Ano letivo 2022/2023
Crónica de costumes
Os Maias
Jantar do Hotel Central
- Literatura, mentalidade retrógrada portuguesa, 1º encontro entre Carlos e Maria Eduarda.
índice
5. temas abordados
1. introdução
6. Aspetos criticados
2. Contextualização
Os Maias
3. Síntese do episódio
7. Conclusão
4. Caracterização das personagens
8. Bibliografia/WebGrafia
Os Maias
Introdução
Crónica de costumes
O romance realista apresenta características temáticas influenciadas pelo cientificismo da época, nomeadamente a crítica social que espelha determinados defeitos humanos que até então não eram revelados, como o materialismo, a traição, a corrupção, para além de defeitos de carácter e de personalidade, objeto de explicação e de análise determinista.
Contextualização
O Jantar no Hotel Central
O episódio do Jantar no Hotel Central integra-se no capítulo VI. Insere-se na ação principal e é um dos episódios da Crónica de costumes/Episódios das cenas românticas.
Os Maias
Capitulo I
Capitulo II
Capitulo III
Capitulo VI
Capitulo V
Capitulo IV
Capitulo VII
Capitulo VIII
Capitulo IX
Síntese do episódio
Objetivos:
➜ Homenagear o banqueiro Jacob Cohen, uma iniciativa de João da Ega («... o Ega, alargando pouco a pouco a ideia, convertera-o agora numa festa de cerimónia em honra do Cohen...»);
➜ Retratar a sociedade lisboeta;
➜ Proporcionar a Carlos da Maia o primeiro contacto com o meio social lisboeta;
Os Maias
➜ Apresentar a visão crítica de variados problemas;
➜ Ao nível da ação central: proporcionar a Carlos o primeiro encontro com Maria Eduarda.
Carlos da maia
O episódio proporciona-lhe o primeiro contacto com a sociedade, mantendo, durante o evento, uma posição relativamente discreta, salientando apenas alguns pontos: ➜ “o mais intolerável no realismo eram os seus grandes ares científicos.”➜ “ninguém há-de fugir, e há-de-se morrer bem.”
Os Maias
Dâmaso Salcede
O novo-rico
Interveniente que representa os defeitos da sociedade. “Um rapaz baixote, gordo, frisado como um noivo da província, de camélia ao peito e gravata azul-celeste”. Caracterização:➜ “chique a valer”;➜ “...é direitinho para Paris! Aquilo é que é terra! Isto aqui é um chiqueiro...”
João da Ega
O defensor do Realismo
Promotor do jantar, uma homenagem ao banqueiro Jacob Cohen, marido da “divina Raquel”, com quem mantém uma relação adúltera. Defende o Realismo/Naturalismo. Advoga que “à bancarrota seguia-se uma revolução” e que desta forma, Portugal seria um grande beneficiário.
Os Maias
Craft
O diletante
Eça de Queiroz identifica nesta personagem o “homem ideal”. Representante da cultura artística e britânica, tendo uma participação pouco relevante neste episódio, reagindo de forma “impassível”.
Jacob Cohen
O banqueiro
Representante das Finanças, “respeitado director do Banco Nacional, marido da divina Raquel”, homem de estatura baixa, “apurado, de olhos bonitos, suíças tão pretas e luzidias” e com “bonitos dentes”. Neste jantar conheceu Carlos e destacou a posição superior que toma perante a sociedade.
Os Maias
Tomás de Alencar
O literato ultrarromântico
Representante do ultrarromantismo, é confrontado com os princípios naturalistas/realistas defendidos por Ega.Um “indivíduo muito alto, todo abotoado numa sobrecasaca preta, com uma face escaveirada, olhos encovados”, nariz curvado, bigodes compridos, “calvo na frente”, “dentes estragados” e “testa lívida”.
Temas abordados
A literatura e a crítica literária
Quanto à literatura e à crítica literária, houve uma grande discussão entre João da Ega, que defendia o Naturalismo/Realismo e Tomás de Alencar que defendia o Ultrarromantismo.
Estes dois movimentos literários divergem frequentemente ao longo do jantar.
