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Ocidente
Bruna Antunes
Created on March 20, 2023
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Transcript
VII. Ocidente
Índice
01. Leitura expressiva do poema
04. Análise do poema
02. Breve introdução da mensagem
05. Apreciação crítica
03.Contexto onde se localiza o poema
Fernando Pessoa
Mensagem
Brasão Mar Português O Encoberto
VII.OCIDENTE
Com duas mãos — o Acto e o Destino — Desvendámos. No mesmo gesto, ao céu Uma ergue o facho trémulo e divino E a outra afasta o véu.
Fosse a hora que haver ou a que havia A mão que ao Ocidente o véu rasgou, Foi alma a Ciência e corpo a Ousadia Da mão que desvendou.
Fosse Acaso, ou Vontade, ou Temporal A mão que ergueu o facho que luziu, Foi Deus a alma e o corpo Portugal Da mão que o conduziu.
1ª Estrofe
Com duas mãos - o Acto e o Destino - Desvendámos.No mesmo gesto, ao céu Uma ergue o facho trémulo e divino E a outra afasta o véu.
2ª Estrofe
Fosse a hora que haver ou a que havia A mão que ao Ocidente o véu rasgou, Foi alma a Ciência e corpo a Ousadia Da mão que desvendou.
3ª Estrofe
Fosse Acaso, ou Vontade, ou Temporal A mão que ergueu o facho que luziu, Foi Deus a alma e o corpo Portugal Da mão que o conduziu.
Recursos Expressivos
Com duas mãos — o Acto e o Destino — Desvendámos. No mesmo gesto, ao céu Uma ergue o facho trémulo e divino E a outra afasta o véu.
Fosse a hora que haver ou a que havia A mão que ao Ocidente o véu rasgou, Foi alma a Ciência e corpo a Ousadia Da mão que desvendou.
Fosse Acaso, ou Vontade, ou Temporal A mão que ergueu o facho que luziu, Foi Deus a alma e o corpo Portugal Da mão que o conduziu.
Apreciação Crítica
Obrigado pela vossa atenção
Disciplina: PortuguêSProfessora: Ana Gata Bruna Antunes nº4Constança Cruz nº7