A Lua de Joana
Maria Teresa Maia Gonzalez
ÍNDICE:
Biografia da autora.
Apresentação Geral do Livro
Relação ao título para a obra
Excertos do livro
Biografia da autora
Maria Teresa Maia Gonzalez é uma escritora portuguesa, nascida em Coimbra, em 1958. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professora de Língua Portuguesa de 1982 e 1997. Deu início à sua carreira como escritora de literatura juvenil em 1989 e tem vários livros publicados, como: A Fonte dos Segredos e A Lua de Joana.
início
Apresentação Geral do Livro
O livro está escrito em forma de cartas que Joana escreve à sua melhor amiga, Marta, que
morreu devido a uma overdose.
Joana escreve estas cartas de forma irregular e durante quase dois anos. Onde conta à sua amiga Marta tudo o que lhe acontece.
O que Joana mais queria era saber os motivos que levaram a que Marta a deixasse sozinha.
Joana escreve por vezes diariamente, outras vezes com intervalos de tempo maiores ou
menores, mas vai dessa forma contando a sua história e da sua amiga aos leitores. Marta era a sua única amiga, logo, a sua perda traduz-se num grande vazio. Os pais de Joana
não estavam muito presentes na sua vida. O pai era médico e a mãe dona de uma loja de
pronto-a-vestir. O pai compensava-a pela sua ausência oferecendo-lhe relógios. A mãe
preocupava-se mais com o seu irmão com quem não tinha uma boa relação. A sua avó, única
confidente, depois da morte da sua amiga, acaba também por falecer.
Apresentação Geral do Livro
Marta tinha um irmão chamado Diogo, com quem Joana se tinha envolvido, e que tal como
Joana não consegue superar a morte da sua irmã. Rodeado de amigos, de más influências,
também ele acaba por cair no mundo das drogas. Joana tenta ajudá-lo, mas cede e cai na
tentação. Para arranjar dinheiro para comprar mais droga, acaba por vender todos os relógios
que o seu pai lhe tinha dado. Diogo consegue superar-se, no entanto Joana acaba por não
ter forças para sair desse mundo o que a levará à sua morte. É um livro muito pequeno, mas que prende imenso a leitura, deixando quem lê, muito curioso
para saber o que acontecerá à Joana e aos restantes personagens do livro. Pouco tempo antes de Joana morrer, ela perdoa a melhor amiga, pois entende que nunca
podemos dizer "desta água não beberei". A história acaba com o pai de Joana a ler as
suas cartas, e sente-se frustrado e impotente pelo facto de não ter ajudado a sua filha
quando esta mais precisou.
O final do livro é fascinante. O leitor só se apercebe do ocorrido depois de terminada a sua
leitura.
início
Relação ao título para a obra
O título do livro tem a ver com um baloiço, em forma de lua, que Joana tem pendurado no
meio do quarto. Esta lua traduz o estado de espírito de Joana, isto é, quando está feliz, senta-se no quarto crescente, e quando está triste, no quarto minguante.
início
Excertos do Livro
"E percebi que os sorrisos servem para uma data de coisas, como por exemplo para tapar buracos que aparecem quando o mar das palavras se transforma em deserto."
(p.31)
"(...)"(Ultima página do livro)
"(...) devem julgar que tudo na minha vida continua na mesma." (p.105)
FIM!
ESPEREMOS QUE TENHAM GOSTADO!
APRESENTAÇÃO DO LIVRO A LUA DE JOANA
Fatima Delos Santos
Created on February 26, 2023
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Transcript
A Lua de Joana
Maria Teresa Maia Gonzalez
ÍNDICE:
Biografia da autora.
Apresentação Geral do Livro
Relação ao título para a obra
Excertos do livro
Biografia da autora
Maria Teresa Maia Gonzalez é uma escritora portuguesa, nascida em Coimbra, em 1958. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professora de Língua Portuguesa de 1982 e 1997. Deu início à sua carreira como escritora de literatura juvenil em 1989 e tem vários livros publicados, como: A Fonte dos Segredos e A Lua de Joana.
início
Apresentação Geral do Livro
O livro está escrito em forma de cartas que Joana escreve à sua melhor amiga, Marta, que morreu devido a uma overdose. Joana escreve estas cartas de forma irregular e durante quase dois anos. Onde conta à sua amiga Marta tudo o que lhe acontece. O que Joana mais queria era saber os motivos que levaram a que Marta a deixasse sozinha. Joana escreve por vezes diariamente, outras vezes com intervalos de tempo maiores ou menores, mas vai dessa forma contando a sua história e da sua amiga aos leitores. Marta era a sua única amiga, logo, a sua perda traduz-se num grande vazio. Os pais de Joana não estavam muito presentes na sua vida. O pai era médico e a mãe dona de uma loja de pronto-a-vestir. O pai compensava-a pela sua ausência oferecendo-lhe relógios. A mãe preocupava-se mais com o seu irmão com quem não tinha uma boa relação. A sua avó, única confidente, depois da morte da sua amiga, acaba também por falecer.
Apresentação Geral do Livro
Marta tinha um irmão chamado Diogo, com quem Joana se tinha envolvido, e que tal como Joana não consegue superar a morte da sua irmã. Rodeado de amigos, de más influências, também ele acaba por cair no mundo das drogas. Joana tenta ajudá-lo, mas cede e cai na tentação. Para arranjar dinheiro para comprar mais droga, acaba por vender todos os relógios que o seu pai lhe tinha dado. Diogo consegue superar-se, no entanto Joana acaba por não ter forças para sair desse mundo o que a levará à sua morte. É um livro muito pequeno, mas que prende imenso a leitura, deixando quem lê, muito curioso para saber o que acontecerá à Joana e aos restantes personagens do livro. Pouco tempo antes de Joana morrer, ela perdoa a melhor amiga, pois entende que nunca podemos dizer "desta água não beberei". A história acaba com o pai de Joana a ler as suas cartas, e sente-se frustrado e impotente pelo facto de não ter ajudado a sua filha quando esta mais precisou. O final do livro é fascinante. O leitor só se apercebe do ocorrido depois de terminada a sua leitura.
início
Relação ao título para a obra
O título do livro tem a ver com um baloiço, em forma de lua, que Joana tem pendurado no meio do quarto. Esta lua traduz o estado de espírito de Joana, isto é, quando está feliz, senta-se no quarto crescente, e quando está triste, no quarto minguante.
início
Excertos do Livro
"E percebi que os sorrisos servem para uma data de coisas, como por exemplo para tapar buracos que aparecem quando o mar das palavras se transforma em deserto."
(p.31)
"(...)"(Ultima página do livro)
"(...) devem julgar que tudo na minha vida continua na mesma." (p.105)
FIM!
ESPEREMOS QUE TENHAM GOSTADO!