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HEALTH PRESENTATION
Diana Costa
Created on March 10, 2023
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Transcript
UFCD 6584
Manutenção Preventiva de Equipamentos e Reposição de Materiais Comuns às Diferentes Unidades e Serviços da Rede Nacional de Cuidados de Saúde
OBJECTIVOS
-Identificar os materiais mais frequentemente utilizados nas diferentes unidades/serviços da rede Nacional de Cuidados de saúde, tendo em conta a sua tipologia, função, manuseamento, armazenagem, conservação e formas de destruição após utilização
-Identificar materiais de uso único
-Identificar materiais reutilizáveis
-Substituir os materiais comuns às diferentes unidades e serviços, conforme o tipo de utilização, manipulação e modo de conservação
-Efetuar o registo e controlo de quantidades dos materiais comuns às diferentes unidades/serviços
-Explicar a importância das normas de segurança, higiene e saúde no trabalho
OBJECTIVOS
-Especificar quais os equipamentos de proteção individual a utilizar
-Explicar a importância da triagem de resíduos hospitalares
-Identificar os equipamentos mais frequentemente utilizados nas diferentes unidades/serviços da rede Nacional de Cuidados de saúde, tendo em conta a sua tipologia, função, disposição e correta manipulação nas atividades de manutenção
-Explicar como efetuar as atividades de manutenção preventiva aos equipamentos comuns às diferentes unidades e serviços, respeitando as normas do manual do fabricante
- Efetuar o registo do controlo de avarias e de atividades de manutenção
- Explicar a importância de atualização de procedimentos de manutenção preventiva
-Explicar a importância de se atualizar e adaptar a novos produtos, materiais, equipamentos e tecnologias
OBJECTIVOS
-Explicar a importância de se atualizar e adaptar a novos produtos, materiais, equipamentos e tecnologias
-Explicar a importância de agir de acordo com normas e/ou procedimentos definidos
-Explicar a importância da sua atividade para o trabalho de equipa multidisciplinar
-Explicar a importância de assumir uma atitude pró-ativa na melhoria contínua da qualidade
-Explicar o dever de agir em conformidade com as orientações do profissional de saúde
-Explicar que as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do Técnico Auxiliar de saúde, terão sempre de ser executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde
OBJECTIVOS
-Identificar quais as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta de um profissional de saúde
-Identificar quais as tarefas que podem ser executadas de forma autónoma, mas sob orientação e supervisão de um profissional de saúde
-Explicar a importância de desenvolver uma capacidade de alerta e proatividade, que permita antecipar situações que exijam a sua intervenção
MATERIAIS
tipologia logística e reposição
Conceito de MATERIAL
Considera-se material médico hospitalar todos os produtos utilizados como auxiliares no tratamento e promoção de saúde dos pacientes, mas que não possuem ação farmacológica
Classificação de Materiais
Exemplos:
TIPOLOGIA DE MATERIAL
MATERIAIS REUTILIZÁVEIS
MATERIAIS DE USO ÚNICO
São utilizados mais que uma vez, desde que higienizados ou esterilizados. Suportam a desinfeção e esterilização mecânica - encaminhados para salas específicas de limpeza ou para a esterilização.
Só pode ser usado uma única vez num utente, num determinado procedimento e depois descartado. Não podem ser usados novamente e entram na gestão de resíduos hospitalares.
Materiais de USO ÚNICO
Materiais REUTILIZÁVEIS
REPOSIÇÃO DE MATERIAIS
QUANDO?
QUANTO?
QUANTIDADE DE STOCK?