Os Maias
História Política
A bancarrota é outro tema tratado neste jantar que também gerou alguma polémica, tendo sido apresentada como solução a Invasão Espanhola. Ora, esta invasão Espanhola iria ter consequências em Portugal, entre as quais: a renovação de Portugal a vários níveis, afastamento da Monarquia e a implantação da República.
Finanças
Sendo a bancarrota um dos assuntos polémicos, presentes no jantar, que critica de forma irónica o país, é possível identificar como principais intervenientes e que geram uma maior desordem (neste assunto), João da Ega e Cohen.
Aspetos criticados
Naturalismo/Realismo
Tomás de Alencar fora o principal e mais contínuo crítico deste tema. Críticas proferidas por Alencar:
➜ designa o realismo/naturalismo por: “literatura «latrinária»”; “excremento”; “pústula, pus”;
➜ culpabiliza o naturalismo de publicar “rudes análises” que se apoderam “da Igreja, da Burocracia, da Finança, de todas as coisas santas dissecando-as brutalmente e mostrando-lhes a lesão”; ➜ crítica os versos de Simão Craveiro (poeta moderno) e acusa-o de plágio, pois “numa simples estrofe dois erros de gramática, um verso errado, e uma imagem roubada de Baudelaire!”.
Carlos da Maia considera também que “o mais intolerável no realismo era os seus grandes ares científicos” e Ega apesar de defender o realismo concordava com esta crítica;
Craft desaprova o realismo, pelo facto de estatelar a realidade feia das coisas num livro.
Os Maias
Aspetos criticados
Finanças
Este assunto espelha a crise financeira que o país passava nesta época (séc.XII). Eça de Queirós descreve-o de forma irónica através de Jacob Cohen, o representante das Finanças ao afirmar que os “empréstimos em Portugal constituíam uma das fontes de receita, tão regular, tão indispensável, tão sábida como o imposto”, aliás era «cobrar o imposto» e «fazer o empréstimo» a única ocupação dos ministérios.
Desta forma, os intervenientes concordavam que assim, o país iria “alegremente e lindamente para a bancarrota”. No entanto, Ega não aceitara baixar os braços e logo dera a solução revolucionária para o problema de finanças que o país atravessava – a invasão espanhola! É possível confirmar a intervenção de Ega através da seguinte passagem:«À bancarrota seguia-se uma revolução, evidentemente. Um país que vive da inscrição, em não lha pagando, agarra no cacete. [...] E, passada a crise, Portugal, livre da velha dívida, da velha gente, dessa coleção grotesca de bestas...».
Os Maias
Aspetos criticados
História Política
Dada a sugestão perfeita para a bancarrota, Ega delira com a ideia e pretende “varrer a monarquia” e o “crasso pessoal do constitucionalismo”.
A invasão espanhola leva Ega a criticar a raça portuguesa, afirma que esta é a mais cobarde e miserável da Europa, “Lisboa é Portugal! Fora de Lisboa não há nada.” Ega enumera, aínda, as consequências do Constitucionalismo: ➜ falta de educação e de higiene («... piolhice dos liceus...»); ➜ doença e devassidão («... roída de sífilis...»); ➜ passividade e inércia («... apodrecida no bolor das secretarias...»); ➜ comportamentos rotineiros («... arejada apenas ao domingo...»); ➜ perda da coragem e da dignidade («... perderam o músculo...»; «... perderam o caráter...»); ➜ fraqueza física e moral («... a raça mais fraca e mais cobarde...»).
Os Maias
Conclusão
2.
1.
O autor demonstra a incoerência cultural do povo português e a decadência do país, recorrendo, pela voz de João da Ega, à bancarrota e à invasão espanhola como determinantes da agitação revolucionária, pois só assim haveria um reconhecimento da situação em que se encontrava a nação.
Este local, reveste-se de especial interesse por ser onde Carlos vê Maria Eduarda pela primeira vez e por ser aí que se realiza o Jantar, preparado por Ega, em honra de Cohen, marido da amante de Ega.
Os Maias
3.
4.
