Want to create interactive content? It’s easy in Genially!
Memorial do convento Cap. IX e XII
Rodrigo Ferreira
Created on April 20, 2023
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Tarot Presentation
View
Vaporwave presentation
View
Women's Presentation
View
Geniaflix Presentation
View
Shadow Presentation
View
Newspaper Presentation
View
Memories Presentation
Transcript
José Saramago
Memorial do Convento
cApítulos IX e XII
Índice
Índice
Capítulo IX
Capítulo XII
- Slide 13-Blimunda e a hóstia
- Slide 14- Destruição da igreja
- Slide 15- Primeira pedra
- Slide 16- Regresso a Lisboa
- Slide 17- Simbologia
- Slide 18- Recursos expressivos
- Slide 19- Animação
- Slide 20- Fim
- Slide 3- Narrador
- Slide 4- Espaço Físico
- Slide 5- Nomes dos personagens
- Slide 6- Caminho para a quinta
- Slide 7- Equipa de construção
- Slide 8- Problema na construção
- Slide 9- Aviso
- Slide 11- Animação
nARRADOR
Presença:
Heterodiegético
Ciência:
Onisciente
Focalização:
Interna
Posição:
Subjetiva e parcial
Espaço Físico
Mafra
Quinta do Duque de Aveiro
Inicio da obra do convento/ inauguração da primeira pedra.
Espaço do contrapoder, da liberdade e do sonho.
Sete-sóis e sete-luas
O Padre Bartolomeu atribui a Baltasar o nome de Sete-Sóis (luz, nascimento e força) e atribui a Blimunda o nome Sete-Luas (fazes da vida, o sonho e o inconsciente).
"Tu és Sete-Sóis porque vês às claras, tu serás Sete-Luas porque vês às escuras [...]"
IX
A caminho da quinta
Mudança de Baltasar e Blimunda para a Quinta do Duque de Aveiro, em S. Sebastião da Pedreira, para ajudarem Padre Bartolomeu Lourenço na construção da Passarola.
"Outro ferro anda agora no alforge de Sete-Sóis, é a chave da quinta do Duque de Aveiro [...] E sendo a Costa do Castelo longe de S. Sebastião da Pedreira, de mais para ir e vir todos os dias, decidiu Blimunda que deixaria a casa para estar onde estivesse Sete-Sóis."
IX
- Conhecimento prático e manual;
- Apesar da falta da mão esquerda aceita ajudar o Padre na construção da Passarola;
- Graças ao seu esforço físico, a Passarola foi construída.
"Equipa" na construção da passarola
Baltasar
- Possui um vasto conhecimento científico;
- Conta com o apoio do Rei para a construção da Passarola.
- Conhecimento sobrenatural;
- Graças aos seus poderes, vê os defeitos da máquina para que Baltasar os corrija;
- Recolhe as vontades para que a máquina possa voar.
Padre Bartolomeu
Blimunda
IX
Problema na passarola
Surge um problema na construção da Passarola: a falta de éter. Padre Bartolomeu acredita que este é o elemento fundamental para a máquina voar. Padre Bartolomeu vai para a Holanda à procura de éter, enquanto isso, Baltasar e Blimunda vão para Mafra.
"Não se me dá que verguem ou não, o caso é que ela voasse, e assim não pode voar se lhe falta o éter."
IX
AVISO!!!!
Pede-se a todos presentes que por favor evitem de conversar, para que se consiga perceber os detalhes, tais como sons mais baixos, que fazem a diferença nesta experiência que se segue, obrigado e divirtam-se! (Podem rir hahaha)
VídeoCapítulo IX
Capítulo XII
blimunda e a hóstia
Blimunda foi em jejum à missa para ver a hóstia, e estava à espera de ver cristo mas viu uma "nuvem fechada". Blimunda fica intrigada com a situação, pois para ela o que está dentro da hóstia, é o que está dentro do Homem.
"Esperava ver Cristo crucificado, ou ressurrento em glória, e vi uma nuvem fechada [...] se o que está dentro da hóstia é o que está dentro do homem, que é a religião, afinal"
Xii
Destruição da igreja
Comparação com Adasmastor:
- Nos Lusíadas o narrador compara a força da tempestade ao poder do Gigante.
- No Memorial do Convento, o narrador compara a tempestade dos Lusíadas à tempestade que destruiu a igreja.
Uma tempestade "foi como o sopro gigantescode Adamastor" destruiu a igreja, construída especialmente para a cerimónia dos alicerces. A igreja dois dias depois foi reerguida, o que passou a ser visto como um milagre.
Milagre
Xii
inauguração do Convento
A 17 de Novembro de 1717 deu-se o lançamento da primeira pedra, que leva ao início das obras do convento. A 22 de Outubro de 1730, procedeu-se à inauguração do convento.
"Enfim, chegou o dia da inauguração [...]. Benzeu-se a cruz no primeiro dia, [...] quatro sacerdotes levantaram-na em peso, cada qual seu extremo, e arvoraram sobre uma pedra"
Xii
Regresso a lisboa
Depois da cerimónia Sete-Sóis e Sete-Luas regressam a Lisboa, como lhes foi pedido numa carta que Padre Bartolomeu escreveu.
"Seguissem para Lisboa tão cedo pudessem"
Xii
Simbologia
Sete homens a trabalhar em Mafra, de sete regiões diferentes;Blimunda vai sete vezes para Lisboa à procura de Baltasar: Data do lançamento da primeira pedra: 17 novembro 1717
Sete-Sóis
Fonte de vida, força, poder e conhecimento.
Sete-Luas
Símbolo de felicidade e associada ao renascimento.
30
Trinta
Descida para o Inferno
"descendo por uma espaçosa escada de madeira que tinha trinta degraus, porventura em memória dos trinta dinheiros" ; "Assim desceu el-rei trinta degraus para o interior da terra...seria uma descida aos infernos"
Recursos Expressivos
"venha, pois sua majestade, para que se comecem os dias gloriosos da vila de Mafra" "...estenderam-se panos verdes, já vem de muito longe, como se observa, este gosto português pelo verde e pelo encarnado, que, em vindo uma repúplica, dará bandeira"
Metáfora Hipálage
Ironia Prolepse
"os homens são anjos nascidos sem asas" "el-rei, derramando muito devotas lágrimas"
IX
Vídeo capítulo XII
FIM!
Realizado por:
Filipa Carvalho nº6 Nuno Gavazzi nº12 Rodrigo Ferreira nº14 Vasco Novais nº17