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Invasões Francesas a Portugal
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Created on March 5, 2023
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Transcript
Invasões francesas a Portugal
Trabalho realizado por: Daniel Santinhos Nº611ºG Escola Secundária Augusto Cabrita
Introdução
O trabalho que vão ver é sobre as invasões francesas a Portugal, mais concretamente os seus detalhes, onde, quando e como aconteceu. O objetivo deste trabalho é explicar do que se trataram as invasões e mostrar alguns videos e imagens que exemplifiquem o que realmente se passou aqui no nosso tão amado país.
A EUROPA
A situação da Europa
No início do Século XIX os exércitos napoleónicos invadem a Europa. Dominados por novos sentimentos imperialistas, tinham como objectivo o domínio da grande potência opositora: a Inglaterra. Com a superioridade naval Britânica a desaconselhar o desembarque em Inglaterra, Napoleão opta por outras frentes de batalha e decreta, em Novembro de 1806, o Bloqueio Continental, impondo o encerramento dos portos europeus aos navios ingleses.
Arthur Wellesley, 1.º Duque de Wellington responsável por comandaar as tropas em Portugal durante as Invasões Francesas
Mapa das invasões francesas a Portugal
Arthur Wellesley 1º Duque de Wellington
França
Napoleão Bonaparte
Napoleão na Europa
Primeira Invasão a Portugal
A reação Portuguesa
General Junot
A primeira Invasão
Em Novembro de 1807 após ter recusado a adesão ao bloqueio de Napoleão a familia real Portuguesa realiza uma apressada saida de Lisboa dirigindo-se ao Brasil onde a corte vai ficar até 1821.
As tropas francesas, comandadas pelo General Junot, entram pela Beira Baixa a 19 de Novembro de 1807 e, sem enfrentar qualquer resistência organizada, chegam a Lisboa no dia 30 Novembro.
As tropas invasoras instalam-se na capital e ocupam todo país durante os meses seguintes. A resistência surge na forma de forças de guerrilha. Algumas revoltas locais são, maioritariamente, esmagadas pelas tropas francesas.
A situação só muda em Agosto do ano seguinte, quando uma esquadra britânica chega a Lavos e desembarca cerca de 16 mil homens, comandados pelo general Arthur Wellesley (futuro Duque de Wellington).
As tropas, reforçadas por cerca de dois mil portugueses, avançam para Lisboa pelo litoral. O primeiro confronto sério acontece na Roliça, a 17 de Agosto, onde os franceses, em inferioridade numérica perdem a batalha.
A 21 dá-se um novo reencontro, agora no Vimeiro. À frente dos franceses está o general Junot. Apesar de um maior equilíbrio de forças – 14 mil franceses contra 18 mil luso-britânicos – a vitória volta a pertencer a Wellesley. A rendição das forças francesas é efetivada na Convenção de Sintra.
As batalhas da Roliça e do Vimeiro
Jean-Andoche Junot
Segunda Invasão a Portugal
A tragédia da ponte das barcas
A segunda invasão
Marechal Soult
Aproveitando uma vitória sobre o general britânico Moore, em território espanhol, os franceses liderados por Soult entram no país pela zona de Chaves e conseguem chegar ao Porto a 3 de Fevereiro de 1809
A forte resistência através de forças do exército luso-britânico e também de muitos populares, reunidos em grupos de guerrilha, obrigam os franceses a abandonar o país após a Segunda Batalha do Porto a 12 de Maio de 1809
Ao longo do percurso de entrada e saída do exército francês ficou um rastro de mortos, destruição e pilhagem pelo norte do país.
Em 29 de Março de 1809, durante a segunda Invasão Francesa, o marechal francês Soult entrou de forma inesperada na cidade do Porto A população assustada tentou cruzar o rio para a outra margem com o objetivo de criar alguma distância em relação aos invasores. Precipitaram-se para uma ponte do Douro, construída sobre uma vintena de barcas que acabou por ceder arrastando as pessoas para o rio. Calcula-se que tenham morrido cerca de quatro mil pessoas.
Nicolas Jean de Dieu Soult
Terceira Invasão a Portugal
A terceira invasão
Batalha do Buçaco
André Masséna
Conhecido como filho da vitória, por nunca ter sido derrotado, Massena entra em Portugal à frente de um exército com mais de 65 mil homens.
As forças invasoras entram por Almeida em Julho de 1810. A praça portuguesa rende-se depois da explosão de um paiol.
No percurso para a capital sofrem uma derrota pesada na batalha do Buçaco, mas prosseguem o caminho tentando entrar em Lisboa. São detidos frente às Linhas de Torres e meses depois abandonam o país.
Mais de cem mil homens ficaram frente a frente na batalha do Buçaco no dia 27 de Setembro de 1810. Dos cerca de 50 mil soldados aliados, metade são portugueses. O marechal Massena não consegue evitar a derrota, mas entende ter condições para prosseguir em direção à capital. A vitória dá às tropas de Wellington tempo para recuar para as Linha de Torres, onde irão deter o exército francês.
André Masséna
Conclusão
Neste trabalho abordei o assunto das invasões francesas a Portugal e concluí que trouxe bastante dor para o nosso povo mas também permitiu a descoberta de novos gostos e contribuiu para a evolução do mundo. Este trabalho foi muito importante para o meu conhecimento e aprofundamento deste tema uma vez que me permitiu ficar a compreender melhor do que se tratou realmente este acontecimento, além de ter-me permitido aperfeiçoar competências de investigação, seleção, organização e comunicação de informação.
Webgrafia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Mass%C3%A9na
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Jean_de_Dieu_Soult
https://youtu.be/7ea6jgBzxco
https://ensina.rtp.pt/artigo/a-fuga-para-o-brasil-da-familia-real/
https://ensina.rtp.pt/artigo/o-batalhas-da-rolica-e-do-vimeiro/
https://ensina.rtp.pt/artigo/a-segunda-invasao-francesa/
https://ensina.rtp.pt/artigo/o-desastre-da-ponte-das-barcas/
https://ensina.rtp.pt/artigo/a-terceira-invasao-francesa/
https://ensina.rtp.pt/artigo/a-batalha-do-bucaco/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Wellesley,_1.%C2%BA_Duque_de_Wellington
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Andoche_Junot