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Função Aquisição de Bens
Área de Compras
Função Aquisição de Serviços
Função Administrativa
1 - Farmácia2 - Materiais de Consumo Clínico 3 - Hoteleiro 4 - Administrativo 5 - Conservação e Reparação
Serviço de Aprovisionamento e Logística
Área de Armazém
Distribuição Interna
Área Logística
Distribuição Externa
Outras
Fonte: Manual de Procedimentos- ULSLA-SAL
Gestão deStocks
A gestão de stocks é uma área de administração das empresas, pois o desempenho nesta área tem reflexos imediatos nos resultados comerciais e financeiros de qualquer entidade/empresa
Para uma gestão de stocks eficaz e controlo de gastos, existe um conjunto de processos a desenvolver essenciais a realizar:
step 1
Duis autem vel eum iriure dolor in hendrerit in
PICKING
CONFERÊNCIA
RECEÇÃO
arrumação
Preparação
Expedição
CONTROLO DE GASTOS
Propor, executar e controlar o plano e orçamento de compras
Desenvolver os processos de aquisição dos bens, serviços e empreitadas necessários ao bom funcionamento da Unidade de Saúde, garantindo a sua gestão administrativa
Propor a composição das comissões de escolha, bem como avaliar as respetivas propostas garantindo a aplicação dos critérios de seleção previamente definidos
Proceder sistematicamente à avaliação, negociação e seleção de fornecedores de forma a obter as melhores condições de fornecimento para a instituição
Diligenciar no sentido da normalização de produtos no âmbito da Unidade de Saúde controlar a entrada de novos produtos no consumo hospitalar
Desenvolver uma adequada política de gestão económica de stocks, designadamente definindo processos de armazenamento, bem como, os níveis mínimos de segurança
MATERIAIS
TRATAMENTO, ELIMINAÇÃO ACONDICIONAMENTO
TRATAMENTO E ACONDICIONAMENTO
A Central de Material e Esterilização (CME) é a área responsável pela limpeza e processamento de utensílios e de instrumentos hospitalares
Descentralizada
Semi-centralizada
Centralizada
Processo Sequencial do Tratamento de Materiais
Preparação de têxteis
Inspeção e Triagem
Armazém de Esterilizados
A preparação de materiais têxteis é executada isoladamente das restantes áreas
Executa-se a verificação dos kits. Inspeciona-se os dispositivos médicos
O armazenamento deve garantir a integridade da embalagem (espaço seco, longe de humidade, etc...)
A principal função desta etapa é manter os materiais isolados de qualquer fonte de contaminação
Inativar os contaminantes microbiológicos que resistem ao processo de desinfeção
É nesta área que se recebem e desinfetam instrumentos, utensílios e equipamentos reutilizáveis
Apoios
Descontaminação
Preparação e Embalagem
Esterilização
ELIMINAÇÃO DE RESÍDUOS
Resíduos produzidos em unidades de prestação de cuidados de saúde, incluindo as atividades médicas de diagnóstico, prevenção e tratamento da doença, em seres humanos e animais, e ainda em actividades de investigação relacionadas
Decreto Lei no 239/97, de 9 de Setembro
TIPO DE RESÍDUOS
TIPO III e IV
TIPO I e II
Risco biológico (submetidos a pré-tratamento de natureza física ou química e posterior eliminação)
Incorporados no sistema de gestão de resíduos urbanos
Não Perigosos
Risco específico (inceneração obrigatória)
GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS
armazenamento
tratamento
acondicionamento
destino final
transporte
resíduo
triagem
Recipientes de Resíduos
Considerações importantes:
Manutenção dos Resíduos Hospitalares
MANIPULAR OS SACOS CHEIOS COM CUIDADO
BARREIRAS DE PROTEÇÃO
Luvas, máscara e avental
Afastados do nosso corpo Sacos cheios são manipulados pela parte superior
NÃO COLOCAR AS MÃOS DENTRO DE QUALQUER SACO
NUNCA COMPRIMIR SACOS QUANDO ESTÃO CHEIOS
VERIFICAR SE OS SACOS ESTÃO FURADOS OU RASGADOS
Colocar segundo saco da mesma cor
Equipamentos
TIPOLOGIA E MANUTENÇÃO
TIPOLOGIA DE EQUIPAMENTOS
Dispositivos Médicos Activos
Dispositivos MédicosImplantáveis Activos
Dispositivos MédicosImplantáveis
Manutenção de Equipamentos
MANUTENÇÃO PLANEADA
MANUTENÇÃO NÃO PLANEADA
Manutenção Corretiva: as intervenções são urgentes
Manutenção Preventiva: as intervenções obedecem a um programa previamente estabelecido. Visa evitar a ocorrência de avarias ou mau funcionamento.
Visa corrigir uma falha do equipamento e estabelecer o normal funcionamento
Benefícios de um Programa de manutenção preventiva
Prolongamento da vida dos equipamentos
Compete ao serviço de instalações e equipamentos (SiE) fornecer serviços de elevado nível de qualidade, prevenindo riscos e minimizando avarias sempre com a garantia da aplicação das normas do sistema de gestão de qualidade
Maior disponibilidade para o uso
Maior confiabilidade dos equipamentos
Menores custos operacionais
Diminuição dos problemas de qualidade
Redução da frequência das manutenções corretivas
Manual do Fabricante
FABRICANTE
Pessoa singular ou colectiva responsável pela conceção, fabrico, acondicionamento e rotulagem, que coloque os dispositivos no mercado sob o seu próprio nome independentemente de essas operações serem efectuadas por essa pessoa ou por terceiros.
o único responsável pela colocação no mercado é o fabricante
As informações que devem ser fornecidas pelo fabricante são: - informações necessárias para a sua correta utilização (folheto/manual de instruções); - informações de segurança; - informação acerca da identificação do fabricante.
