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PSYCHOLOGY PRESENTATION

Inês Almeida

Created on April 5, 2023

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Percurso Queirosiano em lisboa

Trabalho de equipa- português

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  • Cais do Sodré
  • Rua Alecrim até ao Largo de camões
  • Teatro da Trindade
  • Chiado
  • Teatro Nacional de São Carlos
  • Rossio
  • Praça dos Restauradores

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Índice

· Process

· Comparison

· Timeline

· Map

· Data

· Team

· Contact

01

Cais do Sodré

O cais do sodre, situado à beira-rio, entre o cais da marinha e o cais do gás, deve o seu nome a uma família do bairro do século XV, historicamente ligada ao comércio marítimo. A área é bastante famosa pelo seu estilo de vida e localização idílica entre a prestigiada Praça do Comércio e o pitoresco distrito de Santos.

Relação com o romance: "Os Maias"
  • Na obra o cais encontra se associado ao hotel central - “De costas para o cais, do lado direito, é um prédio com uma série de lojas.” Este edifício é de grande importância na obra, sendo aqui que ocorre um grande jantar que acaba em briga. Além disto, também é nesta zona onde Carlos da Maia vê pela primeira vez Maria Eduarda.

02

Rua do Alecrim até ao Largo de Camões

A Rua do Alecrim acompanha o espaço exterior que marginava a antiga muralha fernandina, a partir do rio, seguindo para Norte, uma das vias de entrada e de saída de Lisboa.Inicialmente conhecida como Rua Direita do Conde, adquiriu mais tarde o nome atual, devido à importância de uma capela dedicada a Nossa Senhora do Alecrim, mandada construir, no séc. XVII, por Elvira Vilhena, Condessa de Pontével. Foi aqui construído um dos edifícios históricos do Chiado, o Palácio Quintela, hoje Palácio Chiado.

Relação com o romance: "Os Maias"
  • Subindo a rua do Alecrim, no Largo Barão da Quintela, está um monumento a Eça de Queirós. No final da rua, a Praça Luís de Camões. Após 10 anos de retiro para o estrangeiro, Carlos da Maia chega a este mesmo sítio e constata o imobilismo de Portugal. “A mesma sentinela sonolenta rondava em torno à estátua triste de Camões.”

03

Teatro da Trindade

O Teatro da Trindade é uma sala de espectáculos de Lisboa, construída no século XIX, situada no Chiado, freguesia da Misericórdia. Inaugurado em 1867, por Francisco Palha, juntamente com alguns amigos influentes, o espaço é um dos mais antigos teatros lisboetas ainda em atividade.

Relação com o romance: "Os Maias"
  • Este edifício foi o local da ação do episódio d'O Sarau do Teatro da Trindade, que podemos resumir da seguinte forma:
-Ega tenta convencer Carlos a irem ao sarau do teatro da trindade para assistirem à atuação de Curges;-Vêm o tio de Dâmaso à entrada; -Rufino está a discursar e Ega vai se sentar a ouvir, mas Carlos fica a porta; -Ega vai ter com Carlos;-Ega encontra Alencar que lhe quer apresentar Guimarães, o tio do Dâmaso; -Ega e Guimarães falam sobre uma carta que Dâmaso tinha escrito;-Atuação de Cruges;-Ega e Guimarães voltam a falar, agora sobre França.-No intervalo do sarau, encontram-se com o Conde e Condessa de Gouvarinho.-O Conde fala da sua estadia na Câmara e a Condessa recorda alguns momentos passados com Carlos.-Carlos e Ega dirigem-se ao botequim e cruzam-se com Eusebiozinho, discussão devido à sua intervenção no caso da “Corneta” -Depois do intervalo, Alencar recita “A Democracia”-Saem do Sarau no encanto estranho daquela noite de Inverno sem estrelas e descem calmamente a Rua Nova da Trindade.

04

Chiado

O Chiado é um dos bairros mais emblemáticos e tradicionais da cidade de Lisboa. Localiza-se entre o Bairro Alto e a Baixa Pombalina. Em 1846, com a criação do Grémio Literário de Lisboa, um clube dos intelectuais da época, o Chiado tornou-se o centro do romantismoportuguês, ponto de passagem obrigatório para quem queria ser conhecido na cidade. O escritor Eça de Queiroz fez grande referência ao Chiado e ao Grémio Literário.

