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Estudo de uma função
Joana Januario
Created on May 21, 2023
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Transcript
ESTUDO DE UMA FUNÇÃO
Trabalho realizado por: Catarina Pataca (nº4), Joana Januário (nº14) e Lara Camões (nº 19)
FUNÇÃO EM ANÁLISE
No nosso trabalho iremos estudar esta função definida por ramos, ao promenor.
VAMOS ESTUDAR A FUNÇÃO!
Para realizarmos o estudo da nossa função é necessário:
Paridade
Domínio
Continuidade
Interseção com os eixos
Assíntotas não verticais
Assíntotas verticais
1ª derivada
Gráfico
2ª derivada
Contradomínio
Domínio da função
1.º - Para descobrirmos o domínio de uma função por ramos temos primeiro de descobrir o domínio de cada ramo separado:
2.º - Depois de ter descoberto o dominio de todos os ramos basta fazer a união deles para descobrir o domínio da função:
Paridade da função
Para descobrir se uma função com ramos é par ou ímpar temos de ver a paridade de cada um dos ramos separadamente.
+ info
Par
Ímpar
CONTINUIDADE
Para verificar se uma função é contínua temos de calcular o limite à esquerda e à direita e a sua imagem
+ info
SERÁ QUE A FUNÇÃO É CONTÍNUA??
VAMOS DESCOBRIR!
01
Calcular a imagem, ou seja f(0)
02
Calcular o limite à esquerda, ou seja lim x -> 0- f(X)
RELEMBRA
03
Calcular o limite à direita, ou seja lim x -> 0+ f(x)
Como o lim x-> 0- = lim x-> 0+ = f(0) podemos concluir que a função é contínua
COMO DESCOBRIR OS ZEROS DE UMA FUNÇÃO
1ºRAMO
PARA CALCULAR OS ZEROS DA FUNÇÃO TEMOS DE IGUALAR A FUNÇÃO A ZERO: F(X)=0 E CALCULAR F(0). NÃO ESQUECER QUE E^X=0 É UMA EQUAÇÃO IMPOSSÍVEL
PARA CALCULAR OS ZEROS DO 2ºRAMO DE TEMOS DE FAZER EXATAMENTE O MESMO QUE FIZEMOS PARA O 1ºRAMO, APENAS MUDA A EXPRESSÃO POIS O RAMO É OUTRO.
2º RAMO
clicar aqui
Assíntotas Verticais
As assíntotas verticais são vistas a partir de possíveis pontos de descontinuidade. Como sabemos quais são estes pontos?
ASSÍNTOTAS VERTICAIS
Vamos então proceder ao cálculo deste limite:
Calculamos apenas o limite para 1- porque só há função definida pela esquerda
Podemos concluir que x=1 é uma assíntota vertical
Assíntotas não verticais
Para x -> +∞ :
- Como o domínio de f é um conjunto majorado, não existem assíntas não verticais para +∞.
Podem exitir assíntotas não verticais para +∞ e para -∞. ( y=mx+b )
Para x -> -∞ :1.º - calcula-se o m:
- m = 0 -> assíntota horizontal
- m = -/+ ∞ -> não exite assíntota não vertical
- m = nº real (excepto o 0) -> assíntota oblíqua
- se b= +/- ∞ -> não existe assíntota não vertical.
1ªDERIVADA- MONOTONIA E EXTREMOS
1º- Derivar a função
Para fazermos o estudo da monotonia e extremos de uma função é necessário começar por fazer a sua primeira derivada, nesta caso, para cada um dos seus ramos.
Como?
2º- Igualar a função a 0
Ao igualar a função derivada a zero podemos descobrir as suas soluções que serão possíveis extremos, defenidos após a análise.
Como?
3º- Fazer o quadro de sinais
Este quadro permite saber quando a função original cresce e decresce, assim como os extramos da mesma
Como?
4º- Analisar os resultados
Esta análise permite que possamos fazer uma contrução gráfica mais rigorosa .
2ª DERIVADA
Vamos agora então calcular a 2ºderivada da nossa função.Como já temos a 1ªderivada calculada para chegarmos à 2ª temos de derivar de novo os dois ramos da função. VAMOS COMEÇAR COM O 1ºRAMO:
PARA DERIVAR ESTA EXPRESSÃO VAMOS UTILIZAR A REGRA DA MULTIPLICAÇÃO
RELEMBRA:e^x'=e^x
AGORA QUE JÁ TEMOS A 2ªDERIVADA DO 1º RAMO FEITA, VAMOS IGUAL A FUNÇÃO ( DA 2ª DERIVADA) A ZERO, F''(X)=0 PARA CALCULAR OS SEUS ZEROS
PARA DERIVAR ESTA EXPRESSÃO VAMOS UTILIZAR A REGRA DA MULTIPLICAÇÃO
iNFO
2ª DERIVADA
Como o já calculámos a 2ªderivada e os zeros do 1º ramo, vamos agora fazer o mesmo para o 2ºramo
PARA DERIVAR ESTA EXPRESSÃO, COMO DESTA VEZ TEMOS UMA DIVISÃO E NÃO UMA MULTIPLICAÇÃO VAMOS UTILIZAR A REGRA DO QUOCIENTE
A 2ª DERIVADA ESTÁ CALCULADA AGORA VAMOS IGUALAR A ZERO:f''(X)=0
CONCAVIDADE E PONTOS INFLEXÃO
AGORA QUE A DERIVADA DOS DOIS RAMOS ESTÁ FEITA E OS ZEROS ESTÃO CALCULADOS, PODEMOS CONSTRUIR UMA TABELA.
Esta tabela irá permitir-nos estudar as concavidades e os pontos de inflexão da nossa função
Pelos nossos cálculos anteriores chegámos à conclusão que os zeros da função são: -3\sqrt{3}, -3+\sqrt{3} , por isso temos de adicionar estes valores à nossa tabela.
Info
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DA NOSSA FUNÇÃO
Por fim, para fazermos a representação gráfica da nossa função e saber o seu aspeto, recorremos à análise de todos os passos que fizemos até agora: monotonia e extremos, concavidades e pontos de inflexão e ainda os zeros da função.
Contradomínio
Depois de se fazer o gráfico da função vamos analisar o seu contradomínio.
Após a análise do grafico e do quadro da 1ª derivada vemos que a função tem um máximo relativo em x=1/e, o que leva a que se deduza que o contradomínio é:
D'= ]-∞, 1/e ]
Carregue aqui para ver o gráfico:
FIM!