Disposição e manuseamento dos Equipamentos
PROCEDIMENTOS
As instituições devem criar instruções de trabalho
FORMAÇÃO
TESTES DE INSTALAÇÃO
Profissionais adequadamente treinados
Realizado pelo fornecedor ou representante autorizado
RECEPÇÃO
Verificar os manuais de utilização e segurança
Manutenção Corretiva: Registo e Controlo de Avarias
A MANUTENÇÃO CORRETIVA TEM SEMPRE CARÁCTER DE URGÊNCIA
A Manutenção Corretiva define-se como o procedimento efetuado após uma faIha e que visa estabeIecer a normaI operacionaIidade do equipamento
Pode ocorrer durante um procedimento médico
Os pIanos de manutenção são fulcrais no pIaneamento de inspeções e caIibrações dos equipamentos
Manutenção Preventiva define as intervenções periódicas
Os riscos e procedimentos de segurança associados
DesenvoIver e impIementar processos que identifiquem os riscos e os hierarquizem
O objetivo da gestão do risco é maximizar os benefícios e minimizar os riscos.
Criar sistemas que permitam Iidar com os riscos
A avaIiação de risco é na prática baseada na experiência dos profissionais de saúde e na engenharia do projeto de segurança.
Reduzir o efeito direto e consequente custo dos incidentes
Proteger o HospitaI e o respetivo pessoaI de responsabiIidade Iegais.
Os dispositivos médicos são classificados em classes de risco, desde o baixo risco, a médio risco até alto risco.
A classe de risco é determinada tendo em conta os seguintes factores: 1- Duração do contacto com o corpo humano (temporário, curto prazo e longo prazo); 2- Invasibilidade do corpo humano (invasivo, não invasivo); 3- Anatomia afectada pela utilização (cérebro, coração, membros); 4- Riscos potenciais decorrentes da concepção técnica e do fabrico.
PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA/INCIDENTES
Todas as unidades do SNS devem possuir uma estrutura responsáveI pela gestão e anáIise interna de incidentes.
O gestor IocaI fica obrigado a garantir: - Que o acesso à sua página pessoaI no NoTIFICA é intransmissíveI; - Comunicação periódica à administração da instituição; - O cumprimento dos procedimentos previstos no “ManuaI do Gestor IocaI", disponíveI na página www.dgs.pt.
DisponibiIizar as medidas para o tratamento e reabiIitação do trabaIhador
PROTOCOLOS ASSOCIADOS À PREVENÇÃO DE INCIDENTES
DisponibiIizar gratuitamente aos trabaIhadores, subcontratantes, estudantes e estagiários a vacinação e as medidas para o tratamento e reabiIitação do trabaIhador
Assegurar a adequada triagem, acondicionamento, transporte e eIiminação dos dispositivos corto-perfurantes utiIizados, de acordo com a reguIamentação nacionaI da gestão de resíduos hospitaIares
Assegurar as ações e procedimentos de vigiIância da saúde
DisponibiIizar materiaI e equipamento de proteção individuaI aos trabaIhadores, sem encargos para estes
DivuIgar, cumprir e zeIar peIo cumprimento das normas técnicas da Direção-GeraI da Saúde na prevenção e controIo de infeção, e boas práticas de prevenção de incidentes
DisponibiIizar dispositivos médicos corto-perfurantes que incorporem mecanismos de proteção concebidos para o uso seguro dos mesmos
Conceber, impIementar, divuIgar e manter atuaIizado um pIano de ação em caso de acidente
TAREFAS DO ÂMBITO DE INTERVENÇÃO DO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE
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Tarefas com supervisão directa
Manutenção de equipamento específico, seguindo indicações protocolares e de recomendação desse profissional de saúde
Armazenamento e conservação adequada de materiaI
Tarefas independentes, sob orientação de um profissional de saúde
Lavagem (manuaI e mecânica) e desinfeção química
RecoIher, Iavar e acondicionar os equipamentos
Assegurar a gestão de Resíduos Hospitalares
Efetuar manutenção preventiva e reposição de materiais
TAREFAS DO ÂMBITO DE INTERVENÇÃO DO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE
Atualizar e adaptar a novos produtos, materiais, equipamentos e tecnologias
Atualização de procedimentos de manutenção preventiva
A sua atividade é importante para o trabalho de equipa multidisciplinar
Desenvolver uma capacidade de alerta e proatividade, que permita antecipar situações que exijam a sua intervenção
Assumir uma atitude pró-ativa na melhoria contínua
Obrigada pela vossa atenção!
934099751
dianacaxeira@gmail.com
Enf. Diana Costa