militares
DE abril
SPÍNOLA
Feito Por:Maria Luís Nova nº18Tiago Silva nº25Tomás Ferreira nº27
Data de nascimento, família e estudos prosseguidos
- Nascimento: 11 de abril de 1910
Estremoz, Reino de Portugal;
- Família: António Sebastião Spínola e Maria Gabriela Alves Ribeiro;
- Estudos Prosseguidos: Aos 18 anos, ingressou na Escola Politécnica de Lisboa, onde completou os estudos preparatórios militares, seguindo-se, em 1930, a Escola do Exército, escolhendo o curso de Cavalaria. Participou, então, em várias provas hípicas, em Portugal e no estrangeiro. Em 1939, foi um dos fundadores da Revista da Cavalaria.
Carreira militar/guerra colonial
Em 1933, foi colocado no Regimento de Cavalaria n.º 7 como instrutor. Entre 1939 e 1943, tornou-se ajudante de campo do Comando da Guarda Nacional Republicana. A 23 de Janeiro de 1948 foi feito o Oficial da Ordem Militar de São Bento de Avis, tendo sido elevado a Comendador da mesma Ordem a 16 de Maio de 1959. Em junho do ano seguinte, foi promovido a major, regressando ao Regimento de Cavalaria da GNR como adjunto do comando. Em 1961, em carta dirigida a Salazar, voluntaria-se para a Guerra Colonial, em Angola. Notabilizou-se no comando do Batalhão de Cavalaria n.º 345, entre 1961 e 1963.
Durante a Revolução do 25 de abril
Na noite do golpe militar de 25 de abril de 1974, Spínola foi nomeado presidente da Junta de Salvação Nacional, no plano dos capitães, autores do golpe, o cargo de Presidente da República estava reservado a Francisco da Costa Gomes, mas acabaria por ser António de Spínola a ocupá-lo. Várias razões conduziram a essa situação: a colaboração que Spínola desenvolvera com os capitães durante o processo conspirativo; o facto de ter sido ele a receber, no dia 25 de abril de 1974, a rendição do presidente do Conselho, Marcello Caetano, e a aclamação popular que se seguiu a Spínola, que era já uma figura pública
Pós 25 de Abril
António de Spínola foi o primeiro Presidente da República após o golpe militar de 25 de Abril de 1974. Abandonou o cargo após poucos meses de mandato, na sequência de uma tentiva de golpe de estado gorada. Em março de 1976, enquanto se encontrava exilado na Suíça, foi atraído por um jornalista alemão na República Federal da Alemanha. A conversa do jornalista com António de Spínola foi publicada na revista alemã Stern, o que levou a que Spínola recebesse ordem de expulsão do território suíço, uma vez que tinha alegado razões de saúde para a sua permanência naquele país, enquanto, na realidade, continuava a desenvolver atividade política. A 13 de agosto de 1996, Spínola morre aos 86 anos, vítima de embolia pulmonar, no Hospital Militar de Belém, na freguesia da Ajuda, em Lisboa, onde estava internado há meses.
Militares de Abril
Maria Luis Oliveira Carvalho Botelho da Nova 12248
Created on April 11, 2023
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militares
DE abril
SPÍNOLA
Feito Por:Maria Luís Nova nº18Tiago Silva nº25Tomás Ferreira nº27
Data de nascimento, família e estudos prosseguidos
- Nascimento: 11 de abril de 1910
Estremoz, Reino de Portugal;Carreira militar/guerra colonial
Em 1933, foi colocado no Regimento de Cavalaria n.º 7 como instrutor. Entre 1939 e 1943, tornou-se ajudante de campo do Comando da Guarda Nacional Republicana. A 23 de Janeiro de 1948 foi feito o Oficial da Ordem Militar de São Bento de Avis, tendo sido elevado a Comendador da mesma Ordem a 16 de Maio de 1959. Em junho do ano seguinte, foi promovido a major, regressando ao Regimento de Cavalaria da GNR como adjunto do comando. Em 1961, em carta dirigida a Salazar, voluntaria-se para a Guerra Colonial, em Angola. Notabilizou-se no comando do Batalhão de Cavalaria n.º 345, entre 1961 e 1963.
Durante a Revolução do 25 de abril
Na noite do golpe militar de 25 de abril de 1974, Spínola foi nomeado presidente da Junta de Salvação Nacional, no plano dos capitães, autores do golpe, o cargo de Presidente da República estava reservado a Francisco da Costa Gomes, mas acabaria por ser António de Spínola a ocupá-lo. Várias razões conduziram a essa situação: a colaboração que Spínola desenvolvera com os capitães durante o processo conspirativo; o facto de ter sido ele a receber, no dia 25 de abril de 1974, a rendição do presidente do Conselho, Marcello Caetano, e a aclamação popular que se seguiu a Spínola, que era já uma figura pública
Pós 25 de Abril
António de Spínola foi o primeiro Presidente da República após o golpe militar de 25 de Abril de 1974. Abandonou o cargo após poucos meses de mandato, na sequência de uma tentiva de golpe de estado gorada. Em março de 1976, enquanto se encontrava exilado na Suíça, foi atraído por um jornalista alemão na República Federal da Alemanha. A conversa do jornalista com António de Spínola foi publicada na revista alemã Stern, o que levou a que Spínola recebesse ordem de expulsão do território suíço, uma vez que tinha alegado razões de saúde para a sua permanência naquele país, enquanto, na realidade, continuava a desenvolver atividade política. A 13 de agosto de 1996, Spínola morre aos 86 anos, vítima de embolia pulmonar, no Hospital Militar de Belém, na freguesia da Ajuda, em Lisboa, onde estava internado há meses.