A crítica feita por Carlos à população, reforça a incoerência desta, como o principal factor condicionante do estado da nação. O comentário: “Esse mundo de fadistas, de faias, parecia a Carlos merecer um estudo, um romance...” é reforçado com o de Dâmaso.
Dâmaso através do seu comentário, “Se as coisas chegassem a esse ponto, se se pusessem assim feias, eu cá, à cautela, ia-me raspando para Paris...”, denota a cobardia, a falta de cultura e a falta de civismo que dominava a sociedade.
Conclusão
A falta de personalidade:
1.
2.
Os Maias
Alencar muda de opinião quando Cohen assim o pretende.
Ega muda também de opinião quando Cohen o pretende.
3.
Dâmaso, cuja divisa é «sou forte», aponta o caminho covarde da fuga.
Em última análise, o que todo este episódio do jantar do Hotel Central representa é o esforço frustrado de uma certa camada social (por ironia amais destacada) para assumir um comportamento digno e requintado.
WEBGRAFIA
➜ https://portugues-fcr.blogspot.com/2012/04/episodio-do-jantar-no-hotel-central.html➜ https://notapositiva.com/jantar-no-hotel-central-analise-do-episodio-dos-maias/#➜ https://pt.wikipedia.org/wiki/Hotel_Central_(Lisboa)➜ https://pt.slideshare.net/sebentadigital/os-maias-jantar-no-hotel-central➜ http://barbaracpereira.blogspot.com/2016/03/o-jantar-no-hotel-central-os-maias.html
Os Maias
Bibliografia
➜ SILVA, Pedro; CARDOSO, Elsa; NUNES, Susana - Letras em dia 11. Portugal: Porto Editora, 2022. ISBN978-972-0-40301-8.➜ QUEIRÓS, Eça - Os Maias. Portugal: Porto Editora, 2022. ISBN978-972-0-04957-5.
Obrigado!
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Português.Discentes:Dragos Pintea;José Sousa;Pedro Machado;Docente: Filomena Palhas.Turma: 11ºD
Os Maias
Jantar do Hotel Central | Os Maias
Pedro Machado
Created on April 26, 2023
Trabalho realizado por : Pedro Machado; Dragos Pintea; José Sousa.
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Ano letivo 2022/2023
Crónica de costumes
Os Maias
Jantar do Hotel Central
índice
5. temas abordados
1. introdução
6. Aspetos criticados
2. Contextualização
Os Maias
3. Síntese do episódio
7. Conclusão
4. Caracterização das personagens
8. Bibliografia/WebGrafia
Os Maias
Introdução
Crónica de costumes
O romance realista apresenta características temáticas influenciadas pelo cientificismo da época, nomeadamente a crítica social que espelha determinados defeitos humanos que até então não eram revelados, como o materialismo, a traição, a corrupção, para além de defeitos de carácter e de personalidade, objeto de explicação e de análise determinista.
Contextualização
O Jantar no Hotel Central
O episódio do Jantar no Hotel Central integra-se no capítulo VI. Insere-se na ação principal e é um dos episódios da Crónica de costumes/Episódios das cenas românticas.
Os Maias
Capitulo I
Capitulo II
Capitulo III
Capitulo VI
Capitulo V
Capitulo IV
Capitulo VII
Capitulo VIII
Capitulo IX
Síntese do episódio
Objetivos:
➜ Homenagear o banqueiro Jacob Cohen, uma iniciativa de João da Ega («... o Ega, alargando pouco a pouco a ideia, convertera-o agora numa festa de cerimónia em honra do Cohen...»);
➜ Retratar a sociedade lisboeta;
➜ Proporcionar a Carlos da Maia o primeiro contacto com o meio social lisboeta;
Os Maias
➜ Apresentar a visão crítica de variados problemas;
➜ Ao nível da ação central: proporcionar a Carlos o primeiro encontro com Maria Eduarda.
Carlos da maia
O episódio proporciona-lhe o primeiro contacto com a sociedade, mantendo, durante o evento, uma posição relativamente discreta, salientando apenas alguns pontos: ➜ “o mais intolerável no realismo eram os seus grandes ares científicos.”➜ “ninguém há-de fugir, e há-de-se morrer bem.”
