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Rubricas: Projeto Maia
Ana Batista
Created on April 27, 2023
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Transcript
Avaliação Pedagógica: Projetos de Intervenção nos domínios do ensino, aprendizagem e avaliação
Folha 5
Folha 11
março - junho 2023
Formadora: Elsa Barbosa
Folha 5: Rubricas de avaliação
Link
Domingos Fernandes
Índice
1. Rubricas: características e propósitos
2. Relevância das rubricas nos processos pedagógicos
3. Aspetos a considerar na elaboração de rubricas
1. Características e propósitos
Rubricas
Excelentes auxiliares quer de alunos, quer de professores, para avaliar a qualidade do que é necessário aprender e saber fazer.
As rubricas devem incluir:
A definição, para cada critério, de indicadores ou descritores de níveis de desempenho.
Um conjunto de critérios que traduzam, de forma rigorosa, o que é desejável que os alunos aprendam.
Qual é o objetivo?
Constituir orientações para que os alunos possam regular e autorregular os seus progressos nas aprendizagens que têm de desenvolver.
Susan Brookhart defende...
+ ABOUT
As rubricas permitem-nos avaliar, mas, por natureza, são descritivas e não avaliativas. Privilegia-se a descrição que melhor pode representar um determinado desempenho, em detrimento de um julgamento relativo a esse mesmo desempenho.
Possibilitam, pois, o desenvolvimento de uma avaliação de referência criterial, isto é, podemos comparar o que os alunos sabem / são capazes de fazer num dado momento com um ou mais critérios e suas descrições (e não com uma média ou um grupo, como acontece na avaliação normativa).
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As rubricas destinam-se a apoiar a avaliação do desempenho dos alunos.
Ajudam a melhorar a consistência, o rigor e a qualidade da avaliação realizada.
Utilização das rubricas na avaliação:
FORMATIVA
Avaliação para as aprendizagens, ou seja, para distribuir feedback de elevada qualidade.
SUMATIVA
Avaliação das aprendizagens, para que, num dado momento, se possa fazer um balanço acerca do que os alunos sabem / são capazes de fazer. Permitem mobilizar informação para efeitos da atribuição de classificações, considerando os níveis de desempenho como uma pontuação numa escala correspondente a uma descrição de desempenho.
Rubricas permitem avaliar desempenhos, tanto de processos como de produtos
- Fazer um exercício de ginástica
Destrezas físicas
- Falar sobre um tema perante a turma
Apresentações orais
Objetos produzidos
- Pintura a aguarela
- Texto expositivo
Produções escritas
2. Relevância das rubricas nos processos pedagógicos
As rubricas clarificam o que os alunos devem aprender / saber fazer e como tal devem ser:
Claras
Bem construídas
Assim:
Objetivo:
Ajudam os alunos a aprender e os professores a ensinar, articulando as aprendizagens com o ensino e a avaliação.
Alunos e professores ficarem conscientes das qualidades que o trabalho deve ter para evidenciar as aprendizagens realizadas.
A ter em consideração:
A rubrica permite que o foco esteja nas aprendizagens (aluno) em detrimento do ensino (professor)
É desejável que a mesma rubrica possa ser utilizada em diversas tarefas e ao longo do tempo, tendo como vantagens a consistência e o rigor na avaliação.
Importante:
Importante:
Os alunos deverão ter acesso às rubricas que estão a ser utilizadas e participar ativamente na definição de critérios e na descrição dos níveis de desempenho.
3. Aspetos a considerar na elaboração das rubricas
A rubrica inclui:
Níveis de descrição de desempenho (indicadores)
Definição de uma escala em que cada número corresponde a um indicador
Critérios
Descrição geral da tarefa que é objeto de avaliação
A descrição geral da tarefa deverá indicar, genericamente, qual o objeto de avaliação (por exemplo, participação no trabalho de grupo)
A reter:
A inclusão de níveis de desempenho distribuídos por uma escala suscita reflexõesnão só quanto à sua natureza (qualitativa ou quantitativa), mas também quanto à sua dimensão e à sua real utilidade nos processos de avaliação e de classificação.