Relação com o romance: "Os Maias"
  • Os protagonistas da obra deambulam pelo Largo do Loreto (hoje Praça Luís de Camões), pelo Largo do Chiado e pela Rua do Chiado (Rua Garrett hoje em dia) como fechados num espaço onde Eça de Queiroz situa as suas paixões, as suas misérias e as suas alegrias. Aqui estavam sediada, por exemplo, a Casa Havanesa. Também a estátua de Camões, na cidade que concentra a alma portuguesa, é mais uma personagem do livro, cujo estado de abandono na altura simboliza a decadência de todo o país, acaso derrubado sobre os seus ombros.

Teatro Nacional de São Carlos

Teatro Nacional de São Carlos, é a principal casa de ópera de Lisboa, em Portugal. Foi inaugurado em 30 de junho de 1793 pelo Príncipe Regente D. João para substituir o Teatro Ópera do Tejo, que foi destruído no Terramoto de 1755. A inauguração ocorreu com a Ópera La Ballerina amante de Domenico Cimarosa. O teatro está localizado no centro histórico de Lisboa, na zona do Chiado. No mesmo largo, em frente ao teatro, nasceu uma das mais importantes figuras da poesia portuguesa, Fernando Pessoa.

Relação com o romance: "Os Maias"
  • Este local está presente na obra no seguinte excerto: "Nessa noite em S. Carlos, num entreacto dos “Huguenotes”, Ega apresentou-o ao senhor conde de Gouvarinho, no corredor das frisas..." Depois o conde abriu a porta da frisa, Ega desapareceu. E daí a um momento, Carlos, apresentado como "vizinho de camarote", recebia da senhora condessa um grande shake-hands, em que tilintaram uma infinidade de aros de prata e de blangles índios sobre a sua luva preta de doze botões.

05

Rossio (Praça de São Pedro IV)

A Praça de D. Pedro IV, mais conhecida por Rossio, é uma praça da Baixa de Lisboa que tem constituído um dos centros nevrálgicos da cidade. Há mais de seis séculos ela tem sido o palco de diversos acontecimentos importantes na história de Lisboa. Por ela já passaram touradas, festivais, atos militares e até os autos-de-fé da Inquisição. A Praça do Rossio também é atualmente uma das praças mais animadas e movimentadas de Lisboa.

Relação com o romance: "Os Maias"
  • O Rossio é uma referência constante nas obras de Eça de Queirós. O Café Nicola, o Café Martinho, a Praça da Figueira, e a ligação para norte à Avenida da Liberdade (Passeio Público) são algumas das suas referências literárias que aparecem no romance. O Rossio visto a partir do consultório de Carlos da Maia simbolizava a cidade moderna e cosmopolita, caracterizada pelo “ruído das carroças, os gritos errantes de pregões, o rolar dos americanos”

06

Praça dos Restauradores

A Praça dos Restauradores situa-se na Baixa de Lisboa, no extremo meridional da Avenida da Liberdade, a poucos metros da Praça de Dom Pedro IV, da qual já foi falado anteriormente. A praça é caracterizada pelo alto obelisco, de 30 metros de altura, denominado Monumento aos Restauradores e inaugurado em 28 de abril de 1886, com o custo de 45 contos de réis, que comemora a libertação do país do domínio espanhol em 1 de dezembro de 1640. Relação da praça dos restauradores com os Maias: “Quando Av. da Liberdade foi construída, em 1886, Eça estava fora de Portugal. Aquele lugar, que hoje é também a Praça dos Restauradores, na época, era um enorme jardim no modelo francês, chamado de Passeio Público”, conta.

Relação com o romance: "Os Maias"
  • Depois da viagem de Carlos da Maia, que durou 10 anos, ele retorna a Lisboa, já com essa avenida inaugurada. “É um choque pelos olhos do personagem. Ele vê que a paisagem mudou, mas a pequenez das pessoas continua a mesma. A ideia de uma cidade com uma avenida larga, pronta para o futuro, para a circulação, mobilidade e comércio, é, na verdade, uma fotografia de fachada”, explica.

07

Obrigada!

Trabalho realizado por:Afonso Amorim Celina Ferrão Guilherme Carvalho Inês Almeida Raul Rama

Fontes: Google images https://www.e-cultura.pt/artigo/19321 https://www.cultuga.com.br/eca-de-queiros-roteiro-para-reviver-os-maias-em-lisboa/