Poetas contemporãneos
Miguel Torga.
Joana Conde, n.º12; João Peixinho, n.º13; João Nogueira, n.º14.
start
Aprendizagens essenciais
Leitura
- Interpretar o texto, com especificação do sentido global e da intencionalidade comunicativa;
- Clarificar tema(s), subtemas, ideias principais, pontos de vista;Utilizar criteriosamente procedimentos adequados ao registo e tratamento da informação;
- Exprimir, com fundamentação, pontos de vista suscitados por leituras diversas. Educação Literária;
- Interpretar obras literárias portuguesas de diferentes autores e géneros, produzidas no século XX;
- Contextualizar textos literários portugueses do século XX em função de grandes marcos históricos e culturais;
- Mobilizar para a interpretação textual os conhecimentos adquiridos sobre os elementos constitutivos do texto poético e do texto narrativo;
- Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos manifestados nos textos;
- Comparar textos de diferentes épocas em função dos temas, ideias, valores e marcos históricos e culturais.
Escrita
- Redigir com desenvoltura, consistência, adequação e correção;
Oralidade
- Selecionar e registar informação relevante para um determinado objetivo;
- Avaliar discursos tendo em conta a adequação à situação de comunicação;
- Produzir discursos preparados para apresentação a público restrito (à turma ou a colegas de outras turmas) com diferentes finalidades.
índice
grupo
Aprendizagens
vida
obra
temáticas
análise
autoavaliação
challenge
grupo e tarefas
Joana Conde, nº.12
João Peixinho, nº.13
João Nogueira, nº.14
Análise do poema "Súplica" Estética e temáticas
Análise do poema "Bucólica" Vida e Obra
Análise do poema "Apelo" Cyberpoesia
Vida
- Miguel Torga, pseudônimo de Adolfo Correia da Rocha, foi um escritor português e destacou-se também como contista, ensaísta, romancista e dramaturgo.
- Em 1934, aos vinte e sete anos, Adolfo Correia Rocha cria o pseudónimo "Miguel" e "Torga".
(1905-1995)
Info
OBRA
- Súplica;
- Apelo;
- Bucólica;
- Mãe;
- Começo;
- Ventura;
- Lamentação;
- Ansiedade;
- Cântico do Homem;
estética e temáticas
Estética
Temáticas
- A dor humana;
- A afirmação da dignidade humana;
- A luta pela liberdade;
- Portugal: destino e sonho;
- Problemática Religiosa.
- Simplicidade do discurso;
- Irregularidade/regularidade métrica;
- Uso de estrofes irregulares
- Uso de vários recursos expressivos;
- genesíaca e inovações báquicas
- Poesia independente de correntes literárias;
súplica
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
súplica
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
súplica
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
APELO
Porque
não vens agora, que te quero
E adias esta urgência?
Prometes-me o futuro e eu desespero
O futuro é o disfarce da impotência....
Hoje, aqui, já, neste momento,
Ou nunca mais.
A sombra do alento é o desalento
O desejo o limite dos mortais.
BUCÓLICA
A vida é feita de nadas;
De grandes serras paradas
À espera de movimento;
De searas onduladas
Pelo vento; De casas de moradia Caiadas e com sinais De ninhos que outrora havia Nos beirais;
BUCÓLICA
De poeira; De ver esta maravilha:
Meu Pai a erguer uma videira
Como uma Mãe que faz a trança à filha.
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cyber poesia
https://prezi.com/p/edit/a54qscvwudhx/
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WEBGRAFIA
- https://notapositiva.com/miguel-torga/#
- https://pt.slideshare.net/rosario25/miguel-torga-32616858
- https://prezi.com/ysagiyr_u7o9/mensagem-e-poemas-ibericos-de-miguel-torga/
- https://emgestaocorrente.blogs.sapo.pt/62548.html
- https://www.ebiografia.com/miguel_torga/
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AUTOAVALIAÇÃO
12A-Joana, João e João
Joana Conde (2022/EBSAS/12A)
Created on April 20, 2023
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Poetas contemporãneos
Miguel Torga.
Joana Conde, n.º12; João Peixinho, n.º13; João Nogueira, n.º14.
start
Aprendizagens essenciais
Leitura
- Interpretar o texto, com especificação do sentido global e da intencionalidade comunicativa;
- Clarificar tema(s), subtemas, ideias principais, pontos de vista;Utilizar criteriosamente procedimentos adequados ao registo e tratamento da informação;
- Exprimir, com fundamentação, pontos de vista suscitados por leituras diversas. Educação Literária;
- Interpretar obras literárias portuguesas de diferentes autores e géneros, produzidas no século XX;
- Contextualizar textos literários portugueses do século XX em função de grandes marcos históricos e culturais;
- Mobilizar para a interpretação textual os conhecimentos adquiridos sobre os elementos constitutivos do texto poético e do texto narrativo;
- Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos manifestados nos textos;
- Comparar textos de diferentes épocas em função dos temas, ideias, valores e marcos históricos e culturais.
Escrita- Redigir com desenvoltura, consistência, adequação e correção;
Oralidadeíndice
grupo
Aprendizagens
vida
obra
temáticas
análise
autoavaliação
challenge
grupo e tarefas
Joana Conde, nº.12
João Peixinho, nº.13
João Nogueira, nº.14
Análise do poema "Súplica" Estética e temáticas
Análise do poema "Bucólica" Vida e Obra
Análise do poema "Apelo" Cyberpoesia
Vida
(1905-1995)
Info
OBRA
estética e temáticas
Estética
Temáticas
súplica
Agora que o silêncio é um mar sem ondas, E que nele posso navegar sem rumo, Não respondas Às urgentes perguntas Que te fiz. Deixa-me ser feliz Assim, Já tão longe de ti como de mim.
súplica
Agora que o silêncio é um mar sem ondas, E que nele posso navegar sem rumo, Não respondas Às urgentes perguntas Que te fiz. Deixa-me ser feliz Assim, Já tão longe de ti como de mim.
súplica
Perde-se a vida a desejá-la tanto. Só soubemos sofrer, enquanto O nosso amor Durou. Mas o tempo passou, Há calmaria... Não perturbes a paz que me foi dada. Ouvir de novo a tua voz seria Matar a sede com água salgada.
APELO
Porque não vens agora, que te quero E adias esta urgência? Prometes-me o futuro e eu desespero O futuro é o disfarce da impotência.... Hoje, aqui, já, neste momento, Ou nunca mais. A sombra do alento é o desalento O desejo o limite dos mortais.
BUCÓLICA
A vida é feita de nadas; De grandes serras paradas À espera de movimento; De searas onduladas Pelo vento; De casas de moradia Caiadas e com sinais De ninhos que outrora havia Nos beirais;
BUCÓLICA
De poeira; De ver esta maravilha: Meu Pai a erguer uma videira Como uma Mãe que faz a trança à filha.
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