As descrições dos níveis de qualidade do desempenho são, normalmente, definidas partindo de um nível elevado para um nível mais baixo ou vice-versa.
Folha 11: Para uma Iniciação às Práticas de Classificação Através de Rubricas
Link
Domingos Fernandes
Índice
1. Objetivo do documento
2. Pesquisa de Ellis Page: Podem as notas ajudar os alunos a aprender?
3. John Goodlad: a inconsistência das notas e das reprovações
4. Utilização de rubricas para classificar melhor
5. Considerações de ordem prática
1. Objetivo do documento
05
Este documento visa...
A melhoria das práticas conducentes à atribuição de classificação aos alunos.
2. Pesquisa de Ellis Page: Podem as notas ajudar os alunos a aprender?
+ about
Podem as notas ajudar os alunos a aprender?
Porquê?
Ellis Page investigou as relações entre o tipo de feedback dado aos alunos num dado teste e a melhoria das suas aprendizagens em testes que se realizavam posteriormente.
Tradicionalmente: a atribuição de nota era em número, percentagem ou menção.
O feedback pode ter um papel bastante determinante na motivação, no interesse e no esforço dos alunos.
Orientação demasiado pobre no apoio à melhoria das aprendizagens.
Investigação deEllis Page
3. John Goodlad: a inconsistência das notas e das reprovações
+ about
John Goodlad (1949):
- concluiu que as práticas de reprovação não traziam,
- destacou 3 aspetos relevantes para a transformação e melhoria das escolas:
as escolas são unidades básicas da renovação da educação se houver trabalho colaborativo;
cooperação entre escolas e universidades para garantir uma formação atualizada;
projetos escolares que melhoram a educação e consequentemente melhoram a sociedade.
estudo comparativo
Por isso...
o Projeto MAIA refletiu a necessidade de se definirem critérios que constituam um referencial comum para todo o Agrupamento, melhorando a fiabilidade das classificações.
4. Utilização de rubricas para classificar melhor
TIPOS DE RUBRICAS:
Rubricas analíticas
Rubricas holísticas
- são mais objetivas;
- cada um dos critérios (com os respetivos indicadores/níveis de desempenho) é avaliado separadamente;
- ponderações por critério;
- podem ser utilizadas na avaliação formativa e na avaliação sumativa;
- elaboração de critérios em articulação entre professores e com a participação dos alunos.
- avaliam processos complexos de pensamento;
- integração entre critérios e descritores.
Vantagens /Desvantagens
Vantagens /Desvantagens
Exemplos de rubricas
Rubricasanalíticas
Rubricasholísticas
Exemplo
Exemplo
5. Considerações de ordem prática
A melhoria das classificações neste contexto tem de estar relacionada com:
Definição dos mesmos critérios (transversais e transdisciplinares) e respetivos indicadores
Colaboração e cooperação entre os professores
1.Colaboração e cooperação entre os professores
Assim, os docentes deverão questionar-se:
Porque é que o trabalho deste aluno, que parece tão bom, não obteve uma classificação superior?
Este trabalho parece bastante fraco, porque é que a classificação não foi mais baixa?
Tendo em conta os critérios que definimos, como é que esta aluna teve uma classificação tão baixa?
2. Definição dos mesmos critérios (transversais e transdisciplinares) e respetivos indicadores
Classificações mais justas e transparentes
Maior consistência das ações pedagógicas
Para concluir...
A utilização de rubricas é reconhecida pelos seus efeitos positivos no desenvolvimento do currículo, porque melhoram os processos de aprendizagem, de ensino, de avaliação e de classificação
As rubricas permitem obter informação de qualidade acerca do que os alunos sabem e são capazes de fazer, melhorando os seus processos de autorregulação e os seus desempenhos escolares.
O grupo
Anabela Maia
Carla Costa
Fernanda Bicha
Ana Batista
Susete José
Grupo 330Inglês
Grupo 300Português
Grupo 500Matemática
Grupo 520Biologia e Geologia
Grupo 320Francês