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A Regeneração, Portugal no contexto europeu- os limites do crescimento
Aluno(a) Savannah Howarth Camacho
Created on May 19, 2023
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Transcript
A Regeneração:
Portugal no contexto europeu
Os limites do crescimento económico Trabalho realizado por: Savannah Howarth Camacho nº 23 11ºK Professor: Tiago Dória Nobrega Teotónio Pereira Disciplina: História A
Vista de Madison Square, 1904
Industrialização portuguesa
Construção da Torre Eiffel, em Paris, 1889
- impulsionada pelos governos da Regeneração;
- muito tarde;
Houve um "take-off" industrial:- 1 século relativamente à Grã-Bretanha;
- meio século relativamente aos EUA e França;
Portugal
- sofreu a concorrência das grandes potências
- debateu-se com insuficiências
Mercado interno
nunca se mostrou suficientemente estimulante
ora lhe faltava poder de compra, ora optava pela produção estrangeira
1890
- 20% da população ativa
- 1/10 da mão de obra
setor secundário
fábricas
Nº empresas ainda reduzido
As pequenas oficinas e fábricas funcionavam no interior das casas, e predominavam naquela época
Máquina a vapor utilizada para a agricultura
Agricultura
aplicaram-se inovações tecnológicas
Incremento das maquinofaturas na agricultura
sobretudo visível nas lezírias ribatejanas e planícies alentejanas
Modelo económico regenerador
"Desenvolvendo-se as comunicações, fomenta-se a prosperidade comercial"
- estimularia o desenvolvimento da produção agrícola e industrial
- aumentaria o consumo
maior cobrança de impostos
Impostos
cobririam as somas despendidas pelo Estado
- desenvolvimento económico não atingiu o ritmo esperado
- despesas do Estado cresceram
expectativas não se cumpriram
Recurso ao financiamento externo
agravou o défice das finanças públicas
a quem o Estado português recorreu sistematicamente
Recurso a novos empréstimos
era o que restava, face à impossibilidade de aumento das receitas
destinados a pagar juros de empréstimos anteriores
Capitalistas estrangeiros
investiram em empresas privadas
financiaram o Estado português
fizeram-se sentir em:
- companhias de telégrafos e telefones;
- companhias de fornecimento de gás;
- companhias de transportes urbanos;
- seguros;
- banca;
- empresas industriais.
Investimentos externos
favorecidos pelo livre-cambismo
Mercado interno
continuava débil
havia baixo poder de consumo das populações
Prática livre-cambista
permitia a entrada de produtos estrangeiros no reino
de forma a garantir a exportação de produtos portugueses, maioritariamente agrícolas
melhor qualidade e baixo preço
Joaquim Pedro de Oliveira Martins, historiador português