certos deveres ou princípios morais, independentemente das consequências
08
CONCLUSÃO
DO TRABALHO
10. CONCLUSÃO
- O realismo diz que a guerra não é moralmente correta e que a guerra é amoral e é uma situação de excecão à qual não se aplicam os conceitos morais. Apresenta várias prespetivas, são exemplos o realismo discritivo e prescritivo ou normativo.
- A guerra justa diz que, ao contrário do realismo, a guerra é moralmente correta, desde que regida por critérios morais, universais e imparciais que lhes imponham limites.
obrigada pela atenção
Alguma pergunta?
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ensaiofilosófico
Trabalho realisado por: Ema Silva Nº7; Luísa Dias Nº14; Victória Barbedo Nº23
01.introdução
02.apresentação do problema
03.exposição da tese
índice
06.REFUTAÇÃO (REALISMO)
05.respostas às objeções
04.desenvolvimento
08.Esclarecimento de conceitos
07.refutação (guerra justa)
09.Conclusão
01
introdução
ao tema
01. introdução
A guerra está presente na humanidade desde a existência do ser humano. É retratada como um cenário astroso e conflituoso, por norma motivados por razões socioeconómicas ou religiosas. Posto isto, como seres racionais, questionamos-nos, se eventualmente, a guerra tem justificação ou será sempre incorreta.
02
apresentação
do problema
02. apresentação do problema
apresentação do problema:
Pode a guerra ser moral?
03
exposição
da tese
03. eXPOSIÇÃO DA tese
GUERRA JUSTA
REALISMO
04
DESENVOLVIMENTO
REALISMO
O REALISMO...
03. DESENVOLVIMENTO
O REALISMO...
04
DESENVOLVIMENTO
GUERRA JUSTA
04. DESENVOLVIMENTO
A GUERRA JUSTA
04. REGRAS DA TEORIA DA GUERRA JUSTA
Teoria dos fins:
Teoria dos meio
justiça após a guerra
Establece os limites de conduta lícita na guerra.
Establece o que se deve fazer depois da guerra terminada.
Establece as condições em que é lícito fazer guerra.
04. REGRAS DA TEORIA DA GUERRA JUSTA
Teoria dos fins:
justiça após a guerra
Teoria dos meioS
05
resposta às objeções
aos argumentos apresentados (realismo)
objeções (realismo)
2º objeção
"Há limites que podemos fazer para proteger ou promover os nossos direitos"
1º objeção
"Nem sempre as guerras são uma inevitabilidade e causam danos; o recurso à necessidade de justificar a guerra não faz sentido"
objeções (guerra justa)
REFUTAÇÃO:
1º objeção:
objeções (guerra justa)
REFUTAÇÃO:
2º objeção:
refutação
06
aos contra argumentosrealismo
refutação aos contra argumentos
Pacifismo- 1º argumento
A guerra é imoral devido à violência e à quantidade estrondosa de mortes.
Refutação (Realismo)
A guerra pode ser justificada em certas circunstancias, como proteger interesses naturais vitais ou garantir a segurança da população.
Bertrand Russel- filósofo pacifista
REFUTAÇÃO AOS CONTRA ARGUMENTOS
Pacifismo- 2º argumento
A destruição e o sofrimento causados pela guerra não são compensados por vantagens morais ou materiais.
Refutação (Realismo)
A guerra pode resultar em ganhos estratégicos e na proteção de interesses nacionais.
refutação
07
Aos contra argumentosguerra justa
08. refutação (GUERRA JUSTA)
uTILITArismo- 1º argumento
A guerra pode ter um caráter moral se maximizar a felicidade para o maior número.
REFUTAÇÃO (GUERRA JUSTA)
A guerra envolve violência e sofrimento, o que vai contra os princípios utilitaristas de minimizar o sofrimento e promover a felicidade.
09. REFUTAÇÃO (GUERRA JUSTA)
UTILITARISMO- 2º ARGUMENTO
O utilitarismo considera a felicidade de todas as partes envolvidas, não privilegiando uma sobre a outra.
REFUTAÇÃO (GUERRA JUSTA)
A guerra muitas vezes viola princípios fundamentais de justiça e direitos individuais, prejudicando certos grupos ou indivíduos.
07
Esclarecimento de
conceitos
esclarecimento de conceitos
Realismo:
09. ESCLARECIMENTO DE CONCEITOS
GUERRA JUSTA
Teoria deontológica: as teorias deontológicas enfatizam a importância de seguir certos deveres ou princípios morais, independentemente das consequências
08
CONCLUSÃO
DO TRABALHO
10. CONCLUSÃO
obrigada pela atenção
Alguma pergunta?