Os Maias
Dâmaso Salcede
O novo-rico
Interveniente que representa os defeitos da sociedade. “Um rapaz baixote, gordo, frisado como um noivo da província, de camélia ao peito e gravata azul-celeste”. Caracterização:➜ “chique a valer”;➜ “...é direitinho para Paris! Aquilo é que é terra! Isto aqui é um chiqueiro...”
João da Ega
O defensor do Realismo
Promotor do jantar, uma homenagem ao banqueiro Jacob Cohen, marido da “divina Raquel”, com quem mantém uma relação adúltera. Defende o Realismo/Naturalismo. Advoga que “à bancarrota seguia-se uma revolução” e que desta forma, Portugal seria um grande beneficiário.
Os Maias
Craft
O diletante
Eça de Queiroz identifica nesta personagem o “homem ideal”. Representante da cultura artística e britânica, tendo uma participação pouco relevante neste episódio, reagindo de forma “impassível”.
Jacob Cohen
O banqueiro
Representante das Finanças, “respeitado director do Banco Nacional, marido da divina Raquel”, homem de estatura baixa, “apurado, de olhos bonitos, suíças tão pretas e luzidias” e com “bonitos dentes”. Neste jantar conheceu Carlos e destacou a posição superior que toma perante a sociedade.
Os Maias
Tomás de Alencar
O literato ultrarromântico
Representante do ultrarromantismo, é confrontado com os princípios naturalistas/realistas defendidos por Ega.Um “indivíduo muito alto, todo abotoado numa sobrecasaca preta, com uma face escaveirada, olhos encovados”, nariz curvado, bigodes compridos, “calvo na frente”, “dentes estragados” e “testa lívida”.
Temas abordados
A literatura e a crítica literária
Quanto à literatura e à crítica literária, houve uma grande discussão entre João da Ega, que defendia o Naturalismo/Realismo e Tomás de Alencar que defendia o Ultrarromantismo. Estes dois movimentos literários divergem frequentemente ao longo do jantar.
Os Maias
História Política
A bancarrota é outro tema tratado neste jantar que também gerou alguma polémica, tendo sido apresentada como solução a Invasão Espanhola. Ora, esta invasão Espanhola iria ter consequências em Portugal, entre as quais: a renovação de Portugal a vários níveis, afastamento da Monarquia e a implantação da República.
Finanças
Sendo a bancarrota um dos assuntos polémicos, presentes no jantar, que critica de forma irónica o país, é possível identificar como principais intervenientes e que geram uma maior desordem (neste assunto), João da Ega e Cohen.
Aspetos criticados
Naturalismo/Realismo
Tomás de Alencar fora o principal e mais contínuo crítico deste tema. Críticas proferidas por Alencar: ➜ designa o realismo/naturalismo por: “literatura «latrinária»”; “excremento”; “pústula, pus”; ➜ culpabiliza o naturalismo de publicar “rudes análises” que se apoderam “da Igreja, da Burocracia, da Finança, de todas as coisas santas dissecando-as brutalmente e mostrando-lhes a lesão”; ➜ crítica os versos de Simão Craveiro (poeta moderno) e acusa-o de plágio, pois “numa simples estrofe dois erros de gramática, um verso errado, e uma imagem roubada de Baudelaire!”. Carlos da Maia considera também que “o mais intolerável no realismo era os seus grandes ares científicos” e Ega apesar de defender o realismo concordava com esta crítica; Craft desaprova o realismo, pelo facto de estatelar a realidade feia das coisas num livro.
