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Teoria histórica da arte

DINIS AFONSO MARQUES OLIVEIRA BORGES MARTINS

Created on March 14, 2023

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Transcript

11ºB 2022-2023

Teoria histórica

DA ARTE

filosofia

Dinis Martins, nº 6Gonçalo Rodrigues, nº 9 Guilherme Cardoso, nº 10 Maria Lopes, nº 13 Nadeem Mahmasa, nº 18

Índice

1. Apresentação à teoria

índice

2. Teoria histórica da arte

3. Condições

4. Objeções

5. Exemplo de arte naïf

6. Obrigado

teoria de Levinson

Teoria de Levinson

A teoria histórica da arte, de Jerrold Levinson, surge como crítica ao conceito de mundo da arte, visto que nem sempre os especialistas em arte, estão de acordo em atribuir o estatuto de obra de arte aos objetos apresentados. A base da teoria histórica da arte baseia-se na intenção do autor procurar que o seu objeto seja reconhecido como artistíco no âmbito da história da arte.

Teoria de Levinson

teoria de Levinson

A definição histórica de arte formulada por Jerrold Levinson, diz o seguinte: X é uma obra de arte se, e só se, X é um objeto do qual uma pessoa tem a intenção não-passageira de que este seja perspetivado como uma obra de arte. A definição histórica indica condições necessárias e suficientes para haver arte, aplicando-se assim - acredita Levinson - a toda a arte possível. Fornece ainda um critério de identificação que permite distinguir as obras de arte de outros objetos que não são arte. Para que possamos avaliá-la convenientemente, vamos ter em conta algumas condições.

Primeira condição

Direito de propriedade: o artista não pode transformar em arte objetos que não lhe pertençam Com esta condição Levinson reduz substancialmente o universo de possibilidades da criação artística.

Segunda condição

condições

Intenção duradoura ou séria: a existência de um certo tipo de intenção que relaciona a arte do presente com a arte do passado. Ter uma intenção, neste caso, é ter um propósito ou uma finalidade em mente, e desenvolver uma ação para o atingir. Esta pode consistir em fazer, apropriar-se ou conceber algo.

Terceira condição

Historicidade: a existência de precedentes hitóricos, onde o artista pretende criar arte que seja vista como foi arte do passado.

Objeções

Contra-argumento: Se um objeto é reconhecido como arte em relação às obras anteriores, e estas em relação às suas antecedentes, e assim sucessivamente, então não podemos explicar a existência da primeira obra de arte, visto que esta não tinha nenhuma referência anterior.

objeções

Contraexemplo: A arte naïf, isto é, obras amadoras que não foram criadas para pertencer à história da arte, mas apenas para servir como expressão pessoal.

Arte naïf

Para entendermos melhor o que é uma arte naïf, temos, por exemplo, o artista Alfred Wallis, um marinheiro que pintava sem o objetivo de ter o seu trabalho exposto numa galeria, ou ser reconhecido na história da arte, que pintava apenas por gosto.

arte naïf

Penzance Harbour Entrance, Alfred Wallis

Obrigado

obrigado

pela vossa atenção