Lusíadas Canto V
Rodrigo Queirós 10ºA
Estância 92
Camões reflete sobre a importância da glorificação das obras realizadas pelo Homem, porque estas distinções sugerem um sentimento de satisfação naquele que lutou para alcançar o seuobjetivo. Além disso, a publicação destas “valorosas obras” incitam a outras pessoas a esforçarem-se para serem autores de grandes feitos e por eles louvados.
Estância 93
Confirma o conteúdo da estrofe 92. Enumerando heróis da antiguidade a quem foram dirigidoscantos e versos e erguidos monumentos famosos. E todos estes heróis admitiram que estes reconhecimentos lhes provocavam um grande agrado.
Estância 94
Vasco da Gama trabalha para que as aventuras marítimas portuguesas sejam tão ou mais louvadas do que as obras já divulgadas em antigas epopeias. No entanto repara que esse valor esperado não foi obtido em Portugal. Segue, dando o exemplo do imperador Augusto (refere-
se a ele como um “Herói”) que investe na glorificação dos feitos romanos,
estimulando a escrita do poeta Virgílio.
Estância 95
Portugal tem os seus próprios heróis, só que não são reconhecidos no seu país. Assim Camões fortalece a ideia de que ninguém investe no louvor nacional, o que causa uma insensibilidadepor parte do povo para com os seus pais (algo que se contínua a observar presentemente).
Expõe outro exemplo do louvor ao herói: demonstrando a potencialidade dos versos de Octávio que colocaram em causa um casamento.
Estância 96
Novamente argumenta a sua crítica utilizando outro exemplo: César, um guerreiro, que além de lutar, registava todo o processo das suas batalhas, a fim de as suas vitórias ficarem registadas na História. Além disso, refere que é através dessas obras que nós hoje conhecemos o passado.
Estância 97
Camões faz uma crítica direta aos portuguese: enquanto noutras nações os feitos dos “capitães” eram valorizados através dos versos, em Portugal não se celebrava esses feitos. Estaausência artística coloca um entrave ao orgulho nacional.
Estância 98
Não é por falta de inspiração que não existem epopeias lusitanas, visto que o nosso país é rico em histórias de bravura. Sendo assim os portugueses tornaram-se desinteressados nestas questões de glória, não existindo o estímulo necessário para um individuo trabalhar numa obra de matéria nacional.
Estância 99
Luís de Camões utiliza as “musas”, “filhas do Tejo” para se referir a si próprio. Assim o poeta
refere que Vasco da Gama deveria agradecer-lhe pois é ele que imortalizará as realizações heroicas do povo lusitano. Simultaneamente, agradece às figuras mitológicas que o apoiaram neste seu objetivo.
Estância 100
Identifica a sua epopeia como produto de “amor fraterno e puro gosto”. Contudo isto não significa que o poeta despreze o valor dos portugueses face à sua obra, pois é também o próprio que declara “seu preço e sua valia”.
Estrutura externa
As estâncias são todas oitavas de decassílabos heróicos, segundo o esquema rimático «abababcc», com rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos.
Obrigado pela atenção!
Lusíadas, Canto V
T A K O
Created on May 23, 2023
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Lusíadas Canto V
Rodrigo Queirós 10ºA
Estância 92
Camões reflete sobre a importância da glorificação das obras realizadas pelo Homem, porque estas distinções sugerem um sentimento de satisfação naquele que lutou para alcançar o seuobjetivo. Além disso, a publicação destas “valorosas obras” incitam a outras pessoas a esforçarem-se para serem autores de grandes feitos e por eles louvados.
Estância 93
Confirma o conteúdo da estrofe 92. Enumerando heróis da antiguidade a quem foram dirigidoscantos e versos e erguidos monumentos famosos. E todos estes heróis admitiram que estes reconhecimentos lhes provocavam um grande agrado.
Estância 94
Vasco da Gama trabalha para que as aventuras marítimas portuguesas sejam tão ou mais louvadas do que as obras já divulgadas em antigas epopeias. No entanto repara que esse valor esperado não foi obtido em Portugal. Segue, dando o exemplo do imperador Augusto (refere- se a ele como um “Herói”) que investe na glorificação dos feitos romanos, estimulando a escrita do poeta Virgílio.
Estância 95
Portugal tem os seus próprios heróis, só que não são reconhecidos no seu país. Assim Camões fortalece a ideia de que ninguém investe no louvor nacional, o que causa uma insensibilidadepor parte do povo para com os seus pais (algo que se contínua a observar presentemente). Expõe outro exemplo do louvor ao herói: demonstrando a potencialidade dos versos de Octávio que colocaram em causa um casamento.
Estância 96
Novamente argumenta a sua crítica utilizando outro exemplo: César, um guerreiro, que além de lutar, registava todo o processo das suas batalhas, a fim de as suas vitórias ficarem registadas na História. Além disso, refere que é através dessas obras que nós hoje conhecemos o passado.
Estância 97
Camões faz uma crítica direta aos portuguese: enquanto noutras nações os feitos dos “capitães” eram valorizados através dos versos, em Portugal não se celebrava esses feitos. Estaausência artística coloca um entrave ao orgulho nacional.
Estância 98
Não é por falta de inspiração que não existem epopeias lusitanas, visto que o nosso país é rico em histórias de bravura. Sendo assim os portugueses tornaram-se desinteressados nestas questões de glória, não existindo o estímulo necessário para um individuo trabalhar numa obra de matéria nacional.
Estância 99
Luís de Camões utiliza as “musas”, “filhas do Tejo” para se referir a si próprio. Assim o poeta refere que Vasco da Gama deveria agradecer-lhe pois é ele que imortalizará as realizações heroicas do povo lusitano. Simultaneamente, agradece às figuras mitológicas que o apoiaram neste seu objetivo.
Estância 100
Identifica a sua epopeia como produto de “amor fraterno e puro gosto”. Contudo isto não significa que o poeta despreze o valor dos portugueses face à sua obra, pois é também o próprio que declara “seu preço e sua valia”.
Estrutura externa
As estâncias são todas oitavas de decassílabos heróicos, segundo o esquema rimático «abababcc», com rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos.
Obrigado pela atenção!