Os Maias
Aspetos criticados
Finanças
Este assunto espelha a crise financeira que o país passava nesta época (séc.XII). Eça de Queirós descreve-o de forma irónica através de Jacob Cohen, o representante das Finanças ao afirmar que os “empréstimos em Portugal constituíam uma das fontes de receita, tão regular, tão indispensável, tão sábida como o imposto”, aliás era «cobrar o imposto» e «fazer o empréstimo» a única ocupação dos ministérios. Desta forma, os intervenientes concordavam que assim, o país iria “alegremente e lindamente para a bancarrota”. No entanto, Ega não aceitara baixar os braços e logo dera a solução revolucionária para o problema de finanças que o país atravessava – a invasão espanhola! É possível confirmar a intervenção de Ega através da seguinte passagem:«À bancarrota seguia-se uma revolução, evidentemente. Um país que vive da inscrição, em não lha pagando, agarra no cacete. [...] E, passada a crise, Portugal, livre da velha dívida, da velha gente, dessa coleção grotesca de bestas...».
Os Maias
Aspetos criticados
História Política
Dada a sugestão perfeita para a bancarrota, Ega delira com a ideia e pretende “varrer a monarquia” e o “crasso pessoal do constitucionalismo”. A invasão espanhola leva Ega a criticar a raça portuguesa, afirma que esta é a mais cobarde e miserável da Europa, “Lisboa é Portugal! Fora de Lisboa não há nada.” Ega enumera, aínda, as consequências do Constitucionalismo: ➜ falta de educação e de higiene («... piolhice dos liceus...»); ➜ doença e devassidão («... roída de sífilis...»); ➜ passividade e inércia («... apodrecida no bolor das secretarias...»); ➜ comportamentos rotineiros («... arejada apenas ao domingo...»); ➜ perda da coragem e da dignidade («... perderam o músculo...»; «... perderam o caráter...»); ➜ fraqueza física e moral («... a raça mais fraca e mais cobarde...»).
Os Maias
Conclusão
2.
1.
O autor demonstra a incoerência cultural do povo português e a decadência do país, recorrendo, pela voz de João da Ega, à bancarrota e à invasão espanhola como determinantes da agitação revolucionária, pois só assim haveria um reconhecimento da situação em que se encontrava a nação.
Este local, reveste-se de especial interesse por ser onde Carlos vê Maria Eduarda pela primeira vez e por ser aí que se realiza o Jantar, preparado por Ega, em honra de Cohen, marido da amante de Ega.
Os Maias
3.
4.
A crítica feita por Carlos à população, reforça a incoerência desta, como o principal factor condicionante do estado da nação. O comentário: “Esse mundo de fadistas, de faias, parecia a Carlos merecer um estudo, um romance...” é reforçado com o de Dâmaso.
Dâmaso através do seu comentário, “Se as coisas chegassem a esse ponto, se se pusessem assim feias, eu cá, à cautela, ia-me raspando para Paris...”, denota a cobardia, a falta de cultura e a falta de civismo que dominava a sociedade.
Conclusão
A falta de personalidade:
1.
2.
Os Maias
Alencar muda de opinião quando Cohen assim o pretende.
Ega muda também de opinião quando Cohen o pretende.
3.
Dâmaso, cuja divisa é «sou forte», aponta o caminho covarde da fuga.
Em última análise, o que todo este episódio do jantar do Hotel Central representa é o esforço frustrado de uma certa camada social (por ironia amais destacada) para assumir um comportamento digno e requintado.
WEBGRAFIA
➜ https://portugues-fcr.blogspot.com/2012/04/episodio-do-jantar-no-hotel-central.html➜ https://notapositiva.com/jantar-no-hotel-central-analise-do-episodio-dos-maias/#➜ https://pt.wikipedia.org/wiki/Hotel_Central_(Lisboa)➜ https://pt.slideshare.net/sebentadigital/os-maias-jantar-no-hotel-central➜ http://barbaracpereira.blogspot.com/2016/03/o-jantar-no-hotel-central-os-maias.html
Os Maias
Bibliografia
➜ SILVA, Pedro; CARDOSO, Elsa; NUNES, Susana - Letras em dia 11. Portugal: Porto Editora, 2022. ISBN978-972-0-40301-8.➜ QUEIRÓS, Eça - Os Maias. Portugal: Porto Editora, 2022. ISBN978-972-0-04957-5.
Obrigado!
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Português.Discentes:Dragos Pintea;José Sousa;Pedro Machado;Docente: Filomena Palhas.Turma: 11ºD
Os Maias